Tag: transformação digital

  • Governo do Estado debate uso de inteligência artificial nos serviços públicos no South Summit Brazil

    Governo do Estado debate uso de inteligência artificial nos serviços públicos no South Summit Brazil

    Governo do Estado debate uso de inteligência artificial nos serviços públicos no South Summit Brazil

    O Governo do Rio Grande do Sul utilizou o palco do South Summit Brazil para discutir a integração da inteligência artificial (IA) no aprimoramento dos serviços públicos. O debate centrou-se nas transformações que a tecnologia pode trazer para a relação entre o Estado e o cidadão, com destaque para a assistente virtual GurIA.

    O evento, realizado em Porto Alegre, serviu como plataforma para apresentar os avanços e o potencial da IA na oferta de serviços mais eficientes e acessíveis. A iniciativa reforça o compromisso do governo estadual com a transformação digital como política pública estruturante.

    GurIA: a experiência digital do cidadão com inteligência artificial

    Um dos pontos altos do debate foi o painel intitulado “A GurIA transformando a experiência digital do cidadão”, organizado pela Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (SPGG). A GurIA, lançada em junho de 2025, é uma assistente de inteligência artificial generativa que marca a segunda fase do portal unificado de serviços digitais do Estado, o rs.gov.br.

    “A GurIA é uma ferramenta que conversa com a população do Rio Grande do Sul, conectada às políticas públicas e aos serviços do Estado. É uma forma simples, acessível e direta de aproximar o governo do cidadão, usando áudio ou mensagem, diretamente pelo celular”, explicou a titular da SPGG, Danielle Calazans, que mediou o painel. Ela enfatizou que a tecnologia é utilizada com foco no cuidado com as pessoas e na simplificação do acesso, promovendo o uso responsável da tecnologia para melhorar a vida dos gaúchos.

    Organização de serviços digitais e a visão do ecossistema

    O painel também abordou a organização dos serviços digitais no portal rs.gov.br, que busca concentrar a oferta de serviços estaduais. Hiparcio Stoffel, diretor-geral do Escritório de Desenvolvimento de Projetos, apresentou dados sobre o ecossistema digital do governo, explicando como essa estrutura suporta o funcionamento da GurIA.

    “Nós organizamos o rs.gov.br pensando na vida real das pessoas. O cidadão encontra jornadas específicas, por exemplo, seja como produtor rural, estudante, empreendedor ou servidor. E o mais importante é que essa estrutura permite dar um passo além: sair de um modelo em que o cidadão precisa procurar o serviço e avançar para outro, em que o próprio sistema consegue orientar e recomendar o que ele precisa, no momento certo”, detalhou Stoffel. Essa abordagem visa transformar o modelo de interação, onde o sistema antecipa as necessidades do cidadão.

    Estratégia RS+ Digital e o papel da Procergs

    A estratégia RS+ Digital foi apresentada por Luiz Fernando Záchia, diretor-presidente da Procergs, a companhia de tecnologia da informação do Estado. Ele destacou o papel da Procergs como um hub tecnológico essencial para garantir segurança, escalabilidade e governança de dados na operação dos serviços digitais e no uso de IA.

    “O papel da nossa empresa vai muito além de desenvolver ferramentas. Somos o hub tecnológico que sustenta toda a estratégia RS+ Digital. Enquanto a GurIA é a face visível, a Procergs é quem garante que as engrenagens funcionem”, afirmou Záchia. O subsecretário de Governança em TIC e Digital, Nielson Carramilo, complementou, ressaltando que a GurIA é um patrimônio do Rio Grande do Sul, desenvolvida internamente para consolidar serviços digitais de forma fácil e direta.

    South Summit Brazil: um palco para inovação

    O South Summit Brazil, evento de inovação com origem na Espanha, teve sua terceira edição no Rio Grande do Sul em 2025, reunindo um grande número de participantes, investidores e startups. O encontro é uma iniciativa do governo do Estado, em parceria com a prefeitura de Porto Alegre, e tem se consolidado como um importante fórum para debates sobre o futuro da tecnologia e dos negócios.

  • Governo de Sergipe: MarIA, a IA que revoluciona o atendimento do SergipePrevidência

    Governo de Sergipe: MarIA, a IA que revoluciona o atendimento do SergipePrevidência

    Governo de Sergipe lança nova inteligência artificial para atendimento

    O Governo de Sergipe, por meio do SergipePrevidência, deu um passo significativo na modernização do atendimento aos seus segurados com o lançamento da MarIA. Essa nova inteligência artificial foi desenvolvida para aprimorar a experiência de aposentados, pensionistas e segurados, oferecendo um canal digital de bate-papo (chat) para acesso rápido e prático a serviços e informações.

    A MarIA funciona como uma ferramenta de conversa em tempo real, acessível por meio de um link e QR Code disponíveis nos canais oficiais do SergipePrevidência. O objetivo principal é simplificar o acesso à informação, reduzir a necessidade de atendimentos presenciais e telefônicos, e conceder maior autonomia ao cidadão na resolução de suas demandas.

    MarIA: facilidades e funcionalidades para o segurado

    Por meio da plataforma MarIA, os segurados podem obter respostas para dúvidas frequentes sobre diversos serviços. Questões relacionadas à prova de vida, ao calendário de pagamentos e outros procedimentos do Instituto podem ser facilmente sanadas. A ferramenta também atua como um guia, orientando os usuários sobre os trâmites necessários e direcionando para os canais adequados quando a solicitação foge do escopo inicial, garantindo um atendimento mais ágil e eficiente.

    Inovação e compromisso com a transformação digital

    Segundo José Roberto Andrade, presidente do SergipePrevidência, a MarIA representa um avanço crucial na comunicação com os segurados. “A MarIA representa um avanço importante na forma como nos comunicamos com nossos segurados. Estamos investindo em tecnologia para oferecer um atendimento mais rápido, acessível e eficiente, facilitando o acesso à informação e aproximando ainda mais o cidadão do SergipePrevidência”, afirmou Andrade.

