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  • Sam Altman Revela o Futuro da IA no Dev Day 2025

    Sam Altman Revela o Futuro da IA no Dev Day 2025

    Sam Altman Revela o Futuro da IA no Dev Day 2025

    O CEO da OpenAI, Sam Altman, apresentou no Dev Day 2025 uma visão audaciosa sobre o avanço da inteligência artificial (IA) e seu impacto transformador na sociedade. Em uma entrevista exclusiva, Altman destacou que a capacidade da IA para realizar “descobertas inovadoras” já é uma realidade, com cientistas utilizando essas ferramentas para acelerar avanços em diversas áreas do conhecimento. Essa evolução marca um ponto crucial onde a IA se consolida como um parceiro ativo na geração de ciência.

    Altman também ressaltou a iminência de marcos tecnológicos impressionantes. Segundo o executivo, o Codex está próximo de executar autonomamente uma semana inteira de trabalho, uma capacidade descrita como “desorientante” pelo ritmo acelerado dos progressos em tarefas baseadas em agentes. A Inteligência Artificial Geral (AGI) figura como uma possibilidade cada vez mais palpável, especialmente no que tange à descoberta científica.

    AGI e Descobertas Científicas com Inteligência Artificial

    A IA já demonstra uma capacidade emergente para “descoberta inovadora”, com pesquisadores utilizando a tecnologia para alcançar avanços revolucionários. Um exemplo prático vem da Duke University, onde o TuNa-AI, plataforma que une robótica e aprendizado de máquina, foi usada para projetar nanopartículas para entrega de medicamentos. O sistema testou 1.275 formulações, resultando em um aumento de 43% na criação bem-sucedida de nanopartículas em comparação aos métodos convencionais. Essa capacidade de descoberta autônoma, onde a IA gera insights novos, sugere uma era de amplificação exponencial da capacidade científica humana.

    O Futuro do Trabalho Transformado pela IA

    Sam Altman projeta uma transformação radical no conceito de trabalho, sugerindo que o futuro “pode parecer menos com trabalho” do que o conhecido hoje. Essa transição acelerada tem potencial para alterar o “contrato social” em torno do trabalho tradicional. O progresso em tarefas agenticas é descrito como “desorientante”, com o Codex aproximando-se da capacidade de realizar uma semana inteira de trabalho autonomamente. Altman especula sobre a possibilidade de startups bilionárias operarem com zero funcionários, criadas e geridas inteiramente por agentes de IA via prompts.

    “Esta capacidade representa um salto qualitativo na automação, indo muito além das tarefas repetitivas para abranger processos complexos e criativos.”

    Apesar das mudanças radicais, Altman mantém uma visão otimista quanto à capacidade humana de adaptação, prevendo que a humanidade prosperará ao lado dessas novas tecnologias. A necessidade de redefinir conceitos como produtividade e valor torna-se premente diante desse cenário.

    Agentes de IA Autônomos e a Nova Era do Empreendedorismo

    A era dos agentes de IA verdadeiramente autônomos está a caminho, prometendo revolucionar a criação e operação de negócios. A previsão de startups bilionárias sem funcionários humanos, operadas por IA a partir de prompts, já encontra bases na realidade atual. O avanço em tarefas agenticas é tão rápido que Altman o define como “desorientante”.

    Ferramentas como o Gemini 2.5 Computer Use do Google ilustram essa evolução. O modelo é capaz de controlar navegadores web, executar cliques, preencher formulários e navegar por interfaces de usuário autonomamente, superando concorrentes em benchmarks de automação web e mobile. Essa capacidade sugere um futuro onde a barreira para o empreendedorismo será drasticamente reduzida.

    Google Gemini 2.5 Computer Use vs OpenAI

    A competição por supremacia em agentes de IA autônomos se intensificou com o Google Gemini 2.5 Computer Use. O modelo do Google demonstrou performance superior ao OpenAI Computer Using Agent e ao Claude Sonnet 4.5/4 em testes web e mobile. Sua abordagem inovadora, capturando e analisando screenshots de websites para executar comandos, permite interações mais naturais e precisas com interfaces de usuário. Além da precisão, o Gemini 2.5 alcançou menor latência entre os competidores, um fator crucial para aplicações práticas. Esta competição direta marca um momento decisivo na corrida por agentes de IA, com o Google estabelecendo uma vantagem técnica mensurável em tarefas de automação web.

    As revelações de Sam Altman no Dev Day 2025 apontam para um futuro onde a IA não apenas auxilia, mas atua como parceira na descoberta científica e na criação de valor econômico, redefinindo o trabalho e o empreendedorismo como os conhecemos.

