Autor: Iago Mendes

  • Instituto Motiva e co.liga: cursos gratuitos de IA para democratizar a tecnologia no Brasil

    Instituto Motiva e co.liga: cursos gratuitos de IA para democratizar a tecnologia no Brasil

    Instituto Motiva e co.liga lançam cursos gratuitos em inteligência artificial para democratizar o uso da tecnologia no Brasil

    Em uma iniciativa pioneira voltada para a democratização da tecnologia, o Instituto Motiva e a co.liga, escola digital da Fundação Roberto Marinho (FRM) e da Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI), anunciaram o lançamento de dois cursos digitais e gratuitos focados em Inteligência Artificial (IA) Generativa. A parceria, que conta com o apoio da concessionária Sorocabana, visa não apenas expandir o acesso a essa tecnologia transformadora para milhares de brasileiros, mas também fortalecer o letramento digital dentro da própria Motiva.

    O lançamento ocorre em um momento crucial, onde a busca por soluções de IA generativa para otimizar a produtividade tem crescido exponencialmente. Segundo o Google Trends, o tema figura entre os mais pesquisados, com diversas ferramentas ganhando popularidade, especialmente para uso em estudos e trabalho. Apesar desse avanço, a IA ainda é frequentemente percebida como uma concorrente em processos criativos. Diante deste cenário, os novos cursos buscam oferecer uma abordagem prática e crítica, explorando desde a experimentação de ferramentas de IA até sua aplicação estratégica na concepção e execução de projetos criativos.

    Cursos complementares para explorar o potencial da IA generativa

    As formações foram estruturadas em duas trilhas complementares, pensadas para atender tanto profissionais da área criativa quanto o público em geral interessado em compreender e utilizar a IA. Alzira Silva, supervisora de inclusão produtiva da Fundação Roberto Marinho, detalha a proposta:

    A vertical de Inteligência Artificial da co.liga nasce para ampliar repertórios, ferramentas e contextos de uso da IA generativa na criação de projetos criativos, combinando experimentação prática, pensamento crítico e autoria. A proposta se organiza em dois cursos complementares, que dialogam entre si e aprofundam diferentes dimensões do fazer criativo com tecnologia.

    O diferencial dessas formações, segundo Silva, é a adaptação da IA às oportunidades e desafios específicos da economia criativa. Renata Ruggiero, presidente do Instituto Motiva, complementa, destacando o potencial da IA para a melhoria da qualidade de vida:

    As soluções em inteligência artificial têm grande potencial para ampliar o acesso a novas oportunidades e reduzir desigualdades sociais e territoriais. Quando aplicada à mobilidade urbana, pode torná-la mais inclusiva, sustentável, rápida, confortável e segura, transformando o transporte em um direito efetivo e motor para a mobilidade social.

    Os cursos, disponíveis para qualquer pessoa com cadastro na plataforma coliga.digital, oferecem certificação e combinam experimentação prática com reflexão crítica, preparando os participantes para um uso estratégico, ético e consciente da IA. A metodologia “incluir para transformar”, que garante aprendizado gradual, e técnicas de Design Thinking foram aplicadas no desenvolvimento dos conteúdos, com consultoria da especialista Giselle Santos.

    Experimentação e aplicação prática em foco

    O primeiro curso, chamado “Experimentações Criativas com IA Generativa”, foca em apresentar as diversas possibilidades e limites da IA na criação. Os alunos são incentivados a testar diferentes ferramentas e a refletir sobre aspectos como o uso ético, a autoria e a acessibilidade da tecnologia.

    Já o segundo, “Criando um Projeto Criativo com IA Generativa”, aprofunda a aplicação da IA no desenvolvimento completo de um projeto criativo. A proposta é demonstrar como a inteligência artificial pode auxiliar no mapeamento de etapas, busca por referências, estruturação de ideias e testes de caminhos, sempre com ênfase na manutenção da autoria do criador.

    Giselle Santos, consultora no desenvolvimento dos cursos, ressalta que a IA gera desafios, mas também oportunidades significativas para a cultura e a criatividade. Ela aponta que a tecnologia pode:

    • Tornar obras mais acessíveis, reduzindo custos e facilitando recursos como legendagem e audiodescrição.
    • Agilizar, escalar e tornar mais eficiente o processo criativo e a curadoria.
    • Aumentar a rastreabilidade dos trabalhos com o uso de tecnologias como blockchain, que auxiliam no registro e acompanhamento da autoria.

    “A IA pode tornar as obras mais acessíveis, reduzindo custos de infraestrutura e facilitando recursos como legendagem e audiodescrição. O próprio processo de criação pode ficar mais ágil, escalável e eficiente, inclusive na curadoria. Além disso, a IA permite maior rastreabilidade dos trabalhos, com o uso de tecnologias como o blockchain, que ajudam a registrar e acompanhar a autoria. Ou seja, ela traz ganhos importantes de escala e organização para quem produz”, avalia Santos.