    Esta iniciativa está integrada ao processo de transformação digital da autarquia, reforçando o compromisso contínuo com a inovação e a melhoria dos serviços públicos. A expectativa é que a MarIA não só amplie o acesso dos segurados às informações, mas também otimize o fluxo de atendimento e fortaleça a comunicação entre o órgão e o público.

    Como acessar a MarIA

    Para começar a utilizar a nova ferramenta de inteligência artificial, basta apontar a câmera do seu smartphone para o QR Code disponibilizado nos canais oficiais do SergipePrevidência. A partir daí, você poderá iniciar uma conversa e obter o suporte necessário de forma direta e segura.

  • Prefeitura lança superapp com inteligência artificial e cerca de 800 serviços em plataforma única

    Prefeitura lança superapp com inteligência artificial e cerca de 800 serviços em plataforma única

    Prefeitura lança superapp com inteligência artificial e cerca de 800 serviços em plataforma única

    A Prefeitura de Curitiba apresentou nesta quarta-feira (25/3/2026), durante a abertura da Smart City Expo Curitiba 2026, o novo Curitiba App. A plataforma unifica serviços municipais e incorpora inteligência artificial (IA) para facilitar o acesso da população ao atendimento público. O lançamento marca um avanço significativo na relação entre o poder público e os cidadãos, oferecendo uma experiência digital mais simples e eficiente.

    Desenvolvido em parceria com a Secretaria Municipal de Administração e Tecnologia da Informação (Smati), o aplicativo reúne, em um único ambiente, centenas de serviços que antes estavam dispersos em diferentes plataformas. Com o Curitiba App, os usuários podem acessar desde informações sobre IPTU e serviços do 156 até funcionalidades personalizadas e direcionadas.

    IA municipal para atendimento direto

    A principal inovação do novo Curitiba App é a integração de uma inteligência artificial própria, treinada com dados oficiais do município. Isso permite que o cidadão faça perguntas em linguagem informal e receba respostas diretas e objetivas, com a indicação imediata do serviço ou solução necessária.

    O prefeito Eduardo Pimentel destacou a importância da ferramenta: “Estamos trazendo a inteligência artificial para dentro de um aplicativo que vai entender o pedido do morador, construir respostas e orientar cada pessoa de forma clara e objetiva. Pela primeira vez, vamos reunir todos os serviços da Prefeitura em um só lugar. O cidadão poderá acessar informações sobre saúde, vacinação, vagas em creche, iluminação pública, poda de árvores, roçada, além de dados como endereço, temperatura e previsão do tempo, tudo de forma integrada e articulada.”

    A IA do Curitiba App opera exclusivamente com bases de dados da própria Prefeitura, garantindo a confiabilidade e atualização das informações. Equipes especializadas realizam monitoramento contínuo para assegurar a precisão e o foco nos serviços municipais.

    Mais de 800 serviços em uma plataforma integrada

    O novo Curitiba App amplia significativamente a oferta de serviços, reunindo mais de 800 serviços já existentes. A plataforma integra funcionalidades do antigo aplicativo do 156, permitindo ao cidadão solicitar manutenção urbana, registrar reclamações e acessar demandas relacionadas à iluminação pública, tudo em um só lugar.

    Além disso, o aplicativo oferecerá acesso às vagas do Emprega Curitiba e informações detalhadas sobre:

    • Merenda escolar
    • Vale Creche
    • Frequência escolar
    • Calendário escolar

    A centralização visa reduzir a necessidade de deslocamentos e o acesso a múltiplos portais, simplificando a jornada do cidadão.

    Onboarding inteligente e comunicação personalizada

    O Curitiba App conta com um onboarding inteligente, que orienta novos usuários e personaliza o consumo de feeds. O aplicativo também oferece conteúdos e alertas direcionados e georreferenciados, via direct push, em áreas como saúde, mobilidade e defesa civil.

    As notificações segmentadas sobre obras, eventos e condições climáticas, juntamente com o feed personalizado de notícias e comunicados, permitem uma comunicação mais direta e efetiva com o morador.

    A proposta é simplificar a jornada do cidadão, eliminando a necessidade de navegação por menus complexos e, em muitos casos, dispensando login para consultas rápidas.

    Plataforma em constante evolução

    O diretor de Inovação e Inteligência de Dados, Thiago André Costa, ressaltou que o aplicativo seguirá em constante aprimoramento. “O desafio técnico foi imenso. Trazer a inteligência artificial para o contexto de uma cidade exige muito mais do que plugar uma ferramenta pronta. Exige curadoria, estruturação de conhecimento e garantias de que a informação que chega ao cidadão é correta. Fizemos esse trabalho com muito cuidado e estamos orgulhosos do resultado. Sabemos que ele vai continuar evoluindo”, afirmou.

    A nova arquitetura tecnológica permite atualizações mais rápidas e a incorporação contínua de novas funcionalidades, com a geração de dados mais detalhados sobre o uso dos serviços, que orientarão futuras melhorias e o desenvolvimento de novas soluções digitais.

    O Curitiba App está disponível gratuitamente para dispositivos Android e iOS.

  • Uso de dados e inteligência artificial para tomada de decisões em grandes organizações é tema de painel no South Summit Brazil

    Uso de dados e inteligência artificial para tomada de decisões em grandes organizações é tema de painel no South Summit Brazil

    Uso de dados e inteligência artificial para tomada de decisões em grandes organizações é tema de painel no South Summit Brazil

    A aplicação estratégica de dados e inteligência artificial (IA) como motores de transformação organizacional foi o foco do painel “Dados que escalam negócios: como IA e arquitetura moderna estão transformando decisões em grandes organizações”. O debate ocorreu na manhã desta quarta-feira (25/3), no Cais Room, durante o primeiro dia do South Summit Brazil, em Porto Alegre. O evento, que segue até 27 de março, tem o governo do Estado como correalizador.

