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  • Notícias: Futura Amy Webb destaca importância da comunidade brasileira na era da IA no SXSW

    Notícias: Futura Amy Webb destaca importância da comunidade brasileira na era da IA no SXSW

    São Paulo presente no SXSW: futurista Amy Webb destaca senso de comunidade como força brasileira na era da inteligência artificial

    Em 15 de março de 2026, durante o South by Southwest (SXSW), a maior feira de inovação do mundo, a SP House – hub de negócios e tecnologia do Governo de São Paulo – sediou um dos debates mais aguardados do evento. A renomada futurista Amy Webb, CEO do Future Today Strategy Group e autora de um dos relatórios mais influentes sobre tendências tecnológicas, compartilhou suas visões sobre como líderes e instituições podem navegar pelas aceleradas transformações impulsionadas pela inteligência artificial.

    Webb, conhecida por sua análise prospectiva de tendências, participou de um bate-papo que visava oferecer insights sobre as estratégias necessárias para enfrentar o futuro moldado pela IA. A discussão ocorreu no coração do evento de inovação, posicionando São Paulo como protagonista na vanguarda tecnológica global.

    Discussão na SP House aborda o futuro com inteligência artificial

    A conversa, mediada pelo advogado e pesquisador de tecnologia Ronaldo Lemos, contou também com a participação de Thiago Camargo, vice-presidente executivo da InvestSP. O foco principal girou em torno das dinâmicas sociais e institucionais que emergem com o avanço da inteligência artificial e como o Brasil pode se posicionar de forma estratégica nesse cenário.

    Amy Webb ressaltou um ponto crucial: o senso de comunidade. Segundo a futurista, essa característica intrínseca do Brasil tem o potencial de ser um diferencial significativo na era da inteligência artificial, fortalecendo a nação diante das rápidas mudanças globais. A discussão na SP House, conforme noticiado pela Agência SP, apontou para a relevância de tais atributos em um mundo cada vez mais tecnológico.

    A presença do Governo de São Paulo na SXSW, através da SP House, reforça o compromisso do estado com a inovação e o desenvolvimento de negócios. O evento serviu como plataforma para discussões de alto nível sobre o futuro, com destaque para a inteligência artificial e o papel do Brasil nesse contexto, segundo informações veiculadas pela Agência SP.

  • São Paulo no SXSW: futurista Amy Webb destaca senso de comunidade como força do Brasil na era da IA

    São Paulo no SXSW: futurista Amy Webb destaca senso de comunidade como força do Brasil na era da IA

    São Paulo no SXSW: futurista Amy Webb diz na SP House que senso de comunidade fortalece o Brasil na era da inteligência artificial

    A SP House, espaço dedicado a negócios e tecnologia do Governo de São Paulo no South by Southwest (SXSW), sediou um debate fundamental sobre o futuro diante das rápidas transformações impulsionadas pela inteligência artificial. A renomada futurista Amy Webb, CEO do Future Today Strategy Group e autora de influentes relatórios de tendências tecnológicas, participou do evento, oferecendo uma perspectiva otimista sobre o papel do Brasil.

    Durante um bate-papo mediado pelo advogado e pesquisador de tecnologia Ronaldo Lemos, com a presença de Thiago Camargo, vice-presidente executivo da InvestSP, Amy Webb compartilhou suas visões. A autora, conhecida por seu relatório anual de tendências tecnológicas que serve de referência global, destacou o senso de comunidade e o modo de vida brasileiro como diferenciais estratégicos em um cenário mundial cada vez mais impactado pela automação.

    O Brasil como diferencial estratégico

    “Eu acredito profundamente que o Brasil vai ser importante nesse cenário”, afirmou Webb. Ela explicou que sociedades excessivamente focadas em produtividade e trabalho podem enfrentar maiores desafios com o avanço da automação. Nos Estados Unidos, por exemplo, muitas pessoas se definem primariamente por seus empregos, o que as deixa vulneráveis quando o trabalho é alterado ou substituído.

    Em contraste, o Brasil possui um forte senso de comunidade e pertencimento, que pode atuar como uma camada de proteção contra os impactos da automação no mercado de trabalho. Essa característica cultural, segundo a futurista, é um ativo valioso.

    Decisões urgentes na era da inteligência artificial

    Amy Webb também lançou um alerta sobre a urgência das decisões relacionadas à inteligência artificial. Ela enfatizou que as escolhas feitas no presente terão efeitos cumulativos e, em alguns casos, irreversíveis. Por isso, governos e líderes precisam estar preparados para tomar decisões difíceis enquanto ainda há tempo hábil para ação.

