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  • SAP Business AI: Como a Inteligência Artificial Transforma Empresas em 2025

    SAP Business AI: Como a Inteligência Artificial Transforma Empresas em 2025

    SAP Business AI: Como a IA Transforma Empresas em 2025

    A inteligência artificial (IA) deixou de ser uma promessa futurista para se tornar uma força motriz na transformação de negócios. Em 2025, o SAP Business AI consolida essa revolução, integrando agentes inteligentes e automação proativa diretamente no núcleo das operações corporativas. Esta abordagem, fundamentada em dados unificados e contextuais, visa otimizar a tomada de decisões, aumentar a eficiência e preparar as empresas para um futuro mais dinâmico e competitivo.

    Ao contrário de soluções que adicionam camadas de IA às operações existentes, a SAP insere a inteligência artificial de forma nativa em sua suíte de negócios. Essa integração profunda garante que a IA opere com um conhecimento semântico e em tempo real de processos completos, desde finanças e procurement até supply chain e gestão de capital humano. Essa amplitude, como destaca Muhammad Alam, Head of Product & Engineering da SAP, oferece o contexto necessário para recomendações mais precisas e resultados superiores.

    O que é SAP Business AI e como funciona

    O SAP Business AI é uma plataforma integrada que utiliza inteligência artificial para aprimorar a gestão empresarial. Seu funcionamento é baseado em uma base de dados unificada e semanticamente rica, que alimenta o sistema em tempo real. Essa fundação abrange processos de negócio cruciais, como:

    • Finanças e Controladoria
    • Gestão de Gastos e Procurement
    • Supply Chain e Logística
    • Gestão de Capital Humano
    • Experiência do Cliente

    O SAP Joule, por exemplo, atua como um assistente inteligente personalizado, ciente do papel e do contexto do usuário. Ele oferece ferramentas específicas para cada função, maximizando a eficiência operacional e garantindo que a IA esteja intrinsecamente ligada às atividades diárias dos profissionais.

    Agentes Inteligentes SAP: Automação Proativa em Ação

    Os agentes inteligentes da SAP funcionam como um sistema de alerta antecipado, monitorando proativamente as operações empresariais. Eles não apenas identificam problemas potenciais antes que se tornem críticos, mas também automatizam soluções preventivas. Essa capacidade de ação proativa, conforme descrito por Alam, é como ter “uma equipe de escoteiros digitais sempre em alerta”.

    Exemplos práticos demonstram o poder dessa abordagem:

    • Supply Chain: Detecção de potenciais rupturas de estoque ou atrasos logísticos, com sugestões de correções imediatas.
    • Recursos Humanos: Orientação em processos de onboarding e recomendação de trilhas de aprendizado personalizadas.
    • Finanças: Automação de tarefas rotineiras em gestão de caixa, tesouraria e compliance, com potencial de economia de tempo de até 80%.

    Essa capacidade de migrar de uma postura reativa para uma estratégia proativa confere às empresas uma vantagem competitiva significativa, transformando incertezas em visibilidade clara.

    Segurança e Confiabilidade do SAP Business AI

    A confiabilidade e a segurança são pilares essenciais do SAP Business AI. Cada recurso de IA passa por uma revisão ética rigorosa e está alinhado a padrões globais como o EU AI Act e os princípios da UNESCO. Essa diligência garante que as soluções atendam não apenas aos requisitos técnicos, mas também aos mais altos padrões éticos internacionais.

    As principais medidas de segurança incluem:

    • Privacidade de dados integrada desde o design.
    • Controle rigoroso de papéis e permissões de usuário.
    • Supervisão humana obrigatória em processos críticos.
    • Conformidade com regulamentações locais e globais.

    A SAP enfatiza que “construímos IA em que você pode confiar, usar e depender”, mantendo o usuário sempre no controle das operações. O ecossistema aberto da empresa garante padrões globais unificados com flexibilidade para necessidades locais, permitindo que as empresas inovem com confiança.

    Novas Funcionalidades SAP AI para Supply Chain e Procurement

    A SAP tem acelerado o lançamento de capacidades avançadas de IA, com foco especial em Supply Chain e Procurement. Uma nova solução de orquestração de supply chain utiliza um gráfico de conhecimento de rede e IA para analisar dados em tempo real de fornecedores e logística, prevendo e prevenindo interrupções antes que ocorram.

    Entre as principais inovações em desenvolvimento estão:

    • SAP Ariba Source-to-Pay: Reconstruído como uma solução moderna e nativa em IA.
    • Procurement Agêntico: Incorporação de analytics e agentes de IA para gerenciar eventos complexos de sourcing.
    • Agentes Financeiros: Automação de gestão de caixa, tesouraria e compliance.
    • SAP Joule Action Bar: Integração do assistente em todas as telas.

    O agent builder permite a personalização de assistentes e agentes sem a necessidade de codificação. Essas atualizações redefinem o conceito de empresa verdadeiramente inteligente, onde cada decisão é mais inteligente, rápida e sempre conectada ao cliente.

    O Futuro do Trabalho com Inteligência Artificial SAP

    A evolução da IA está redefinindo o futuro do trabalho empresarial, com a SAP promovendo a colaboração entre humanos e máquinas. Muhammad Alam prevê que a IA “aumentará principalmente o trabalho humano ao automatizar tarefas rotineiras e liberar pessoas para focar em atividades estratégicas e criativas”.

    As mudanças esperadas no ambiente de trabalho incluem:

    • Automação de tarefas repetitivas.
    • Elevação do papel dos funcionários para supervisão e estratégia.
    • Foco em gerenciamento de exceções e tomada de decisões complexas.
    • Colaboração contínua entre humanos e agentes inteligentes.