    O encontro reuniu especialistas para discutir como a infraestrutura de dados e o uso de IA podem otimizar a tomada de decisões em grandes entidades. O painel contou com a participação do secretário-adjunto de Planejamento, Governança e Gestão, Felipe Cruzeiro, e foi mediado por Mateus de Abreu, diretor de Negócios e Estratégias Digitais da Randoncorp. A discussão também contou com a presença de Franco Bria, superintendente de Dados e IA do Sicredi; Luiz Antunes, diretor de Arquitetura de Soluções para Serviços Financeiros da Databricks; e Mateus Casanova, líder de Inovação, Inteligência Artificial, Open Finance, Ativos Digitais e Drex da Unicred.

    Desafios do setor público na adoção de dados e IA

    Felipe Cruzeiro destacou os desafios específicos enfrentados pelo setor público na implementação de agendas de dados e inteligência artificial. A escala e a diversidade de usuários dos serviços públicos impõem uma necessidade de governança e prestação de serviços digitais diferenciadas. “O nosso cliente é todo cidadão. Isso exige uma visão diferente de governança e de prestação de serviços digitais”, afirmou.

    Ele ressaltou que a criação da Subsecretaria de Governança e Estratégia de TIC e Digital (STI), vinculada à SPGG, foi um passo crucial para centralizar a governança digital no Estado. Iniciativas como a GurIA, assistente virtual integrada ao portal rs.gov.br, que reúne mais de 750 serviços digitais, foram citadas como exemplos desse avanço. “Nos últimos seis anos, o Rio Grande do Sul foi campeão quatro vezes em premiações nacionais sobre oferta de serviços digitais. A GurIA é um símbolo desse processo, sustentado pela orquestração dos dados do Estado”, declarou.

    Inteligência artificial na prevenção e qualificação de serviços

    Cruzeiro também apresentou outros avanços do governo, como a aplicação da IA para antecipar demandas dos cidadãos. Um exemplo prático é o uso de modelos preditivos na educação, que, através do cruzamento de dados de diferentes áreas, buscam prevenir a evasão escolar. “É a IA aplicada de forma preventiva, para agir antes que o problema aconteça”, explicou.

    O secretário-adjunto reforçou que o futuro da inteligência artificial no setor público depende da integração entre áreas e da integridade dos dados, com estrita atenção à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Conforme as palavras do governador Eduardo Leite, “o cidadão é um só, ele não é municipal, estadual ou federal, e a inteligência artificial nos permite entregar serviços cada vez mais digitais e com mais qualidade para a população”.

    Sobre o South Summit Brazil

    Criado na Espanha, o South Summit consolidou-se como um dos maiores eventos de inovação da Europa. Sua chegada ao Rio Grande do Sul ocorreu em 2022, por iniciativa do governo do Estado em parceria com a prefeitura de Porto Alegre. Em 2025, a edição brasileira contou com a participação de 23 mil pessoas de 62 países, 900 investidores, 140 fundos com mais de US$ 215 bilhões sob gestão, além de 3 mil startups e 800 palestrantes.

  • Prefeitura lança superapp com inteligência artificial e cerca de 800 serviços em plataforma única

    Prefeitura lança superapp com inteligência artificial e cerca de 800 serviços em plataforma única

    Prefeitura lança superapp com inteligência artificial e cerca de 800 serviços em plataforma única

    A Prefeitura de Curitiba apresentou nesta quarta-feira (25/3/2026) o novo Curitiba App, um superaplicativo que promete revolucionar o acesso dos cidadãos aos serviços públicos. A plataforma unifica aproximadamente 800 serviços municipais em um único ambiente digital e incorpora inteligência artificial (IA) para oferecer um atendimento mais ágil e personalizado. A novidade foi anunciada durante a abertura da Smart City Expo Curitiba 2026, evento de referência em cidades inteligentes.

    A principal inovação do aplicativo, disponível gratuitamente para Android e iOS, é a integração de uma IA municipal desenvolvida com base em dados oficiais. Com ela, os usuários podem realizar perguntas em linguagem informal e receber respostas diretas, com indicação imediata do serviço ou solução buscada. O objetivo é simplificar a jornada do cidadão, muitas vezes dispensando a necessidade de logins para consultas rápidas e evitando a navegação por menus complexos.

    IA com sotaque curitibano: um atendimento mais assertivo

    O prefeito Eduardo Pimentel destacou que o novo Curitiba App marca um avanço na relação entre a prefeitura e a população. “Estamos trazendo a inteligência artificial para dentro de um aplicativo que vai entender o pedido do morador, construir respostas e orientar cada pessoa de forma clara e objetiva”, afirmou Pimentel. Ele ressaltou que, pela primeira vez, todos os serviços da prefeitura estarão reunidos em um só lugar, permitindo acesso integrado a informações sobre saúde, vacinação, vagas em creche, iluminação pública, poda de árvores, roçada, e até mesmo dados como temperatura e previsão do tempo.

    Diferente de assistentes genéricos, a IA do Curitiba App foi desenvolvida para operar exclusivamente com bases de dados da própria Prefeitura. Segundo o secretário municipal da Comunicação Social, Marc Sousa, essa característica garante que as respostas sejam confiáveis, atualizadas e alinhadas às informações oficiais do município. O sistema, estruturado com curadoria técnica e em parceria com a Secretaria Municipal de Administração e Tecnologia da Informação (Smati), passa por monitoramento contínuo para assegurar a precisão e o foco nos serviços municipais.

    A proposta é oferecer respostas objetivas sobre temas como transporte coletivo, matrículas escolares e abertura de protocolos, evitando conteúdos imprecisos ou fora do escopo. É a Prefeitura se adaptando ao tempo em que vivemos, onde a tecnologia deve trabalhar para simplificar, não para complicar.

    O 156 agora cabe no bolso e a integração de serviços

    Uma das mudanças significativas é a incorporação definitiva do 156 ao aplicativo, que ocorrerá gradualmente. Com essa integração, o cidadão deixará de alternar entre diferentes plataformas para acessar serviços como solicitação de manutenção urbana, registro de reclamações e demandas relacionadas à iluminação pública. O novo app amplia a oferta, reunindo mais de 800 serviços já existentes e incorporando novas funcionalidades, superando o volume disponível anteriormente no aplicativo exclusivo do 156. Além disso, o Curitiba App possibilitará acesso às ofertas de vagas do Emprega Curitiba.