    Stephanie Costa, secretária-executiva da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo, esteve presente e ressaltou dois pontos cruciais da fala de Webb para o governo paulista. “Quando perguntaram para ela quais instituições seriam mais vulneráveis a esse futuro, ela respondeu: governos. Isso é algo que a gente precisa estar atento”, comentou.

    Costa acrescentou a importância de aprender a lidar com a IA e explorar como a cultura brasileira pode contribuir para o desenvolvimento do estado. “O segundo ponto que me chamou muita atenção é a margem de ação. A gente precisa acompanhar o que está acontecendo. Não digo que a gente precisa copiar, mas precisa saber o que está sendo feito para poder agir”, declarou.

    Habilidades humanas valorizadas no futuro

    Webb abordou as habilidades que ganharão destaque no futuro. Ela mencionou sua filha de 15 anos, que, apesar de ter crescido imersa em tecnologia, não utiliza redes sociais e considera ferramentas como o ChatGPT “irritantes” por não pensarem como ela.

    “São os valores humanos intrínsecos, como paciência, resiliência e capacidade de adaptação, que estamos começando a entregar quando nos tornamos tão dependentes dessas tecnologias. O problema é a dependência excessiva.”

    A futurista destacou que os valores humanos essenciais, como paciência, resiliência e adaptabilidade, são justamente os que podem ser perdidos com a dependência excessiva de tecnologias. O desafio reside na busca por um equilíbrio.

    SP House no SXSW 2026

    Esta foi a terceira participação da SP House no SXSW, um evento que ocorreu em Austin, nos Estados Unidos, entre 13 e 16 de março de 2026. O espaço paulista no festival contou com 2.200 m², quase o dobro da edição anterior, com capacidade para receber até 600 pessoas simultaneamente. A programação incluiu cerca de 60 horas de conteúdo, distribuídas em dois palcos, além de encontros institucionais e discussões sobre negócios e parcerias internacionais.

    Sob o tema “We are borderless”, a edição de 2026 do SXSW buscou refletir sobre a circulação de ideias, talentos e oportunidades em um mundo cada vez mais interconectado. A SP House funcionou como um ponto de encontro para empreendedores, executivos, investidores, pesquisadores, gestores públicos e criadores, promovendo trocas e colaborações.

  • Inteligência artificial como megatendência global e opção de investimento

    Inteligência artificial como megatendência global e opção de investimento

    Inteligência artificial como megatendência global e opção de investimento

    A inteligência artificial (IA) deixou de ser uma promessa tecnológica para se tornar um motor central de crescimento estrutural na economia global. Empresas de ponta e governos reconhecem seu potencial, direcionando investimentos massivos e estratégias de competitividade. Estimativas apontam para um impacto trilionário no Produto Interno Bruto (PIB) global nas próximas décadas, redefinindo o cenário para investidores.

    Para quem investe, a pergunta fundamental mudou. Não se trata mais de questionar se a IA crescerá, mas sim de como participar desse avanço de forma inteligente, diversificada e focada no longo prazo. A IA consolida-se como uma infraestrutura econômica essencial, similar à eletricidade e à internet, remodelando a produtividade, reduzindo custos e abrindo novos mercados.

    A IA como transformação estrutural

    Megatendências são marcadas por alterações profundas, duradouras e abrangentes. A inteligência artificial se encaixa perfeitamente nessa definição. Ela eleva a produtividade, diminui os custos marginais e possibilita a criação de novos nichos de mercado. Diferente de ciclos tecnológicos mais efêmeros, a IA se estabelece como um pilar da economia, integrando-se a processos críticos em diversas empresas, desde o desenvolvimento de produtos até a tomada de decisões estratégicas.

    Produtividade, escala e vantagem competitiva

    O principal impulsionador econômico da IA reside no ganho de produtividade. Por meio de algoritmos sofisticados, empresas conseguem escalar suas operações sem um aumento proporcional nos custos. Isso resulta na expansão das margens de lucro e no aumento do retorno sobre o capital investido. Companhias como a Microsoft (MSFT34) e a Nvidia (NVDC34) são exemplos claros desse movimento, com investimentos robustos em plataformas, semicondutores e serviços que sustentam o ecossistema da IA.

    Paralelamente, as empresas que adotam a IA em seus processos ganham em eficiência operacional e em capacidade analítica. Essa otimização fortalece suas vantagens competitivas, assegurando relevância no mercado a longo prazo.