    Profissionais precisarão aprender a trabalhar com IA para prosperar. Agentes inteligentes apoiarão decisões, anteciparão desafios e otimizarão operações. O resultado será um ambiente onde “agentes lidam com as tarefas enquanto humanos estrategizam e verificam para garantir o sucesso”, tornando o trabalho humano mais valioso.

  • O que é alfabetização em inteligência artificial e sua importância nas empresas

    O que é alfabetização em inteligência artificial e sua importância nas empresas

    A inteligência artificial (IA) deixou de ser uma promessa futurista para se tornar uma ferramenta presente no dia a dia de 88% das organizações. No entanto, a simples adoção da tecnologia não garante resultados. Muitas empresas enfrentam dificuldades em traduzir investimentos em IA em valor real, um desafio que se estende para além da infraestrutura e abrange a cultura corporativa, a liderança e a maturidade analítica das equipes. O conhecimento sobre como aplicar a IA de forma eficaz é o que define a alfabetização em inteligência artificial.

    A falta de compreensão sobre os fundamentos, limites e potencialidades da IA é um dos principais gargalos que impedem empresas de escalarem seus projetos. Com a rápida evolução tecnológica e a crescente demanda por habilidades digitais, como IA, big data e cibersegurança, o letramento digital se posiciona como uma das competências de crescimento mais acelerado. Este artigo explora o que é a alfabetização em IA e por que ela se tornou indispensável para o sucesso empresarial.

    Transformação da mentalidade organizacional

    A alfabetização em IA atua como um agente transformador na cultura empresarial. Ao desmistificar a tecnologia e torná-la mais acessível, ela combate a percepção da IA como uma “caixa-preta” inatingível. Quando lideranças compreendem os princípios básicos e as aplicações práticas da IA, o engajamento das equipes na jornada de inovação aumenta consideravelmente.

    Essa nova mentalidade estimula uma cultura de curiosidade e experimentação. Em vez de ver a IA como uma ameaça, líderes e colaboradores passam a enxergá-la como uma ferramenta de potencialização, abrindo caminho para a adoção mais consistente de novas soluções e processos.

    Desenvolvimento de maturidade analítica

    Organizações que investem em programas de AI Literacy desenvolvem uma capacidade aprimorada de coletar, interpretar e aplicar dados em suas decisões estratégicas. Esse amadurecimento analítico é fundamental para transformar a intuição em inteligência estratégica, baseada em evidências concretas.

    A defasagem no conhecimento sobre IA é um obstáculo significativo, com 3 a cada 5 líderes admitindo que suas empresas carecem desse entendimento. Programas estruturados de alfabetização em IA equipam as equipes com as habilidades necessárias para extrair insights valiosos dos dados, impulsionando um processo decisório mais eficiente e embasado.

    Fortalecimento da confiança decisória

    Com um domínio maior sobre as capacidades da IA, líderes tendem a tomar decisões mais informadas e seguras, apoiadas por dados e insights consistentes. Essa confiança se propaga pela organização, incentivando uma cultura onde a experimentação orientada prevalece sobre a hesitação diante da incerteza.

    Segundo Paulo Simon, Vice-presidente de Desenvolvimento de Negócios da Keyrus no Brasil, a alfabetização em IA não se trata apenas de treinamento técnico. Ela é um catalisador que eleva a maturidade analítica e a confiança na tomada de decisão, promovendo uma transformação organizacional completa.

    Espaço para inovação e aumento da curva de aprendizado

    A educação contextualizada, que traduz conceitos abstratos de IA para a realidade de cada setor com casos de uso concretos, é um pilar central. A criação de ambientes seguros para experimentação permite que as lideranças testem novas ferramentas sem comprometer as operações, acelerando significativamente a curva de aprendizado.

    O relatório The State of Data & AI Literacy 2025 destaca que copilotos de IA e ferramentas com raciocínio avançado são considerados importantes por grande parte dos líderes. Além disso, a demanda por profissionais com alto nível de letramento em IA é crescente, com 69% dos líderes dispostos a pagar salários mais altos por esses candidatos.

    Cultura de inovação sustentável

    Ambientes que priorizam a alfabetização em IA fomentam ciclos contínuos de aprendizado e inovação. A colaboração entre diferentes gerações, onde profissionais mais jovens trazem domínio tecnológico e executivos seniores oferecem visão estratégica, acelera essa jornada.

    Parcerias com universidades e centros de pesquisa mantêm os programas de alfabetização atualizados, garantindo acesso a conhecimento de ponta e às tendências mais recentes do mercado. A integração dessas estratégias resulta em uma cultura de inovação sustentável, impulsionando as empresas para a liderança na era digital.

    Como implementar a alfabetização em IA

    A implementação eficaz de programas de AI Literacy exige uma abordagem integrada, que vá além de treinamentos técnicos. Paulo Simon, da Keyrus, aponta que as iniciativas mais bem-sucedidas tratam a alfabetização em IA como um programa abrangente de transformação organizacional.

    Estratégias complementares incluem programas de mentoria colaborativa e parcerias com instituições acadêmicas. O investimento do governo brasileiro no Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA) até 2028, no valor de R$23 bilhões, sinaliza a urgência nacional dessa transformação.

    O impacto real da alfabetização em IA nos negócios

    Empresas que implementam programas de AI Literacy colhem resultados mensuráveis. A melhoria na tomada de decisão é um benefício concreto, com a redução do tempo entre insight e ação, criando uma vantagem competitiva sustentável. Paralelamente, observa-se a criação de uma verdadeira cultura de inovação.