    Informação personalizada e plataforma em evolução

    Outro destaque é o feed de informações personalizado. A ferramenta entrega notícias, eventos, comunicados e alertas de acordo com o perfil e a localização do usuário, permitindo uma comunicação mais direcionada. A integração com o sistema de notificações envia avisos segmentados sobre obras, eventos e condições climáticas.

    Na área de Educação, o aplicativo facilita o acesso a serviços como cadastro online de alunos, Vale Creche, informações sobre merenda e calendário escolar. A centralização desses serviços reduz a necessidade de deslocamentos ou acesso a múltiplos portais.

    De acordo com o diretor de Inovação e Inteligência de Dados, Thiago André Costa, o aplicativo seguirá em constante aprimoramento. A nova arquitetura tecnológica permite atualizações mais rápidas e a incorporação contínua de funcionalidades, além de gerar dados detalhados sobre o uso dos serviços para orientar futuras melhorias e o desenvolvimento de novas soluções digitais.

    A apresentação do novo Curitiba App na Smart City Expo Curitiba 2026 reforça o compromisso da cidade com a inovação e a melhoria contínua da experiência do cidadão no acesso aos serviços públicos.

  • The AI era has a message for every CEO: Adapt or die

    The AI era has a message for every CEO: Adapt or die

    A mensagem é clara e direta para qualquer CEO em 2026: a era da inteligência artificial não perdoa a inação. Líderes que não se adaptarem à crescente onda de transformação impulsionada pela IA correm o risco de ver suas empresas, e até mesmo seus próprios cargos, sucumbirem. O CEO do marketplace de freelancers Fiverr, Micha Kaufman, não hesitou ao alertar seus funcionários no ano passado:

    “A IA está vindo para seus empregos. Poxa, está vindo para o meu emprego também. Este é um alerta.”

    Um ano depois, Kaufman reitera sua posição em entrevista à Fortune, enfatizando que não basta ser um entusiasta da IA. Segundo ele, “Não seja um líder de torcida. Se você não está praticando, não pregue.” A integração da IA é, antes de tudo, um desafio cultural que começa no topo, não apenas um problema de treinamento a ser resolvido com a compra de produtos ou seminários pontuais.

    O desafio cultural da inteligência artificial

    Há uma ansiedade palpável em diversos setores sobre o avanço da IA e a melhor forma de preparar trabalhadores, gerentes e, sobretudo, os próprios executivos para a nova realidade. A tecnologia evolui a uma velocidade que nenhum manual organizacional consegue acompanhar, e muitos líderes estão descobrindo o caminho em tempo real. Uma desconexão se mantém entre as ambições das empresas em relação à IA e os resultados efetivos, com muitos projetos-piloto e expectativas, mas poucas organizações, geralmente do setor de tecnologia, obtendo ganhos transformadores.

    Kate Smaje, sócia sênior e líder de IA na McKinsey, observa essa dissonância: “Há muitas empresas que estão lutando com algum tipo de dissonância entre a promessa da IA e a realidade do que esperavam que ela fosse.” Essa lacuna tem tirado o sono dos CEOs. Uma pesquisa recente da Harris Poll revelou que 79% dos CEOs nos EUA acreditam que poderiam perder seus empregos em dois anos se não entregarem ganhos de negócios mensuráveis a partir da IA. Essa pressão é alimentada por investidores em busca de retorno sobre o investimento (ROI) e pelo medo de ficar para trás (FOMO), especialmente quando setores como engenharia de software já experimentam ganhos massivos de produtividade.

    A armadilha das abordagens impositivas

    Uma reação a essa ansiedade tem sido a transição de uma era de experimentação, onde os funcionários eram encorajados a testar a IA, para uma de mandatos e projetos-piloto formais. Empresas como Meta, Amazon, Salesforce e Microsoft estão endurecendo a postura, impondo a adoção da IA na força de trabalho, monitorando e avaliando o uso de ferramentas de inteligência artificial. Na Meta, novos sistemas de avaliação de desempenho, por exemplo, podem rastrear quantas linhas de código um engenheiro escreveu com assistência de IA, enquanto gerentes da Amazon têm painéis que monitoram o uso individual de ferramentas de IA, impactando decisões de promoção.

    Contudo, Peter Cappelli, professor de gestão da Wharton, alerta que muitos executivos ainda estão “ouvindo as pessoas que construíram as ferramentas” em vez de questionar se essas abordagens fazem sentido em seus próprios negócios. Os desenvolvedores, argumenta ele, não são especialistas em negócios ou gestão, mas seus sucessos são tratados como um modelo universal.

    Greg Hart, CEO da plataforma de aprendizagem online Coursera, sugere que impor a adoção pode ter o efeito contrário:

    “Se você adotar uma abordagem impositiva agora, poderá fazer com que as pessoas atinjam o objetivo de curto prazo, mas falhem no objetivo de longo prazo, que é construir uma organização muito mais ágil e resiliente.”

    Os riscos para as empresas que buscam se adaptar com sucesso à IA são maiores do que apenas métricas imediatas de produtividade. Muitos funcionários veem a IA como uma ameaça aos seus meios de subsistência, e os mandatos podem aprofundar essa ansiedade em vez de dissipá-la. Em 2025, cerca de 55.000 empregos foram cortados em demissões que as empresas atribuíram diretamente à IA, mais do que o triplo do total nos dois anos anteriores, de acordo com a empresa de recrutamento Challenger, Gray & Christmas. A fintech Block, por exemplo, cortou 40% de sua equipe, e o CEO Jack Dorsey afirmou que as ferramentas de IA, combinadas com “equipes menores e mais enxutas”, estão mudando fundamentalmente a natureza do trabalho.