    Setores mais impactados pela inteligência artificial

    Os efeitos da IA se propagam por toda a economia, mas alguns setores se destacam pelo imenso potencial de crescimento. Tecnologia, semicondutores, saúde, serviços financeiros, indústria e bens de consumo estão entre os que mais devem capturar ganhos significativos. Na área da saúde, a IA acelera diagnósticos e a pesquisa clínica. Na indústria, ela otimiza cadeias produtivas, tornando-as mais eficientes. No setor financeiro, a IA aprimora a análise de riscos e permite a personalização de serviços, elevando a experiência do cliente.

    Essa natureza transversal da IA reforça seu caráter de megatendência estrutural, moldando o futuro de diversas áreas.

    IA e estratégia de investimento de longo prazo

    Para capturar o crescimento gerado pela inteligência artificial como investimento, é essencial ter um horizonte de longo prazo e aplicar disciplina. A volatilidade de curto prazo é uma característica comum em teses estruturais, especialmente em períodos de rápida inovação. Uma estratégia eficaz envolve a combinação de empresas que fornecem a infraestrutura necessária para a IA, aquelas que desenvolvem as plataformas e as que a utilizam como usuárias finais. Essa diversificação ajuda a diluir riscos específicos.

    Além disso, integrar a IA a outras megatendências globais, como a digitalização, a transição energética e o envelhecimento populacional, fortalece a resiliência da carteira de investimentos. Segundo o especialsta.safra.com.br, combinar essas teses cria uma abordagem mais equilibrada para capturar múltiplas fontes de crescimento estrutural.

    Perguntas frequentes sobre IA e investimentos

    • Inteligência artificial é tendência ou transformação estrutural? A IA configura-se como uma transformação estrutural, alterando fundamentalmente a operação da economia, e não apenas uma tendência passageira com impacto limitado.
    • Quais setores devem crescer mais com a inteligência artificial? Setores com alta intensidade de dados, grande escala operacional e necessidade de eficiência, como tecnologia, saúde, serviços financeiros, indústria e logística, tendem a prosperar com a IA.
    • Megatendências reduzem ou aumentam o risco no longo prazo? Quando integradas de forma diversificada e disciplinada, megatendências podem reduzir o risco estrutural a longo prazo, apesar da volatilidade de curto prazo.
    • Como combinar inteligência artificial com outras teses globais? A IA se integra naturalmente a teses como digitalização, transição energética e envelhecimento populacional, formando uma carteira mais resiliente e equilibrada.
    • Qual horizonte faz sentido para investir em inteligência artificial? O horizonte de investimento em IA deve ser de longo prazo, medido em anos. O valor econômico se materializa à medida que a tecnologia se difunde e se integra ao cotidiano das empresas.
  • Sam Altman Revela o Futuro da IA no Dev Day 2025

    Sam Altman Revela o Futuro da IA no Dev Day 2025

    Sam Altman revela futuro da IA no Dev Day 2025

    O CEO da OpenAI, Sam Altman, apresentou visões audaciosas sobre o futuro da inteligência artificial durante o Dev Day 2025. Em entrevista exclusiva, Altman destacou a aceleração das descobertas científicas impulsionadas por IA e a iminência de avanços em tarefas complexas executadas por sistemas autônomos.

    As declarações de Altman pintam um cenário onde a IA não é apenas uma ferramenta, mas um parceiro ativo na ciência e na criação de negócios. A capacidade emergente de sistemas de IA para realizar tarefas complexas em tempo acelerado promete redefinir o conceito de trabalho e a própria estrutura empresarial.

    Descobertas inovadoras impulsionadas pela IA

    Altman enfatizou que a IA já está facilitando “descobertas inovadoras” em diversas áreas científicas. Cientistas utilizam essas ferramentas para alcançar avanços significativos, transformando a IA de um mero apoio para um colaborador essencial na geração de conhecimento.

    Um exemplo notável vem da Duke University, onde o TuNa-AI, uma plataforma que combina robótica e aprendizado de máquina, desenvolveu nanopartículas para entrega de medicamentos. O sistema otimizou 1.275 formulações, resultando em um aumento de 43% na taxa de sucesso na criação de nanopartículas em comparação com métodos tradicionais.

    Essa capacidade autônoma de descoberta científica representa uma mudança de paradigma, onde a IA não só processa dados, mas gera novos insights. No caso do TuNa-AI, a equipe reduziu em 75% um ingrediente potencialmente tóxico em um tratamento contra o câncer, mantendo a eficácia.