    “O AI Literacy representa mais que capacitação técnica: é o catalisador que transforma organizações reativas em líderes proativos da era digital”, conclui Simon. As empresas que abraçarem essa jornada hoje moldarão o futuro de seus mercados.

  • Como se preparar para a nova era da Inteligência Artificial no setor de seguros e nos planos de saúde pet

    Como se preparar para a nova era da Inteligência Artificial no setor de seguros e nos planos de saúde pet

    A Inteligência Artificial (IA) deixou de ser uma promessa futurista e se estabeleceu como um dos principais motores de transformação no ambiente corporativo. Para o setor de seguros e, em especial, para os planos de saúde pet, essa tecnologia representa uma oportunidade ímpar de aprimoramento de processos, tomada de decisões e, consequentemente, de uma experiência mais satisfatória para o cliente. Empresas como a APet já estão atentas a essa movimentação.

    A chave para entender o papel da IA no mercado atual é encará-la não como uma substituta da inteligência humana, mas sim como uma poderosa extensão de suas capacidades. Luiz Gênova, CEO da APet, destaca que a tecnologia deve ser integrada de forma estratégica aos negócios para ampliar o que já é feito, melhorar processos, dar suporte a decisões complexas e, assim, oferecer uma experiência cada vez mais encantadora aos responsáveis por pets.

    IA no setor de seguros: uma realidade consolidada

    O setor de seguros já abraça a Inteligência Artificial em suas operações. Uma pesquisa da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) revela que 80% das seguradoras brasileiras já utilizam soluções de IA, com as demais em fase de implementação. As áreas mais beneficiadas são atendimento ao consumidor, operações e tecnologia da informação.

    O principal objetivo com a adoção da IA é o aumento da produtividade. Contudo, os ganhos se estendem à melhoria da experiência do cliente, automação de processos e redução de custos. O levantamento da CNseg aponta que o maior desafio para a implementação da tecnologia é a integração com sistemas legados, dificuldade relatada por 69% das seguradoras.

    Organizações de todos os portes estão redesenhando processos e modelos de negócio com a IA. Essa transformação, que também impacta segmentos mais conservadores como o de seguros, representa uma mudança estrutural na forma como as empresas tomam decisões, desenvolvem produtos e se conectam com seus públicos. Preparar-se para essa era significa repensar a cultura organizacional, investir em dados e capacitar equipes.

    “A Inteligência Artificial deve ser vista como uma ferramenta de ampliação das capacidades humanas, não como substituta da inteligência, mas como sua extensão estratégica.” – Luiz Gênova, CEO da APet

    A transformação no mercado de planos de saúde pet impulsionada pela IA

    No mercado de planos de saúde pet, a Inteligência Artificial atua em diversas frentes, desde a análise cadastral até o acompanhamento pós-atendimento, criando um ciclo contínuo de cuidado e prevenção, semelhante ao da saúde suplementar humana.

    O diferencial competitivo para empresas de planos de saúde pet reside não apenas no preço, mas na inteligência aplicada ao cuidado, na previsibilidade financeira e na experiência digital oferecida ao tutor. Esse segmento, um dos que mais crescem no país, acompanha a mudança de comportamento dos consumidores, que buscam soluções completas de cuidado, prevenção e assistência financeira para seus animais.

    A IA se torna, assim, uma aliada estratégica para:

    • Análise preditiva de saúde animal: Cruzamento de dados clínicos para prever doenças e orientar programas preventivos.
    • Personalização de planos: Criação de ofertas sob medida com base no perfil do animal, histórico de uso e comportamento do tutor.
    • Gestão de risco: Precificação inteligente, modelagem de sinistralidade e prevenção de fraudes.
    • Atendimento automatizado e humanizado: Agentes virtuais capazes de orientar tutores 24 horas por dia.

    Luiz Gênova explica que na APet, a incorporação da IA faz parte de uma estratégia de inovação e eficiência. A empresa tem fortalecido a governança, a capacitação técnica e a padronização de serviços com rigor em compliance. A IA acelera a entrega de soluções customizadas, melhora a experiência do cliente e aumenta a eficiência operacional.

    Um exemplo prático dessa aplicação é o lançamento da NINA, agente virtual de atendimento via WhatsApp da APet, que visa agregar valor à experiência do tutor. A APet participará do CQCS Inovação 2026, evento que reunirá profissionais do setor de seguros para discutir aprendizado, negócios e inovação.

  • Inteligência artificial, políticas públicas e novas competências profissionais pautam Fórum de Educação Executiva em Brasília

    Inteligência artificial, políticas públicas e novas competências profissionais pautam Fórum de Educação Executiva em Brasília

    Inteligência artificial, políticas públicas e novas competências profissionais pautam Fórum de Educação Executiva em Brasília

    A FGV Educação Executiva em Brasília sedia, entre 19 de março e 9 de abril de 2026, o 14º Fórum de Educação Executiva. O evento reunirá especialistas para debater temas cruciais da atualidade, como inovação, transformação digital, políticas públicas e o desenvolvimento profissional. Os encontros, realizados presencialmente na sede da instituição, a partir das 9h, abordarão desafios e tendências com foco na aplicação prática de novas tecnologias e nas mudanças do mercado de trabalho.

    O fórum se propõe a ser um palco para a discussão aprofundada sobre como a inteligência artificial está remodelando o cenário profissional e as estratégias governamentais. A programação foi estruturada em quatro painéis, cada um dedicado a explorar aspectos específicos dessa convergência, visando orientar tanto o setor público quanto o privado em suas jornadas de adaptação e crescimento.