    Além disso, alguns funcionários temem que, ao usar a IA no trabalho, estejam, essencialmente, treinando o autômato que os substituirá. Kaufman, do Fiverr, defende que os líderes precisam desassociar o medo em torno da IA das habilidades em IA. Empresas frequentemente “colapsam” a conversa sobre ansiedade em relação ao deslocamento de empregos com a conversa sobre requalificação, piorando ambos os processos. Os medos sobre o deslocamento são “legítimos” e merecem uma discussão direta e honesta, não um “teatro de tranquilidade corporativa”. Somente após essa discussão, os líderes podem falar de forma crível sobre como os papéis mudarão, quais categorias de trabalho encolherão ou crescerão e quais novas habilidades as pessoas realmente precisam desenvolver.

    CEOs cientistas: cultivando a experimentação

    Joseph B. Fuller, professor de prática de gestão na Harvard Business School, afirma que as empresas “simplesmente precisam se sentir confortáveis” em gastar mais agora para aprender e resistir à pressão de fazer movimentos prematuros dos quais se arrependerão mais tarde. O que se exige é um CEO que pense mais como um cientista do que como um general – alguém confortável não apenas em supervisionar experimentos, mas também em proteger as pessoas que os executam de serem penalizadas quando as coisas não saem como planejado. O trabalho de um CEO bem-sucedido é criar as condições para a experimentação sem risco, garantindo que “as pessoas que estão conduzindo os experimentos entendam que colegas seniores, incluindo o conselho, percebem que o que estão fazendo é um teste”.

    Em vez de arquivar discretamente projetos-piloto de IA que não entregam resultados, Fuller recomenda celebrar falhas bem executadas e compartilhar o conhecimento. Greg Hart, da Coursera, enfatiza a importância de usar esta fase inicial da era da IA para aprender e ajustar. “Se você focar apenas na eficiência agora — dado que a IA ainda está em seus primeiros dias para o que será capaz de realizar — você está perdendo uma oportunidade de pensar sobre o efeito verdadeiramente transformador que a IA pode ter para sua empresa”, diz ele. A Coursera, por exemplo, realiza “sessões mensais de faísca de IA”, onde os funcionários se voluntariam para mostrar como estão usando a IA para tornar seus trabalhos mais fáceis e eficazes. Essas sessões estão entre as mais bem frequentadas em toda a empresa, com a equipe compartilhando abertamente ferramentas, fluxos de trabalho e recursos de acompanhamento, em vez de esconder as eficiências que descobriram.

    Isso é especialmente importante para projetos de IA, onde os retornos sobre o investimento nem sempre são imediatos. Economistas chamam de curva J: a produtividade diminui antes de disparar, à medida que as empresas absorvem os custos de aprendizagem antes de colher os ganhos. Quando um agora infame relatório do MIT no ano passado descobriu que a maioria dos projetos-piloto de IA não estava entregando retornos significativos, os investidores entraram em pânico, tratando-o como uma condenação da tecnologia de IA. Na verdade, o relatório descobriu que a maior causa dos maus resultados não era a tecnologia em si, mas uma generalizada “lacuna de aprendizagem”, com grandes organizações carecendo da experiência para incorporar a IA de forma significativa em seus fluxos de trabalho. Startups, sem o peso de processos arraigados e políticas de escritório, obtiveram resultados consideravelmente melhores.

    Além da tecnologia: lições do passado

    É útil lembrar que os executivos já passaram por isso antes, e há lições valiosas do passado. A última vez que uma tecnologia prometeu remodelar os negócios — quando a internet surgiu nos anos 90 — a maioria das empresas a anexou e esperou pelo melhor. Naqueles primeiros dias do dot-com, as empresas tendiam a tratar a web como um expositor de folhetos digitais — um canal de distribuição mais brilhante, em vez de uma razão para repensar como trabalhavam. Somente quando uma minoria de empresas começou a reconstruir seus negócios em torno da web é que o terreno realmente mudou para todos os outros.

    O que separou os vencedores dos retardatários não foi o acesso à tecnologia; foi se os líderes estavam dispostos a desafiar hábitos, redesenhar empregos e tolerar um período confuso de experimentação. Nesse sentido, a IA pode não ser tão diferente. “Se você está apenas introduzindo a IA, já estamos vendo evidências de que ela não entregará o que você espera”, afirma Aneesh Raman, diretor de oportunidades econômicas no LinkedIn, em matéria publicada pela Fortune. “Mesmo capacitar as pessoas sobre ‘como usar a IA’ só o leva parte do caminho. O impacto real vem quando os trabalhadores usam a IA a serviço de mudar seus empregos — redesenhando tarefas e fluxos de trabalho, não apenas adicionando outra ferramenta.”

    Em 2026, a mensagem para CEOs é inequívoca: a adaptação não é uma opção, mas uma condição de sobrevivência. Abrace a IA como uma transformação cultural, estimule a experimentação, dialogue abertamente sobre os medos e, crucialmente, repense fundamentalmente a natureza do trabalho em sua organização. Somente assim será possível navegar com sucesso na complexa e revolucionária era da inteligência artificial.

  • SAP Business AI: Como a IA Transforma Empresas em 2026

    SAP Business AI: Como a IA Transforma Empresas em 2026

    SAP Business AI: como a inteligência artificial revoluciona empresas em 2026

    Em 2026, a inteligência artificial (IA) não é mais uma promessa futura, mas uma realidade transformadora nos negócios. O SAP Business AI emerge como um divisor de águas, integrando IA diretamente no núcleo das operações empresariais, proporcionando automação proativa, insights em tempo real e um nível sem precedentes de eficiência. Essa revolução tecnológica permite que as empresas migrem de uma postura reativa para uma estratégia proativa, munidas de dados consistentes para tomadas de decisão mais rápidas e precisas.

    A fundação do SAP Business AI reside em sua base de dados unificada e semanticamente rica, que abrange processos críticos como finanças, gestão de gastos, supply chain, recursos humanos e experiência do cliente. Essa amplitude contextual é crucial, pois, como explica Muhammad Alam, Head of Product & Engineering da SAP, “essa amplitude fornece o contexto mais amplo para a IA, possibilitando melhores recomendações e resultados mais precisos”. O sistema é nativo e contextualizado às aplicações que os usuários já utilizam, atuando de forma inteligente e personalizada.

