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  • AIS lança hub de IA ‘AISpace’ para simplificar acesso a ferramentas como Copilot e Gemini

    AIS lança hub de IA ‘AISpace’ para simplificar acesso a ferramentas como Copilot e Gemini

    AIS lança hub de IA ‘AISpace’ para simplificar acesso a ferramentas como Copilot e Gemini

    A operadora de telecomunicações tailandesa AIS anunciou o lançamento do AISpace, uma plataforma inovadora projetada para unificar o acesso a diversas ferramentas de Inteligência Artificial (IA). O objetivo principal é tornar a tecnologia de IA mais acessível para os usuários na Tailândia, incluindo serviços populares como o Microsoft 365 Copilot e o Google Gemini.

    A iniciativa, lançada sob o slogan “Um hub de IA para o povo tailandês”, visa acelerar a adoção da IA no cotidiano e potencializar as capacidades humanas. O AISpace busca resolver desafios comuns enfrentados pelos usuários, como o custo de assinaturas em múltiplas plataformas e preocupações com a segurança dos dados.

    Simplificando o acesso e a segurança da IA

    Saran Phaloprakarn, chefe da unidade de negócios de produtos móveis e de consumo da AIS, destacou a importância de facilitar o uso da IA. “Hoje, vemos uma oportunidade importante de usar a IA para aprimorar ainda mais as vidas digitais do povo tailandês”, afirmou.

    Ele explicou que, apesar da relevância da IA em todos os setores, o uso prático ainda encontra obstáculos. “Altos custos de assinatura em múltiplas plataformas e preocupações com segurança de dados ainda são desafios”, disse Phaloprakarn.

    Para combater isso, a AIS desenvolveu o AISpace como um “ecossistema de rede impulsionado por IA”, integrando a inteligência artificial com uma rede inteligente para garantir que a IA opere com segurança e confiança. “O AISpace é mais do que uma plataforma – é um ‘hub de IA para o povo tailandês’”, completou.

    Soluções para indivíduos e empresas

    A nova plataforma oferece duas modalidades de pacotes para atender às diferentes necessidades dos usuários. Para o público geral, o pacote de consumidor proporciona acesso a uma gama de serviços de IA, incluindo companheiros de IA voltados para o público jovem e ferramentas que auxiliam na produtividade e na criação.

    Já o pacote corporativo foi pensado para apoiar a integração da IA em nível organizacional. Este pacote foca especialmente em aspectos cruciais como segurança, privacidade e integração de fluxos de trabalho dentro das empresas.

    Impulsionando o ecossistema de IA na Tailândia

    Com o lançamento do AISpace, a AIS ambiciona fortalecer o desenvolvimento do ecossistema de IA na Tailândia e incentivar uma adoção mais ampla das tecnologias inteligentes.

    “Acreditamos que a IA não veio para substituir as pessoas, mas para elevar o potencial humano, criar novas oportunidades e acelerar a adoção real da IA no dia a dia e nos negócios – impulsionando a Tailândia em direção a uma economia digital sustentável”, concluiu Phaloprakarn.

  • Inside LabX: How DXC Technology builds AI solutions that actually work for enterprises

    Inside LabX: How DXC Technology builds AI solutions that actually work for enterprises

    A DXC Technology lançou recentemente o LabX, uma iniciativa estratégica que redefine a forma como grandes empresas abordam a inteligência artificial. Em um momento em que a pergunta não é mais ‘se’, mas ‘como’ adotar a IA com rapidez e disciplina para um impacto tangível, o LabX atua como uma incubadora interna. Seu objetivo é transformar desafios de negócios em soluções de IA nativas e funcionais de forma ágil, testando cada ideia com base em problemas reais de clientes e garantindo resultados mensuráveis antes da escalada.

    Essa abordagem singular permite que a DXC opere na vanguarda da IA, utilizando as ferramentas mais recentes e aplicando uma velocidade de startup em um contexto empresarial. Crucial para o seu sucesso é a disposição da DXC em ser o Cliente Zero, testando soluções em sua própria complexidade operacional global, com mais de 115.000 colegas em 70 países, sob a orientação do modelo Xponential de orquestração de IA.

    Como o labx se encaixa na estratégia de inovação da dxc

    O LabX é uma extensão direta da iniciativa Fast Track da DXC, projetada para acelerar o desenvolvimento e a implementação de soluções baseadas em IA para clientes. Holly Grant, vice-presidente sênior de estratégia e inovação da DXC, explica que a incubadora oferece um espaço dedicado para experimentação e inovação rápida, livre das restrições típicas de grandes organizações. O foco é criar novas ofertas de mercado, não apenas aprimorar as existentes, graduando ideias em prazos curtos que informam novos modelos de negócios e plataformas.

    “Se uma solução pode sobreviver e entregar valor em nosso ambiente, é um forte sinal de que fará o mesmo por nossos clientes.”