    Santos também alerta para a mudança na percepção sobre criatividade e produtividade:

    O risco não está na máquina criar, mas em supervalorizarmos o que é rápido e performático e deixarmos de lado a qualidade, a intenção e a responsabilidade autoral.

    Motiva: investimento estratégico em inovação e IA

    O lançamento destes cursos insere-se na estratégia da Motiva de acelerar investimentos em inovação, com a meta de destinar R$ 1 bilhão em projetos de IA até 2035, alinhada com os princípios da Indústria 5.0. Para impulsionar essa visão, a empresa estabeleceu um Comitê de Inovação, Digital e Inteligência Artificial e já aprovou um aporte de R$ 13 milhões para o desenvolvimento de Mínimos Produtos Viáveis (MVPs) em áreas como engenharia, inteligência de mercado e suprimentos.

    A iniciativa também envolve a criação de um hub de inovação & digital e de um Centro de Excelência (CoE) em Inteligência Artificial Generativa, reunindo 15 especialistas dedicados ao apoio dessas iniciativas. Anteriormente, em 2024, a Motiva lançou sua Jornada em Inteligência Artificial Generativa, visando incorporar a tecnologia em suas operações de mobilidade (rodovias, trens, metrôs, VLTs e aeroportos) para aumentar a eficiência e aprimorar a experiência do cliente.

    Como parte desse processo, um programa de letramento digital em IA Generativa, com apoio técnico e educacional da Microsoft, tem capacitado colaboradores para o uso seguro e produtivo da tecnologia. O treinamento aborda conceitos fundamentais, ética em IA e ferramentas como o M365 Copilot Chat Microsoft, promovendo a integração estruturada da IA no dia a dia da Companhia e fomentando uma cultura de inovação.

    Com a aposta em IA e na Indústria 5.0, a Motiva projeta oferecer serviços de mobilidade cada vez mais digitais, conectados e sustentáveis, visando também uma maior eficiência em sua estrutura de custos e alcançando a razão Opex/Receita Líquida de 28% em 2035.

  • DeepSeek alega margens de lucro “teóricas” de 545% | TechCrunch

    DeepSeek alega margens de lucro “teóricas” de 545% | TechCrunch

    DeepSeek alega margens de lucro “teóricas” de 545%

    A startup chinesa de inteligência artificial, DeepSeek, divulgou alegações de margens de lucro impressionantes para seus serviços online, alcançando um patamar de 545%. No entanto, esses números vêm acompanhados de uma ressalva crucial: a margem foi calculada com base em uma “receita teórica”, levantando questões sobre a realidade financeira atual da empresa.

    Em uma análise detalhada, a DeepSeek explicou sua estratégia focada em otimizar a taxa de transferência e reduzir a latência de seus modelos. Os dados apresentados, referentes a um período de 24 horas, hipotetizaram que, se todo o uso dos modelos V3 e R1 fosse tarifado pelo preço do R1, a receita diária atingiria US$ 562.027. O custo de aluguel das GPUs necessárias, por outro lado, seria de apenas US$ 87.072.

    O cálculo da margem teórica

    A DeepSeek reconhece que a receita real é significativamente menor. Diversos fatores contribuem para essa discrepância, como descontos oferecidos durante a noite, preços reduzidos para o modelo V3, e o fato de que apenas uma parte dos serviços é monetizada. O acesso à web e aos aplicativos da empresa permanece gratuito, o que impacta diretamente a receita.

    A própria empresa admite que, se o acesso não fosse gratuito ou se os descontos não existissem, o uso dos serviços provavelmente seria menor. Essa constatação sugere que os números divulgados são altamente especulativos, servindo mais como um indicativo do potencial futuro do que como um retrato do desempenho financeiro atual da DeepSeek.

    Contexto no mercado de IA

    Esses números foram compartilhados em um momento de intensos debates sobre os custos operacionais e a rentabilidade da inteligência artificial. Em janeiro, a DeepSeek já havia chamado a atenção por lançar um modelo que, segundo afirmado, rivalizava com o desempenho de um modelo da OpenAI em certos parâmetros. Notavelmente, esse desenvolvimento ocorreu a um custo consideravelmente menor e em meio a restrições comerciais dos EUA que limitam o acesso de empresas chinesas a chips de alta performance.

    O aplicativo da DeepSeek chegou a figurar no topo do ranking da App Store da Apple, superando momentaneamente o ChatGPT da OpenAI. Atualmente, contudo, a aplicação ocupa a sexta posição na categoria de produtividade, atrás de concorrentes como ChatGPT, Grok e Google Gemini.