    Agentes inteligentes: automação proativa para eficiência

    Os agentes inteligentes da SAP funcionam como sentinelas digitais, monitorando continuamente as operações, identificando potenciais problemas antes que se agravem e acionando soluções de forma preventiva. Diferente de um simples assistente baseado em comandos, estes agentes agem proativamente, antecipando resultados e garantindo a continuidade dos negócios.

    Exemplos práticos demonstram o poder dessa abordagem:

    • Supply Chain: Prevenção de rupturas de estoque e atrasos logísticos, com sugestões de correções imediatas.
    • Recursos Humanos: Orientação no onboarding de novos funcionários e recomendação de trilhas de aprendizado personalizadas.
    • Finanças: Automação de tarefas de gestão de caixa, tesouraria e compliance, com potencial de economia de até 80% do tempo em atividades rotineiras.

    “É como ter uma equipe de escoteiros digitais sempre em alerta”, compara Alam. Com a SAP atuando como torre de controle, a incerteza dá lugar à visibilidade, conferindo uma vantagem competitiva significativa.

    Segurança e confiabilidade: pilares da IA corporativa

    A confiabilidade e a segurança são aspectos inegociáveis do SAP Business AI, especialmente com a IA intrinsecamente ligada às operações empresariais. Todas as soluções de IA da SAP passam por rigorosas revisões éticas e aderem a padrões globais, como o EU AI Act e os princípios da UNESCO.

    As principais medidas de segurança incluem:

    • Privacidade de dados integrada desde a concepção.
    • Controle granular de papéis e permissões de usuário.
    • Supervisão humana obrigatória em processos críticos.
    • Conformidade com regulamentações locais e globais.

    A SAP enfatiza que a privacidade, segurança e ética são fundamentais. Alam afirma: “construímos IA em que você pode confiar, usar e depender”. O controle das operações sempre permanece com o usuário, e o ecossistema aberto da empresa garante flexibilidade e conformidade.

    Inovações em Supply Chain e Procurement

    A SAP tem acelerado o lançamento de capacidades avançadas de IA, com foco especial em Supply Chain e Procurement. Uma nova solução de orquestração de supply chain utiliza um gráfico de conhecimento de rede e IA para analisar dados em tempo real, prevendo e prevenindo interrupções antes que ocorram.

    Entre as inovações destacam-se:

    • SAP Ariba Source-to-Pay: Reconstruído como uma solução moderna e nativa em IA.
    • Procurement Agêntico: Agentes de IA para gerenciar eventos complexos de sourcing.
    • Agentes Financeiros: Automatização de gestão de caixa, tesouraria e compliance.
    • SAP Joule Action Bar: Disponibiliza o assistente em todas as telas.

    O agent builder permite a personalização de assistentes e agentes sem a necessidade de codificação, agilizando a implementação de IA. A SAP está integrando IA até mesmo à robótica, redefinindo o conceito de empresa inteligente.

    O futuro do trabalho com IA: colaboração humano-máquina

    A evolução da IA está redesenhando o futuro do trabalho empresarial, promovendo uma colaboração sinérgica entre humanos e máquinas. A IA tem o potencial de aumentar o trabalho humano, automatizando tarefas rotineiras e liberando os profissionais para atividades estratégicas e criativas.

    As mudanças esperadas incluem:

    • Automação de tarefas repetitivas.
    • Elevação do papel humano para supervisão e estratégia.
    • Foco em gerenciamento de exceções e tomada de decisões complexas.
    • Colaboração contínua entre humanos e agentes inteligentes.

    Profissionais precisarão se adaptar para trabalhar com IA. Os agentes inteligentes se tornarão essenciais para apoiar decisões, antecipar desafios e otimizar operações. O resultado será um ambiente onde “agentes lidam com as tarefas enquanto humanos estrategizam e verificam para garantir o sucesso”, potencializando o valor do trabalho humano.

  • Do chat à execução: por que o Copilot Cowork mudou o jogo nas empresas

    Do chat à execução: por que o Copilot Cowork mudou o jogo nas empresas

    IA executiva: o novo patamar de atuação corporativa

    A inteligência artificial deixou de ser apenas uma ferramenta de respostas rápidas e começou a entregar resultados concretos. O Copilot Cowork marca o início de uma nova era, a da inteligência artificial executiva, focada em delegar fluxos de trabalho, contexto e entrega, indo além de meros comandos de texto.

    A diferença fundamental reside na capacidade da IA de não apenas obedecer a comandos, mas de receber um objetivo, traçar um plano, executar etapas e entregar um trabalho finalizado. Essa evolução tem o potencial de redefinir orçamentos, estruturas de equipe, governança e a própria vantagem competitiva das empresas.

    A proposta: agir em vez de apenas conversar

    A Microsoft apresentou o Copilot Cowork com a clara proposta de “take action, not just chat”, ou seja, agir em vez de apenas conversar. Essa distinção categoriza a ferramenta não como um simples assistente digital que acelera tarefas, mas como um agente capaz de coordenar o trabalho de forma proativa.

    O sistema parte do resultado desejado e ancora sua execução em diversas fontes de informação, como e-mails, reuniões, mensagens, arquivos e dados do usuário. Ele transforma esse pedido em um plano de ação, com checkpoints claros para revisão, pausa e ajustes ao longo do processo.

    O ganho central deixa de ser o brilho da resposta imediata e passa a ser a capacidade de mover trabalho real com continuidade, contexto e supervisão.

    Work IQ: o cérebro por trás da execução

    A camada de inteligência que personaliza o Microsoft 365 Copilot para cada usuário e organização é o que se chama de Work IQ. Este núcleo funciona como o “cérebro” do Copilot, compreendendo contexto, relações e padrões de trabalho.

    Sua arquitetura é baseada em dados, memória e inferência, unificando sinais de arquivos, e-mails, reuniões, chats e sistemas de negócio, além de incorporar governança, observabilidade e conformidade. Isso permite que o sistema raciocine a partir do estado atual do ambiente de trabalho, em vez de operar apenas com fragmentos de informação.