    A exclusividade da DXC como Cliente Zero é um diferencial. Enfrentando desafios similares aos de seus clientes na era da IA, a empresa testa suas inovações em um ambiente real e complexo, com significativas considerações regulatórias e operacionais. Isso permite que, ao apresentar uma oferta aos clientes, a DXC possa afirmar que a solução foi ‘testada em batalha’ e demonstrar seus resultados concretos.

    Por que a dxc criou o labx

    Anthony Pappas, diretor de marketing da DXC, ressalta que o LabX nasceu da necessidade de inovar em uma era de rápidas mudanças e direções imprevisíveis. Para prosperar, é essencial ter um mecanismo que permita testes rápidos, aprendizado acelerado e movimento contínuo, mesmo que nem toda tentativa seja bem-sucedida. O LabX é projetado para essa agilidade.

    A IA, que por muito tempo carregou uma promessa de transformação, agora tem a capacidade de realmente entregá-la. O LabX também capitaliza o vasto talento e as ideias dentro da DXC. Um desafio interno de IA, por exemplo, gerou mais de 1.300 ideias únicas em apenas duas semanas. No cerne dessa capacidade está a abordagem Human+, que coloca os humanos no centro da IA, impulsionando processos e estratégias para otimizar o uso da tecnologia e permitir que as pessoas redirecionem seu tempo liberado para atividades de maior valor.

    A visão para o futuro do trabalho com ia

    Russell Jukes, diretor de informação digital da DXC, descreve a visão do LabX como uma transição da empresa padronizada para a empresa personalizada. Por décadas, a eficiência foi buscada pela padronização, levando funcionários a gastar tempo navegando entre sistemas. O LabX busca inverter essa lógica: em vez de o funcionário ir até a tecnologia, a tecnologia vem até ele. O foco se desloca da eficiência do processo padronizado para a eficiência do indivíduo na forma como realmente trabalha.

    No futuro, a IA não será vista como uma ferramenta separada, mas integrada ao dia a dia, onde a questão será ‘qual resultado você está tentando alcançar?’, e não ‘qual IA você está usando?’. A portabilidade do LabX permite que as tecnologias sejam trocadas e as capacidades evoluam sem interromper a experiência do usuário, mantendo o foco constante no resultado.

    Melhorando a experiência individual no trabalho

    O LabX concentra-se no indivíduo e nas diversas personas dentro de uma empresa. Em vez de ferramentas genéricas, são desenvolvidas soluções adaptadas a personas específicas, levando em conta suas tarefas diárias, decisões e conteúdo. Anthony Pappas destaca três áreas de inovação que moldam essa abordagem:

    • Inteligência conversacional: explorar um futuro onde as necessidades são verbalizadas e a IA as atende em tempo real, tornando a conversa a interface mais intuitiva.
    • Automação agentiva: transformar a proporção de tempo gasto por trabalhadores do conhecimento. Em vez de 80% buscando e organizando informações e 20% agindo, a IA inverte essa lógica, liberando tempo para trabalho de maior valor.
    • Colaboração unificada: criar um espaço onde dados, colaboração e IA agentiva se unam em tempo real, em um só lugar.

    Essas inovações visam aprimorar o modo como as pessoas trabalham, tornando-as exponencialmente mais produtivas e transformando a tecnologia em uma extensão de seu pensamento e operação.

    Segurança e confiança nas soluções de ia

    Daniel Padilla, diretor de tecnologia do LabX, enfatiza que segurança, privacidade e conformidade não são considerações secundárias, mas são integradas desde o primeiro dia. Cada produto passa por uma rigorosa revisão de governança e um projeto deve provar seu valor com um cliente real antes de escalar. Além disso, todo produto que sai do LabX vem com uma aprovação completa de IA responsável.

    Esse rigor é fundamental para navegar em um cenário de IA repleto de ruído e hype. O LabX oferece um caminho disciplinado para entregar valor da IA rapidamente, sem sacrificar a solidez. A equipe mantém-se atualizada nas últimas ferramentas de IA, mas o foco principal é entender como o usuário final obterá valor duradouro.

    Impacto do labx na cultura dxc

    Além do impacto nos clientes, o LabX também transforma a própria força de trabalho da DXC. Especialistas técnicos de toda a empresa realizam rotações de 6 a 12 semanas no LabX, aprendendo IA de ponta e construindo produtos reais. Ao retornar às suas equipes, eles trazem não apenas novas habilidades, mas uma nova forma de pensar, questionando, modelando o que é possível e tornando-se campeões da inovação em suas áreas de origem. Essa é uma “espiral de feedback poderosa e totalmente intencional”, segundo Grant, fortalecendo a abordagem Human+ da DXC para a IA, que amplifica o potencial humano através da colaboração e IA generativa e agentiva.

  • O estudante que criou uma IA em 10 dias e já levantou milhões

    O estudante que criou uma IA em 10 dias e já levantou milhões

    O estudante que criou uma IA em 10 dias e já levantou milhões

    A construção de empresas de tecnologia, tradicionalmente associada a grandes equipes e investimentos robustos, está passando por uma revolução. Um estudante universitário chinês, Guo Hangjiang, exemplifica essa mudança ao desenvolver em apenas 10 dias um projeto de inteligência artificial chamado MiroFish. A ferramenta rapidamente alcançou o topo das tendências globais no GitHub e, posteriormente, recebeu um investimento significativo de 30 milhões de yuans (aproximadamente US$ 4 milhões) do empresário Chen Tianqiao, fundador do Shanda Group.