  • Estudo aponta profissões menos ameaçadas pela inteligência artificial no mercado de trabalho

    Estudo aponta profissões menos ameaçadas pela inteligência artificial no mercado de trabalho

    Estudo aponta profissões menos ameaçadas pela inteligência artificial no mercado de trabalho

    O avanço da inteligência artificial (IA) está remodelando o mercado de trabalho globalmente. Um relatório do Fórum Econômico Mundial prevê que, até 2030, tecnologias como IA e automação podem eliminar cerca de 92 milhões de empregos. Contudo, a mesma projeção indica o surgimento de aproximadamente 78 milhões de novas vagas, sugerindo uma profunda transformação em vez de um declínio líquido de oportunidades.

    Apesar da magnitude das mudanças, o impacto da IA não será uniforme entre todas as carreiras. Uma pesquisa da Anthropic, empresa especializada em inteligência artificial, identificou ocupações com menor exposição à automação. Essas áreas se destacam por exigirem habilidades humanas intrínsecas, difíceis de serem replicadas por máquinas.

    Habilidades humanas essenciais contra a automação

    O estudo, divulgado pela revista Forbes, destaca que a inteligência artificial ainda está em seus estágios iniciais de transformação no mundo do trabalho. O que se observa hoje em áreas mais vulneráveis é apenas a “ponta do iceberg”.

    Profissões que demandam contato humano direto, trabalho manual, pensamento crítico e inteligência emocional tendem a ser menos suscetíveis à substituição. Da mesma forma, atividades realizadas em ambientes imprevisíveis ou que envolvem decisões complexas e cuidado com pessoas são consideradas mais resilientes à automação.

    Profissões com menor risco de substituição pela IA

    A pesquisa da Anthropic apontou exemplos concretos de setores e profissões com baixo risco de serem completamente automatizados. Na construção civil, por exemplo, as atividades frequentemente exigem:

    • Presença física indispensável
    • Resolução de problemas em tempo real no local da obra
    • Tomada de decisões imediatas
    • Adaptação constante às condições do canteiro

    Profissionais como carpinteiros, eletricistas e encanadores são citados como exemplos nesse cenário. Outros grupos com baixa exposição à IA incluem aqueles voltados a serviços técnicos especializados, manutenção e interação social intensa.

    Adaptação e o futuro do trabalho com IA

    Diante desse panorama, a adaptação profissional emerge como um fator crucial. Especialistas enfatizam que competências como criatividade, empatia, comunicação e julgamento ético são diferenciais importantes e difíceis de serem replicados pela tecnologia.

    A tendência não é de substituição total, mas de transformação das ocupações. Muitas profissões incorporarão ferramentas de inteligência artificial como aliadas para otimizar atividades. Assim, o mercado de trabalho para a próxima década aponta para uma transição contínua, com o surgimento de novas funções e a redefinição de carreiras existentes pela integração tecnológica.

  • AI Works for Europe: Impulsionando Habilidades Digitais para o Futuro do Trabalho

    AI Works for Europe: Impulsionando Habilidades Digitais para o Futuro do Trabalho

    Introdução à iniciativa AI Works for Europe

    A inteligência artificial (IA) está moldando o futuro do trabalho, e a Europa se prepara para essa transformação com a iniciativa AI Works for Europe. Lançada em Riga, Letônia, durante o Future of Work Forum, esta iniciativa visa capacitar trabalhadores e estudantes europeus com as habilidades essenciais em IA necessárias para prosperar na nova economia.

    O projeto é fruto de uma colaboração entre o setor público, organizações sem fins lucrativos, empregadores e universidades, com o objetivo de garantir que ninguém fique para trás. Um dos pilares desta iniciativa é a expansão de oportunidades e o desenvolvimento de novas competências, como exemplifica a experiência de Maria Teresa Pellegrino, proprietária da Pellegrino 1890 srl.

    IA expandindo capacidades, não apenas automatizando

    A história de Maria Teresa, que utiliza ferramentas de IA para otimizar a organização de eventos e a criação de materiais de marketing em seu negócio de produção de azeite de oliva, ilustra um ponto crucial: a IA não se trata apenas de automatizar tarefas existentes, mas sim de expandir o que somos capazes de fazer. Integrar IA em seu negócio familiar centenário permitiu-lhe realizar tarefas complexas em minutos, mantendo os valores históricos de sua empresa.

    Investimento e foco em novas habilidades

    O AI Works for Europe anuncia um compromisso de US$ 30 milhões em apoio adicional ao Fundo de Oportunidades de IA do Google.org. Desde 2015, o Google já capacitou mais de 21 milhões de europeus em habilidades digitais e de IA. Agora, o foco se intensifica em fornecer recursos para que todos adquiram as competências necessárias, desde iniciantes até desenvolvedores com conhecimentos avançados.

    Com o potencial de impulsionar o Produto Interno Bruto (PIB) da Europa em até € 1,2 trilhão, a iniciativa busca garantir que o continente capture essa oportunidade promissora.

    Preparando estudantes para as carreiras do futuro

    Em parceria com as organizações europeias INCO e Chance, o Google.org está apoiando o programa NewFutures:AI. Este programa auxiliará estudantes universitários em seu último ano a desenvolver habilidades práticas em IA e a acessar suporte de carreira. A iniciativa busca parceria com pelo menos cinquenta instituições de ensino superior europeias para oferecer esses recursos gratuitamente aos alunos.

