Tag: transformação digital

  • Inside LabX: How DXC Technology builds AI solutions that actually work for enterprises

    Inside LabX: How DXC Technology builds AI solutions that actually work for enterprises

    A DXC Technology lançou recentemente o LabX, uma iniciativa estratégica que redefine a forma como grandes empresas abordam a inteligência artificial. Em um momento em que a pergunta não é mais ‘se’, mas ‘como’ adotar a IA com rapidez e disciplina para um impacto tangível, o LabX atua como uma incubadora interna. Seu objetivo é transformar desafios de negócios em soluções de IA nativas e funcionais de forma ágil, testando cada ideia com base em problemas reais de clientes e garantindo resultados mensuráveis antes da escalada.

    Essa abordagem singular permite que a DXC opere na vanguarda da IA, utilizando as ferramentas mais recentes e aplicando uma velocidade de startup em um contexto empresarial. Crucial para o seu sucesso é a disposição da DXC em ser o Cliente Zero, testando soluções em sua própria complexidade operacional global, com mais de 115.000 colegas em 70 países, sob a orientação do modelo Xponential de orquestração de IA.

    Como o labx se encaixa na estratégia de inovação da dxc

    O LabX é uma extensão direta da iniciativa Fast Track da DXC, projetada para acelerar o desenvolvimento e a implementação de soluções baseadas em IA para clientes. Holly Grant, vice-presidente sênior de estratégia e inovação da DXC, explica que a incubadora oferece um espaço dedicado para experimentação e inovação rápida, livre das restrições típicas de grandes organizações. O foco é criar novas ofertas de mercado, não apenas aprimorar as existentes, graduando ideias em prazos curtos que informam novos modelos de negócios e plataformas.

    “Se uma solução pode sobreviver e entregar valor em nosso ambiente, é um forte sinal de que fará o mesmo por nossos clientes.”

    A exclusividade da DXC como Cliente Zero é um diferencial. Enfrentando desafios similares aos de seus clientes na era da IA, a empresa testa suas inovações em um ambiente real e complexo, com significativas considerações regulatórias e operacionais. Isso permite que, ao apresentar uma oferta aos clientes, a DXC possa afirmar que a solução foi ‘testada em batalha’ e demonstrar seus resultados concretos.

    Por que a dxc criou o labx

    Anthony Pappas, diretor de marketing da DXC, ressalta que o LabX nasceu da necessidade de inovar em uma era de rápidas mudanças e direções imprevisíveis. Para prosperar, é essencial ter um mecanismo que permita testes rápidos, aprendizado acelerado e movimento contínuo, mesmo que nem toda tentativa seja bem-sucedida. O LabX é projetado para essa agilidade.

    A IA, que por muito tempo carregou uma promessa de transformação, agora tem a capacidade de realmente entregá-la. O LabX também capitaliza o vasto talento e as ideias dentro da DXC. Um desafio interno de IA, por exemplo, gerou mais de 1.300 ideias únicas em apenas duas semanas. No cerne dessa capacidade está a abordagem Human+, que coloca os humanos no centro da IA, impulsionando processos e estratégias para otimizar o uso da tecnologia e permitir que as pessoas redirecionem seu tempo liberado para atividades de maior valor.

    A visão para o futuro do trabalho com ia

    Russell Jukes, diretor de informação digital da DXC, descreve a visão do LabX como uma transição da empresa padronizada para a empresa personalizada. Por décadas, a eficiência foi buscada pela padronização, levando funcionários a gastar tempo navegando entre sistemas. O LabX busca inverter essa lógica: em vez de o funcionário ir até a tecnologia, a tecnologia vem até ele. O foco se desloca da eficiência do processo padronizado para a eficiência do indivíduo na forma como realmente trabalha.

    No futuro, a IA não será vista como uma ferramenta separada, mas integrada ao dia a dia, onde a questão será ‘qual resultado você está tentando alcançar?’, e não ‘qual IA você está usando?’. A portabilidade do LabX permite que as tecnologias sejam trocadas e as capacidades evoluam sem interromper a experiência do usuário, mantendo o foco constante no resultado.

    Melhorando a experiência individual no trabalho

    O LabX concentra-se no indivíduo e nas diversas personas dentro de uma empresa. Em vez de ferramentas genéricas, são desenvolvidas soluções adaptadas a personas específicas, levando em conta suas tarefas diárias, decisões e conteúdo. Anthony Pappas destaca três áreas de inovação que moldam essa abordagem:

    • Inteligência conversacional: explorar um futuro onde as necessidades são verbalizadas e a IA as atende em tempo real, tornando a conversa a interface mais intuitiva.
    • Automação agentiva: transformar a proporção de tempo gasto por trabalhadores do conhecimento. Em vez de 80% buscando e organizando informações e 20% agindo, a IA inverte essa lógica, liberando tempo para trabalho de maior valor.
    • Colaboração unificada: criar um espaço onde dados, colaboração e IA agentiva se unam em tempo real, em um só lugar.

    Essas inovações visam aprimorar o modo como as pessoas trabalham, tornando-as exponencialmente mais produtivas e transformando a tecnologia em uma extensão de seu pensamento e operação.

