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  • Governo de Sergipe: MarIA, a IA que revoluciona o atendimento do SergipePrevidência

    Governo de Sergipe: MarIA, a IA que revoluciona o atendimento do SergipePrevidência

    Governo de Sergipe lança nova inteligência artificial para atendimento

    O Governo de Sergipe, por meio do SergipePrevidência, deu um passo significativo na modernização do atendimento aos seus segurados com o lançamento da MarIA. Essa nova inteligência artificial foi desenvolvida para aprimorar a experiência de aposentados, pensionistas e segurados, oferecendo um canal digital de bate-papo (chat) para acesso rápido e prático a serviços e informações.

    A MarIA funciona como uma ferramenta de conversa em tempo real, acessível por meio de um link e QR Code disponíveis nos canais oficiais do SergipePrevidência. O objetivo principal é simplificar o acesso à informação, reduzir a necessidade de atendimentos presenciais e telefônicos, e conceder maior autonomia ao cidadão na resolução de suas demandas.

    MarIA: facilidades e funcionalidades para o segurado

    Por meio da plataforma MarIA, os segurados podem obter respostas para dúvidas frequentes sobre diversos serviços. Questões relacionadas à prova de vida, ao calendário de pagamentos e outros procedimentos do Instituto podem ser facilmente sanadas. A ferramenta também atua como um guia, orientando os usuários sobre os trâmites necessários e direcionando para os canais adequados quando a solicitação foge do escopo inicial, garantindo um atendimento mais ágil e eficiente.

    Inovação e compromisso com a transformação digital

    Segundo José Roberto Andrade, presidente do SergipePrevidência, a MarIA representa um avanço crucial na comunicação com os segurados. “A MarIA representa um avanço importante na forma como nos comunicamos com nossos segurados. Estamos investindo em tecnologia para oferecer um atendimento mais rápido, acessível e eficiente, facilitando o acesso à informação e aproximando ainda mais o cidadão do SergipePrevidência”, afirmou Andrade.

    Esta iniciativa está integrada ao processo de transformação digital da autarquia, reforçando o compromisso contínuo com a inovação e a melhoria dos serviços públicos. A expectativa é que a MarIA não só amplie o acesso dos segurados às informações, mas também otimize o fluxo de atendimento e fortaleça a comunicação entre o órgão e o público.

    Como acessar a MarIA

    Para começar a utilizar a nova ferramenta de inteligência artificial, basta apontar a câmera do seu smartphone para o QR Code disponibilizado nos canais oficiais do SergipePrevidência. A partir daí, você poderá iniciar uma conversa e obter o suporte necessário de forma direta e segura.

  • Filas menores, desburocratização e ações contra a corrupção: como a inteligência artificial pode ajudar na gestão pública

    Filas menores, desburocratização e ações contra a corrupção: como a inteligência artificial pode ajudar na gestão pública

    Filas menores, desburocratização e ações contra a corrupção: como a inteligência artificial pode ajudar na gestão pública

    A inteligência artificial (IA) surge como uma ferramenta poderosa para transformar a gestão pública em 2026. Em um cenário de debates intensos sobre seu uso, é fundamental destacar seu potencial prático na administração do Estado, especialmente como uma aliada na redução da burocracia e no combate à corrupção, conforme apontado em discussões relevantes do South Summit Brazil 2026.

    A tecnologia, em si, não possui caráter intrinsecamente bom ou mau; seu valor reside na forma como é aplicada. Por isso, a primazia das decisões humanas é essencial, garantindo que a IA atue como um complemento, não um substituto, das capacidades humanas na tomada de decisões críticas.

    Desburocratização e eficiência no serviço público

    Um dos benefícios mais imediatos da IA na gestão pública é sua capacidade de automatizar processos repetitivos. Isso inclui a análise de documentos, a concessão de licenças e a administração de benefícios. Ao lidar com tarefas que antes demandavam tempo e recursos consideráveis, a IA se torna uma eficaz destravadora do Estado.