  • Singapura precisa de mais construtores de IA, não apenas usuários, alerta oficial da AI Singapore

    Singapura precisa de mais construtores de IA, não apenas usuários, alerta oficial da AI Singapore

    Singapura precisa urgentemente priorizar a formação de profissionais capazes de construir sistemas de inteligência artificial, em vez de se concentrar unicamente em capacitar a força de trabalho para utilizar a tecnologia existente. Essa é a advertência de Leslie Teo, diretor sênior da AI Singapore, o programa nacional de pesquisa em IA do país.

    A estratégia atual de Singapura corre o risco de formar um grande número de usuários certificados de IA, mas falhar em desenvolver engenheiros e pesquisadores essenciais para projetar e criar novas tecnologias de IA. Essa preocupação surge em um momento em que empresas adotam ferramentas de IA em ritmo acelerado, ao mesmo tempo em que reduzem a contratação de pessoal em cargos de entrada, o que pode limitar as oportunidades para jovens trabalhadores adquirirem experiência técnica.

    O desafio da automação e a lacuna de talentos

    Leslie Teo destacou que a automação de tarefas rotineiras, impulsionada pela IA, está cada vez mais substituindo o trabalho antes realizado por funcionários juniores. Consequentemente, as empresas podem oferecer menos oportunidades para recém-formados desenvolverem as habilidades práticas necessárias para se tornarem desenvolvedores de IA.

    “Funcionários juniores são baratos. A IA é mais barata, embora”, afirmou Teo em entrevista ao The Business Times. Ele sugere que, para garantir um fluxo contínuo de construtores de IA, os governos podem precisar tratar o treinamento no início de carreira como um bem público.

    Investimentos e desafios globais em IA

    Singapura tem se comprometido com mais de S$ 1 bilhão para fortalecer sua posição como um centro global de IA. Esse investimento faz parte de um esforço mundial para desenvolver capacidades domésticas de IA, em uma competição acirrada entre países para controlar a próxima geração de infraestrutura tecnológica.

    No entanto, Teo alertou que economias menores, como Singapura, enfrentam desafios particulares para acompanhar grandes potências como os Estados Unidos e a China. Esses países investem maciçamente em pesquisa de IA, infraestrutura de computação e talentos técnicos.

    Adaptando o treinamento à velocidade da IA

    O principal mecanismo de treinamento de força de trabalho em Singapura é o programa SkillsFuture, que subsidia cursos ao longo da carreira dos cidadãos. Em 2025, cerca de 606.000 pessoas participaram de treinamentos apoiados pelo programa.

    Apesar disso, Teo apontou que os programas de treinamento muitas vezes lutam para acompanhar o rápido desenvolvimento da IA. Os processos de aprovação de cursos, por exemplo, podem levar anos, tornando difícil a atualização do conteúdo para refletir os avanços mais recentes.

    O futuro competitivo de Singapura

    Singapura também está investindo em iniciativas para construir capacidades domésticas de IA, como o desenvolvimento do Sea-LION, um modelo de linguagem regional projetado para o Sudeste Asiático.

    Em última análise, Teo argumenta que a competitividade de longo prazo de Singapura dependerá de sua capacidade de cultivar pessoas que possam moldar sistemas de IA, e não apenas utilizá-los. A ênfase deve ser na criação de talentos que possam inovar e desenvolver as próximas gerações de tecnologia de inteligência artificial.

  • Anúncio de aplicativo de edição por IA que prometia ‘remover tudo’ é banido no Reino Unido

    Anúncio de aplicativo de edição por IA que prometia ‘remover tudo’ é banido no Reino Unido

    Anúncio de aplicativo de edição por IA que prometia ‘remover tudo’ é banido no Reino Unido

    Um anúncio de um aplicativo de edição de vídeo e imagem, que sugeria a possibilidade de remover digitalmente roupas de mulheres, foi proibido pelo órgão regulador de publicidade do Reino Unido. A publicidade, veiculada no YouTube para o aplicativo PixVideo – AI Video Maker em janeiro, apresentava uma imagem de “antes” e “depois” de uma jovem. Na imagem de “antes”, uma área do abdômen da mulher estava coberta por um rabisco vermelho, que, na imagem “depois”, revelava partes de sua pele exposta. Um texto na parte inferior da imagem afirmava: “Apague tudo”, seguido por um emoji de coração nos olhos.

    Oito pessoas apresentaram queixas à Autoridade de Padrões Publicitários (ASA) do Reino Unido, alegando que o anúncio sexualizava e objetificava mulheres, além de ser irresponsável, ofensivo e prejudicial. A ASA informou que não foi determinada se a imagem no anúncio era de uma pessoa real ou gerada por IA, pois essa avaliação não fez parte da investigação.

    O que diz a regulamentação e a empresa

    Apesar de a PixVideo não permitir o uso de seus recursos para criar conteúdo sexualmente explícito, a ASA considerou que os espectadores poderiam ter a impressão de que o aplicativo possibilitava tal uso. Em um comunicado, a agência afirmou: “Como o anúncio implicava que os espectadores poderiam usar um aplicativo para remover a roupa de uma mulher, consideramos que ele condonava a alteração digital e a exposição de corpos de mulheres sem o consentimento delas”.