    Codex e a semana de trabalho autônoma

    Um dos pontos mais surpreendentes abordados por Altman é a proximidade de marcos tecnológicos impressionantes. Ele revelou que o Codex está “não muito longe” de ser capaz de executar autonomamente uma semana inteira de trabalho. Essa capacidade é descrita como “desorientante” devido ao ritmo acelerado dos progressos.

    Essa evolução em tarefas baseadas em agentes (agentes de IA) aponta para um futuro onde a automação abrange processos complexos e criativos, indo além de tarefas repetitivas.

    O futuro do trabalho radicalmente transformado

    A visão de Sam Altman sobre o futuro do trabalho é radical. Ele sugere que o trabalho pode “parecer menos com trabalho” do que conhecemos hoje, prevendo uma transição acelerada que pode alterar o “contrato social” em torno do emprego.

    Altman também vislumbra a possibilidade de “startups bilionárias com zero funcionários”, empresas inteiramente criadas e operadas por meio de prompts para agentes de IA. Isso sugere um futuro onde a criação de valor econômico pode ser desvinculada do trabalho humano tradicional.

    Agentes de IA autônomos e a batalha tecnológica

    A era dos agentes de IA verdadeiramente autônomos está se aproximando, com potencial para revolucionar negócios e operações. A capacidade dos agentes de IA de trabalhar autonomamente por semanas e de automatizar tarefas web complexas, como demonstrado pelo Google Gemini 2.5 Computer Use, corrobora essa projeção.

    O Gemini 2.5, por exemplo, supera concorrentes como o OpenAI Computer Using Agent em benchmarks, analisando screenshots de websites para executar comandos de forma autônoma. Sua menor latência e integração com ferramentas Google indicam uma vantagem técnica em automação web.

    Apesar das mudanças drásticas, Altman mantém uma visão otimista sobre a adaptação humana, confiante de que a humanidade prosperará ao lado dessas transformações tecnológicas, exigindo a redefinição de conceitos fundamentais sobre produtividade e valor.

  • Infosiga, do Governo de SP, investe em Inteligência Artificial para antecipar riscos em ruas e avenidas

    Infosiga, do Governo de SP, investe em Inteligência Artificial para antecipar riscos em ruas e avenidas

    Infosiga, do Governo de SP, investe em Inteligência Artificial para antecipar riscos em ruas e avenidas

    O Governo de São Paulo, por meio do Detran-SP, anunciou uma nova fase de evolução para o sistema Infosiga. A partir de 2026, a plataforma intensificará o uso de Inteligência Artificial (IA) com o objetivo de tornar a análise de sinistros de trânsito mais preditiva, buscando antecipar riscos antes que resultem em fatalidades ou lesões graves.

    Esta iniciativa visa ampliar a capacidade de leitura de bases de dados existentes, empregando novos métodos para identificar padrões de risco que, isoladamente, poderiam ter baixa relevância, mas que em conjunto sinalizam um perigo futuro. A informação foi divulgada durante a ANDtech, um importante evento nacional focado em tecnologia, inovação e transformação digital no trânsito, realizado recentemente na capital paulista.

    Identificando padrões para intervenção preventiva

    A nova abordagem do Infosiga se concentrará em detectar situações que, como colisões sem vítimas em pontos específicos, possam ser interpretadas como sinais de alerta. A ideia é transformar esses dados em base para intervenções preventivas, agindo antes que acidentes mais sérios ocorram.

    “A nova versão do Infosiga busca avançar para modelos preditivos, usando o histórico de dados para orientar decisões futuras. A ideia é deixar de olhar apenas para onde as mortes aconteceram e passar a identificar onde agir antes que elas ocorram”, explicou Pedro Borges, coordenador do Observatório de Segurança no Trânsito do Detran-SP. Ele acrescentou que o direcionamento será otimizado para fiscalização, campanhas educativas e alocação de recursos públicos.

    Parceria tecnológica e desenvolvimento do Infosiga 4.0

    O desenvolvimento desta nova etapa conta com o apoio técnico da Prodesp, responsável pela infraestrutura tecnológica do Detran-SP, auxiliando na transformação digital, automação de serviços e integração de sistemas. Empresas privadas com expertise internacional também colaboram, fornecendo a infraestrutura e as tecnologias necessárias para o aprimoramento do Infosiga 4.0. A expectativa é que uma nova camada analítica seja consolidada ainda em 2026.

    Aprimoramento na coleta de dados de sinistros

    Paralelamente, está em desenvolvimento um novo aplicativo voltado para o registro de sinistros de trânsito. O foco é elevar significativamente a qualidade dos dados coletados em campo. Inicialmente, a ferramenta será utilizada pela Polícia Militar no atendimento a ocorrências e poderá ser estendida às prefeituras integradas ao Sistran.