    Combater a morosidade é um dos grandes desafios do serviço público. A IA pode atuar diretamente na redução de filas e no tempo de resposta ao cidadão, além de integrar bancos de dados que frequentemente se encontram dispersos. Essa integração otimiza o acesso à informação e agiliza o atendimento.

    O futuro do servidor público com a IA

    A ideia de que a IA dispensará o servidor público é um receio comum, mas o cenário ideal aponta para uma colaboração. O objetivo é liberar os profissionais para se dedicarem a funções mais estratégicas e humanas. A IA não substitui o funcionário, mas eleva a exigência por um profissional mais qualificado e apto a lidar com tarefas que requerem discernimento e empatia.

    Combate à corrupção e transparência

    No âmbito da administração pública, um dos ganhos mais significativos e instantâneos para a sociedade proporcionados pela IA é o combate à corrupção. A tecnologia atua com rapidez na detecção de padrões anômalos em licitações, no cruzamento automático de dados e no monitoramento em tempo real.

    A transparência é um pilar democrático essencial. A IA pode viabilizar a criação de painéis públicos em tempo real, apresentando indicadores de gastos e realizando auditorias automatizadas contínuas. Essa abertura de dados fortalece a confiança entre o governo e os cidadãos.

    O papel do cidadão e a inclusão digital

    Um ponto crucial para o futuro é a compreensão, pelo cidadão, das razões por trás das decisões tomadas pelos gestores públicos. À medida que políticas públicas incorporam cada vez mais a IA, é imperativo garantir que essa transição não resulte na exclusão digital ou na desumanização do atendimento.

    É vital que a IA aumente a capacidade humana, especialmente em áreas sensíveis como saúde, educação e justiça, sem substituí-la. O foco deve ser em aprimorar o serviço e garantir que todos os cidadãos, independentemente de seu acesso digital, sejam atendidos de forma equitativa e humana.

  • Inteligência artificial expõe crise na formação intelectual dos estudantes

    Inteligência artificial expõe crise na formação intelectual dos estudantes

    Inteligência artificial expõe crise na formação intelectual dos estudantes

    A rápida ascensão da inteligência artificial (IA) no ambiente educacional tem jogado luz sobre uma preocupante realidade: muitos jovens demonstram dificuldade crescente em formular pensamentos autônomos e exercer a análise crítica. Longe de ser apenas uma nova ferramenta tecnológica, o fenômeno aponta para uma crise cognitiva, onde a compreensão do mundo passa a ser delegada, em larga escala, às máquinas.

    Embora a IA tenha sido concebida para otimizar tarefas e liberar o ser humano do trabalho braçal, observa-se um paradoxo: ela começa a libertar indivíduos do próprio esforço intelectual. O cerne do problema, contudo, não reside na tecnologia em si, mas no terreno que ela encontrou. A ferramenta se depara com uma sociedade intelectualmente fragilizada, onde muitos estudantes falham em estruturar raciocínios básicos.

    O reflexo da fragilidade no uso da IA

    A eficácia das inteligências artificiais, por exemplo, está diretamente ligada à qualidade das perguntas que lhes são submetidas. A falta de leitura, de contexto e de repertório por parte dos usuários resulta em comandos superficiais. Consequentemente, as respostas geradas pela máquina refletem, inevitavelmente, a formação intelectual de quem a utiliza.

    A origem dessa questão é mais antropológica e educacional do que tecnológica. Há décadas, o sistema escolar tem sido criticado por falhar em seu propósito de formar indivíduos no sentido mais amplo, limitando-se, muitas vezes, a produzir meros “alunos” burocráticos. O foco na preparação para enfrentar problemas complexos e construir projetos de vida autônomos tem sido negligenciado.

    Desafios da educação e o papel da IA

    Se não resgatarmos a capacidade de pensar por conta própria, a inteligência artificial deixará de ser um braço direito do homem para tornar-se a muleta de uma geração que desaprendeu a caminhar sozinha.