    A agência acrescentou ainda que o anúncio era “irresponsável, incluía um estereótipo de gênero prejudicial e era provável que causasse sérias ofensas”. A Saeta Tech, proprietária da PixVideo, reconheceu que o anúncio poderia causar ofensa, mas atribuiu a culpa à sua apresentação e mensagem, em vez do uso pretendido do produto. A empresa declarou que proíbe a criação de conteúdo nu ou sexualmente explícito e possui ferramentas automatizadas de detecção e bloqueio para prevenir a geração de tais imagens.

    A Saeta Tech concordou em não exibir mais o anúncio e suspendeu toda a publicidade enquanto realiza uma revisão interna. Esta decisão ocorre em um contexto de crescente preocupação com aplicativos que “desvestem” mulheres e meninas sem consentimento. Em janeiro, o chatbot Grok, de Elon Musk, foi utilizado para inundar a plataforma X com imagens sexualizadas.

    O governo do Reino Unido anunciou em dezembro de 2025 que tornaria ilegal a criação e o fornecimento de ferramentas de IA que permitissem aos usuários editar imagens para remover aparentemente as roupas de alguém. As novas infrações se basearão nas regras existentes em torno de deepfakes sexualmente explícitos e abuso de imagens íntimas.

  • Maioria das empresas europeias usa IA, mas startups alertam sobre desafios de escala

    Maioria das empresas europeias usa IA, mas startups alertam sobre desafios de escala

    Maioria das empresas europeias adota inteligência artificial

    Um marco significativo foi alcançado no continente europeu: mais da metade das empresas, especificamente 54%, já utiliza inteligência artificial (IA) em suas operações. Este número representa um aumento substancial em relação aos 33% registrados há dois anos. Contudo, apesar da rápida adoção, a pesquisa “Unlocking Europe’s AI Potential”, que analisou 17.000 negócios em toda a Europa, aponta que a maioria ainda não explorou todo o potencial transformador da tecnologia.

    A pesquisa revela um cenário de rápida implementação, mas alerta para uma potencial oportunidade perdida. Enquanto a adoção básica de IA cresceu consideravelmente, o uso de IA avançada – que envolve a integração em processos centrais, desenvolvimento de soluções customizadas e implementação de sistemas autônomos – avançou apenas um ponto percentual, atingindo 22%. Empresas que utilizam IA de forma avançada relatam ganhos de produtividade 55% maiores em comparação com aquelas que se limitam ao uso básico.

    O hiato entre adoção e transformação

    A diferença entre a adoção de IA e a transformação efetiva impulsionada por ela é cada vez maior. A transição de usuários básicos para avançados é crucial, pois poderia destravar aproximadamente €191 bilhões em Valor Bruto Adicionado (GVA) para a Europa. Esse diferencial é ainda mais evidente quando se observa a IA agentic, capaz de planejar e executar fluxos de trabalho complexos de forma autônoma, reduzindo ciclos de inovação de anos para meses. No entanto, apenas 24% das empresas europeias conhecem a IA agentic, e somente 3% dessas a implementaram.

    “Ciclos de inovação que antes levavam uma década agora se desenrolam em meses. Para acompanhar o ritmo, a Europa deve agir com a velocidade e a ambição que demonstrou ao longo de sua história.” – Tanuja Randery, Managing Director para Europa, Oriente Médio e África na AWS.

    Os primeiros a adotar essas tecnologias experimentam tomada de decisão mais ágil, maior eficiência operacional e melhor escalabilidade. A expectativa é que esses benefícios se multipliquem à medida que a tecnologia amadurece.

    Desafios que impedem a escalada da IA na Europa

    As empresas europeias identificaram obstáculos claros que freiam a adoção mais profunda e a escalabilidade da IA:

    • Complexidade regulatória: Navegar por 27 diferentes estruturas regulatórias na Europa consome 42% dos gastos totais com tecnologia em conformidade. Oito em cada dez empresas viram seus custos de compliance aumentarem nos últimos três anos, recursos que poderiam ser investidos em inovação.
    • Lacuna de habilidades: A falta de conhecimento em IA nas equipes de trabalho, sistemas educacionais e liderança é um entrave fundamental. Metade das empresas aponta essa carência como um obstáculo, e aquelas que a reportam têm 35% menos chances de serem adotantes avançadas de IA.
    • Acesso a financiamento: Quatro em cada dez empresas não possuem um orçamento dedicado para IA, e um quinto relata incentivos limitados ou falta de suporte externo para inovar. O acesso a capital e a confiança para implementá-lo permanecem desafios continentais.