    O feito se destaca não apenas pela rapidez, mas também pelo perfil do criador: um estudante universitário no último ano de graduação. Este caso ilustra o surgimento de uma nova geração de empreendedores, impulsionados pela inteligência artificial, capazes de criar tecnologias complexas de forma independente.

    MiroFish: a IA que prevê o futuro

    O MiroFish é descrito por seu criador como um motor de inteligência coletiva focado na previsão de eventos. A plataforma utiliza múltiplos agentes de IA para analisar dados, identificar padrões e gerar previsões sobre diversos cenários. Projetos como este refletem uma nova onda na era da IA, marcada pelo fenômeno dos “super individuals”.

    Esses “super individuals” são profissionais que, auxiliados por ferramentas de inteligência artificial, conseguem alcançar uma produtividade equivalente à de pequenas equipes, redefinindo os limites do desenvolvimento tecnológico.

    A velocidade da nova economia tecnológica

    Guo Hangjiang não é um caso isolado. No ano anterior, ele já havia apresentado o BettaFish, um projeto open source que funciona como um assistente de análise de opinião pública, também baseado em múltiplos agentes de IA. Assim como o MiroFish, o BettaFish também figurou entre os projetos mais populares no GitHub, atraindo atenção de investidores.

    A criação de dois projetos relevantes por um único estudante em poucos meses demonstra como a inteligência artificial está reduzindo drasticamente as barreiras de entrada para a inovação. Ferramentas antes restritas a grandes corporações agora estão acessíveis a qualquer desenvolvedor com talento.

    GitHub: o novo palco da inovação

    O epicentro dessa história de sucesso é o GitHub, a principal plataforma global de desenvolvimento open source. Longe de laboratórios corporativos ou grandes centros de pesquisa, foi lá que o MiroFish demonstrou seu valor.

    Investidores agora utilizam o ranking de tendências do GitHub como um radar de inovação para identificar novas tecnologias e talentos emergentes. O investimento em Guo Hangjiang surgiu exatamente dessa forma: o projeto ganhou tração na comunidade de desenvolvedores, chamou a atenção de especialistas e, consequentemente, atraiu capital.

    Este modelo inverte a lógica tradicional: primeiro a tecnologia prova seu valor na comunidade, e só depois o capital aparece.

    O impacto da IA no empreendedorismo

    Histórias como a de Guo Hangjiang reforçam a tese de que a era da inteligência artificial pode ser também a era das empresas de uma pessoa só.

    Com IAs capazes de auxiliar na escrita de código, design de interfaces, análise de dados e automação de processos, um único fundador pode conceber e lançar produtos que antes demandariam equipes inteiras. Isso não extingue a necessidade de grandes empresas, mas acelera significativamente o nascimento de novas ideias e potenciais negócios.

    O que aprender com essa revolução

    A geração atual de estudantes universitários está em uma posição privilegiada para capitalizar essa transformação. Nunca foi tão acessível aprender tecnologia, criar produtos digitais e testar ideias em escala global.

    Para navegar neste novo cenário, é fundamental uma mentalidade adaptada, com menos foco em carreiras tradicionais e mais ênfase em:

    • Criatividade
    • Domínio da tecnologia
    • Pensamento crítico
    • Capacidade de experimentar rapidamente

    O futuro do trabalho, para muitos jovens, passará menos por encontrar um emprego e mais por criar algo novo. A história de Guo Hangjiang, que desenvolveu uma IA em 10 dias e atraiu milhões em investimento, é uma prova de que o futuro pertence àqueles que aprendem a pensar, criar e inovar com agilidade. A jornada para se destacar nesse novo mercado pode começar agora.

  • LIIARES: Inscrições abertas para projetos de pesquisa em Inteligência Artificial aplicadas ao Sistema de Justiça

    LIIARES: Inscrições abertas para projetos de pesquisa em Inteligência Artificial aplicadas ao Sistema de Justiça

    LIIARES: Inscrições abertas para projetos de pesquisa em Inteligência Artificial aplicadas ao Sistema de Justiça

    A Escola Superior da Magistratura Tocantinense (Esmat), por meio do seu Laboratório Interdisciplinar de Inteligência Artificial (LIIARES), abriu nesta terça-feira, 10 de março, as inscrições para a seleção de projetos de pesquisa focados no uso da Inteligência Artificial (IA) aplicada ao Sistema de Justiça. As inscrições seguem até o dia 26 de março, oferecendo uma oportunidade única para o desenvolvimento de soluções inovadoras.

    Em parceria com a Fundação de Apoio Científico e Tecnológico do Tocantins (Fapto), foram publicados dois editais com o objetivo de impulsionar propostas de pesquisa, desenvolvimento e inovação. A iniciativa visa não apenas aprimorar a prestação jurisdicional, mas também fomentar o desenvolvimento de ferramentas tecnológicas para a gestão pública e expandir metodologias de formação digital.