    O desafio tem sido substituído pela facilidade, e o mérito pela acomodação, onde qualquer exigência de excelência é frequentemente vista como opressão. A verdadeira educação, por outro lado, deveria guiar o ser humano à descoberta, à autonomia e à responsabilidade intelectual. Um exemplo de formação que possibilitou avanços significativos é o da pesquisadora brasileira Tatiana Coelho de Sampaio, que desenvolveu a polilaminina, uma contribuição relevante para a biomedicina.

    A produção de talentos com tal envergadura exige rigor, disciplina intelectual e o estímulo ao pensamento crítico, elementos cada vez mais escassos. Portanto, a inteligência artificial não deve ser rejeitada, mas sim recolocada em seu devido lugar: como ferramenta de apoio, jamais como substituta da consciência humana.

    A educação é o alicerce indispensável de qualquer sociedade que almeja ser justa e meritocrática. Sem o resgate da capacidade de pensar de forma independente, a IA corre o risco de se tornar uma muleta para uma geração que perdeu a habilidade de caminhar por si mesma.

  • Escola em Chicago adota inteligência artificial no ensino a partir de outono, segundo reportagem

    Escola em Chicago adota inteligência artificial no ensino a partir de outono, segundo reportagem

    Escola em Chicago introduz inteligência artificial no ensino

    Uma escola em Chicago está se preparando para incorporar a inteligência artificial (IA) nas aulas a partir do próximo outono. Estudantes utilizarão ferramentas de IA para matérias principais, sob a orientação de funcionários, conforme noticiado pela CBS.

    A Alpha Chicago, parte da rede de escolas privadas K-12 Alpha Schools, fundada em 2014, empregará a IA de uma a duas horas por dia em disciplinas como ciência, matemática e leitura. Cada aluno terá um “guia” em vez de um professor tradicional.

    Como funcionará a inteligência artificial nas aulas

    Apesar da introdução da IA, a escola assegura que os alunos não aprenderão com robôs nem passarão o dia inteiro em frente a telas. Os professores continuarão a desempenhar um papel central no processo educacional.

    “Estamos usando o mesmo currículo que os alunos em sala de aula estão aprendendo. Não é o ChatGPT inventando perguntas”, afirmou Mackenzie Price, fundadora da escola.

    Price explicou que o sistema de IA é capaz de avaliar o conhecimento dos alunos e identificar lacunas. Ela também ressaltou que os guias receberão salários elevados, e que os professores são fundamentais para o sucesso do modelo.

    Liz Gerber, da Center for Human-Computer Interaction and Design da Northwestern University, descreveu o modelo da Alpha Schools como um aprendizado autodirigido, baseado em princípios montessorianos. No entanto, ela expressou hesitação em classificar a escola como “de IA”, sugerindo que se trata de aprendizagem personalizada.

    Detalhes sobre a Alpha Chicago

    Com mensalidades anuais de $55.000, a escola atrai principalmente famílias abastadas. Segundo a Alpha Schools, seus alunos se classificam no 1% superior em testes padronizados nacionais e progridem em um ritmo médio 2,6 vezes mais rápido que os colegas em avaliações MAP.

    Até o momento, 35 alunos demonstraram interesse e dois já se matricularam para o próximo ano letivo. A escola tem como meta atingir 50 alunos até o outono de 2026 e está atualmente aceitando candidaturas. Existem 22 escolas Alpha nos Estados Unidos.

  • Corpora lança inteligência artificial para psicólogos

    Corpora lança inteligência artificial para psicólogos

    Corpora lança inteligência artificial para psicólogos

    A plataforma brasileira de gestão de consultórios, Corpora, anunciou em 26 de março de 2026 a integração de um novo pacote de funcionalidades de inteligência artificial (IA) voltado para a rotina clínica de psicólogos. O objetivo é otimizar tarefas operacionais e de apoio à documentação, oferecendo ferramentas de reescrita, resumo, planejamento de sessão, transcrição e leitura de imagem para texto.