    A principal inovação reside em um formulário digital mais detalhado e estruturado. Este novo formato permitirá o registro de variáveis cruciais que hoje não são capturadas pela base estatística, como a presença de veículos autopropelidos, fatores de risco associados ao sinistro – incluindo alcoolemia e velocidade – e a geolocalização precisa do ocorrido.

    Alinhamento com práticas internacionais para salvar vidas

    “O Detran-SP aproveita a oportunidade para redesenhar a política pública em alinhamento com as boas práticas consolidadas internacionalmente para salvar vidas”, destacou Roberta Mantovani, diretora de Segurança Viária do Detran-SP. Ela citou como exemplo a adaptação de metodologias renomadas de classificação de vítimas de trânsito, como a metodologia KABCO, utilizada nos Estados Unidos.

    Essa iniciativa representa um passo importante para um trânsito mais seguro em São Paulo, utilizando tecnologia de ponta para uma gestão mais eficaz e proativa da segurança viária.

  • Grupo Alun cria unidade para desenvolver produtos baseados em Inteligência Artificial

    Grupo Alun cria unidade para desenvolver produtos baseados em Inteligência Artificial

    Grupo Alun cria unidade para desenvolver produtos baseados em Inteligência Artificial

    O Grupo Alun, um ecossistema consolidado em educação tecnológica e de negócios, anunciou em 2026 a criação de uma nova unidade estratégica: o Alun Future Studio. Esta iniciativa marca um passo significativo na expansão do grupo, que irá além da formação de profissionais para se dedicar ao desenvolvimento e à comercialização de produtos próprios baseados em Inteligência Artificial. O objetivo é impulsionar a inovação e consolidar a presença do grupo no mercado de tecnologia.

    A nova estrutura tem como meta atingir R$ 1 bilhão em receita até o final de 2026. O Alun Future Studio foi concebido para criar soluções AI-native, ou seja, ferramentas que incorporam a inteligência artificial desde a sua concepção em sua arquitetura tecnológica, modelo de negócios e experiência do usuário. O foco está em soluções capazes de escalar rapidamente e gerar impacto direto nas operações corporativas, alinhando conhecimento, tecnologia e execução.

    Alun Future Studio: Foco em soluções AI-native

    O contexto atual, em que a inteligência artificial se torna central para a competitividade empresarial, motivou a criação do Future Studio. A organização visa desenvolver ferramentas que auxiliem profissionais de negócios em diversas frentes, desde análises estratégicas até a execução de processos operacionais. A expectativa é que essas soluções promovam aumento de produtividade e aprimoramento na tomada de decisões em cenários complexos.

    Um dos primeiros projetos anunciados é uma plataforma de inteligência artificial voltada ao ambiente empresarial, com lançamento previsto para o primeiro semestre de 2026. Esta plataforma foi desenhada para ser uma aliada no dia a dia corporativo, otimizando fluxos de trabalho e oferecendo insights valiosos.

    Liderança e visão estratégica

    A frente de desenvolvimento do Alun Future Studio será liderada por Sérgio Lopes, figura reconhecida no setor de tecnologia e cofundador da Alura. Lopes deixa o cargo de Chief Technology Officer (CTO) da Alura para assumir este novo desafio. Segundo ele, o Future Studio materializa uma visão de longo prazo do Grupo Alun, focada na criação de tecnologias escaláveis e com resultados concretos.

    “O Future Studio representa a materialização de uma visão de longo prazo do grupo, voltada à criação de tecnologias escaláveis e capazes de produzir resultados concretos no mercado.”

    Adriano Almeida, CEO do Grupo Alun, reforça que a criação da unidade responde às transformações estruturais impulsionadas pela inteligência artificial. Embora a capacitação continue sendo um pilar, Almeida destaca que o mercado agora demanda mais do que formação: exige ferramentas que ampliem a produtividade e gerem resultados mensuráveis.

    Mudanças na liderança e reforço em áreas estratégicas

    Paralelamente à criação do Future Studio, o Grupo Alun promoveu mudanças em outras áreas-chave. Maurício Aniche retorna ao ecossistema para assumir a posição de CTO da Alura, após passagens por empresas como Adyen e Uber na Europa. Sua responsabilidade será acelerar a evolução tecnológica da plataforma educacional e expandir o uso de inteligência artificial nos produtos da Alura.