    Objetivos da iniciativa

    O principal intuito do LIIARES e da Fapto é estreitar o laço entre a pesquisa acadêmica e os desafios práticos enfrentados pelas instituições. A meta é estimular a criação de soluções que otimizem processos judiciais e administrativos, além de fortalecer as estratégias de transformação digital já em curso no Judiciário.

    Projetos com bolsa de pesquisa

    Serão selecionados sete projetos que receberão bolsas de pesquisa com duração de até 12 meses. As vagas são destinadas a pesquisadores vinculados a programas de pós-graduação, distribuídas da seguinte forma:

    • Três vagas para doutorado
    • Duas vagas para mestrado
    • Duas vagas para pós-graduação lato sensu

    Os valores das bolsas podem atingir até R$ 3.500,00 mensais, variando conforme a categoria acadêmica. Para se candidatar a uma bolsa, os interessados devem consultar o Edital nº 011 da Fapto, de 2026.

    Projetos na modalidade voluntária

    Adicionalmente às vagas remuneradas, o processo seletivo contempla a escolha de quatro projetos na modalidade voluntária. Pesquisadores que optarem por esta modalidade terão acesso a apoio técnico-operacional do LIIARES para o desenvolvimento de suas propostas. As regras específicas para esta modalidade estão detalhadas no Edital nº 043, de 2026.

    Áreas temáticas contempladas

    As propostas de pesquisa devem abordar áreas cruciais para o uso ético e eficaz da Inteligência Artificial no contexto jurídico e administrativo. Entre os temas prioritários estão:

    • Aplicação da IA em processos judiciais e administrativos
    • Governança de dados e algoritmos
    • Ferramentas de apoio à decisão judicial
    • Educação judicial mediada por tecnologias
    • Inovação responsável
    • Inclusão digital no Judiciário

    Projetos que investiguem os impactos sociais e os aspectos de desenvolvimento sustentável relacionados a tecnologias emergentes também serão considerados.

    Como se inscrever

    As inscrições para o processo seletivo devem ser realizadas exclusivamente pelo Sistema de Gestão de Concursos (SGC) da Esmat. O prazo final para submissão das propostas é 26 de março.

    A previsão para a divulgação do resultado final é 28 de abril, com o início das atividades dos projetos selecionados agendado para 5 de maio.

    Para mais informações ou esclarecimento de dúvidas, o contato pode ser feito pelo e-mail oficial do laboratório.

  • CANAL+ e Google Cloud firmam parceria estratégica em IA para revolucionar entretenimento

    CANAL+ e Google Cloud firmam parceria estratégica em IA para revolucionar entretenimento

    CANAL+ e Google Cloud anunciam parceria estratégica focada em inteligência artificial

    CANAL+ e Google Cloud revelaram hoje uma nova parceria multianual centrada em inteligência artificial. A partir de junho de 2026, a CANAL+ implementará as mais recentes tecnologias de IA generativa da Google Cloud nos mercados europeus e africanos onde o aplicativo CANAL+ está disponível, inaugurando uma nova era de possibilidades criativas para o grupo.

    Esta colaboração visa otimizar as recomendações de conteúdo e impulsionar a criatividade em vídeo, marcando um passo significativo para o futuro da indústria de entretenimento. A iniciativa responde à crescente demanda por experiências de entretenimento personalizadas e à necessidade de ferramentas inovadoras na produção audiovisual.

    Experiência de entretenimento sob medida com indexação de vídeo por Google Cloud

    Utilizando as tecnologias da Google Cloud, a CANAL+ irá acelerar a indexação de vídeo de seu extenso acervo de conteúdos. Essa nova classificação de conteúdo fornecerá ao grupo global de mídia e entretenimento um banco de dados multimodal aprofundado, combinando dados de som, vídeo e texto.

    Essa granularidade aumentada na classificação de conteúdo permitirá recomendações de vídeos mais inteligentes e personalizadas na página inicial do aplicativo CANAL+. O objetivo é corresponder às preferências de cada assinante com base em seus hábitos de visualização, facilitando a descoberta de novos conteúdos de seu agrado.

    O banco de dados multimodal de conteúdo de vídeo da CANAL+ abre caminho para uma ampla gama de oportunidades, desde a descoberta aprimorada de conteúdo até modelos de negócios inteiramente novos.

    Uma nova fronteira criativa impulsionada pela inovação

    A CANAL+ também alavancará a Veo3, nova tecnologia de vídeo genAI do Google, para fornecer a seus parceiros de produção e equipes criativas ferramentas que desbloquearão as ambições criativas de seus talentos. Exemplos incluem a pré-visualização de uma cena antes de filmá-la ou a recriação de momentos históricos a partir de uma única foto de arquivo.