    Startups: o sinal de alerta antecipado da Europa

    As startups europeias, muitas vezes na vanguarda da inovação, sinalizam um risco iminente. Cerca de 38% delas considerariam mudar sua base para fora da Europa para escalar, um número que sobe para 51% entre as startups de maior crescimento. A perda desses negócios significaria a evasão de empresas mais preparadas para a IA de próxima geração, incluindo a IA agentic – 78% das startups se dizem prontas para essas ferramentas, comparado a apenas 19% das empresas em geral.

    A saída de empresas de ponta pode levar à perda de talentos, cadeias de suprimentos, investimentos futuros e a próxima geração de líderes tecnológicos na Europa.

    Um plano para acelerar o futuro da IA na Europa

    A Europa possui os pilares para liderar na IA: pesquisa de classe mundial, um setor de tecnologia avaliado em quase US$ 4 trilhões e aproximadamente 40.000 empresas de tecnologia financiadas. Para impulsionar a transformação, três ações são propostas:

    1. Setor público como principal adotante de IA: Governos que implementarem IA em serviços públicos e simplificarem a aquisição pública podem facilitar a implantação de soluções por startups, scale-ups e PMEs.
    2. Incentivar o investimento em IA: Simplificar o acesso ao capital de crescimento, oferecer incentivos governamentais para empresas que escalam a partir da Europa e reformular regras baseadas em tamanho para não penalizar empresas em crescimento.
    3. Construir prontidão para IA: Integrar a alfabetização em IA nos sistemas educacionais, apoiar parcerias público-privadas para requalificação da força de trabalho e fornecer fundos dedicados para ajudar empresas a desenvolverem estratégias de IA.

    A AWS tem se comprometido a apoiar esses esforços, com investimentos como $1 bilhão em créditos de nuvem para startups de IA generativa e $100 milhões ao longo de cinco anos para iniciativas educacionais focadas em IA e computação em nuvem. A janela para agir está se fechando. As empresas europeias abraçaram a IA, mas agora necessitam das condições e da confiança para se transformarem junto com ela.

  • China abraça OpenClaw, agente de IA, mas governo mostra cautela

    China abraça OpenClaw, agente de IA, mas governo mostra cautela

    China abraça OpenClaw, agente de IA, mas governo mostra cautela

    Em um lapso de apenas um mês, um assistente de inteligência artificial chamado OpenClaw emergiu como símbolo tanto do entusiasmo quanto da apreensão da China em relação ao potencial da IA. A ferramenta, que funciona como um agente virtual autônomo, provocou filas em Shenzhen, centro tecnológico chinês, e levou governos locais a oferecerem subsídios e incentivos para sua adoção.

    O fenômeno OpenClaw sublinha a corrida acirrada pela inteligência artificial que está remodelando o setor tecnológico chinês. Enquanto o governo investe bilhões para posicionar o país como uma superpotência em IA, o surgimento de ferramentas como o OpenClaw, conhecidas como agentes de IA, levanta questões sobre segurança e controle.

    O que é o OpenClaw e como funciona?

    Lançado há quatro meses, o OpenClaw rapidamente se tornou um dos projetos mais populares no GitHub, uma comunidade global de programadores. Diferente de chatbots convencionais que dependem de um único modelo de IA, o OpenClaw oferece flexibilidade ao rodar em diversas plataformas de IA.

    Instalado diretamente no computador do usuário, o agente é capaz de executar tarefas de forma independente após uma solicitação inicial. Isso inclui desde a pesquisa de informações até o envio de mensagens e o gerenciamento de calendários, podendo interagir com aplicativos como WhatsApp e iMessage para ler e responder a mensagens.

    Empolgação inicial e a virada do governo

    O sucesso inicial do OpenClaw gerou uma onda de otimismo. Empresas de tecnologia chinesas viram suas ações dispararem com a corrida para integrar a ferramenta em suas plataformas. Paralelamente, algumas administrações locais incentivaram ativamente seu uso, oferecendo benefícios como computação gratuita e aluguel de escritórios com desconto para empresas que desenvolvessem novos serviços com base no OpenClaw.

    No entanto, a empolgação deu lugar à cautela. O governo chinês emitiu um alerta sobre os sérios riscos de segurança associados ao OpenClaw. Essa mudança de postura reflete a complexidade de equilibrar a inovação tecnológica com a necessidade de garantir a estabilidade e a segurança nacional.

    O impacto no setor de tecnologia chinês

    O turbulento percurso do OpenClaw, desde a aclamação até a desconfiança governamental, evidencia a dinâmica acelerada do desenvolvimento em IA na China. O país tem como meta estratégica se tornar líder global em inteligência artificial, reconhecendo seu papel crucial como impulsionador do crescimento econômico.

    A proliferação de ferramentas semelhantes ao OpenClaw, impulsionada pela busca de eficiência e produtividade, coloca desafios significativos para os reguladores. A capacidade desses agentes de operar de forma autônoma e a potencial para serem adaptados em larga escala demandam um olhar atento sobre suas implicações.