    A área de marketing da Alura também foi reforçada com a chegada de Leonardo Secundo como diretor. Com experiência em empresas como The Coca-Cola Company e Grupo MAG, Secundo terá a missão de ampliar a presença da marca e apoiar a expansão do grupo em novos mercados.

    Posicionamento do Grupo Alun em IA

    Este movimento estratégico consolida a atuação do Grupo Alun na formação e aplicação de inteligência artificial. Atualmente, o ecossistema oferece mais de 50 cursos sobre o tema, incluindo a criação da primeira escola especializada em IA no Brasil pela Alura e a primeira graduação brasileira na área em parceria com a FIAP, lançada em 2012. Mais de três mil empresas já participaram de programas de capacitação em IA oferecidos pelo grupo.

    Com mais de seis milhões de estudantes impactados e cerca de nove mil empresas atendidas ao longo de sua trajetória, o Grupo Alun demonstra sua capacidade de combinar educação, negócios e tecnologia. A criação do Alun Future Studio reforça a estratégia de se posicionar não apenas como formador de talentos, mas também como desenvolvedor de soluções inovadoras baseadas em inteligência artificial para o mercado corporativo.

  • Futuro da mídia frente à inteligência artificial é pauta no festival

    Futuro da mídia frente à inteligência artificial é pauta no festival

    O futuro da mídia e a inteligência artificial em debate

    A inteligência artificial (IA) se consolida como um tema central nos debates sobre o futuro da mídia. Eventos como o South by Southwest (SXSW) reúnem gigantes da comunicação e da tecnologia para discutir como as empresas podem navegar essa revolução tecnológica e transformar a IA de uma ameaça a uma ferramenta de crescimento.

    O modelo tradicional de distribuição de conteúdo, que impulsionou o jornalismo na era digital, enfrenta novos desafios. A busca direta por respostas em plataformas de IA e a ascensão de agentes autônomos diminuem a necessidade de visitas a sites, impactando diretamente o tráfego e a receita de veículos de comunicação. Paralelamente, a indústria ainda lida com a queda na confiança pública e no número de assinantes.

    Novos modelos em discussão no festival

    Diante desse cenário, o SXSW se tornou um palco para a exploração de novos modelos e práticas. Representantes de veículos como The New York Times, The Texas Tribune, Reuters Institute e Wikipedia, além de empreendedores como Mark Cuban e publishers digitais como BuzzFeed e Shit You Should Care About, apresentaram suas estratégias.

    O objetivo é reposicionar a IA de um obstáculo a um aliado. A discussão central gira em torno de como a criatividade e a tecnologia podem coexistir para definir o futuro do negócio midiático.

    Exemplos práticos de adaptação

    Empresas presentes no festival detalharam abordagens específicas:

    • Spotify: O co-CEO Gustav Söderström compartilhou a visão da empresa sobre a transformação tecnológica na música, podcasts e audiolivros. Ele destacou como o controle do usuário, a inovação dos criadores e a tecnologia focada no futuro moldam o entretenimento, buscando reconectar artistas e fãs.
    • BuzzFeed: Jonah Peretti, co-fundador e CEO, apresentou planos para tornar a internet mais interativa e divertida, revelando os bastidores da incubadora de IA da empresa. O foco é criar novas formas de conteúdo, autoexpressão e conexão social, utilizando IA para gerar momentos culturais compartilhados e combater as bolhas de filtro.
    • The New York Times: Zach Seward, diretor de iniciativas de IA, apresentou descobertas sobre o uso da tecnologia no jornalismo. A estratégia envolve usar a IA para potencializar a expertise humana e explorar novas formas de reportagem, contrastando diferentes abordagens e identificando melhores práticas.

    O impacto da IA na busca e no acesso à informação

    Um dos pontos mais críticos abordados foi o futuro da busca online. Matthew Prince, co-fundador e CEO da Cloudflare, discutiu a quebra do modelo econômico que sustentou a internet. Com sistemas de IA fornecendo respostas diretas e agentes autônomos realizando transações, o tráfego para os sites dos criadores de conteúdo diminui drasticamente.

    A sessão “The Internet After Search” explorou quem controla o acesso à informação e quem será remunerado pelo conteúdo. As decisões tomadas agora sobre remuneração, propriedade e acesso digital definirão a trajetória futura da web.

    Coberturas e negócios em foco

    O festival também serviu de palco para a Fox antecipar seus planos para a Copa do Mundo FIFA 2026. Analistas e apresentadores da Fox Sports discutiram a evolução do esporte nos EUA e as expectativas para o evento, considerado um momento cultural geracional.