    As novas currículas de IA foram desenvolvidas com base em pesquisas que identificaram as áreas com maior probabilidade de exigir habilidades em IA futuramente. Esses setores incluem:

    • Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC)
    • Administração
    • Logística
    • Marketing
    • Finanças

    Uma análise de 31 milhões de vagas de emprego de nível inicial no Reino Unido e na União Europeia revelou que 24% delas já exigem algum nível de habilidade relacionada à IA.

    Novo certificado profissional em IA para o mercado europeu

    Em breve, o Google AI Professional Certificate estará disponível em dez idiomas europeus. O certificado visa ajudar trabalhadores e empresas a aprenderem a utilizar as ferramentas de IA mais valorizadas pelo mercado. A pesquisa do IPSOS destaca a importância da alfabetização em IA — a capacidade de entender, avaliar e tomar decisões sobre IA — como fator chave para a adoção dessas tecnologias.

    Para garantir acesso amplo e equitativo a esses recursos, o Google.org apoia organizações locais como AI Sweden e Talents for Tech. Essas parcerias permitirão compartilhar o certificado e recursos complementares com 50.000 trabalhadores em toda a Europa, através de sindicatos e organizações comunitárias.

    “A IA só assusta porque é moderna. Mas a modernidade é sempre assustadora — trata-se apenas de superar uma limitação humana”, afirma Maria Teresa Pellegrino, exemplificando a atitude necessária para abraçar a inovação.

    Conclusão: colaboração para o futuro do trabalho impulsionado por IA

    A plena realização do potencial da IA exige colaboração. O AI Works for Europe é um passo fundamental para capacitar indivíduos a utilizar ferramentas de IA para resolver problemas em seus trabalhos e comunidades. Ao investir em habilidades e promover a adaptação, a Europa se posiciona para não apenas enfrentar o futuro do trabalho, mas para liderar essa transformação.

  • Notícias – Variedades – O risco da inteligência artificial para o futuro do aprendizado e do trabalho

    Notícias – Variedades – O risco da inteligência artificial para o futuro do aprendizado e do trabalho

    O risco da inteligência artificial para o futuro do aprendizado e do trabalho

    A inteligência artificial (IA) tem sido apresentada como uma solução para diversos desafios contemporâneos. No entanto, uma perspectiva crítica alerta para os perigos de uma idealização excessiva dessa tecnologia, especialmente no que tange ao futuro do aprendizado e das relações profissionais. A preocupação central reside na possibilidade de a IA substituir atividades essenciais que dependem da conexão e empatia humanas.

    A professora de sociologia Allison Pugh, da Universidade Johns Hopkins, destacou em palestra no Century Summit VI, evento realizado pela Universidade Stanford, que o foco no potencial humano é o verdadeiro motor da inovação. Segundo Pugh, a idealização da IA pode obscurecer a importância do que ela chama de “trabalho de conexão” (connective labor), essencial para o progresso e bem-estar.

    O que é o trabalho de conexão?

    Em seu livro “The last human job: the work of connecting in a disconnected world” (O último emprego humano: o trabalho de conectar-se em um mundo desconectado), Pugh entrevistou cerca de cem profissionais que se dedicam a esse tipo de atividade. Médicos, enfermeiros, terapeutas, cuidadores e até cabeleireiros foram incluídos neste grupo. Para a socióloga, esses profissionais se destacam pela capacidade de vivenciar a empatia e enxergar o outro, atributos que considera o “o que o ser humano faz de melhor”.

    Pugh ressalta que a IA, moldada para o lucro, pode ser apresentada como substituta para essas funções. “As empresas de IA visam ao lucro e farão de tudo para que sua tecnologia ocupe todos os espaços possíveis de ensino, mentoria e companhia”, alertou. A preocupação é que a tecnologia, ao buscar manter o engajamento do consumidor e atender a todos os seus anseios, possa desencorajar a busca por ajuda e interação humanas.

    “Queremos a tecnologia que fabricará medicamentos eficientes em tempo recorde, mas não aquela que pretende intervir ou mediar a vida de alguém”.

    A importância da “fricção” no aprendizado e trabalho

    A socióloga introduz o conceito de “fricção” para descrever a tensão necessária no aprendizado e nos relacionamentos. É essa dificuldade, essa saída da zona de conforto, que impulsiona a criatividade e o senso de propósito. “A criatividade não acontece quando estamos satisfeitos”, afirmou, contrastando com a natureza dos algoritmos de IA, que tendem a eliminar as dificuldades.

    Pugh observa que a IA é frequentemente elogiada por sua disponibilidade e falta de julgamento, mas argumenta que essa ausência de “fricção” pode comprometer a capacidade de relacionamento. “É fundamental a capacidade de se relacionar, o que pode estar sendo afetado, e até comprometido, quando se forja a ideia de que a inteligência artificial é a solução para tudo”.