    O futuro dos agentes de IA na China

    O caso do OpenClaw demonstra a dualidade da inteligência artificial: um imenso potencial para o avanço tecnológico e econômico, mas também riscos que exigem vigilância constante. A resposta do governo chinês sinaliza a necessidade de um quadro regulatório que acompanhe o ritmo acelerado da inovação.

    Enquanto a China continua a investir em IA, a experiência com o OpenClaw servirá como um estudo de caso importante sobre como gerenciar os benefícios e os perigos dessa tecnologia transformadora. A indústria de tecnologia, por sua vez, busca novas formas de capitalizar o poder dos agentes de IA, ao mesmo tempo em que navega pelas diretrizes governamentais em evolução.

  • ChatGPT dos bichos? Inteligência Artificial pode ajudar a traduzir a linguagem dos animais

    ChatGPT dos bichos? Inteligência Artificial pode ajudar a traduzir a linguagem dos animais

    A antiga aspiração de conversar com animais, como cães, pode estar mais próxima da realidade em 2026. A organização sem fins lucrativos californiana Earth Species Project está utilizando inteligência artificial (IA) para decifrar a complexa comunicação animal, abrindo novas portas para a compreensão da natureza.

    Segundo Aza Raskin, cofundador da iniciativa, que apresentou os avanços no festival SXSW em Austin, EUA, a IA permite superar as limitações dos sentidos humanos. Pela primeira vez, será possível compreender a natureza em escala, revelando padrões e significados que antes eram inacessíveis à ciência, conforme publicado pelo Terra.

    A inteligência artificial na tradução animal

    Raskin destaca que, das 8 milhões de espécies no planeta, a linguagem humana é a única que entendemos completamente. A inteligência artificial muda esse cenário ao coletar dados de sensores que captam diferentes sons e construir amplas bases de dados sobre a comunicação animal.

    Isso permite à IA gerar conclusões inéditas. Um exemplo prático vem da Universidade de British Columbia, que monitora sons de orcas há mais de duas décadas. Somente agora, com a submissão desses ruídos à IA, têm sido descobertos padrões que podem decifrar como esses animais se comunicam entre si.

    Novas visões de mundo através da linguagem animal

    Traduzir a comunicação animal promete transformar a compreensão humana do universo. Raskin explica que, embora as linguagens humanas sejam diversas, análises por IA mostram que a visão de mundo entre pessoas é surpreendentemente similar.

    Contudo, a linguagem dos animais pode oferecer perspectivas radicalmente diferentes. Uma baleia, que vive no fundo do oceano, terá uma compreensão de mundo distinta da de um corvo, por exemplo. Essa nova informação contribuirá significativamente para a ciência, auxiliando na melhor compreensão de diferentes espécies, ecossistemas e do próprio planeta.

    Animais têm nomes próprios e uma comunicação rica

    Ainda que a compreensão científica sobre a linguagem animal seja incipiente, descobertas recentes evidenciam sua complexidade. Estudos da Universidade de Tel Aviv mostram que algumas flores produzem mais néctar imediatamente ao perceberem abelhas se aproximando, como se “escutassem e ficassem animadas”, mesmo sem um sistema nervoso.

    Corvos, conhecidos pela inteligência, também são “falantes”. Recentemente, descobriu-se que 60% a 70% de sua comunicação ocorre enquanto estão voando. Além disso, muitas espécies usam sons para definir indivíduos, um indicativo de autoconsciência.

    • Papagaios: Sussurram um som nos filhotes recém-nascidos que será seu nome para toda a vida.
    • Elefantes: Pesquisas da Universidade do Colorado indicam que eles fazem o mesmo.
    • Golfinhos: Não apenas definem nomes, mas também os usam para “falar” sobre um indivíduo a outro, sugerindo até a possibilidade de “fofoca” entre eles.

    O uso cauteloso do “chatgpt dos bichos”

    O Earth Species Project tem reunido descobertas científicas e alimentado sua IA para um futuro “ChatGPT dos bichos”, capaz de traduzir e até gerar sons para comunicação. Contudo, essa segunda fase exige extrema cautela.

    Raskin lembra um estudo em que pesquisadores emitiram o chamado de uma mãe elefante já falecida. Filhotes correram e demonstraram frustração e luto ao não encontrá-la. Isso evidencia o risco de disrupção imensa em ecossistemas delicados ao emitir uma mensagem errada.

    “Usar linguagem sintética pode abalar um equilíbrio de uma cultura delicada”, afirma Raskin, citando as baleias-jubarte, cuja comunicação “viral” percorre o oceano.

    Ele enfatiza que a evolução tecnológica deve ser acompanhada de regulamentações e tratados internacionais para um uso ético. Somente assim, poderemos elevar nossa compreensão e mudar o relacionamento com a natureza de forma positiva.