    Em resumo, o festival destacou a urgência de adaptação e inovação no setor de mídia. A inteligência artificial não é mais uma questão de “se”, mas de “como” será integrada para garantir a sustentabilidade e a relevância do jornalismo e do entretenimento na era digital.

  • Saúde de Xanxerê apresenta case de sucesso sobre uso de Inteligência Artificial em congresso estadual

    Saúde de Xanxerê apresenta case de sucesso sobre uso de Inteligência Artificial em congresso estadual

    Saúde de Xanxerê apresenta case de sucesso sobre uso de Inteligência Artificial em congresso estadual

    A Secretaria de Saúde de Xanxerê demonstrou um avanço significativo em seu atendimento ao apresentar um case de sucesso sobre a implementação de Inteligência Artificial (IA) durante o 10º Congresso de Secretarias Municipais de Saúde de Santa Catarina, realizado em Chapecó. A iniciativa, em parceria com a empresa Inovadora Sistemas, foca na otimização da comunicação com os pacientes por meio de um chatbot, tecnologia oficialmente implantada no município em fevereiro.

    O objetivo principal desta inovação é sistematizar e padronizar a comunicação, eliminando ruídos informacionais e acelerando o fluxo de dados. Atualmente, a plataforma está em operação nos setores de Regulação e Especialidades, organizando demandas de consultas e exames e oferecendo orientações claras e automatizadas aos cidadãos.

    Transformando o atendimento ao cidadão

    A secretária de Saúde, Francis Mara Zago Pegoraro, participou do evento e enfatizou a importância da tecnologia para a modernização dos serviços. “Identificamos a necessidade de ter uma comunicação mais assertiva com nossa população. O uso da IA nos permite dar agilidade ao atendimento sem perder a qualidade”, afirmou.

    Cleci Zanin, diretora de Controle e Avaliação, que também esteve presente, corroborou a visão de que este é apenas o começo de um processo de modernização maior para a saúde municipal.

    Expansão futura da tecnologia

    O planejamento da Secretaria de Saúde de Xanxerê inclui a expansão do uso do chatbot para as Unidades Básicas de Saúde (UBS) a médio prazo. Essa ampliação visa facilitar o agendamento e a triagem inicial dos pacientes de forma digital, tornando o acesso aos serviços de saúde mais prático para a comunidade.

    O 10º Congresso de Secretarias Municipais de Saúde reuniu gestores de todo o estado de Santa Catarina até o dia 13 de março, promovendo discussões sobre inovação, gestão e políticas públicas na área da saúde.

  • O toque humano da inteligência artificial movimenta o South Summit Brazil

    O toque humano da inteligência artificial movimenta o South Summit Brazil

    O toque humano da inteligência artificial movimenta o South Summit Brazil

    O South Summit Brazil, que acontece de 25 a 27 de março em Porto Alegre, coloca a inteligência artificial (IA) em destaque, mas com uma ênfase crucial: a importância insubstituível do lado humano na evolução tecnológica. O evento busca promover uma reflexão fundamental sobre como a IA, apesar de seu potencial revolucionário, deve sempre servir e ampliar as capacidades humanas.

    Conforme ressaltado por José Renato Hopf, presidente do South Summit Brazil, a inovação é intrinsecamente ligada às pessoas. “Não existe inovação sem pessoas: a inteligência artificial é poderosa justamente quando amplia a capacidade humana”, afirma Hopf. Ele complementa que a tecnologia só se justifica quando é desenvolvida com o propósito de beneficiar o ser humano, reforçando que “no fim, toda inovação é humana por natureza”. A inteligência artificial também será uma ferramenta prática dentro do evento, utilizada para otimizar e facilitar conexões entre os participantes.

    Palestrantes e líderes debatem o futuro da IA

    A programação do South Summit Brazil contará com a presença de renomados especialistas para aprofundar o debate sobre a inteligência artificial e sua interação com o elemento humano. Nomes como Salim Ismail, fundador e CEO da OpenExO e diretor da Singularity University, e Hitendra Patel, CEO do IXL Center e reconhecido guru de inovação global, estarão presentes. Peter Skillman, head global de design da Philips, abordará como a diferenciação competitiva, em um cenário de democratização de ferramentas de criação por IA, passa a residir na empatia e no design centrado no ser humano.

    O Brasil também estará bem representado com líderes de empresas que lideram investimentos em IA. Diego Barreto, CEO do iFood, e Priscyla Laham, presidente da Microsoft Brasil, compartilharão suas visões e experiências. A Microsoft, com seu investimento na OpenAI, detentora do ChatGPT, tem desempenhado um papel significativo na mudança da percepção pública sobre o potencial da IA.