    A parceria garante um ambiente técnico altamente seguro, onde direitos e propriedade de ativos são profundamente protegidos. Utilizando essas ferramentas e plataforma, os parceiros da CANAL+ terão controle total sobre suas decisões de produção e editorial, com oportunidades para experimentar novas abordagens, garantindo o controle de custos graças a ciclos de experimentação significativamente mais curtos.

    “Estamos entusiasmados em alavancar as tecnologias de IA mais avançadas da Google Cloud para impulsionar a inovação técnica da CANAL+. Construindo sobre uma colaboração de longa data com o Google, esta parceria estratégica abre caminho para possibilidades ilimitadas. A indexação de vídeo de conteúdo para a CANAL+ em escala nos dá uma vantagem significativa, permitindo-nos oferecer uma descoberta mais aguçada e jornadas personalizadas verdadeiramente aprimoradas no aplicativo CANAL+ em todos os nossos mercados. A criatividade é a pedra angular da produção de conteúdo da CANAL+. Estamos animados para expandir os limites criativos, fornecendo aos criadores ferramentas que permitem cenas de vídeo geradas por IA, impossíveis de produzir usando métodos tradicionais”, afirmou Stéphane Baumier, Chief Technology Officer da CANAL+.

    “A indústria do entretenimento está em um ponto de inflexão crucial, onde a interseção entre criatividade e poder computacional define a liderança de mercado. Nossa colaboração aprofundada com a CANAL+ é uma prova de uma cultura compartilhada de inovação implacável. Ao alavancar as tecnologias de IA generativa da Google Cloud, a CANAL+ não está apenas adotando ferramentas; está arquitetando o futuro da mídia e transformando fundamentalmente o cenário do entretenimento em escala global”, disse Matt Renner, President, Chief Revenue Officer – Google Cloud.

    Fundada há 40 anos como um canal de TV por assinatura francês, a CANAL+ é agora uma empresa global de mídia e entretenimento. Em 22 de setembro de 2025, a CANAL+ confirmou o controle efetivo do MultiChoice Group e iniciou o processo de integração. O novo grupo combinado possui 40 milhões de assinantes em todo o mundo, opera em mais de 70 países e emprega aproximadamente 17.000 pessoas.

  • Associação de Empresários Católicos e OAB-RJ promovem simpósio sobre Inteligência Artificial

    Associação de Empresários Católicos e OAB-RJ promovem simpósio sobre Inteligência Artificial

    Associação de Empresários Católicos e OAB-RJ promovem simpósio sobre Inteligência Artificial

    A Associação de Empresários Católicos e a Ordem dos Advogados do Brasil, Seção Rio de Janeiro (OAB-RJ) estão promovendo um importante simpósio sobre o uso da Inteligência Artificial (IA) e suas implicações na sociedade contemporânea. O evento, com o tema “Políticas Públicas de Uso da Inteligência Artificial para a Promoção de Fins Sociais”, teve início no dia 9 de março e segue até quinta-feira, 12 de março, das 9h às 12h, na sede da OAB-RJ, localizada na Av. Marechal Câmara, 150, Centro, no Salão Nobre Antônio Modesto da Silveira.

    O objetivo central deste encontro é promover uma reflexão profunda sobre a influência e os diversos impactos do uso da Inteligência Artificial em nosso cotidiano. A discussão abrange desde a economia e a justiça até setores essenciais como saúde, política e educação, buscando entender como essa tecnologia molda o presente e o futuro.

    O papel das instituições no debate sobre IA

    O simpósio reúne membros de instituições comprometidas com o desenvolvimento de políticas públicas para o uso da IA no Brasil. A Associação de Empresários Católicos representa o empresariado cristão, pautado por uma visão de economia humanizada, onde a inovação e a ética são pilares fundamentais. Por outro lado, a OAB-RJ, como representante do ecossistema jurídico, enfatiza a necessidade de regulação e da defesa de direitos, buscando a construção de um marco legal equilibrado para a IA.

    A Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) também contribui ativamente, trazendo o olhar da academia. A instituição colabora com pesquisas, pensamento crítico e a formação de profissionais capacitados para enfrentar os dilemas éticos, sociais e técnicos inerentes à ferramenta de IA.

    Propostas em discussão para um futuro com IA

    Durante o evento, diversas propostas foram apresentadas e estão em debate. Algumas das iniciativas em destaque incluem:

    • Educação digital inclusiva, visando democratizar o acesso ao conhecimento tecnológico.
    • A aplicação da IA na saúde pública, com foco em diagnósticos precoces e gestão eficiente de recursos.
    • O desenvolvimento de justiça digital transparente, com o uso responsável de algoritmos para auxiliar processos.
    • A promoção da inclusão social e acessibilidade, utilizando a IA para reduzir desigualdades.
    • Garantir transparência e responsabilidade algorítmica, assegurando que as decisões automatizadas sejam explicáveis e auditáveis.

    IA a serviço da justiça social e dignidade humana

    O encontro também aborda temas relevantes como as Mudanças Climáticas e a Prevenção de Catástrofes. De forma consistente, o simpósio aponta para a Inteligência Artificial como uma poderosa ferramenta de eficiência, capaz de servir à justiça social e promover a dignidade humana.