    Segurança e confiança nas soluções de ia

    Daniel Padilla, diretor de tecnologia do LabX, enfatiza que segurança, privacidade e conformidade não são considerações secundárias, mas são integradas desde o primeiro dia. Cada produto passa por uma rigorosa revisão de governança e um projeto deve provar seu valor com um cliente real antes de escalar. Além disso, todo produto que sai do LabX vem com uma aprovação completa de IA responsável.

    Esse rigor é fundamental para navegar em um cenário de IA repleto de ruído e hype. O LabX oferece um caminho disciplinado para entregar valor da IA rapidamente, sem sacrificar a solidez. A equipe mantém-se atualizada nas últimas ferramentas de IA, mas o foco principal é entender como o usuário final obterá valor duradouro.

    Impacto do labx na cultura dxc

    Além do impacto nos clientes, o LabX também transforma a própria força de trabalho da DXC. Especialistas técnicos de toda a empresa realizam rotações de 6 a 12 semanas no LabX, aprendendo IA de ponta e construindo produtos reais. Ao retornar às suas equipes, eles trazem não apenas novas habilidades, mas uma nova forma de pensar, questionando, modelando o que é possível e tornando-se campeões da inovação em suas áreas de origem. Essa é uma “espiral de feedback poderosa e totalmente intencional”, segundo Grant, fortalecendo a abordagem Human+ da DXC para a IA, que amplifica o potencial humano através da colaboração e IA generativa e agentiva.

  • Explosão da Busca por IA: ChatGPT e Ferramentas de IA Dominam 56% do Tráfego Global de Busca em 2026

    Explosão da Busca por IA: ChatGPT e Ferramentas de IA Dominam 56% do Tráfego Global de Busca em 2026

    Busca por IA: uma revolução na descoberta de informação

    O cenário da busca de informações online está passando por uma transformação sísmica em 2026, com as plataformas de busca impulsionadas por inteligência artificial (IA) já representando cerca de 56% do volume total de buscas tradicionais globalmente. Ferramentas como ChatGPT, Gemini e Claude não são mais experimentais, mas sim uma parte central da interação humana com o conteúdo digital, gerando aproximadamente 45 bilhões de sessões mensais em todo o mundo.

    Essa mudança, impulsionada principalmente pelo acesso móvel à internet, está redefinindo a forma como usuários buscam, aprendem e interagem com o conteúdo. Em vez de listas de links, as IAs oferecem respostas diretas e conversacionais, diminuindo drasticamente o tempo necessário para encontrar informações. Essa evolução, embora promissora, também levanta preocupações sobre segurança e uso indevido.

    A ascensão das plataformas de busca por IA

    As ferramentas de busca baseadas em IA introduziram um novo modelo de descoberta. Em vez de indexar páginas, esses sistemas interpretam prompts, analisam contexto e geram respostas a partir de vastos conjuntos de dados. Essa abordagem é particularmente atraente para usuários de smartphones, que podem obter respostas imediatas a perguntas complexas, evitando a navegação por múltiplas páginas.

    O relatório “Five Percent” da Graphite.io detalha a magnitude dessa transformação: o uso de busca por IA atingiu 56% do volume de busca tradicional. Globalmente, são 45 bilhões de sessões mensais, com crescimento expressivo fora dos Estados Unidos, indicando uma adoção mundial, especialmente em mercados com predomínio do acesso via mobile.

    O papel crucial do mobile

    A tecnologia móvel é um pilar fundamental para o crescimento da busca por IA. Cerca de 83% do uso de IA ocorre através de aplicativos móveis, contrastando com os 17% em navegadores web. Essa predominância do smartphone acelera a adoção da IA, tornando as interações mais fluidas e acessíveis.

    Notavelmente, o uso global de IA é mais de sete vezes superior ao registrado apenas nos Estados Unidos, sinalizando que mercados emergentes e regiões com forte uso de internet móvel estão liderando essa expansão. Aproximadamente 28% de todos os prompts de IA estão relacionados à busca de informações, mostrando a relevância direta da IA na descoberta de conteúdo.

    ChatGPT: catalisador da revolução na busca

    O lançamento do ChatGPT em novembro de 2022 foi um ponto de virada. Em apenas dois meses, tornou-se o aplicativo de consumo com crescimento mais rápido da história. Em outubro de 2025, já contava com mais de 800 milhões de usuários semanais ativos, processando cerca de 2,5 bilhões de prompts diariamente.

    Esse crescimento exponencial demonstrou a vasta demanda por interfaces de IA conversacionais. Os usuários passaram a interagir com sistemas de IA como se fossem assistentes digitais, mudando a expectativa de respostas instantâneas e sumarizadas, em vez de navegar por diversas páginas.

    Busca tradicional e IA: coexistência e expansão

    Apesar do avanço da IA, os motores de busca tradicionais, como o Google, que processa mais de cinco trilhões de buscas anualmente, continuam a ter um papel vital. Acredita-se que o futuro será um modelo híbrido, onde a IA complementa a busca tradicional, expandindo o ecossistema de descoberta de informações em vez de substituí-lo.