    Investimento bilionário em IA

    O cenário de priorização da IA no âmbito corporativo é evidenciado por investimentos significativos. Recentemente, o jornal The New York Times noticiou que a Meta, empresa por trás do Facebook, Instagram e WhatsApp, planeja investir US$ 65 milhões (aproximadamente R$ 340 milhões) em 2026. O objetivo é apoiar políticos favoráveis à indústria de inteligência artificial, sinalizando uma estratégia de escala bilionária para influenciar o futuro da tecnologia.

    Este movimento demonstra a força econômica e a influência que a indústria de IA busca exercer, reforçando a urgência de se discutir o tipo de tecnologia que se deseja e seus reais impactos no aprendizado e no trabalho humano.

  • Para Rana el Kaliouby, IA deve ampliar capacidades humanas – não substituí-las

    Para Rana el Kaliouby, IA deve ampliar capacidades humanas – não substituí-las

    A inteligência artificial (IA) está em uma corrida global de desenvolvimento, mas a cientista e investidora Rana el Kaliouby levanta uma questão fundamental: qual será o papel dos humanos nesse avanço? Em sua participação no SXSW 2026, em Austin, Kaliouby defendeu que o desenvolvimento da IA deve priorizar a manutenção das pessoas no centro da tecnologia. A visão é clara: a inteligência artificial deve ser uma ferramenta para ampliar as capacidades humanas, e não para substituí-las.

    Durante sua palestra, Kaliouby ressaltou que, em vez de eliminar empregos ou restringir a criatividade, a IA deveria potencializar as habilidades existentes. Essa perspectiva é fruto de sua carreira focada em entender como máquinas podem interpretar emoções humanas através de sinais não verbais. Atualmente como investidora na Blue Tulip Ventures, ela observa um descompasso na indústria: há um grande investimento na capacidade cognitiva das máquinas, mas os aspectos sociais e emocionais da inteligência ainda são negligenciados.

    IA precisa de inteligência emocional e social

    Segundo Rana el Kaliouby, para que a IA atinja um nível de inteligência geral verdadeiramente avançado, é crucial que as máquinas desenvolvam inteligência emocional e social. Ela apontou que a maioria dos modelos de IA foca na interpretação de linguagem e dados estruturados, ou seja, o que é dito explicitamente. No entanto, a comunicação humana é predominantemente não verbal.

    “Apenas 7% da comunicação está nas palavras que usamos. Cerca de 93% é não verbal, como expressões faciais, gestos, linguagem corporal”, explicou. Essa dimensão, que é vital para a interação humana natural, ainda é subdesenvolvida nos sistemas de IA. O resultado são máquinas altamente funcionais, mas que frequentemente falham em interagir de maneira fluida e empática com pessoas.

    “As empresas estão obcecadas com a funcionalidade. Mas quase não pensam em como essas tecnologias vão interagir com humanos no mundo real. Eu não gostaria de ter muitos desses robôs na minha casa.”

    Trajetória e a busca por conexão humana

    A defesa de uma IA mais centrada no ser humano reflete a própria trajetória de Kaliouby. Nascida no Egito, ela cresceu em um ambiente onde tecnologia e vida cotidiana se entrelaçavam. Sua família, com um pai professor de programação e uma mãe pioneira na programação no Oriente Médio, moldou sua visão.

    Desde cedo, a pergunta que guiava seu trabalho era: “como podemos construir tecnologias que aproximam as pessoas, em vez de isolá-las?”. Essa questão se manifesta até mesmo em sua casa, onde seus dois filhos representam diferentes facetas da relação com a tecnologia.

    Enquanto um filho, aos 17 anos, explora intensamente novas ferramentas de IA, utilizando-as, por exemplo, para traduzir diários manuscritos de trabalhadores egípcios do início do século XX, a filha, recém-formada em antropologia alimentar, criou um espaço cultural focado em encontros presenciais e debates. “Na nossa mesa de jantar, você vê os dois lados da sociedade atual”, comentou Kaliouby. “Precisamos abraçar a IA. Mas também precisamos proteger nossas conexões humanas”, concluiu, destacando que a colaboração, tanto com outras pessoas quanto com máquinas, será uma habilidade essencial no futuro.

    Investimentos e o futuro da IA

    Na Blue Tulip Ventures, Rana el Kaliouby direciona investimentos para startups de IA em três áreas principais:

    • Saúde e longevidade, com foco em diagnósticos e tratamentos aprimorados por sensores e dados.
    • Futuro do trabalho, englobando automação e sistemas de agentes inteligentes para empresas.
    • Sustentabilidade, com aplicações em clima, energia e sistemas alimentares.

    Kaliouby também destaca a importância dos dados exclusivos como diferencial competitivo na economia da IA. Contudo, ela alerta para um risco social significativo: a homogeneidade no setor de startups e investimentos em IA, majoritariamente dominado por homens. Essa falta de diversidade pode aprofundar desigualdades existentes.