    Inteligência artificial: do conceito à aplicação prática

    A abertura do fórum, em 19 de março, contará com a palestra “Inteligência Artificial do zero à prática”. Bruno Pimenta, executivo de tecnologia com vasta experiência em design, marketing digital, business intelligence e analytics, conduzirá a sessão. O objetivo é oferecer orientações estratégicas para a integração de ferramentas de IA no cotidiano profissional, abordando temas como engenharia de prompt e aplicações de tecnologias emergentes. A mediação ficará a cargo de Betovem Coura, doutor em Administração de Empresas e coordenador acadêmico da FGV.

    O futuro dos profissionais de TI com a evolução da IA

    No dia 26 de março, o painel “O futuro dos profissionais de TI com a evolução da IA” analisará o impacto da inteligência artificial generativa no setor de tecnologia da informação. Marcelo Magalhães, consultor e professor em estratégia e transformação digital, ministrará a palestra. O debate centrar-se-á na transição do perfil técnico executor para o de orquestrador de soluções, além de discutir as competências que se mostram essenciais em um ambiente cada vez mais automatizado. André Barcaui, doutor e pós-doutor em Administração, com experiência em gestão e tecnologia em empresas como HP e IBM, será o moderador.

    Novas habilidades para o profissional de relações governamentais

    A programação segue em 31 de março com o painel “Tech Skills: novas habilidades para o profissional de relações governamentais”. Camila Barbosa, cientista política e sócia da Prospectiva, abordará como o uso transversal da tecnologia pode expandir a atuação desses profissionais, integrando competências tecnológicas às já exigidas na área. A mediação será conduzida por Rodrigo Martins Navarro de Andrade, doutor em Administração e CEO da Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos.

    Orçamento verde como instrumento de políticas públicas

    Encerrando o fórum, em 9 de abril, o painel “Green Budget: Painel Orçamentário de Gastos Climáticos como instrumento de coordenação de políticas públicas” discutirá como o orçamento verde pode fortalecer a coordenação de políticas voltadas ao enfrentamento das mudanças climáticas, preservação da biodiversidade e gestão de riscos. Virgínia de Angêlis, secretária Nacional de Planejamento do Ministério do Planejamento e Orçamento, e Dalmo Palmeira, assessor parlamentar, serão os palestrantes, com moderação de Mauro Santos, doutor em Economia e coordenador de políticas de infraestrutura e regulação no IPEA.

    O 14º Fórum de Educação Executiva visa ampliar o debate sobre temas estratégicos, promovendo a troca de conhecimento entre especialistas e profissionais para acompanhar as transformações tecnológicas, econômicas e institucionais que moldam o desenvolvimento do país. Os encontros ocorrem na FGV Brasília, localizada na Av. L2 Norte, Quadra 602, Módulos A, B e C – SGAN.

  • SAP Business AI: como a inteligência artificial transforma empresas em 2026

    SAP Business AI: como a inteligência artificial transforma empresas em 2026

    SAP Business AI: como a inteligência artificial transforma empresas em 2026

    Em 2026, a inteligência artificial (IA) se consolida como um pilar essencial para a competitividade empresarial. O SAP Business AI emerge como um diferencial, integrando IA nativamente ao núcleo das suítes de negócios para otimizar processos e agilizar decisões. Diferente de soluções que apenas adicionam ferramentas de IA, a SAP a incorpora em uma base de dados unificada e semanticamente rica, abrangendo finanças, supply chain, RH e experiência do cliente.

    Essa integração profunda, segundo Muhammad Alam, Head of Product & Engineering da SAP, fornece um contexto mais amplo para a IA, resultando em recomendações e resultados mais precisos. O sistema, consciente do papel e contexto do usuário, opera através de assistentes inteligentes como o SAP Joule. Ele oferece ferramentas específicas para cada função, maximizando a eficiência operacional em áreas como Contas a Receber, Planejamento e Atendimento ao Cliente.

    Agentes inteligentes: automação proativa em ação

    Os agentes inteligentes da SAP atuam como sentinelas digitais, monitorando operações empresariais proativamente. Eles identificam problemas antes que se tornem críticos e automatizam soluções preventivas, agindo de forma autônoma para prever resultados e garantir a continuidade dos negócios. Essa abordagem vai além de um simples copilot.

    Exemplos práticos incluem a detecção antecipada de rupturas de estoque ou atrasos logísticos na Supply Chain, com sugestões de correções imediatas. Na área de Recursos Humanos, orientam o onboarding de funcionários e recomendam trilhas de aprendizado personalizadas. Já em Finanças, automatizam a gestão de caixa, tesouraria e compliance, com potencial de economizar até 80% do tempo em tarefas rotineiras.

    Como explica Alam, é como ter uma equipe de “escoteiros digitais” em alerta constante. Com a SAP como torre de controle, a incerteza dá lugar à visibilidade, proporcionando uma vantagem competitiva ao permitir que as empresas passem de uma postura reativa para uma estratégia proativa.

    Segurança e confiabilidade no centro da IA da SAP

    A confiabilidade e a segurança são fundamentais para o SAP Business AI. Toda solução de IA da SAP passa por rigorosa revisão ética e está alinhada a padrões globais, como o EU AI Act e os princípios da UNESCO. Isso garante que as soluções atendam não apenas aos requisitos técnicos, mas também aos padrões éticos internacionais.

    As principais medidas de segurança incluem privacidade de dados integrada, controle de papéis e permissões de usuário, supervisão humana em processos críticos e conformidade regulatória. A SAP aprendeu com o cenário regulatório europeu que privacidade, segurança e ética são inegociáveis. Segundo Alam, a empresa constrói uma IA em que os usuários podem confiar e depender, mantendo sempre o controle.