    Painel de abertura e programação do simpósio

    O painel de abertura, com o tema “Políticas Públicas de Uso da Inteligência Artificial”, contou com a participação de personalidades como Elmair Neto (Presidente da Associação de Empresários Católicos), Graziela Bonfim (Presidente da Comissão de IA da OAB-RJ), William Rocha (Diretor de Inclusão Digital e Inovação da OAB-RJ), além de Alberto Gallo, Daniel Andrade, Gustavo Robichez, Flávio Maranhão, Léo Farias, Thales Vital Brasil, Felipe Machado e Marcus Mendonça.

    As atividades do simpósio continuam com debates relevantes nos dias subsequentes. Abaixo, a programação detalhada:

    Dia 11 de março

    • 9h às 12h: IA: PREVENÇÃO DE CATÁrofes E INDÚSTRIA DE ÓLEO E GÁS
    • 14h às 17h: IA: PROTEÇÃO DE DADOS E CIBERSEGURANÇA

    Dia 12 de março

    • 9h às 12h: IA: ECA DIGITAL
    • 14h às 17h: IA: ECONOMIA CRIATIVA E PUBLICIDADE

    Este simpósio representa um marco importante na discussão sobre o futuro da Inteligência Artificial no Brasil, promovendo um diálogo essencial entre diferentes setores da sociedade para garantir um desenvolvimento ético e benéfico para todos.

  • O novo chip que pode mudar a corrida da inteligência artificial

    O novo chip que pode mudar a corrida da inteligência artificial

    A corrida pela inteligência artificial (IA) é frequentemente vista como uma batalha de software, focada em modelos maiores e algoritmos aprimorados. No entanto, uma camada fundamental dessa revolução reside nos chips que viabilizam a IA. Pesquisadores em Sydney, Austrália, apresentaram um avanço significativo nessa área: um novo tipo de chip que integra componentes eletrônicos e fotônicos.

    Essa inovação promete maior controle sobre o fluxo de informação dentro do hardware, ampliando drasticamente a capacidade de processamento. Essencialmente, sem novas arquiteturas de chips, a expansão da IA pode encontrar limites intransponíveis. O desenvolvimento apresentado em Sydney aborda diretamente esse gargalo computacional.

    O gargalo da inteligência artificial: infraestrutura sob pressão

    A ascensão meteórica da IA generativa impôs uma demanda sem precedentes sobre a infraestrutura computacional global. Treinar e operar modelos de IA avançados requer centros de dados massivos, consome quantidades elevadas de energia e depende de chips especializados cada vez mais caros.

    Atualmente, um pequeno grupo de empresas, como Nvidia e AMD, domina esse mercado, criando uma dependência tecnológica significativa. Em resposta a essa realidade, laboratórios e universidades ao redor do mundo buscam reinventar o hardware da IA. O chip de Sydney, ao consolidar diferentes tecnologias em um único circuito, visa aumentar a largura de banda e a eficiência do processamento, permitindo mais capacidade de IA com menos limitações.

    Chips como epicentro da geopolítica tecnológica

    Enquanto a disputa tecnológica da década passada se concentrava em aplicativos e plataformas, o foco atual deslocou-se para a infraestrutura de computação. Os chips estão no centro dessa nova dinâmica.

    Diversos países e blocos econômicos estão investindo pesadamente. Os Estados Unidos, por exemplo, subsidiam sua indústria de semicondutores com bilhões de dólares. A China busca autonomia tecnológica com investimentos agressivos, a Europa tenta reestruturar sua cadeia produtiva, e a Austrália, junto a universidades globais, acelera pesquisas em novas arquiteturas de hardware. A razão é clara: quem detém o controle dos chips, dita o ritmo da inovação em IA.

    Hardware e software: a dança da evolução em IA

    Há uma percepção equivocada de que a evolução da inteligência artificial depende unicamente do software. Contudo, a história da computação demonstra que os saltos tecnológicos mais significativos ocorrem quando hardware e software avançam em conjunto.

    Exemplos históricos incluem as GPUs, que viabilizaram o deep learning; os chips móveis, que impulsionaram a economia dos smartphones; e os processadores especializados para data centers. Agora, a IA entra em uma nova fase onde inovações em chips podem redefinir o escopo do que é tecnologicamente possível construir.

    O impacto imensurável das novas arquiteturas de chips

    A consolidação de novas arquiteturas de chips trará consequências profundas para o avanço da IA. Espera-se um processamento mais rápido, um menor consumo de energia e a possibilidade de aplicações em escalas muito maiores.

    Isso abre caminho para o surgimento de novos dispositivos inteligentes em nosso cotidiano. A próxima geração de produtos digitais, de carros autônomos a robôs industriais, poderá depender diretamente de avanços como o chip desenvolvido em Sydney. A disputa, portanto, transcenderá as empresas de software, englobando também aquelas que constroem a infraestrutura tecnológica subjacente.