    “Se mulheres ficarem de fora da criação dessas empresas e do financiamento dessas startups, vamos ampliar ainda mais a disparidade. Precisamos humanizar a tecnologia antes que ela nos desumanize”, enfatizou Rana el Kaliouby, reforçando a necessidade de incluir mais vozes na construção do futuro da inteligência artificial.

  • São Paulo no SXSW: futurista Amy Webb destaca senso de comunidade como força do Brasil na era da IA

    São Paulo no SXSW: futurista Amy Webb destaca senso de comunidade como força do Brasil na era da IA

    São Paulo no SXSW: futurista Amy Webb diz na SP House que senso de comunidade fortalece o Brasil na era da inteligência artificial

    A SP House, espaço dedicado a negócios e tecnologia do Governo de São Paulo no South by Southwest (SXSW), sediou um debate fundamental sobre o futuro diante das rápidas transformações impulsionadas pela inteligência artificial. A renomada futurista Amy Webb, CEO do Future Today Strategy Group e autora de influentes relatórios de tendências tecnológicas, participou do evento, oferecendo uma perspectiva otimista sobre o papel do Brasil.

    Durante um bate-papo mediado pelo advogado e pesquisador de tecnologia Ronaldo Lemos, com a presença de Thiago Camargo, vice-presidente executivo da InvestSP, Amy Webb compartilhou suas visões. A autora, conhecida por seu relatório anual de tendências tecnológicas que serve de referência global, destacou o senso de comunidade e o modo de vida brasileiro como diferenciais estratégicos em um cenário mundial cada vez mais impactado pela automação.

    O Brasil como diferencial estratégico

    “Eu acredito profundamente que o Brasil vai ser importante nesse cenário”, afirmou Webb. Ela explicou que sociedades excessivamente focadas em produtividade e trabalho podem enfrentar maiores desafios com o avanço da automação. Nos Estados Unidos, por exemplo, muitas pessoas se definem primariamente por seus empregos, o que as deixa vulneráveis quando o trabalho é alterado ou substituído.

    Em contraste, o Brasil possui um forte senso de comunidade e pertencimento, que pode atuar como uma camada de proteção contra os impactos da automação no mercado de trabalho. Essa característica cultural, segundo a futurista, é um ativo valioso.

    Decisões urgentes na era da inteligência artificial

    Amy Webb também lançou um alerta sobre a urgência das decisões relacionadas à inteligência artificial. Ela enfatizou que as escolhas feitas no presente terão efeitos cumulativos e, em alguns casos, irreversíveis. Por isso, governos e líderes precisam estar preparados para tomar decisões difíceis enquanto ainda há tempo hábil para ação.

    Stephanie Costa, secretária-executiva da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo, esteve presente e ressaltou dois pontos cruciais da fala de Webb para o governo paulista. “Quando perguntaram para ela quais instituições seriam mais vulneráveis a esse futuro, ela respondeu: governos. Isso é algo que a gente precisa estar atento”, comentou.

    Costa acrescentou a importância de aprender a lidar com a IA e explorar como a cultura brasileira pode contribuir para o desenvolvimento do estado. “O segundo ponto que me chamou muita atenção é a margem de ação. A gente precisa acompanhar o que está acontecendo. Não digo que a gente precisa copiar, mas precisa saber o que está sendo feito para poder agir”, declarou.

    Habilidades humanas valorizadas no futuro

    Webb abordou as habilidades que ganharão destaque no futuro. Ela mencionou sua filha de 15 anos, que, apesar de ter crescido imersa em tecnologia, não utiliza redes sociais e considera ferramentas como o ChatGPT “irritantes” por não pensarem como ela.

    “São os valores humanos intrínsecos, como paciência, resiliência e capacidade de adaptação, que estamos começando a entregar quando nos tornamos tão dependentes dessas tecnologias. O problema é a dependência excessiva.”

    A futurista destacou que os valores humanos essenciais, como paciência, resiliência e adaptabilidade, são justamente os que podem ser perdidos com a dependência excessiva de tecnologias. O desafio reside na busca por um equilíbrio.

    SP House no SXSW 2026

    Esta foi a terceira participação da SP House no SXSW, um evento que ocorreu em Austin, nos Estados Unidos, entre 13 e 16 de março de 2026. O espaço paulista no festival contou com 2.200 m², quase o dobro da edição anterior, com capacidade para receber até 600 pessoas simultaneamente. A programação incluiu cerca de 60 horas de conteúdo, distribuídas em dois palcos, além de encontros institucionais e discussões sobre negócios e parcerias internacionais.

    Sob o tema “We are borderless”, a edição de 2026 do SXSW buscou refletir sobre a circulação de ideias, talentos e oportunidades em um mundo cada vez mais interconectado. A SP House funcionou como um ponto de encontro para empreendedores, executivos, investidores, pesquisadores, gestores públicos e criadores, promovendo trocas e colaborações.