    A combinação do tráfego de ambos os tipos de plataformas resultou em um aumento de aproximadamente 26% na atividade global de busca desde 2023, indicando um crescimento geral, e não uma substituição.

    Aplicativos móveis impulsionam a próxima fase de crescimento

    A otimização das aplicações de IA para plataformas móveis é um fator chave. A conveniência de comandos de voz, respostas instantâneas e integração com outros serviços torna as IAs móveis especialmente atraentes. Essa integração com ferramentas de produtividade, mensagens e redes sociais está tornando a busca por IA cada vez mais parte das experiências digitais diárias.

    Analistas preveem que essa integração se aprofundará com smartphones, dispositivos vestíveis e tecnologias de casa inteligente, impulsionando dramaticamente o volume de interações com IA.

    Os riscos emergentes da IA

    A rápida expansão da IA também trouxe preocupações significativas. Incidentes entre 2024 e 2026 destacaram o lado sombrio dessa tecnologia, incluindo ataques cibernéticos e deepfakes. Um exemplo notório foi a perda de US$ 25 milhões pela Arup, após fraudadores usarem áudio e vídeo gerados por IA para se passar por executivos.

    Relatórios indicam que 73% das organizações enfrentaram ameaças de segurança relacionadas à IA em 2025 e 2026, com ataques de phishing representando metade desses incidentes. A possibilidade de IAs demonstrarem comportamentos inesperados ou vazarem dados sensíveis também é uma preocupação crescente.

    IA em aplicações militares e riscos de longo prazo

    O uso de IA em tecnologia militar é um tema de debate global, com sistemas autônomos levantando questões éticas e de segurança. A possibilidade de manipulação de sistemas de IA por atores maliciosos, através de ataques de envenenamento de dados, também é uma preocupação.

    Além disso, a automação por IA pode afetar empregos, e a infraestrutura computacional necessária para treinar modelos de IA consome enormes quantidades de energia. Um levantamento apontou que 87% dos especialistas consideram as vulnerabilidades de IA um dos riscos tecnológicos de crescimento mais rápido, com vazamento de dados e ataques adversariais sendo as principais preocupações.

    O futuro da busca por IA

    Apesar dos riscos, a busca por IA continua a crescer exponencialmente, impulsionada por investimentos bilionários e pela competição acirrada entre empresas de tecnologia. A próxima fase provavelmente envolverá uma integração ainda maior com ferramentas de produtividade, assistentes de voz e sistemas de realidade aumentada.

    A distinção entre motores de busca, assistentes digitais e plataformas de IA tende a desaparecer. Usuários poderão fazer perguntas em linguagem natural e receber respostas personalizadas e contextuais instantaneamente, possivelmente através de dispositivos vestíveis ou ambientes virtuais.

    A inteligência artificial está moldando o futuro da busca online, oferecendo novas formas de descobrir e interagir com a informação, mas também exigindo atenção redobrada aos desafios de segurança e ética.

    A inteligência artificial transformou a busca online. Com 45 bilhões de sessões mensais e dominando mais da metade do tráfego em relação às buscas tradicionais, as ferramentas de IA, lideradas pelo ChatGPT, redefiniram a experiência de descoberta. Embora a busca tradicional permaneça essencial, o futuro aponta para um ecossistema híbrido. Contudo, o crescimento acelerado da IA exige colaboração global para mitigar riscos de segurança, éticos e de controle, determinando se essa revolução tecnológica será um marco positivo na era digital.

  • SAP Business AI: Como a IA Transforma Empresas em 2025

    SAP Business AI: Como a IA Transforma Empresas em 2025

    SAP Business AI: Como a IA Transforma Empresas em 2025

    O SAP Business AI está redefinindo o panorama corporativo em 2025, integrando inteligência artificial (IA) diretamente ao cerne das operações empresariais. Ao invés de adicionar ferramentas isoladas, a SAP consolida a IA em sua suíte de negócios, alimentada por uma base de dados unificada e semanticamente rica que opera em tempo real. Essa abordagem abrange finanças, procurement, supply chain, gestão de capital humano e experiência do cliente, proporcionando um contexto abrangente para decisões mais precisas e eficientes.

    O diferencial reside na integração contextual e nativa com as aplicações que os profissionais utilizam diariamente. O SAP Joule, por exemplo, atua como um assistente inteligente personalizado, oferecendo ferramentas específicas para cada função. Essa fusão de IA com os processos de negócio existentes promete otimizar operações e impulsionar a performance das empresas.

    Agentes inteligentes: automação proativa em ação

    Os agentes inteligentes da SAP funcionam como sentinelas digitais, monitorando proativamente as operações empresariais. Eles identificam potenciais problemas antes que se agravem e implementam soluções preventivas, operando de forma autônoma e preditiva. Essa capacidade de antecipar e agir transforma a gestão empresarial, movendo-a de uma postura reativa para uma estratégia proativa e de preparação para o futuro.

    Em cenários práticos, esses agentes podem:

    • Supply Chain: Detectar rupturas de estoque ou atrasos logísticos e sugerir correções imediatas.
    • Recursos Humanos: Guiar colaboradores no onboarding e recomendar aprendizados personalizados.
    • Finanças: Automatizar a gestão de caixa, tesouraria e compliance, otimizando tempo em tarefas rotineiras.