    O que líderes precisam compreender sobre a base da IA

    Atualmente, muitas empresas discutem IA focando apenas no nível da aplicação: chatbots, automação e assistentes virtuais. No entanto, a transformação mais profunda está ocorrendo na base tecnológica. Compreender essa mudança precocemente permite a tomada de decisões estratégicas mais assertivas em relação a investimentos, parcerias com fornecedores, desenvolvimento de produtos e adaptação de modelos de negócio.

    A inteligência artificial não é apenas uma ferramenta; está se consolidando como a infraestrutura fundamental da próxima economia. Quem entender a evolução dessa base tecnológica, como a apresentada no desenvolvimento de novos chips, estará mais preparado para os desafios e oportunidades futuras.

  • OpenAI lança compras no ChatGPT: nova era do e-commerce

    OpenAI lança compras no ChatGPT: nova era do e-commerce

    OpenAI revoluciona e-commerce com compras diretas no ChatGPT

    A OpenAI deu um passo ousado ao integrar a funcionalidade de compras diretamente em sua plataforma de inteligência artificial, o ChatGPT. O lançamento do Instant Checkout permite que usuários americanos finalizem transações sem sair da interface de conversação, marcando o início de uma nova era para o e-commerce impulsionado pela IA.

    Essa inovação transforma a maneira como as compras online são realizadas. Em vez de navegar por múltiplos sites e páginas, os consumidores podem agora descobrir e adquirir produtos durante uma conversa natural com a IA. O sistema sugere itens relevantes e, com um simples clique no botão “Buy”, o usuário revisa os detalhes e efetua o pagamento instantaneamente.

    Como funciona o sistema de compras do ChatGPT

    O Instant Checkout foi desenvolvido com o protocolo Agentic Commerce Protocol, agora disponível como código aberto para facilitar a adoção por varejistas. Inicialmente, o sistema conta com:

    • Vendedores do Etsy já integrados.
    • Mais de 1 milhão de comerciantes Shopify com integração em breve.
    • Integração simplificada para merchants do Stripe com poucas alterações de código.

    A OpenAI implementou um modelo de receita baseado em taxas sobre as vendas concluídas, mantendo o ranking de produtos estritamente orgânico e baseado na relevância. Esta iniciativa posiciona a gigante da IA em um novo fluxo de receita significativo e sinaliza um ponto de inflexão na era do comércio com IA agêntica, onde conversas se traduzem diretamente em vendas.

    Parceria OpenAI e Stripe revoluciona o e-commerce

    A colaboração estratégica entre OpenAI e Stripe foi fundamental para a criação da infraestrutura por trás do Instant Checkout. O Stripe fornece a tecnologia de processamento de pagamentos, garantindo transações seguras e eficientes diretamente no ChatGPT. Essa parceria elimina o atrito tradicional do e-commerce, proporcionando:

    • Uma experiência unificada de descoberta, avaliação e compra.
    • Segurança robusta no processamento de pagamentos.
    • Escalabilidade para milhões de comerciantes.

    Essa abordagem representa uma mudança fundamental no comportamento de compra. Em vez de visitar plataformas tradicionais, consumidores podem agora comprar produtos durante diálogos naturais, redefinindo o conversational commerce para torná-lo mais intuitivo e personalizado.

    Impacto da IA no futuro das vendas online

    A integração da IA no e-commerce está transformando a forma como os consumidores descobrem, avaliam e compram produtos. A era do comércio agêntico vê assistentes de IA atuando como consultores de vendas personalizados, substituindo a navegação manual por experiências conversacionais inteligentes. O ChatGPT processando compras diretamente nas conversas é um marco dessa mudança.

    As principais transformações incluem:

    • Personalização extrema: IA analisa contexto e preferências em tempo real.
    • Redução de atrito: Eliminação de múltiplos cliques e redirecionamentos.
    • Recomendações contextuais: Sugestões baseadas no fluxo da conversa.
    • Novos modelos de receita: Plataformas de IA cobrando taxas sobre transações.

    Essa evolução pode impactar significativamente grandes players como a Amazon, que precisarão repensar suas estratégias. O futuro das vendas online provavelmente será dominado por interfaces conversacionais que compreendem intenções implícitas e oferecem soluções personalizadas, tornando cada interação com IA uma potencial oportunidade comercial.

    Nota: Embora o contexto mencione o Claude Sonnet 4.5 da Anthropic e novas ferramentas de IA para criação de conteúdo, essas informações não estão diretamente relacionadas ao lançamento do Instant Checkout do ChatGPT e, portanto, foram omitidas para manter o foco no tema principal.

  • A inteligência artificial encerrou a liderança inovadora?

    A inteligência artificial encerrou a liderança inovadora?

    A inteligência artificial encerrou a liderança inovadora?

    A figura do líder inovador, aquele que molda o futuro através de ideias disruptivas e narrativas convincentes, parece estar em declínio. Pelo menos é o que sugere uma análise sobre o impacto da inteligência artificial (IA) neste cenário. Décadas dedicadas à interseção entre inovação e comunicação, construção e venda de empresas, e a publicação de obras relevantes parecem perder espaço para a ascensão de novas tecnologias.