  • CEO da Accenture: falha ao usar IA pode custar promoção ou emprego

    CEO da Accenture: falha ao usar IA pode custar promoção ou emprego

    IA se torna essencial para progressão na carreira, afirma CEO da Accenture

    No cenário corporativo em rápida evolução de 2026, a inteligência artificial (IA) deixou de ser uma vantagem para se tornar um requisito fundamental. Julie Sweet, CEO da Accenture, em uma recente entrevista ao podcast “Rapid Response”, enfatizou que a proficiência no uso das ferramentas de IA da empresa é agora um fator mandatório para o avanço na carreira. Aqueles que se recusarem a adaptar-se às novas tecnologias correm o risco de não apenas perder oportunidades de promoção, mas também de enfrentar o desligamento.

    A consultoria global anunciou um programa de otimização de negócios, no qual investiu mais de US$ 865 milhões, incluindo a requalificação de milhares de funcionários. A mensagem é clara: dominar as novas ferramentas é parte integrante de como a Accenture opera.

    A integração da IA na Accenture: um processo de três anos

    Sweet esclareceu que a transição para a exigência do uso de IA não ocorreu de um dia para o outro. “Não passamos de zero a ‘você não será promovido’ em um mês. É um período de três anos para se acostumar com a tecnologia, garantir que seja fácil de usar, que tenhamos a estrutura certa para as pessoas utilizarem e, então, dizer: ‘Ei, esta é a Accenture e como operamos’”, explicou a CEO.

    Este esforço faz parte de um investimento de US$ 3 bilhões da Accenture para integrar a IA de forma pioneira, iniciado em 2023. Uma das metas era dobrar o número de profissionais com expertise em IA para 80.000, através de contratações, aquisições e treinamento, em uma empresa que conta com mais de 770.000 funcionários.

    Adoção de IA no mercado: entre a exceção e a regra

    A abordagem proativa da Accenture contrasta com a adoção mais gradual de IA em outras empresas. Uma pesquisa da Gallup, referente ao quarto trimestre de 2025, indicou que apenas 38% das companhias reportavam a integração de IA para melhoria de produtividade, eficiência e qualidade. No entanto, a tendência é de crescimento, com 69% dos líderes empresariais utilizando IA no mesmo período, um aumento significativo em relação aos menos de 40% de 2023.

    CEO’s e executivos têm demonstrado ceticismo quanto ao impacto imediato da IA. Um estudo do National Bureau of Economic Research revelou que, embora dois terços dos C-suite utilizassem IA, o uso era de apenas cerca de 1,5 hora por semana, com 90% reportando nenhum impacto em emprego ou produtividade nos últimos três anos. Contudo, a mesma pesquisa projeta um aumento de 1,4% na produtividade e 0,8% na produção nos próximos três anos.

    Por que a Accenture apostou na IA?

    Segundo Sweet, a integração da IA é uma evolução natural, comparável à introdução dos computadores no ambiente de trabalho. “Ninguém diria que exigir que alguém use um computador é coerção”, comparou. “É assim que as empresas iam realizar o trabalho. Hoje, a IA na Accenture é como fazemos o trabalho.”

    A CEO demonstra empatia com empresas resistentes à mudança. Ela observou que falhas na integração da IA muitas vezes ocorrem quando ela é usada como uma ferramenta em fluxos de trabalho preexistentes, em vez de ser incorporada em sistemas redesenhados com a tecnologia em mente. “Para capturar a oportunidade com IA, você realmente tem que estar disposto a reescrever sua empresa”, aconselhou Sweet.

    Apesar do planejamento, a própria Accenture enfrentou desafios. “Para as nossas pessoas e nossos clientes, foi difícil”, admitiu Sweet. “Como você tem coragem para fazer isso? É aí que entra a humildade, mas também essa ideia de abraçar a mudança e a inovação.” A empresa estima que a ampliação do uso de IA e a requalificação de funcionários podem adicionar entre US$ 4,8 trilhões e US$ 6,6 trilhões à economia dos EUA na próxima década.

  • Sam Altman Revela o Futuro da IA no Dev Day 2025

    Sam Altman Revela o Futuro da IA no Dev Day 2025

    Sam Altman revela futuro da IA no Dev Day 2025

    O CEO da OpenAI, Sam Altman, apresentou visões audaciosas sobre o futuro da inteligência artificial durante o Dev Day 2025. Em entrevista exclusiva, Altman destacou a aceleração das descobertas científicas impulsionadas por IA e a iminência de avanços em tarefas complexas executadas por sistemas autônomos.

    As declarações de Altman pintam um cenário onde a IA não é apenas uma ferramenta, mas um parceiro ativo na ciência e na criação de negócios. A capacidade emergente de sistemas de IA para realizar tarefas complexas em tempo acelerado promete redefinir o conceito de trabalho e a própria estrutura empresarial.