    Segundo Muhammad Alam, Head of Product & Engineering da SAP, “é como ter uma equipe de escoteiros digitais sempre em alerta”. Essa supervisão constante garante visibilidade e uma vantagem competitiva, mantendo os negócios funcionando sem interrupções.

    Segurança e confiabilidade como pilares da IA SAP

    A confiabilidade e segurança são fundamentais no SAP Business AI, dado que a IA está intrinsecamente ligada aos processos de negócio. Todas as soluções de IA da SAP passam por rigorosas revisões éticas e estão alinhadas a padrões globais, como o EU AI Act e os princípios da UNESCO.

    As principais medidas de segurança incluem:

    • Privacidade de dados incorporada desde o design.
    • Controle granular de papéis e permissões de usuário.
    • Supervisão humana obrigatória em processos críticos.
    • Conformidade com regulamentações locais e globais.

    A SAP prioriza a construção de uma IA em que os usuários possam confiar, com a privacidade e a ética como prioridades inegociáveis. O controle das operações permanece sempre com o usuário, enquanto o ecossistema aberto da empresa garante flexibilidade para atender às necessidades locais com padrões globais unificados.

    Inovações em Supply Chain e Procurement impulsionadas pela IA

    A SAP está acelerando o lançamento de novas capacidades de IA, com foco especial em Supply Chain e Procurement. Uma nova solução de orquestração de supply chain utiliza IA e um gráfico de conhecimento de rede para analisar dados em tempo real, prevendo e prevenindo interrupções antes que ocorram.

    Entre as inovações:

    • SAP Ariba Source-to-Pay: Reconstruído como uma solução moderna e nativa em IA.
    • Procurement Agêntico: Agentes de IA para gerenciar eventos complexos de sourcing.
    • Agentes Financeiros: Automação de gestão de caixa, tesouraria e compliance.
    • SAP Joule Action Bar: Integra o assistente a todas as telas.

    O agent builder permite a personalização de assistentes sem codificação, e a SAP está integrando IA até mesmo à robótica para automação do mundo real. Essas atualizações visam tornar cada decisão de negócio mais inteligente, rápida e conectada ao cliente.

    O futuro do trabalho colaborativo entre humanos e IA

    O SAP Business AI redefine o futuro do trabalho, promovendo uma colaboração sinérgica entre humanos e máquinas. A IA, segundo Muhammad Alam, “aumentará principalmente o trabalho humano ao automatizar tarefas rotineiras e liberar pessoas para focar em atividades estratégicas e criativas”.

    Essa visão sugere uma mudança onde:

    • Tarefas repetitivas são automatizadas.
    • O papel dos profissionais evolui para supervisão e estratégia.
    • O foco se volta para o gerenciamento de exceções e decisões complexas.
    • A colaboração contínua entre humanos e agentes inteligentes é a norma.

    Profissionais precisarão aprender a colaborar com a IA para prosperar. Agentes inteligentes auxiliarão na tomada de decisões e na otimização de operações, liberando os humanos para atividades de maior valor estratégico. O resultado é um ambiente de trabalho onde “agentes lidam com as tarefas enquanto humanos estrategizam e verificam para garantir o sucesso”, potencializando o trabalho humano.

  • CIEMG impulsiona negócios com imersão prática em Inteligência Artificial

    CIEMG impulsiona negócios com imersão prática em Inteligência Artificial

    CIEMG impulsiona negócios com imersão prática em Inteligência Artificial

    Em 20 de março de 2026, o Centro Industrial e de Tecnologia (CIEMG) realizará um evento transformador em sua sede, em Contagem-MG. A capacitação foca na aplicação prática da Inteligência Artificial (IA), visando remodelar a forma como profissionais gerenciam dados, implementam automação e definem estratégias de negócio.

    O curso de “Imersão em IA” promete ser um divisor de águas para empresas e seus colaboradores. Ao longo de 8 horas, os participantes mergulharão no universo da IA generativa, explorando seu potencial em áreas cruciais como marketing, vendas, criação de conteúdo e otimização de processos. A proposta é clara: tirar a teoria do papel e aplicá-la diretamente no dia a dia corporativo.

    Transformação digital ao alcance das mãos

    Esta imersão é desenhada para profissionais de diversos setores que buscam um salto em produtividade e inovação. O diferencial está na abordagem prática, onde a experiência real com as ferramentas de IA será o foco principal, permitindo que os participantes saiam com conhecimentos aplicáveis imediatamente.

    A condução do treinamento estará a cargo de Jony Lan, um especialista com mais de 25 anos de trajetória em Estratégia, Inovação e Inteligência Artificial. Lan possui um histórico notável por liderar transformações digitais e fundar startups de sucesso, como a iMedicina, consolidando-se como uma referência em marketing digital.

    Posicionando o CIEMG na vanguarda da tecnologia

    O objetivo da “Imersão em IA” é reforçar a posição do CIEMG como um polo de capacitação em inovação tecnológica. Simultaneamente, oferecer aos participantes um arsenal de ferramentas para automatizar tarefas, gerar conteúdo de forma eficiente e, consequentemente, impulsionar a performance dos negócios.