    Aplicações práticas da IA executiva

    O valor do Copilot Cowork se manifesta quando a ferramenta executa ações úteis com rigor empresarial. Exemplos concretos demonstram essa capacidade:

    • Gestão de agenda: O Cowork revisa o calendário, identifica conflitos, propõe mudanças em reuniões de baixo valor e, após aprovação, gerencia compromissos, além de reservar blocos de foco.
    • Preparação de reuniões com clientes: Reúne insumos de e-mails, encontros anteriores e arquivos para entregar um briefing completo, análise de suporte e apresentação pronta.
    • Pesquisa corporativa: Coleta relatórios, documentos regulatórios, comentários de analistas e notícias relevantes, organizando tudo com citações, um memorando estruturado e uma planilha final.

    Esses cenários demonstram uma execução supervisionada, que vai muito além da assistência.

    Estratégia multimodelo e impacto para CIOs/CTOs

    Uma característica importante do Copilot Cowork é sua estratégia multimodelo. Ele integra a tecnologia por trás do Claude Cowork, permitindo que o sistema aplique o modelo de IA mais adequado a cada tarefa, sem se limitar a um único fornecedor.

    Para Chief Information Officers (CIOs) e Chief Technology Officers (CTOs), essa flexibilidade técnica é um diferencial estratégico, pois uma arquitetura dependente de um só motor tende a envelhecer mais rapidamente.

    Governança e segurança: diferenciais corporativos

    A governança é um ponto crucial que distingue projetos de IA corporativos. O Copilot Cowork foi projetado com atenção a esses detalhes, aplicando identidade, permissões e políticas de compliance por padrão.

    Isso garante que ações e resultados sejam auditáveis e que a execução ocorra em um ambiente protegido e isolado na nuvem, separando demonstrações vistosas de capacidades corporativas sérias.

    O futuro é executivo: o Copilot Cowork na prática

    O Copilot Cowork sinaliza o encerramento do ciclo da inteligência artificial puramente assistiva na estratégia empresarial. A próxima fase foca na delegação confiável, execução paralela e entrega contextual.

    Empresas que enxergam essa evolução apenas como uma melhoria de interface estão subestimando a mudança. O problema transcendeu a produtividade individual e adentrou o terreno do modelo operacional. Aquelas que compreenderem e adotarem essa nova dinâmica acumularão contexto, eficiência e aprendizado em escala, enquanto aquelas que continuarem a usar a IA apenas para acelerar tarefas individuais ficarão para trás em competitividade.

  • SAP Business AI: Como a Inteligência Artificial Transforma Empresas em 2026

    SAP Business AI: Como a Inteligência Artificial Transforma Empresas em 2026

    SAP Business AI: Como a Inteligência Artificial Transforma Empresas em 2026

    Em 2026, a inteligência artificial (IA) deixou de ser uma promessa futurista para se consolidar como um pilar fundamental na transformação de negócios. O SAP Business AI emerge como uma solução que integra a IA diretamente no cerne das operações corporativas, oferecendo um diferencial competitivo através de uma base de dados unificada e semântica, que alimenta o sistema em tempo real. Essa abordagem visa proporcionar decisões mais rápidas e precisas, otimizando processos em finanças, supply chain, RH e experiência do cliente.

    A revolução trazida pela SAP Business AI reside na sua capacidade de atuar de forma proativa, não apenas respondendo a comandos, mas antecipando necessidades e solucionando problemas antes que se tornem críticos. Com agentes inteligentes que funcionam como “escoteiros digitais”, a plataforma garante que os negócios operem sem interrupções, transformando a incerteza em visibilidade e impulsionando as empresas de uma postura reativa para uma estratégia de futuro.

    O que é SAP Business AI e como funciona

    O SAP Business AI difere de outras soluções por incorporar a inteligência artificial nativamente na sua suíte de negócios. Seu principal diferencial é a fundação de dados unificada e semanticamente rica, que abrange processos essenciais como finanças, gestão de gastos, supply chain, capital humano e experiência do cliente.

    Segundo Muhammad Alam, Head of Product & Engineering da SAP, essa amplitude de contexto permite “melhores recomendações e resultados mais precisos”. A tecnologia é contextualmente integrada às aplicações utilizadas diariamente, com o SAP Joule atuando como um assistente inteligente personalizado. Ele oferece ferramentas específicas para cada função, como Contas a Receber, Planejamento, Controladoria ou Atendimento ao Cliente, maximizando a eficiência operacional.

    Agentes inteligentes SAP: automação proativa em ação

    Os agentes inteligentes da SAP funcionam de maneira proativa, monitorando operações, identificando potenciais problemas e automatizando soluções preventivas. Eles não esperam por instruções; em vez disso, preveem resultados e garantem a continuidade dos negócios. Essa abordagem vai além de um simples copilot baseado em prompts.

    Exemplos práticos incluem a detecção antecipada de rupturas de estoque ou atrasos logísticos na Supply Chain, com sugestões de correções imediatas. Na área de Recursos Humanos, orientam funcionários no onboarding e recomendam trilhas de aprendizado personalizadas. Para Finanças, automatizam a gestão de caixa, tesouraria e compliance, podendo economizar até 80% do tempo em tarefas rotineiras.

    Como explica Alam, “é como ter uma equipe de escoteiros digitais sempre em alerta”. O SAP Business AI, funcionando como uma torre de controle, transforma a incerteza em visibilidade, proporcionando uma vantagem competitiva significativa e mudando o paradigma de “apagar incêndios” para uma preparação estratégica para o futuro.

    Segurança e confiabilidade do SAP Business AI

    A confiabilidade e segurança são pilares do SAP Business AI, especialmente com a IA integrada diretamente na suíte de negócios. Todo recurso de IA passa por uma rigorosa revisão ética e está alinhado com padrões globais, incluindo o EU AI Act e os princípios da UNESCO.