    A iniciativa busca automatizar etapas como organização de registros, estruturação de conteúdos e preparação para atendimentos, sempre com foco em segurança e controle do usuário. A Corpora enfatiza que essas novas funções atuam como um apoio à escrita e à organização, sem a intenção de substituir a condução clínica ou o julgamento técnico do profissional.

    Novas funcionalidades de IA no prontuário digital

    O pacote de IA introduzido pela Corpora abrange diversas funcionalidades desenhadas para simplificar o dia a dia do psicólogo. Entre elas, destacam-se:

    • Reescrita de textos: Auxilia na clareza e concisão das anotações clínicas.
    • Resumo de anotações: Permite condensar informações importantes para rápida consulta.
    • Planejamento de sessão: Suporte na organização do conteúdo a ser abordado em cada atendimento.
    • Transcrição: Converte áudios em texto, com atenção especial para não manter armazenamento permanente de áudio como padrão.
    • Leitura de imagem para texto: Facilita a conversão de documentos visuais em conteúdo textual editável.

    Segurança e controle opcional como prioridade

    Um dos pontos cruciais do lançamento é o caráter opcional da utilização da inteligência artificial. A Corpora garante que os dados do prontuário digital não serão enviados automaticamente para processamento. O psicólogo terá controle total sobre o acionamento dessas funcionalidades, garantindo que aqueles que preferirem não utilizar a IA não sejam submetidos a ela por padrão.

    A arquitetura das novas funções foi desenvolvida para priorizar o controle do usuário, o compartilhamento pontual de conteúdo e a minimização da exposição de dados. A lógica adotada é a de processar apenas o conteúdo selecionado, inserido ou confirmado pelo profissional no momento da ação. Isso difere de modelos que operam sobre todo o prontuário de forma automática.

    “A proposta é usar a inteligência artificial como apoio operacional ao psicólogo, não como substituição do raciocínio clínico. Também entendemos que esse uso precisa ser opcional: o profissional só aciona a IA quando quiser. Buscamos estruturar essas funcionalidades com critérios técnicos, organizacionais e contratuais que reforcem a proteção dos dados processados, inclusive com fornecedores cujas condições aplicáveis ao serviço contratado preveem que o conteúdo não seja usado para treinamento dos modelos”, afirma Josué Alós, cofundador da Corpora.

    Privacidade e ética no uso da IA na psicologia

    A empresa detalha que, no caso dos recursos de geração e tratamento de texto, opera com fornecedores contratados sob condições que visam resguardar os dados processados e impedir seu uso para treinamento de modelos. Essa abordagem é particularmente relevante no campo da psicologia, onde debates sobre sigilo, limites éticos da automação e o controle profissional sobre o processamento de dados são frequentes.

    O Conselho Federal de Psicologia (CFP) também tem se posicionado sobre o tema, lançando uma cartilha sobre o uso ético de inteligência artificial na área. A Corpora busca, com essas novas funcionalidades, reduzir o retrabalho em tarefas administrativas e de organização, mantendo sempre a decisão final e a responsabilidade clínica sob a alçada do profissional.

    As novas funções serão incorporadas gradualmente aos fluxos de prontuário da plataforma usecorpora.com.br.

  • Apple Cancela Vision Pro e Foca em Óculos Inteligentes com IA para 2027

    Apple Cancela Vision Pro e Foca em Óculos Inteligentes com IA para 2027

    Apple cancela Vision Pro para focar em óculos inteligentes com IA

    A Apple oficializou uma mudança radical em sua estratégia de wearables: o cancelamento dos planos de reformulação do headset Vision Pro. Em vez disso, a gigante de tecnologia redirecionará seus esforços para o desenvolvimento de óculos inteligentes impulsionados por Inteligência Artificial (IA), com o objetivo de competir diretamente com a linha Ray-Ban da Meta. A decisão, segundo relatório da Bloomberg, interrompe o trabalho em uma versão mais leve e barata do Vision Pro, originalmente planejada para 2027, e realoca equipes para acelerar o desenvolvimento de novos designs de óculos.