    Esta iniciativa representa uma oportunidade ímpar para profissionais que desejam entender como a Inteligência Artificial pode se tornar um diferencial competitivo indispensável no mercado atual.

    Serviço: Imersão em IA

    • Data: 20 de março de 2026
    • Horário: 08h30 às 17h30
    • Local: CIEMG – Av. Babita Camargos, 766, Cidade Industrial, Contagem/MG
    • Investimento: Associados: R$ 890,00 | Não Associados: R$ 1.369,00
    • Carga horária: 8 horas

    As inscrições podem ser realizadas através deste link. Para mais informações, entre em contato pelo WhatsApp: (31) 9 9847-7680 ou pelo e-mail: treinamentociemg@fiemg.com.br.

  • USP terá novo escritório voltado à transformação digital e à inteligência artificial

    USP terá novo escritório voltado à transformação digital e à inteligência artificial

    USP terá novo escritório voltado à transformação digital e à inteligência artificial

    A Universidade de São Paulo (USP) anunciou a criação de um novo escritório dedicado a impulsionar a transformação digital e a aplicação da inteligência artificial (IA) em suas atividades. A iniciativa visa aprimorar a gestão acadêmica e administrativa, inovar nos processos de ensino e avaliação, e fortalecer a pesquisa e a relação da universidade com a sociedade.

    Esta medida reflete o reconhecimento da importância crescente das novas tecnologias digitais, que impactam todos os setores e, em especial, o ambiente universitário. A meta é incorporar essas ferramentas de forma crítica, ética e pedagogicamente responsável, conforme destacou o reitor Aluisio Augusto Cotrim Segurado.

    Desafios e oportunidades da era digital na USP

    O reitor da USP, Aluisio Augusto Cotrim Segurado, abordou em entrevista ao boletim Por Dentro da USP, no dia 6 de março de 2026, os desafios de sua gestão frente aos avanços tecnológicos. Ele ressaltou que a transformação digital afeta a educação e a missão universitária como um todo.

    “O mundo vem se transformando através das novas tecnologias digitais. Esta chamada transformação digital afeta todos os setores da sociedade, afeta o mundo das comunicações, afeta a educação, afeta a relação entre as pessoas e afeta, certamente, tudo aquilo que envolve a missão universitária.”

    Segurado vê na inteligência artificial uma poderosa aliada para otimizar processos e enriquecer a experiência educacional. A IA pode simplificar a gestão, tornar os espaços pedagógicos mais interativos e centrados no estudante, além de exigir uma revisão nos métodos de ensino e avaliação.

    Origem da iniciativa e liderança do novo escritório

    A ideia de incorporar novas tecnologias de maneira responsável surgiu de demandas apresentadas por docentes que participaram de oficinas sobre IA aplicada ao ensino em 2025. A preocupação com o uso ético e eficaz dessas ferramentas levou à proposta de criação do novo escritório.

    O Escritório de Transformação Digital e Inteligência Artificial será ligado ao Gabinete do Reitor e está em fase de implementação. A coordenação ficará a cargo de André Ponce de Leon Ferreira Carvalho, diretor do Instituto de Ciências Matemáticas e da Computação (ICMC). A vice-coordenação será de Adriana Backx Noronha Viana, professora da Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Atuária (FEA).

    Objetivos do escritório de transformação digital e IA

    O novo escritório terá como missão estabelecer um espaço multifacetado para a USP. Entre os principais objetivos, destacam-se:

    • Criação de um espaço de formação para alunos, docentes e servidores no uso das novas tecnologias.
    • Desenvolvimento de um repositório de material instrucional sobre o tema.
    • Implementação de um portal de acesso a plataformas de grandes modelos de linguagem (LLMs).
    • Discussão e estabelecimento de diretrizes éticas para o uso dessas tecnologias na universidade.

    Os procedimentos administrativos para a formalização do Escritório já estão em andamento, indicando um passo concreto da USP rumo à inovação e à adaptação às demandas do século XXI.

  • A inteligência artificial não substitui o médico, mas redefine sua atuação

    A inteligência artificial não substitui o médico, mas redefine sua atuação

    A inteligência artificial não substitui o médico, mas redefine sua atuação

    A medicina vive um de seus momentos de maior transformação, impulsionada pela inteligência artificial (IA). Longe de substituir os profissionais, a IA atua como uma ferramenta de ampliação e potencialização das capacidades humanas, redefinindo a forma como o conhecimento é acessado e a assistência é organizada.

    Em 2026, a IA já é uma realidade no cotidiano médico, agilizando a busca por informações que antes demandavam extensas pesquisas. Agora, sistemas em linguagem natural oferecem respostas contextuais e precisas, funcionando como verdadeiros “copilotos” digitais em prontuários eletrônicos, sugerindo diagnósticos e organizando dados clínicos.

    Augmentation: A nova fronteira da tecnologia médica

    O conceito central por trás dessa revolução é o de “augmentation”, que significa o uso da tecnologia para potencializar a capacidade humana sem transferir a decisão final ao sistema. A IA fortalece o raciocínio clínico e auxilia na tomada de decisões, representando uma nova etapa da evolução tecnológica, semelhante ao que a telemedicina proporcionou.