    Novas funcionalidades de IA para Supply Chain e Procurement

    A SAP está acelerando o lançamento de capacidades avançadas de IA em sua Business Suite, com foco em Supply Chain e Procurement. Uma nova solução de orquestração da cadeia de suprimentos utiliza IA e um gráfico de conhecimento de rede para analisar dados em tempo real de fornecedores e logística, prevendo e prevenindo interrupções.

    Entre as inovações destacam-se o SAP Ariba Source-to-Pay, reconstruído como solução nativa em IA; Procurement Agêntico, com analytics e agentes de IA para gerenciar sourcing complexo; Agentes Financeiros para automação de caixa e tesouraria; e o SAP Joule Action Bar, que traz o assistente para todas as telas. O agent builder permite personalizar assistentes sem codificação.

    Muhammad Alam ressalta que a empresa está implementando IA em ritmo acelerado em toda a suíte e até integrando IA à robótica. Essas atualizações tornam cada decisão do funcionário mais inteligente, rápida e conectada ao cliente, redefinindo o conceito de empresa inteligente.

    O futuro do trabalho com inteligência artificial SAP

    A IA está redefinindo o futuro do trabalho empresarial, e a SAP posiciona-se na vanguarda com uma abordagem de colaboração entre humanos e máquinas. Segundo Muhammad Alam, a IA aumentará o trabalho humano, automatizando tarefas rotineiras e liberando profissionais para atividades estratégicas e criativas.

    As mudanças esperadas incluem a automação de tarefas repetitivas, a elevação do papel dos funcionários para supervisão e estratégia, o foco em gerenciamento de exceções e a colaboração contínua entre humanos e agentes inteligentes. Profissionais precisarão aprender a trabalhar com IA para prosperar, dependendo de agentes inteligentes para apoiar decisões e otimizar operações.

    A tendência é uma mudança em direção ao aumento da autonomia e ações proativas, impulsionando eficiências. O resultado será um ambiente onde “agentes lidam com as tarefas enquanto humanos estrategizam e verificam para garantir o sucesso”, tornando o trabalho humano mais valioso.

  • Cade lança projeto de Inteligência Artificial para modernizar análise concorrencial e gestão institucional

    Cade lança projeto de Inteligência Artificial para modernizar análise concorrencial e gestão institucional

    Cade lança projeto de Inteligência Artificial para modernizar análise concorrencial e gestão institucional

    O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) deu um passo significativo em direção à modernização de suas operações com o lançamento do projeto Defesa Econômica com Inteligência Artificial (D.E.I.A.). A iniciativa, anunciada em março de 2026, visa incorporar soluções de inteligência artificial (IA) aos processos internos da autarquia, prometendo otimizar a análise concorrencial e a gestão institucional.

    Com a DEIA, o Cade busca aprimorar a eficiência e a capacidade analítica de seus servidores. A tecnologia será utilizada para auxiliar em diversas atividades, desde a análise de documentos e triagem processual até a identificação de padrões e o suporte na instrução de processos. Ferramentas de IA serão desenvolvidas para atender demandas específicas do órgão, como a análise de atos de concentração e a detecção de práticas anticompetitivas.

    Integração de IA aos sistemas do Cade

    Uma das frentes de atuação centrais do projeto DEIA é a integração de funcionalidades inteligentes ao Sistema Eletrônico de Informações (SEI). Isso inclui recursos como a classificação automática de documentos, a geração de sugestões de minutas, a extração e sumarização de conteúdos e ferramentas de análise preditiva. Estas últimas focam em otimizar a gestão de prazos e riscos processuais.

    Bruna Cardoso, diretora da Diretoria de Administração e Planejamento (DAP), destacou o papel da IA como uma aliada para a modernização. “A inteligência artificial não substitui o trabalho técnico realizado pelos servidores, mas pode ser uma aliada importante para ampliar nossa capacidade analítica e otimizar rotinas”, afirmou. Ela ressaltou que a tecnologia será empregada de forma estratégica, sempre sob supervisão humana e alinhada aos princípios de transparência e responsabilidade no serviço público.

    Capacitação e segurança da informação

    Além do desenvolvimento tecnológico, o projeto DEIA dedica atenção especial à capacitação de servidores e colaboradores. O objetivo é disseminar o conhecimento sobre o uso responsável e eficaz das ferramentas de IA no contexto da defesa da concorrência. Promover um ambiente institucional preparado para explorar as potencialidades da tecnologia com segurança é uma prioridade, com foco em governança de dados e segurança da informação.

    A iniciativa DEIA está inserida no Plano de Transformação Digital do Cade, com recursos provenientes do Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD) e previsão de conclusão até dezembro de 2026. Este plano já gerou outras entregas importantes para a autarquia.

    Outras transformações digitais no Cade

    O Plano de Transformação Digital já viabilizou a implementação do aplicativo Cade Digital, que centraliza funcionalidades como a busca de jurisprudência, acesso a decisões e documentos do Tribunal. Outras novidades incluem o acesso externo ao SEI para acompanhamento de processos e visualização de documentos, além de informações sobre as sessões, como calendário e transmissões.

    O Painel de Business Intelligence (BI) do Circuito Deliberativo Virtual também foi aprimorado, permitindo um acompanhamento mais ágil dos processos e decisões. A segurança dos sistemas foi reforçada com a aquisição de um novo equipamento de firewall. Adicionalmente, a terceira versão do sistema de Busca de Jurisprudência trouxe avanços em aprendizado de máquina e IA, com indexação automática de documentos e agendamentos periódicos para atualização e inclusão de novos conteúdos.