    O Vision Pro, lançado em 2023 com grande expectativa, enfrentou obstáculos significativos como o preço elevado, design pesado e uma baixa aceitação geral. Essa mudança representa um reconhecimento de que o mercado de headsets VR/AR ainda não está maduro para produtos de alto custo. A Apple agora aposta que óculos inteligentes, mais leves e acessíveis, possuem maior potencial de penetração, espelhando o sucesso da Meta com seus óculos Ray-Ban inteligentes.

    Novos óculos inteligentes da Apple: estratégia e especificações

    A Apple está desenvolvendo duas versões distintas de óculos inteligentes. A primeira, prevista para 2027, funcionará como um acessório conectado ao iPhone, sem tela integrada. Este modelo priorizará a interação por voz, utilizando uma versão aprimorada do Siri como interface principal, e incorporará recursos de IA, alto-falantes, câmeras para processamento visual e sensores para monitoramento de saúde.

    Uma segunda versão, com cronograma mais ambicioso, incluirá uma tela integrada, posicionando-se como um concorrente direto dos óculos Display da Meta. Ambos os dispositivos dependerão crucialmente da reformulação do Siri, que a Apple vem desenvolvendo para expandir suas capacidades de IA conversacional. A integração profunda com a IA será fundamental para a usabilidade desses novos óculos, alinhando-se com a estratégia da Apple de expandir seus wearables para o bem-estar pessoal, além do Apple Watch.

    Comparativo: Apple vs. Meta Ray-Ban no mercado de wearables com IA

    A Meta já consolidou uma liderança no mercado de óculos inteligentes com sua linha Ray-Ban, apresentando modelos como o Ray-Ban Gen 2, óculos Display e a Neural Band. Mark Zuckerberg considera os óculos o “fator de forma ideal” para IA pessoal, uma visão aparentemente validada pelos números de mercado. A Meta alcançou um product-market fit ao focar em designs familiares e funcionalidades práticas.

    A Apple, por outro lado, enfrenta o desafio de superar suas conhecidas deficiências em IA, especialmente as limitações do Siri em comparação com os assistentes de concorrentes. Para se tornar um player relevante neste espaço, a empresa precisa resolver essas questões. Enquanto a Meta já possui produtos no mercado coletando feedback real, a Apple ainda se encontra em fase de desenvolvimento, uma potencial desvantagem competitiva.

    Impacto da mudança de estratégia da Apple no setor de IA

    A decisão da Apple de abandonar o Vision Pro e focar em óculos inteligentes valida a abordagem da Meta sobre a viabilidade de óculos para adoção em massa. A empresa admite que o mercado de VR/AR premium ainda não está pronto para produtos complexos como o Vision Pro. Este movimento intensifica a corrida pela IA wearable, um campo que promete ser o próximo grande campo de batalha entre as big techs.

    A entrada oficial da Apple na competição deve impulsionar a inovação em óculos inteligentes, possivelmente levando à redução de preços e a um maior investimento em IA conversacional por parte de todos os players. Para o setor de IA, a mudança sinaliza que a praticidade supera a sofisticação técnica na adoção pelo consumidor. Dispositivos que se integram naturalmente ao cotidiano tendem a ter maior sucesso.

    Cronograma e expectativas para o lançamento em 2027

    A Apple definiu 2027 como meta para o lançamento de sua primeira geração de óculos inteligentes. Este cronograma agressivo inclui a primeira fase com óculos conectados ao iPhone sem tela própria, seguida por uma versão com display integrado. O sucesso dependerá da capacidade da Apple de entregar uma experiência de IA superior através do Siri reformulado. Sem essa base tecnológica sólida, os óculos podem repetir os desafios de adoção do Vision Pro.