    Contudo, é crucial estar ciente dos riscos. O viés de automação, que leva à confiança excessiva em sistemas automatizados, pode comprometer o julgamento clínico, especialmente quando as respostas da IA são apresentadas de forma segura e definitiva. A análise crítica e a supervisão humana permanecem indispensáveis.

    O debate ético e o “human in the loop”

    O debate ético em torno do uso da IA na saúde se intensifica. O princípio do “human in the loop” reforça a necessidade de manter a supervisão humana, mesmo com sistemas cada vez mais autônomos. Sociedade e entidades médicas têm o papel de definir quais tarefas podem ser delegadas à tecnologia e quais exigem, invariavelmente, a decisão profissional e humana.

    Para o paciente, o uso da IA como substituta da consulta médica pode apresentar riscos significativos. A ausência de exame físico, limitações em bases de dados, falta de responsabilidade formal e a dificuldade na individualização do tratamento podem culminar em erros diagnósticos, atrasos terapêuticos ou uma falsa sensação de segurança.

    Como ferramenta complementar, a IA pode, no entanto, ser valiosa. Ela auxilia na classificação de sintomas, no esclarecimento de dúvidas e na orientação para a busca de atendimento adequado.

    Os três eixos de contribuição da IA na Medicina

    A contribuição da inteligência artificial na medicina se manifesta em três eixos principais:

    • Melhoria operacional: Automação de tarefas como o preenchimento de documentos.
    • Ampliação da qualidade clínica: Checagem de prescrições e suporte à decisão diagnóstica e terapêutica.
    • Educação personalizada: Orientações pré-operatórias e esclarecimentos sobre tratamentos.

    O grande desafio reside em integrar a eficiência proporcionada pela IA sem comprometer a humanização intrínseca à Medicina. Essa reflexão foi central em um encontro recente promovido pela Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS), em parceria com o Instituto Caldeira, destacando a necessidade contínua de debate entre médicos, gestores e especialistas.

    O consenso é claro: a tecnologia só gera valor quando incorporada com responsabilidade, com o protagonismo do corpo clínico e um foco inabalável na segurança do paciente. A inovação, os dados e a inteligência artificial devem caminhar juntos para construir o futuro do cuidado em saúde.

  • A Fronteira da Inovação: Como funcionários não técnicos da Microsoft criam suas próprias ferramentas de IA

    A Fronteira da Inovação: Como funcionários não técnicos da Microsoft criam suas próprias ferramentas de IA

    A fronteira da inovação: como funcionários não técnicos da Microsoft criam suas próprias ferramentas de IA

    Em um cenário corporativo cada vez mais impulsionado pela inteligência artificial, a Microsoft está testemunhando uma transformação notável: seus próprios funcionários, sem formação técnica em engenharia, estão ativamente desenvolvendo suas ferramentas de IA. Essa iniciativa, centrada na plataforma Frontier Forge, capacita colaboradores de diversas áreas a automatizarem tarefas, acelerarem fluxos de trabalho e inovarem em suas funções, antes restritas a equipes especializadas.

    O que começou como um experimento de hackathon evoluiu para um movimento vibrante dentro da Microsoft. Essa abordagem democratizada para a criação de IA está redefinindo a produtividade e abrindo novas fronteiras para a colaboração e a inovação.

    O problema e a solução grassroots

    Desafios como o acúmulo de tarefas em backlogs, a dificuldade em obter recursos de engenharia ou a necessidade de realizar tarefas manuais repetitivas, como copiar dados entre sistemas, são comuns para muitos profissionais não técnicos. Brett Reifers, um gerente de produto sênior da Microsoft Digital, observou essa lacuna e a necessidade de soluções de IA verdadeiramente aplicáveis ao trabalho diário.

    “Eu e outros colegas gastávamos muito tempo com a organização de dados e tarefas administrativas quando nosso foco deveria ser a estratégia. Ninguém estava construindo algo que realmente parecesse agente”, relata Reifers. Diante disso, a equipe decidiu “fazer nós mesmos”, dando origem ao Frontier Forge.

    “Eu vi a mim mesmo e outros gastando muito do nosso tempo em manipulação de dados e tarefas administrativas quando queríamos estar definindo estratégias. Ninguém estava construindo o que parecia verdadeiramente agente. Então, fizemos isso sozinhos.” – Brett Reifers, gerente de produto sênior, Microsoft Digital

    O nascimento do Frontier Forge

    A ideia central era criar um ambiente acessível onde funcionários com menos familiaridade técnica pudessem utilizar agentes de IA para realizar suas tarefas. Reifers, em parceria com Humberto Arias, também gerente de produto sênior, focou na capacidade dos agentes de preencher formulários e interagir com interfaces web – um insight chave que desbloqueou o potencial para automatizar uma vasta gama de processos.

    O conceito foi apresentado na hackathon anual da Microsoft e validado. Posteriormente, o projeto foi lançado no GitHub, tornando-se um repositório aberto com templates, módulos de aprendizado e agentes de IA prontos para uso. O Frontier Forge se tornou um centro comunitário com quase 100 contribuidores ativos.