  • Inteligência artificial é colocada a serviço da conexão humana

    Inteligência artificial é colocada a serviço da conexão humana

    IA e a conexão humana: um novo paradigma no marketing

    A inteligência artificial (IA) está redefinindo as interações entre marcas e consumidores, com o foco cada vez maior em fortalecer a conexão humana. Longe de ser um obstáculo, a tecnologia tem se mostrado uma ferramenta poderosa para potencializar a autenticidade e a empatia no marketing. Essa abordagem foi discutida por líderes de marketing em um painel no South by Southwest (SXSW) de 2026.

    Allison Stransky, diretora de marketing da Samsung Electronics América, e Brian Irving, CMO da Lyft, compartilharam suas visões sobre como a IA está sendo integrada às estratégias de negócio. O objetivo principal é aprimorar a forma como as pessoas se conectam com as marcas, posicionando a tecnologia como uma aliada e não um substituto para a interação humana.

    Humanizando a tecnologia com a IA

    A Samsung, sob a liderança de Stransky, adota um conceito de marketing centrado no ser humano. A ideia é que seus aparelhos sejam vistos como parte do cotidiano, um “companion to AI living”. Essa estratégia busca promover conexões emocionais e autenticidade, mostrando que a tecnologia pode, sim, aproximar as pessoas.

    “É um momento empolgante para aprender, por mais difícil que possa aparecer, com tudo acontecendo ao mesmo tempo”, afirmou Allison Stransky, ressaltando o dinamismo do cenário atual. Para ela, o desafio é explorar as possibilidades da IA sem a pressão por resultados imediatos de produtividade, focando em um aprendizado seguro.

    Brian Irving, CMO da Lyft, destacou a necessidade de um investimento significativo em treinamento. “Segundo Brian, a cada dólar investido, é necessário o dobro em treinamento”, aponta.

    Ambos os executivos concordam que a IA aprimora a criatividade e permite uma personalização de campanhas baseada em dados protegidos. A mensuração de resultados também deve evoluir, com foco na compreensão dos novos parâmetros que surgirão com o avanço da IA, como salientou Irving.

    IA reinventando processos e a relevância das marcas

    A inteligência artificial está transformando a cadeia de marketing e a gestão empresarial, indo além da eficiência. A busca é por uma maior relevância na comunicação com o público.

    Lyft e Samsung utilizam o Gemini, IA do Google, para construir estratégias integradas e planos de crescimento. “Não tomamos decisões em silos”, observou Allison Stransky, destacando a colaboração entre equipes.

    A IA também tem sido incorporada em iniciativas sociais. No programa ‘Solve for tomorrow’, da Samsung, estudantes submetem ideias que frequentemente utilizam IA, com apoio dos engenheiros da empresa. “Estamos ajudando a criar gerações responsáveis”, disse Stransky.

    Confiança e cocriação na era da IA

    Diante de tantas transformações, o fortalecimento da confiança na marca se torna um diferencial. Allison Stransky admite se sentir desafiada a manter essa confiança em um cenário em constante mudança.

    Brian Irving alerta para a “responsabilidade em se cocriar conteúdo de qualidade” com o uso da IA. Ambos reconhecem a indispensabilidade da parceria com agências de publicidade nesse novo ecossistema.

  • Inteligência artificial avança no e-commerce e cria nova vantagem competitiva para empresas

    Inteligência artificial avança no e-commerce e cria nova vantagem competitiva para empresas

    Inteligência artificial avança no e-commerce e cria nova vantagem competitiva para empresas

    A inteligência artificial (IA) está acelerando sua integração no cotidiano e, especialmente, no setor de e-commerce, prometendo transformar o mercado em um ritmo surpreendentemente rápido. Essa evolução tecnológica já demonstra capacidade de executar uma vasta gama de tarefas digitais, desde programação e análise de dados até o atendimento ao cliente, redefinindo a forma como as empresas operam e se relacionam com seus consumidores online.

    Para as empresas, a vantagem competitiva reside na adoção estratégica dessas ferramentas. A IA não é mais uma promessa futura, mas uma realidade presente capaz de otimizar processos, aprimorar a experiência do cliente e agilizar a tomada de decisões, elementos cruciais para prosperar no cenário digital atual.

    O impacto da IA na automação e eficiência

    O potencial da inteligência artificial no e-commerce é vasto. Segundo Marcelo Baratela, mentor de negócios, a tecnologia pode cobrir até 94% das tarefas em algumas áreas. No entanto, a taxa de adoção atual ainda se encontra em torno de 33%, indicando um cenário de oportunidades significativas para as organizações que souberem explorar esse avanço.

    A automação de tarefas digitais, viabilizada pela IA, libera equipes para focarem em atividades mais estratégicas e de maior valor agregado. Isso se traduz em operações mais enxutas, maior eficiência e uma capacidade aprimorada de responder às demandas do mercado com agilidade.

    Melhoria no atendimento e tomada de decisões

    No e-commerce, a experiência do cliente é um diferencial. A inteligência artificial permite personalizar interações, oferecer suporte mais rápido e eficiente, e antecipar necessidades, elevando a satisfação e fidelidade do consumidor. Sistemas de IA podem analisar grandes volumes de dados de comportamento do cliente para oferecer recomendações precisas e personalizadas, tornando a jornada de compra mais fluida e atrativa.

    Além disso, a capacidade da IA em processar e interpretar dados em tempo real acelera drasticamente a tomada de decisões. Empresas podem identificar tendências de mercado, prever demandas e ajustar estratégias de precificação e estoque com base em informações concretas, minimizando riscos e maximizando retornos.