  • Pentágono substituirá ferramentas de IA da Anthropic após rótulo de risco

    Pentágono substituirá ferramentas de IA da Anthropic após rótulo de risco

    Pentágono anuncia substituição de ferramentas de IA da Anthropic

    O Departamento de Defesa dos Estados Unidos (Pentágono) está em processo de substituição das ferramentas de inteligência artificial (IA) desenvolvidas pela Anthropic PBC. A decisão surge após a empresa ser declarada um risco à cadeia de suprimentos pela administração Trump. A Anthropic, uma empresa americana especializada em modelos de linguagem de grande porte, era a única fornecedora autorizada a operar na nuvem classificada do Pentágono.

    Cameron Stanley, diretor digital e de IA do Pentágono, confirmou que o trabalho de engenharia já começou para integrar múltiplos modelos alternativos de linguagem. O objetivo é disponibilizá-los para uso operacional em breve. Essa movimentação representa uma mudança significativa nas parcerias tecnológicas de defesa dos EUA.

    Detalhamento da decisão e implicações

    A classificação da Anthropic como um risco à cadeia de suprimentos é um rótulo incomum, geralmente direcionado a adversários estrangeiros, e não era conhecido por ter sido aplicado anteriormente a uma empresa americana. A empresa contestou judicialmente essa designação, argumentando que ela viola seus direitos à liberdade de expressão e ao devido processo legal. Emil Michael, subsecretário de Pesquisa e Engenharia do Pentágono, indicou haver pouca chance de retomada das negociações com a Anthropic.

    Conflito sobre guardrails éticos impulsionou a decisão

    O conflito entre o Pentágono e a Anthropic teve origem em divergências sobre as salvaguardas (guardrails) éticas aplicadas às ferramentas de IA. A Anthropic recusou-se a permitir que o Pentágono utilizasse seus modelos para “qualquer finalidade legal” sem restrições. Especificamente, a empresa manteve duas “linhas vermelhas” éticas que impedem o uso de seus modelos para:

    Impacto nos negócios da Anthropic e no mercado de IA

    A classificação de “risco à cadeia de suprimentos” já afetou as vendas da Anthropic. Um cliente do setor financeiro suspendeu um acordo de US$ 15 milhões, e uma rede de supermercados cancelou uma reunião. Em documentos judiciais, o diretor financeiro da empresa projetou que as ações governamentais poderiam reduzir a receita da Anthropic em múltiplos bilhões de dólares até 2026.

    Enquanto isso, empresas como Microsoft e Amazon declararam que continuarão oferecendo as ferramentas de IA da Anthropic aos seus clientes, com a ressalva de excluir qualquer trabalho vinculado ao Departamento de Defesa. A disputa também evidenciou divisões na comunidade de IA, com um executivo da OpenAI renunciando e mais de 30 desenvolvedores de IA do Google e OpenAI apresentando um parecer legal em apoio à posição de segurança de IA da Anthropic.

    Alternativas em desenvolvimento

    Outros fornecedores de IA, como OpenAI e xAI (de Elon Musk), já obtiveram aprovação para realizar trabalhos classificados. O Google está implementando seus agentes Gemini em redes não classificadas, com planos de avançar para trabalhos classificados posteriormente. Contudo, autoridades indicam incerteza sobre a velocidade com que esses modelos poderão ser integrados aos programas existentes.

  • Papa Leão XIV orienta sacerdotes sobre o uso da inteligência artificial

    Papa Leão XIV orienta sacerdotes sobre o uso da inteligência artificial

    Leão XIV pede aos sacerdotes prudência no uso da inteligência artificial

    Em um pronunciamento recente, o Papa Leão XIV orientou os sacerdotes a adotarem uma postura de prudência diante do crescente uso da inteligência artificial (IA). A mensagem, datada de terça-feira, 17 de março de 2026, destaca a importância de que a homilia e a prática pastoral permaneçam ancoradas na fé e na experiência humana.

    O Pontífice enfatizou que, apesar dos avanços tecnológicos, a essência do ministério sacerdotal reside na escuta atenta, no estudo aprofundado e na proximidade genuína com o povo. A inteligência artificial, embora capaz de auxiliar em diversas áreas, não deve substituir a conexão pessoal e espiritual que é fundamental na relação entre o sacerdote e seus fiéis.

    A importância da experiência pastoral na era digital

    A diretriz do Papa Leão XIV surge em um momento de rápida integração da IA em diversas esferas da vida. Ele reitera que a homilia deve ser fruto da fé e da experiência pastoral, elementos intrinsecamente humanos que a tecnologia, por si só, não pode replicar.

    A orientação visa garantir que os sacerdotes priorizem o contato humano e o discernimento espiritual. Em vez de se apoiarem excessivamente em ferramentas automatizadas, o chamado é para que fortaleçam sua capacidade de diálogo, estudo e acompanhamento dos fiéis. Essa abordagem visa preservar a autenticidade e a profundidade do ministério sacerdotal.