    Uma plataforma para a criação de IA acessível

    O Frontier Forge combina ferramentas como GitHub Copilot, Visual Studio Code (VS Code) e Model Context Protocols (MCPs) para criar um ambiente de desenvolvimento profissional acessível a não engenheiros. O objetivo é fornecer um espaço de trabalho intuitivo, repleto de recursos pré-configurados e adaptados às necessidades internas da Microsoft Digital.

    “O Frontier Forge é um lugar onde você pode aprender, independentemente do seu nível de habilidade. Você pode adotar o que está disponível, mesmo que não saiba por onde começar.” – Sean MacDonald, diretor de gerenciamento de produto, Microsoft Employee Experience

    Essa arquitetura de IA centrada no contexto utiliza três camadas:

    • VS Code: O ambiente gerenciado para o desenvolvimento.
    • GitHub Copilot: Oferece funcionalidade de chat e assistência de IA com acesso a múltiplos modelos.
    • MCPs: Conectores padronizados que permitem aos agentes acessar ferramentas, dados e serviços localmente.

    Os MCPs facilitam a integração com serviços essenciais para os fluxos de trabalho, como Azure DevOps, Microsoft Documentation e Figma. A capacidade de criar novos MCPs, inclusive por meio do próprio GitHub Copilot, elimina barreiras e expande continuamente as funcionalidades disponíveis.

    “Com GitHub Copilot e MCPs, não há literalmente limites. É difícil explicar o quão transformador isso pode ser para um gerente de produto. Tudo o que você pede é transformado em código com um propósito, permitindo que você faça algo que não podia antes.” – Humberto Arias, gerente de produto sênior, Microsoft Digital

    Impacto transformador na produtividade

    O impacto do Frontier Forge na produtividade é mensurável. Tarefas que antes levavam semanas agora são concluídas em horas ou minutos. Laura Oxford, gerente de programa de conteúdo sênior, utilizou a plataforma para analisar quatro anos de dados de Excel e relatórios de métricas de comunicação. Em poucas horas, um agente criado por ela analisou padrões, gerou projeções e produziu visualizações, permitindo a previsão do desempenho de campanhas futuras.

    “A chave para criar o agente foi aprofundar o contexto. Foi uma conversa iterativa, indo e voltando para ajustar o agente até que eu estivesse consistentemente obtendo o resultado desejado. Mas foi realmente apenas uma conversa – nenhuma habilidade técnica necessária.” – Laura Oxford, gerente de programa de conteúdo sênior, Microsoft Digital

    Mark Stratford, gerente de produto sênior, enfrentava desafios semelhantes ao comunicar atualizações de status para a liderança. Antes do Forge, a síntese manual de dados, acompanhamento de aprovações e iteração em visualizações consumiam dias. Com a plataforma, ele criou painéis interativos, visualizações de matrizes de aprovação e pipelines de análise de dados, transformando tempo de dias em minutos.

    “Eu não precisei lutar contra a ambiguidade ou guiar o modelo. A arquitetura deu ao agente uma base estável e orientada por habilidades desde o início, o que acelerou drasticamente o tempo de desenvolvimento e melhorou a clareza.” – Mark Stratford, gerente de produto sênior, Microsoft Digital

    Construindo comunidade e compartilhando conhecimento

    O Frontier Forge transcendeu seu propósito inicial de ferramenta, tornando-se uma comunidade próspera. O repositório no GitHub funciona como um espaço colaborativo onde os funcionários compartilham agentes, templates e recursos de aprendizado. Essa cultura de compartilhamento cria um ciclo virtuoso, onde o sucesso de um se torna o ponto de partida para muitos.

    “Em sua essência, o Frontier Forge é uma experiência open-source, impulsionada pela comunidade. É um ambiente mais seguro que ajudará as pessoas a aprender e aplicar a IA da Microsoft no trabalho.” – Brett Reifers, gerente de produto sênior, Microsoft Digital

    Um caminho seguro para a inovação com IA

    Para líderes de TI que buscam replicar o sucesso do Frontier Forge, Sean MacDonald sugere um foco em identificar e capacitar colaboradores curiosos e proativos. “Encontre as pessoas que são super curiosas e que querem aprender. Elas serão as que impulsionarão a inovação com agentes de IA e outras ferramentas recém-desenvolvidas”, aconselha.

    A Microsoft demonstra que a chave para a adoção de IA por não engenheiros não reside apenas no acesso às ferramentas, mas na confiança e no ambiente seguro para experimentação e aprendizado. Líderes que criam esses espaços tendem a colher vantagens significativas à medida que o futuro impulsionado pela IA se consolida.

    Insights para líderes de TI:

    • Comece com voluntários: A adoção orgânica impulsionada pela curiosidade é sustentável.
    • Destaque vitórias rápidas: Demonstrações de sucesso atraem novos usuários.
    • Abaixe barreiras, não padrões: Acessibilidade deve coexistir com governança e segurança.
    • Priorize o compartilhamento de conhecimento: A colaboração acelera a inovação.
    • Envie rápido, melhore depois: Adote a mentalidade de MVP (Mínimo Produto Viável) e itere com base no uso real.
    • Foco em resultados: Mudar a percepção de “ferramenta do desenvolvedor” para “espaço de trabalho do Copilot” aumenta a inclusão.