    O futuro do trabalho e a valorização de novas competências

    O avanço da inteligência artificial no e-commerce também reconfigura o mercado de trabalho. Funções operacionais que podem ser facilmente automatizadas tendem a sofrer redução na demanda por contratações. Em contrapartida, há uma crescente valorização de profissionais que possuem habilidades para dominar e gerenciar o uso da tecnologia.

    A recomendação para profissionais e empresas é clara: começar a aplicar a IA no dia a dia e investir continuamente na capacitação das equipes. O domínio dessas ferramentas não é apenas um diferencial, mas um fator determinante para quem busca se destacar e prosperar no mercado em constante evolução.

    A inteligência artificial deve transformar o mercado em cerca de sete anos, em um ritmo muito mais acelerado que o do comércio eletrônico.

  • Cassava usa fábricas de IA com NVIDIA para impulsionar infraestrutura africana de inteligência artificial

    Cassava usa fábricas de IA com NVIDIA para impulsionar infraestrutura africana de inteligência artificial

    Cassava impulsiona infraestrutura de IA africana com fábricas NVIDIA para acelerar capacidades de dados soberanos

    A Cassava Technologies, líder global em tecnologia de herança africana, está marcando um ponto de virada para o continente com a implementação de sua AI Factory, potencializada pela plataforma NVIDIA AI. Inicialmente implantada na África do Sul, a iniciativa tem planos ambiciosos de expansão para Nigéria, Quênia, Egito e Marrocos, visando fortalecer a infraestrutura de inteligência artificial (IA) e as capacidades de dados soberanos da África.

    “Para a Cassava, construir o ecossistema de IA da África é um ato de empoderamento, não apenas um marco tecnológico”, afirma Ahmed El Beheiry, Group COO e Group Chief Technology&AI Officer da Cassava Technologies. Como a primeira NVIDIA Cloud Partner do continente, a empresa assegura que os negócios africanos se tornem “arquitetos” de sua própria tecnologia, e não apenas consumidores.

    Democratizando o acesso à IA na África

    O objetivo central da Cassava é fornecer à África a infraestrutura necessária para construir seu futuro digital em seus próprios termos. Isso inclui o desenvolvimento de modelos de IA que compreendam e utilizem idiomas locais, começando pelo Swahili e expandindo para línguas como Zulu e Afrikaans, para melhor atender aos usuários e mercados locais.

    Em 2025, a Cassava lançou o Cassava AI Multi-Model Exchange (CAIMEx), uma plataforma pioneira que facilita o acesso dos desenvolvedores africanos às principais ferramentas de IA e grandes modelos de linguagem (LLMs) do mundo. Com o CAIMEx, os desenvolvedores podem construir, ajustar e implantar aplicações de IA utilizando um ambiente integrado, impulsionado por NVIDIA Blueprints, Models e NIM microservices.

    Recentemente, a empresa apresentou a Cassava Autonomous Network, um projeto que opera na plataforma CAIMEx e promete melhorar significativamente o desempenho da rede em toda a África, disponível para Operadoras de Rede Móvel (MNOs).

    Fábricas de IA soberanas: um divisor de águas

    A implantação localizada de computação de alto desempenho representa um avanço crucial. Ao oferecer GPUaaS (GPU as a Service) e AIaaS/APIs, a Cassava remove barreiras tradicionais de entrada, proporcionando acesso à capacidade computacional local. Isso garante que a África tenha sua própria produção de inteligência, com fábricas de IA soberanas que mantêm a inteligência segura dentro das fronteiras, adaptam modelos a idiomas e culturas locais, e fomentam empregos, startups e crescimento econômico.

    Essa oferta permite que empresas e governos africanos inovem de forma independente. Haseeb Budhani, CEO da Rafay Systems, destaca que a África está “prestes a saltar a infraestrutura tradicional”, e com a nuvem de IA soberana da Cassava, o continente tem o “motor definitivo para a transformação digital”. A iniciativa permite que as empresas africanas assumam o controle de seu destino.

    Impacto em setores estratégicos e fomento de talentos

    A democratização da tecnologia oferecida pela Cassava capacita organizações africanas em diversos setores, incluindo o setor público, telecomunicações, serviços financeiros, seguros, saúde, mineração, óleo e gás, e varejo. O objetivo é permitir que essas entidades não apenas acompanhem a corrida global de IA, mas também a liderem.

    “Manter os dados dentro das fronteiras africanas nos permite desenvolver modelos especializados para saúde, energia e agricultura, adaptados aos nossos contextos únicos”, explica Dr. H. Sithole, Center Manager do National Integrated Cyberinfrastructure (NICIS) no CSIR. Ele acrescenta que a Cassava AI Factory na África do Sul permite que o CSIR estenda parcerias com a indústria para acelerar a adoção da inteligência artificial nas comunidades de pesquisa sul-africanas.

    A parceria com a Zindi, conforme Celina Lee, CEO e Co-Fundadora, é fundamental para “desbloquear a computação de IA na África, garantindo que os dados do continente não precisem sair de suas praias”. Através da Cassava AI Factory, a Cassava ajuda a comunidade de desenvolvedores da Zindi a criar as melhores soluções de IA para seus problemas locais, investindo na próxima geração de talentos em IA e criando empregos de alta tecnologia que posicionarão a África para liderar a corrida global de IA.

    Em suma, a Cassava Technologies está transformando o papel da África no cenário global de IA, de um participante passivo para um criador primário. Ao fornecer capacidade computacional de classe mundial, a empresa cumpre sua missão principal: construir um futuro digitalmente inclusivo onde cada africano tenha as ferramentas para inovar e prosperar.