    Descobertas inovadoras impulsionadas pela IA

    Altman enfatizou que a IA já está facilitando “descobertas inovadoras” em diversas áreas científicas. Cientistas utilizam essas ferramentas para alcançar avanços significativos, transformando a IA de um mero apoio para um colaborador essencial na geração de conhecimento.

    Um exemplo notável vem da Duke University, onde o TuNa-AI, uma plataforma que combina robótica e aprendizado de máquina, desenvolveu nanopartículas para entrega de medicamentos. O sistema otimizou 1.275 formulações, resultando em um aumento de 43% na taxa de sucesso na criação de nanopartículas em comparação com métodos tradicionais.

    Essa capacidade autônoma de descoberta científica representa uma mudança de paradigma, onde a IA não só processa dados, mas gera novos insights. No caso do TuNa-AI, a equipe reduziu em 75% um ingrediente potencialmente tóxico em um tratamento contra o câncer, mantendo a eficácia.

    Codex e a semana de trabalho autônoma

    Um dos pontos mais surpreendentes abordados por Altman é a proximidade de marcos tecnológicos impressionantes. Ele revelou que o Codex está “não muito longe” de ser capaz de executar autonomamente uma semana inteira de trabalho. Essa capacidade é descrita como “desorientante” devido ao ritmo acelerado dos progressos.

    Essa evolução em tarefas baseadas em agentes (agentes de IA) aponta para um futuro onde a automação abrange processos complexos e criativos, indo além de tarefas repetitivas.

    O futuro do trabalho radicalmente transformado

    A visão de Sam Altman sobre o futuro do trabalho é radical. Ele sugere que o trabalho pode “parecer menos com trabalho” do que conhecemos hoje, prevendo uma transição acelerada que pode alterar o “contrato social” em torno do emprego.

    Altman também vislumbra a possibilidade de “startups bilionárias com zero funcionários”, empresas inteiramente criadas e operadas por meio de prompts para agentes de IA. Isso sugere um futuro onde a criação de valor econômico pode ser desvinculada do trabalho humano tradicional.

    Agentes de IA autônomos e a batalha tecnológica

    A era dos agentes de IA verdadeiramente autônomos está se aproximando, com potencial para revolucionar negócios e operações. A capacidade dos agentes de IA de trabalhar autonomamente por semanas e de automatizar tarefas web complexas, como demonstrado pelo Google Gemini 2.5 Computer Use, corrobora essa projeção.

    O Gemini 2.5, por exemplo, supera concorrentes como o OpenAI Computer Using Agent em benchmarks, analisando screenshots de websites para executar comandos de forma autônoma. Sua menor latência e integração com ferramentas Google indicam uma vantagem técnica em automação web.

    Apesar das mudanças drásticas, Altman mantém uma visão otimista sobre a adaptação humana, confiante de que a humanidade prosperará ao lado dessas transformações tecnológicas, exigindo a redefinição de conceitos fundamentais sobre produtividade e valor.

  • Inteligência artificial pode desacelerar crescimento de dez profissões até 2034

    Inteligência artificial pode desacelerar crescimento de dez profissões até 2034

    Inteligência artificial pode desacelerar crescimento de dez profissões até 2034

    A rápida evolução da inteligência artificial (IA) lança novas perspectivas sobre o futuro do mercado de trabalho. Relatório da Anthropic, empresa especializada em IA, sugere que o avanço tecnológico poderá impactar o crescimento de dez profissões específicas, com uma desaceleração prevista até 2034. A pesquisa busca entender como a IA está redefinindo funções, otimizando custos e gerando preocupações sobre a substituição de trabalhadores.

    O estudo da Anthropic, que utiliza dados do Departamento de Estatísticas do Trabalho dos EUA (BLS), foca na “exposição observada” de cada ocupação à IA. Essa métrica combina o potencial teórico de modelos de linguagem com dados reais de aplicação, identificando profissões com maior risco de deslocamento. Apesar da IA estar longe de sua capacidade máxima, seu impacto já se faz notar.

    Profissões com maior exposição à IA

    Dez ocupações foram identificadas com altos níveis de exposição ao avanço da inteligência artificial. São elas:

    • Programadores (74,5%)
    • Representantes de atendimento ao cliente (70,1%)
    • Analistas de dados (67,1%)
    • Especialistas em registros médicos (66,7%)
    • Analistas de mercado e especialistas em marketing (64,8%)
    • Representantes de vendas (62,8%)
    • Analistas financeiros (57,2%)
    • Analistas de software e garantia de qualidade (51,9%)
    • Analistas de segurança da informação (48,6%)
    • Especialistas em suporte técnico ao usuário (46,8%)

    Estas profissões compartilham características como a alta frequência de tarefas repetitivas, que a IA tem grande potencial para automatizar e, consequentemente, otimizar o tempo de trabalho. Em resumo, a tecnologia pode transformar a maneira como essas funções são exercidas.