    Um evento cada vez mais global e estratégico

    O South Summit Brazil consolida sua posição como um evento de alcance global. Em 2026, o evento espera a presença de mais de 20 delegações internacionais, um recorde que demonstra o crescente interesse global no ecossistema de inovação brasileiro. A competição de startups reflete essa internacionalização, com 2,4 mil inscrições de 66 países. As startups finalistas representam 15 nacionalidades, com o Brasil liderando a lista com 25 finalistas, seguido por Argentina e Espanha.

    A participação de investidores também é um ponto alto. O evento busca superar o número anterior de 900 investidores de 130 fundos de venture capital, com a expectativa de atrair cerca de 25 mil participantes nos três dias de atividades, que incluem debates, painéis e eventos paralelos. O South Summit Brazil é uma parceria com a idealizadora do evento em Madrid, María Benjumea.

    A inteligência artificial, portanto, não é apenas um tema central de discussão, mas também uma ferramenta integrada à operação do South Summit Brazil, visando criar um ambiente mais estratégico e conectado para founders, investidores e lideranças presentes.

  • SATC impulsiona startups incubadas com programa de Inteligência Artificial

    SATC impulsiona startups incubadas com programa de Inteligência Artificial

    O Centro Tecnológico SATC deu início a um ambicioso programa de aceleração que visa capacitar startups incubadas no Colearning através do uso estratégico da Inteligência Artificial (IA). Esta iniciativa representa um passo significativo no fortalecimento do ecossistema de inovação catarinense, sendo um desdobramento da participação da SATC no Programa de Apoio às Incubadoras de Empresas Catarinenses. O objetivo principal é dotar as empresas de ferramentas de IA para otimizar o desenvolvimento e a escalabilidade de seus negócios.

    A implementação deste programa é viabilizada com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), que reconhece o potencial da IA como motor de crescimento. A estrutura do programa é desenhada para oferecer uma imersão prática em IA, desde a concepção até a captação de investimentos, garantindo que os fundadores e equipes gestoras estejam preparados para os desafios do mercado atual.

    Programa de aceleração com foco em IA

    A iniciativa do Centro Tecnológico SATC se destaca por seu foco no uso prático e estratégico da Inteligência Artificial. O programa de aceleração foi meticulosamente planejado para atender às necessidades específicas das startups incubadas, capacitando-as a aplicar ferramentas de IA em diversas fases de sua jornada.

    Capacitação para founders e equipe gestora

    A formação não se limita aos empreendedores; ela também abrange a equipe gestora e os analistas de inovação da SATC. Pâmela Milak, gerente de Consultorias e PD&I do Centro Tecnológico SATC, ressalta a importância dessa abordagem dupla: “O objetivo é preparar as startups para utilizarem a Inteligência Artificial de forma estratégica, acelerando processos de desenvolvimento, validação de mercado e crescimento. Ao mesmo tempo, nossa equipe também participa da formação para fortalecer a gestão da incubadora e oferecer um suporte ainda mais qualificado aos negócios”.

    Estrutura do programa: Sprints, mentorias e oficinas

    Com uma duração de oito semanas, o programa é organizado em etapas claras, utilizando a metodologia de sprints. A cada semana, os participantes exploram conceitos estratégicos e aplicam ferramentas de IA para realizar tarefas cruciais na construção de uma startup. Os temas abordados são abrangentes, incluindo:

    • Identificação de clientes ideais (ICP)
    • Prospecção inteligente de leads
    • Mapeamento aprofundado de problemas de mercado
    • Desenvolvimento de Produto Mínimo Viável (MVP) com o uso de ferramentas low-code e no-code
    • Estratégias de marketing e vendas potencializadas por IA
    • Construção de pitch decks eficazes para captação de recursos

    A programação é enriquecida com masterclasses ao vivo, mentorias individuais de negócios e oficinas técnicas dedicadas à implementação das ferramentas. Para garantir flexibilidade e acesso contínuo, todos os encontros são transmitidos online e ficam disponíveis em um aplicativo exclusivo.

    Demo Day: Conectando startups a investidores

    O encerramento do programa está marcado por um evento de grande relevância: o Demo Day. Nesta ocasião, as startups terão a oportunidade de apresentar seus projetos e avanços para uma banca qualificada de investidores. Este momento é fundamental para consolidar o aprendizado, gerar conexões valiosas com o mercado e abrir novas portas para captação de recursos e crescimento.