    IA e a ética: um chamado à reflexão

    Embora não detalhadas na fonte original, as notícias relacionadas ao pronunciamento mencionam o apoio da Igreja ao desenvolvimento de sistemas éticos de IA e a preocupação em não reduzir pessoas a meros dados, especialmente na área da saúde. O Papa também alertou sobre o poder das palavras, que podem tanto unir quanto dividir, e a necessidade de servirem à verdade.

    O Papa Leão XIV conclui que a inteligência, seja ela artificial ou humana, só atinge sua plenitude no amor e em Deus. Essa visão holística reforça a mensagem de que a tecnologia deve ser uma ferramenta a serviço da humanidade e da espiritualidade, e não um substituto para a interação e o crescimento pessoal e religioso.

    A orientação do Papa Leão XIV sublinha a necessidade de um uso consciente e ético da inteligência artificial, mantendo sempre como prioridade os valores humanos e espirituais fundamentais para a atuação do clero.

  • Como se preparar para a era da Inteligência Artificial no mercado de seguros e saúde pet

    Como se preparar para a era da Inteligência Artificial no mercado de seguros e saúde pet

    IA: uma aliada estratégica no mercado de seguros e saúde pet

    A Inteligência Artificial (IA) deixou de ser uma promessa futurista para se consolidar como um dos principais motores de transformação do ambiente corporativo. No setor de seguros e saúde pet, essa revolução tecnológica já é uma realidade, impulsionando a inovação e a eficiência. Empresas como a APet, especializada em planos de saúde para animais, já integram a IA em suas operações para aprimorar processos e encantar tutores.

    A chave para o sucesso na era da IA reside em compreendê-la não como uma substituta da inteligência humana, mas como uma poderosa extensão das capacidades humanas. Luiz Gênova, CEO da APet, destaca que a tecnologia deve ser integrada de forma estratégica, ampliando o alcance e a assertividade das tomadas de decisão.

    O potencial da inteligência artificial no setor

    O verdadeiro valor da IA vai muito além da automação de tarefas. A tecnologia permite analisar grandes volumes de dados, prever comportamentos, apoiar decisões complexas e gerar novas oportunidades de valor. Organizações que compreendem essa lógica utilizam a IA não apenas para redução de custos, mas como um instrumento de inovação, personalização de serviços e aumento da competitividade.

    No mercado de seguros, a adoção da inteligência artificial já é consolidada. Uma pesquisa da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) revelou que 80% das seguradoras brasileiras já utilizam soluções de IA, com as demais em processo de implementação. As áreas mais beneficiadas são atendimento ao consumidor, operações e tecnologia da informação, visando aumentar a produtividade e aprimorar a experiência do cliente.

    Desafios e oportunidades na implementação da IA

    Apesar dos avanços, a integração com sistemas legados é apontada como o principal desafio para a implementação da tecnologia, uma dificuldade relatada por 69% das seguradoras. No entanto, organizações de todos os portes estão redesenhando seus modelos de negócio e estratégias de relacionamento com clientes, impulsionadas pela IA.

    No Brasil, segmentos tradicionalmente mais conservadores, como o mercado de seguros, têm visto a força desse movimento. A IA representa uma mudança estrutural na forma como empresas tomam decisões, desenvolvem produtos e se conectam com seus públicos, exigindo a adaptação da cultura organizacional e o investimento em capacitação de equipes.

    IA e a transformação no mercado de planos de saúde pet

    No setor de planos de saúde pet, a inteligência artificial tem um papel transformador. Ela atua desde a análise cadastral até o acompanhamento pós-atendimento, criando um ciclo contínuo de cuidado e prevenção, similar ao modelo da saúde suplementar humana.

    O diferencial competitivo no mercado pet não estará apenas no preço, mas na inteligência aplicada ao cuidado, na previsibilidade financeira e na experiência digital oferecida ao tutor. A evolução do setor acompanha a mudança de comportamento dos consumidores, que buscam soluções completas de cuidado, prevenção e assistência financeira para seus animais.

    Aplicações práticas da IA no mercado pet

    A inteligência artificial se mostra uma aliada estratégica em diversas frentes do mercado pet, incluindo:

    • Análise preditiva de saúde animal: Cruzamento de dados clínicos para prever doenças e orientar programas preventivos.
    • Personalização de planos: Criação de ofertas sob medida com base no perfil do animal, histórico de uso e comportamento do tutor.
    • Gestão de risco: Precificação inteligente, modelagem de sinistralidade e prevenção de fraudes.
    • Atendimento automatizado e humanizado: Agentes virtuais capazes de orientar tutores 24 horas por dia.

    A APet, por exemplo, fortalece sua governança e eficiência operacional com a IA, acelerando a entrega de soluções customizadas e melhorando a experiência do cliente. O lançamento da agente virtual NINA, via WhatsApp, é um exemplo de como a tecnologia agrega valor à jornada do tutor.