    Impacto no emprego e comparações históricas

    Embora o relatório aponte uma desaceleração no crescimento dessas profissões, as pesquisas nos EUA não revelaram um impacto direto nas taxas de desemprego para os trabalhadores mais expostos. Contudo, existem evidências preliminares de uma ligeira diminuição na contratação para trabalhadores entre 22 e 25 anos nessas áreas.

    A Anthropic compara o impacto da IA não com choques econômicos recentes, como a pandemia de COVID-19, mas sim com disrupções históricas causadas pela internet e pela expansão do comércio global. Essas comparações sugerem uma transformação gradual, porém profunda, no mercado de trabalho.

    O que não está na lista?

    É importante notar que o relatório exclui deliberadamente profissões que exigem presença física indispensável, como cozinheiros, mecânicos de motocicletas, salva-vidas, bartenders, lavadores de pratos e atendentes de vestiário. Atividades como poda de árvores e a representação legal de clientes em tribunais também não foram consideradas no escopo de impacto direto da IA.

    O estudo da Anthropic se posiciona como um passo inicial para mapear os efeitos da IA no emprego. A expectativa é que, com abordagens consolidadas, seja possível discernir o real impacto da tecnologia, separando as tendências significativas do ruído informacional.

  • Sam Altman Revela o Futuro da IA no Dev Day 2025

    Sam Altman Revela o Futuro da IA no Dev Day 2025

    Sam Altman Revela o Futuro da IA no Dev Day 2025

    O CEO da OpenAI, Sam Altman, apresentou visões revolucionárias sobre o futuro da inteligência artificial durante o Dev Day 2025. Em uma entrevista exclusiva, Altman destacou o avanço da IA em descobertas científicas e a proximidade de marcos tecnológicos impressionantes, como agentes de IA autônomos capazes de realizar tarefas complexas por semanas.

    A inteligência artificial já demonstra capacidade de gerar “descobertas inovadoras”, auxiliando cientistas a alcançar avanços significativos em diversas áreas. Essa evolução marca a transição da IA de uma ferramenta de apoio para um parceiro ativo na geração de conhecimento.

    Inteligência Artificial Geral e Descobertas Científicas

    A Inteligência Artificial Geral (AGI) está se aproximando da realidade, especialmente no campo das descobertas científicas. Sam Altman revelou que a IA já exibe capacidades de “descoberta inovadora”, com pesquisadores utilizando essas ferramentas para obter avanços revolucionários.

    Um exemplo prático é a plataforma TuNa-AI, desenvolvida na Duke University. Combinando robótica e aprendizado de máquina, o sistema testou 1.275 formulações para entrega de medicamentos, resultando em um aumento de 43% na criação bem-sucedida de nanopartículas em comparação com métodos tradicionais. A equipe conseguiu reduzir em 75% um ingrediente potencialmente tóxico em um tratamento contra o câncer, mantendo a eficácia.

    Essa capacidade de descoberta autônoma sugere uma nova era científica, onde a AGI amplificará exponencialmente a capacidade humana de descoberta, acelerando o progresso.

    O Futuro do Trabalho Transformado pela IA

    Sam Altman apresentou uma visão radical sobre a transformação do trabalho, indicando que o futuro “pode parecer menos com trabalho” e que essa transição acelerada pode alterar o “contrato social” em torno do trabalho tradicional.

    O progresso em tarefas agenticas baseadas em tempo tem sido “desorientante”. O Codex está “não muito longe” de executar autonomamente uma semana inteira de trabalho, um salto qualitativo na automação que abrange processos complexos e criativos.

    Altman prevê a ascensão de startups bilionárias com zero funcionários, empresas criadas e operadas inteiramente por meio de prompts para agentes de IA. Essa visão sugere que a criação de valor econômico pode se tornar desacoplada do trabalho humano tradicional.

    Apesar das mudanças, Altman mantém otimismo sobre a capacidade humana de adaptação, acreditando que a humanidade prosperará ao lado dessas transformações.

    Agentes de IA Autônomos e a Nova Fronteira do Empreendedorismo

    A era dos agentes de IA verdadeiramente autônomos está se aproximando, prometendo revolucionar a forma como criamos e operamos negócios. A previsão de startups bilionárias sem funcionários humanos, gerenciadas por IA, já encontra bases na realidade atual.

    O desenvolvimento acelerado em tarefas agenticas, descrito como “desorientante” por Altman, permite que agentes como o Codex trabalhem autonomamente por períodos prolongados. Ferramentas como o Gemini 2.5 Computer Use do Google demonstram essa evolução, controlando navegadores web e executando tarefas de forma autônoma.

    O Gemini 2.5 superou concorrentes como o OpenAI Computer Using Agent em benchmarks web e mobile, capturando screenshots e analisando interfaces para executar comandos com precisão e baixa latência. Essa tecnologia reduz a barreira de entrada para o empreendedorismo, permitindo a criação e escalada de negócios sem equipes tradicionais.