    A discussão levanta um ponto crucial: será que a IA, com sua capacidade de gerar conteúdo e análises em escala, está realmente suplantando a necessidade e o valor da liderança inovadora tradicional? A velocidade com que a IA avança e se integra a diversos setores levanta questionamentos sobre o futuro da criatividade e da influência humana no mercado.

    O declínio da categoria

    Por métricas convencionais, a liderança inovadora é caracterizada por uma trajetória de sucesso em empreendedorismo, escrita e contribuições para o debate público. Indivíduos que construíram carreiras sólidas nessa área, como o autor que compartilha sua perspectiva, observam uma mudança significativa. A capacidade de quebrar paradigmas e reiniciar ciclos de inovação, antes distintivos, agora enfrenta um novo concorrente.

    Este cenário levanta a questão: o que define, em 2026, um verdadeiro líder inovador? A influência e a capacidade de moldar o pensamento do mercado parecem estar sendo redefinidas pela própria tecnologia que se propõe a auxiliar ou substituir certas funções criativas.

    O papel da inteligência artificial

    A IA não é apenas uma ferramenta de automação; ela se tornou uma criadora de conteúdo capaz de replicar estilos, analisar tendências e até mesmo propor novas ideias. Essa capacidade massiva e rápida de processamento de informações desafia a exclusividade humana na geração de insights e na comunicação de visões de futuro.

    É nesse contexto que a liderança inovadora, como tradicionalmente concebida, encontra seu maior desafio. A dificuldade reside em manter a relevância e o impacto quando a própria tecnologia pode gerar textos, propostas e análises que antes eram exclusividade de especialistas humanos. A publicação na Harvard Business Review, onde este tema é discutido, reforça a seriedade e a abrangência dessa transformação.

    O futuro da influência

    A questão que permanece é se a inteligência artificial representa o fim da liderança inovadora ou apenas uma evolução de sua prática. Talvez a nova liderança inovadora não seja sobre a produção solitária de ideias, mas sobre a orquestração inteligente de ferramentas de IA, combinando a criatividade humana com a capacidade analítica e de geração de conteúdo das máquinas.

    O futuro exigirá uma adaptação. Líderes inovadores precisarão demonstrar não apenas originalidade, mas também a habilidade de navegar e alavancar o poder da IA, transformando o desafio tecnológico em uma nova fronteira para a inovação e a influência.

  • CIEMG impulsiona negócios com imersão prática em Inteligência Artificial

    CIEMG impulsiona negócios com imersão prática em Inteligência Artificial

    CIEMG impulsiona negócios com imersão prática em Inteligência Artificial

    Em 20 de março de 2026, o Centro Industrial e de Tecnologia (CIEMG) realizará um evento transformador em sua sede, em Contagem-MG. A capacitação foca na aplicação prática da Inteligência Artificial (IA), visando remodelar a forma como profissionais gerenciam dados, implementam automação e definem estratégias de negócio.

    O curso de “Imersão em IA” promete ser um divisor de águas para empresas e seus colaboradores. Ao longo de 8 horas, os participantes mergulharão no universo da IA generativa, explorando seu potencial em áreas cruciais como marketing, vendas, criação de conteúdo e otimização de processos. A proposta é clara: tirar a teoria do papel e aplicá-la diretamente no dia a dia corporativo.

    Transformação digital ao alcance das mãos

    Esta imersão é desenhada para profissionais de diversos setores que buscam um salto em produtividade e inovação. O diferencial está na abordagem prática, onde a experiência real com as ferramentas de IA será o foco principal, permitindo que os participantes saiam com conhecimentos aplicáveis imediatamente.

    A condução do treinamento estará a cargo de Jony Lan, um especialista com mais de 25 anos de trajetória em Estratégia, Inovação e Inteligência Artificial. Lan possui um histórico notável por liderar transformações digitais e fundar startups de sucesso, como a iMedicina, consolidando-se como uma referência em marketing digital.

    Posicionando o CIEMG na vanguarda da tecnologia

    O objetivo da “Imersão em IA” é reforçar a posição do CIEMG como um polo de capacitação em inovação tecnológica. Simultaneamente, oferecer aos participantes um arsenal de ferramentas para automatizar tarefas, gerar conteúdo de forma eficiente e, consequentemente, impulsionar a performance dos negócios.

    Esta iniciativa representa uma oportunidade ímpar para profissionais que desejam entender como a Inteligência Artificial pode se tornar um diferencial competitivo indispensável no mercado atual.

    Serviço: Imersão em IA

    • Data: 20 de março de 2026
    • Horário: 08h30 às 17h30
    • Local: CIEMG – Av. Babita Camargos, 766, Cidade Industrial, Contagem/MG
    • Investimento: Associados: R$ 890,00 | Não Associados: R$ 1.369,00
    • Carga horária: 8 horas

    As inscrições podem ser realizadas através deste link. Para mais informações, entre em contato pelo WhatsApp: (31) 9 9847-7680 ou pelo e-mail: treinamentociemg@fiemg.com.br.