  • SAP Business AI: Como a IA Transforma Empresas em 2025

    SAP Business AI: Como a IA Transforma Empresas em 2025

    SAP Business AI: Como a IA Transforma Empresas em 2025

    Em 2025, a inteligência artificial (IA) deixou de ser uma promessa futurista para se tornar uma força motriz na otimização de processos empresariais. O SAP Business AI emerge como um divisor de águas, integrando IA diretamente no núcleo das operações corporativas. Diferentemente de abordagens que adicionam ferramentas isoladas, a SAP consolida a IA em uma base de dados unificada e semanticamente rica, que abrange desde finanças e supply chain até gestão de capital humano e experiência do cliente. O resultado são decisões mais rápidas e precisas, impulsionadas por um contexto de negócio abrangente.

    A revolução promovida pelo SAP Business AI reside na sua capacidade de oferecer agentes inteligentes que atuam proativamente, antecipando e solucionando problemas antes que eles impactem o negócio. Esta abordagem vai muito além de um simples assistente; trata-se de um sistema consciente do papel e do contexto do usuário, como o SAP Joule, que personaliza a experiência e maximiza a eficiência operacional em diversas funções.

    Agentes inteligentes: automação proativa em ação

    Os agentes inteligentes da SAP funcionam como um sistema de vigilância digital. Eles monitoram continuamente as operações empresariais, identificando potenciais problemas e implementando soluções preventivas de forma autônoma. Essa capacidade proativa permite que as empresas transitem de uma postura reativa de “apagar incêndios” para uma estratégia de antecipação e preparação.

    Exemplos práticos demonstram o poder dessa automação:

    • Na supply chain, agentes detectam antecipadamente rupturas de estoque ou atrasos logísticos, sugerindo correções imediatas.
    • Em Recursos Humanos, auxiliam no onboarding de funcionários e recomendam trilhas de aprendizado personalizadas.
    • Na área Financeira, automatizam a gestão de caixa, tesouraria e compliance, com potencial de economizar até 80% do tempo em tarefas rotineiras.

    Muhammad Alam, Head of Product & Engineering da SAP, compara essa funcionalidade a “ter uma equipe de escoteiros digitais sempre em alerta”. Com a SAP atuando como uma “torre de controle”, a incerteza é transformada em visibilidade, conferindo uma vantagem competitiva significativa.

    Segurança e confiabilidade no SAP Business AI

    A confiabilidade e a segurança são pilares essenciais do SAP Business AI, dada a sua profunda integração com os sistemas corporativos. Cada recurso de IA passa por uma rigorosa revisão ética e está alinhado a padrões globais, como o EU AI Act e os princípios da UNESCO. Isso garante que as soluções não apenas atendam a requisitos técnicos, mas também a rigorosos padrões éticos internacionais.

    As principais medidas de segurança incluem:

    • Privacidade de dados incorporada desde o design.
    • Controle granular de papéis e permissões de usuário.
    • Supervisão humana obrigatória em processos críticos.
    • Conformidade com regulamentações locais e globais.

    A SAP aprendeu com o cenário regulatório europeu que privacidade, segurança e ética são inegociáveis. Conforme declarado por Alam, a empresa constrói “IA em que você pode confiar, usar e depender”, mantendo o usuário sempre no controle das operações. O ecossistema aberto da SAP garante padrões globais unificados, com flexibilidade para adaptações locais, permitindo que as empresas inovem com segurança.

    Novas funcionalidades de IA para Supply Chain e Procurement

    A SAP tem acelerado o lançamento de capacidades avançadas de IA, com foco especial em Supply Chain e Procurement. Uma nova solução de orquestração de supply chain utiliza um gráfico de conhecimento de rede e IA para analisar dados em tempo real de fornecedores e logística. Essa tecnologia previne e gerencia impactos de interrupções antes que se concretizem, oferecendo visibilidade sem precedentes.

    Entre as inovações destacam-se:

    • SAP Ariba Source-to-Pay: Reconstruído como uma solução moderna e nativa em IA.
    • Procurement Agêntico: Incorpora analytics e agentes de IA para gerenciar eventos complexos de sourcing.
    • Agentes Financeiros: Automatizam gestão de caixa, tesouraria e compliance.
    • SAP Joule Action Bar: Traz o assistente inteligente para todas as telas da suíte.

    O “agent builder” permite personalizar assistentes e agentes sem a necessidade de codificação. Muhammad Alam ressalta que “estamos enviando capacidades de IA em ritmo acelerado por toda a suíte”, chegando a integrar IA à robótica para automação do mundo real. Essas atualizações visam tornar cada decisão mais inteligente, rápida e conectada ao cliente.

    O futuro do trabalho com inteligência artificial SAP

    A evolução da IA está redefinindo o futuro do trabalho empresarial, e a SAP posiciona-se na vanguarda dessa transformação com uma abordagem colaborativa entre humanos e máquinas. A visão é clara: a IA aumentará o trabalho humano, automatizando tarefas rotineiras e liberando profissionais para atividades estratégicas e criativas, em vez de substituí-los.

    As mudanças esperadas no ambiente de trabalho incluem:

    • Automação de tarefas repetitivas e operacionais.
    • Elevação do papel dos funcionários para supervisão e estratégia.
    • Foco em gerenciamento de exceções e tomada de decisões complexas.
    • Colaboração contínua entre humanos e agentes inteligentes.

    Profissionais precisarão aprender a trabalhar com IA para prosperar. Agentes inteligentes auxiliarão na tomada de decisões, anteciparão desafios e otimizarão operações. O resultado será um ambiente onde “agentes lidam com as tarefas enquanto humanos estrategizam e verificam para garantir o sucesso”, tornando o trabalho humano mais valioso.