    As principais medidas de segurança incluem:

    • Privacidade de dados integrada por design
    • Controle de papéis e permissões de usuário
    • Supervisão humana obrigatória em processos críticos
    • Conformidade com regulamentações locais e globais

    A SAP, aprendendo com o rigor regulatório europeu, prioriza privacidade, segurança e ética como inegociáveis. Segundo Alam, a empresa constrói “IA em que você pode confiar, usar e depender”, sempre mantendo o usuário no controle das operações. O ecossistema aberto da SAP garante padrões globais unificados com flexibilidade para necessidades locais, permitindo inovação com confiança.

    Novas funcionalidades SAP AI para Supply Chain e Procurement

    A SAP tem acelerado o lançamento de capacidades avançadas de IA, com foco especial em Supply Chain e Procurement, prometendo transformações significativas. A nova solução de orquestração de supply chain utiliza um gráfico de conhecimento de rede e IA para analisar dados em tempo real de fornecedores e logística, prevendo e prevenindo interrupções.

    As principais inovações incluem:

    • SAP Ariba Source-to-Pay: Reconstruído como solução moderna e nativa em IA.
    • Procurement Agêntico: Analytics e agentes de IA para gerenciar eventos complexos de sourcing.
    • Agentes Financeiros: Automatizam gestão de caixa, tesouraria e compliance.
    • SAP Joule Action Bar: Traz o assistente para todas as telas.

    O “agent builder” permite personalizar assistentes sem codificação. Muhammad Alam destaca que a empresa está “enviando capacidades de IA em ritmo acelerado por toda a suíte”, integrando IA até mesmo à robótica. Cada decisão se torna mais inteligente, rápida e conectada ao cliente, redefinindo a empresa inteligente.

    O futuro do trabalho com inteligência artificial SAP

    A inteligência artificial está redefinindo o futuro do trabalho, com a SAP promovendo a colaboração entre humanos e máquinas. Segundo Muhammad Alam, “a IA aumentará principalmente o trabalho humano ao automatizar tarefas rotineiras e liberar pessoas para focar em atividades estratégicas e criativas”.

    As mudanças esperadas no ambiente de trabalho incluem:

    • Automação de tarefas repetitivas.
    • Elevação do papel dos funcionários para supervisão e estratégia.
    • Foco em gerenciamento de exceções e tomada de decisões complexas.
    • Colaboração contínua entre humanos e agentes inteligentes.

    Profissionais precisarão aprender a trabalhar com IA para prosperar. Os funcionários dependerão de agentes inteligentes para apoiar decisões e otimizar operações. A tendência aponta para um ambiente onde “agentes lidam com as tarefas enquanto humanos estrategizam e verificam para garantir o sucesso”, tornando o trabalho humano mais valioso e não obsoleto.

  • Inteligência artificial avança no RS e já transforma empresas e profissões em 2026

    Inteligência artificial avança no RS e já transforma empresas e profissões em 2026

    A inteligência artificial (IA) deixou de ser uma promessa futurista para se consolidar como uma força transformadora na realidade empresarial e profissional do Rio Grande do Sul. Em 2026, a tecnologia já impacta setores estratégicos como saúde, varejo e agronegócio, redefinindo operações e a tomada de decisões. Esse avanço também se reflete diretamente no mercado de trabalho, com a crescente demanda por profissionais especializados em IA, como engenheiros da área, que figuram entre os mais requisitados.

    O papel do profissional de IA vai além do simples uso de ferramentas prontas. Conforme explicam especialistas em tecnologia, ele é fundamental para identificar desafios internos nas empresas e desenvolver soluções personalizadas. Essas soluções visam otimizar processos, automatizar tarefas, analisar dados complexos e, consequentemente, gerar resultados mais eficientes. A formação para essa área exige uma base sólida em matemática, estatística e ciência de dados, além de um compromisso contínuo com a atualização, pois a IA é vista como uma ferramenta de apoio, e não um substituto do conhecimento humano.

    Aplicações práticas da inteligência artificial no cotidiano

    A presença da inteligência artificial já é uma realidade tangível em diversas frentes. Na área da saúde, sistemas inteligentes facilitam a organização de prontuários, agilizam a transcrição de atendimentos e oferecem suporte crucial para diagnósticos médicos. O agronegócio também colhe os frutos dessa tecnologia, utilizando drones e análise de dados para prever safras, identificar precocemente falhas nas lavouras e subsidiar decisões mais assertivas, elevando a eficiência no campo.

    No setor varejista, soluções baseadas em IA monitoram o estado das gôndolas em tempo real. Isso permite que as empresas antecipem demandas, minimizem rupturas de estoque e aprimorem significativamente a experiência do consumidor. O Rio Grande do Sul, outrora majoritariamente um consumidor de tecnologia, agora se posiciona como um polo produtor.

    Do consumo à produção: o RS como polo de inovação em IA

    Cidades do interior gaúcho, como Passo Fundo, exemplificam essa transição, passando de meras consumidoras de tecnologia para desenvolvedoras de soluções inovadoras. Empresas locais têm investido no desenvolvimento de plataformas de IA próprias, criando produtos que atendem a necessidades específicas de seus clientes, com foco em segurança, redução de custos e aumento de produtividade. Este movimento não só fortalece o ecossistema de inovação regional, como também abre portas para novos negócios e oportunidades para profissionais qualificados.

    Formação e desafios na adaptação cultural da IA

    As instituições de ensino acompanham de perto esse crescimento, integrando a inteligência artificial em suas grades curriculares para preparar os futuros profissionais. Contudo, um desafio relevante permanece: a adaptação cultural das organizações. Muitas empresas ainda estão em processo de assimilar o potencial da IA e de como implementá-la estrategicamente em suas operações.

    O futuro do trabalho moldado pela inteligência artificial

    A expansão da inteligência artificial promete remodelar o mercado de trabalho, automatizando tarefas repetitivas e, ao mesmo tempo, criando novas oportunidades. A expectativa é que a tecnologia, além de otimizar processos existentes, impulsione a emergência de novos modelos de negócio e áreas de atuação. Dessa forma, a inteligência artificial se consolida como um motor de inovação, e o Rio Grande do Sul demonstra estar preparado para liderar parte dessa transformação.