    Os colaboradores não técnicos da Microsoft não precisam mais esperar por ajuda; eles agora podem forjar seus próprios caminhos com as ferramentas de IA que criam.

  • Muitas empresas estão investindo em IA, mas poucas sabem para quê

    Muitas empresas estão investindo em IA, mas poucas sabem para quê

    A corrida pela inteligência artificial: entusiasmo versus estratégia

    Em 2026, o cenário empresarial é marcado por um frenesi em torno da inteligência artificial (IA). Executivos demonstram entusiasmo e um volume expressivo de investimentos é direcionado para a tecnologia. No entanto, uma inquietação crescente permeia o ambiente corporativo: a maioria das empresas investe em IA sem ter clareza sobre o real propósito e o impacto futuro no negócio. Essa lacuna entre a expectativa e a estratégia é um ponto de atenção significativo.

    Dados revelam que 79% dos executivos esperam receitas relevantes advindas da IA nos próximos anos, mas apenas 24% conseguem explicar a origem dessa futura receita. Essa disparidade evidencia um entusiasmo que, por vezes, precede a definição de uma estratégia sólida. Historicamente, ciclos tecnológicos mostram que a empolgação inicial, sem um plano claro, pode levar a problemas futuros.

    IA além da redução de custos: uma estratégia para disrupção

    A pergunta “IA não é só uma forma mais sofisticada de reduzir custos?” surge com frequência. Embora a redução de custos seja uma consequência natural da eficiência operacional proporcionada pela IA, considerá-la como o objetivo principal limita o potencial disruptivo da tecnologia. Quando a inteligência artificial é implementada unicamente para otimização de processos existentes, seu impacto tende a ser restrito, destoando da magnitude da transformação que ela pode verdadeiramente oferecer.

    Tecnologias que moldam mercados não se contentam em aprimorar o que já existe; elas impulsionam as empresas a se reinventarem. Assim como a internet, o mobile e a cloud transformaram indústrias, a IA exige um novo olhar sobre os modelos de negócio. A diferença atual é a velocidade acelerada das mudanças, tornando a aposta em um escopo pequeno um risco, e não mais uma medida de prudência.

    Empresas que se organizam como AI-first já projetam ganhos de até 70% em produtividade, não por acertarem sempre, mas por aprenderem mais rápido.

    O segredo da Netflix e o poder da IA estratégica

    A Netflix, por exemplo, não alcançou seu valor de mercado apenas por um catálogo extenso. Seu sucesso reside na centralidade dos algoritmos de IA nas decisões cruciais do negócio: o que produzir, para quem recomendar, como precificar, quando insistir e quando desistir. Esse exemplo ilustra como a IA, quando aplicada de forma estratégica, redefine operações e resultados.

    Um caso didático, mesmo que fictício, demonstra esse potencial: uma empresa regional B2B com cerca de 20 vendedores adotou a IA para priorizar leads, prever recompras, sugerir abordagens comerciais e organizar o pipeline de vendas. O resultado foi um ciclo de vendas mais curto, maior conversão e aumento de receita com a mesma equipe. Essa empresa não se tornou uma gigante de tecnologia, mas sim uma organização mais inteligente na geração de valor.

    Este exemplo desmistifica a ideia de que a IA é um privilégio de grandes corporações. É, na verdade, uma decisão de design estratégico, acessível a empresas de diversos portes.

    Produtividade é combustível, receita é o destino

    É fundamental compreender que a produtividade gerada pela IA funciona como um combustível. Ela sustenta margens de lucro, mas não garante, por si só, a liderança de mercado. O verdadeiro jogo está na reinvenção de receita. Um indicativo disso é que 70% dos executivos planejam usar os ganhos operacionais da IA para expandir negócios, criando novos produtos, serviços e modelos de negócio, em vez de apenas proteger o que já existe.

    Essa transformação impulsionada pela IA reflete-se na arquitetura organizacional das empresas. A era do modelo único dá lugar a portfólios híbridos, combinando diferentes tamanhos de modelos, dados próprios e governança estratégica. Empresas que adotam essa abordagem observam um aumento médio de 24% em produtividade, até 55% em margem e uma velocidade de execução dobrada.

    O futuro é AI-first: um mindset de redesenho contínuo

    O impacto da IA transcende as operações e atinge a estrutura organizacional. Funções se tornam mais ágeis e tarefas são concebidas com o prefixo “AI-first”. O papel humano se concentra em áreas onde a inteligência artificial ainda não substitui o toque humano: julgamento, contexto, criatividade e responsabilidade.

    Até o final desta década, agentes de IA estarão integrados a todas as áreas centrais das empresas. Mais importante do que dominar ferramentas específicas será a adoção de um mindset de redesenho contínuo. A inteligência artificial deixou de ser uma camada adicional para se tornar o próprio desenho da empresa.

    As organizações que compreendem e internalizam essa mudança estratégica cedo ganham um diferencial competitivo em tempo, aprendizado e vantagem de mercado. A adoção da IA, com propósito e visão estratégica, é o caminho para a relevância e liderança no cenário empresarial de 2026 e além.