    A janela de 2027 também permite que a Apple aprenda com a evolução dos produtos da Meta, potencialmente evitando armadilhas e incorporando aprendizados do mercado real. As expectativas incluem integração perfeita com o ecossistema Apple, qualidade de construção premium, recursos de privacidade avançados e um preço mais competitivo, aprendendo com os erros cometidos com o Vision Pro.

  • OpenAI Atinge Avaliação Recorde de $500B em 2025

    OpenAI Atinge Avaliação Recorde de $500B em 2025

    OpenAI alcança avaliação histórica de $500 bilhões em 2025

    A OpenAI acaba de escrever um novo capítulo na história das empresas privadas, atingindo uma valorização recorde de $500 bilhões. Este marco foi alcançado através de uma venda secundária de ações, que permitiu a funcionários liquidar US$ 6,6 bilhões em participações. Com essa façanha, a empresa de inteligência artificial não apenas se consolida como a mais valiosa do mundo, superando gigantes como SpaceX, mas também demonstra o poder transformador da IA no cenário econômico global.

    A avaliação de meio trilhão de dólares representa um salto impressionante desde os US$ 300 bilhões registrados em março de 2024. O crescimento exponencial da OpenAI é sustentado por uma performance financeira robusta: a empresa gerou US$ 4,3 bilhões em receita apenas no primeiro semestre de 2025, superando todo o faturamento de 2024. Esse desempenho excepcional valida a confiança dos investidores e explica a magnitude dessa valorização histórica.

    Como a OpenAI superou gigantes e definiu novos padrões

    A conquista da OpenAI a coloca oficialmente à frente de empresas como a SpaceX, avaliada em US$ 456 bilhões, e a ByteDance. É a primeira vez que uma companhia privada atinge um patamar tão elevado de valorização, sinalizando a inteligência artificial como o setor mais cobiçado por investidores globais.

    Enquanto a SpaceX revolucionou a exploração espacial e a ByteDance dominou as redes sociais, a OpenAI está reformulando a interação humana com a tecnologia. A velocidade de seu crescimento e o vasto potencial de mercado são fatores cruciais. Em um período significativamente mais curto do que o levado por outras empresas para alcançar avaliações similares, a OpenAI capitalizou a adoção massiva de suas tecnologias de IA.

    Fatores-chave para a superação:

    • Crescimento de receita de 300% no primeiro semestre de 2025.
    • Aceleração na adoção empresarial do ChatGPT e APIs.
    • Posicionamento como líder em IA generativa.
    • Demanda crescente por soluções de automação inteligente.

    Detalhes da venda secundária de ações

    A transação permitiu que funcionários com pelo menos dois anos de posse de ações liquidassem parte de seus ganhos, oferecendo liquidez e auxiliando na retenção de talentos em um mercado altamente competitivo. A OpenAI autorizou a venda de US$ 10,3 bilhões em ações, mas os funcionários optaram por vender US$ 6,6 bilhões. Essa diferença de quase US$ 4 bilhões entre o disponível e o vendido é um indicativo forte da confiança interna na valorização futura da empresa.

    Fontes internas sugerem que muitos colaboradores preferem manter suas participações, antecipando retornos ainda maiores. A estrutura da venda secundária privilegiou funcionários de longo prazo, recompensando aqueles que contribuíram para o crescimento inicial da companhia.

    Principais características da transação:

    • Valor total vendido: $6,6 bilhões.
    • Ações disponíveis não vendidas: $3,7 bilhões.
    • Critério de elegibilidade: 2+ anos de posse de ações.
    • Investidores participantes: Thrive Capital, SoftBank, MGX.

    Receita da OpenAI dispara 300%

    O faturamento de US$ 4,3 bilhões no primeiro semestre de 2025, que superou o total de 2024, é a prova concreta da escalada da OpenAI. Esse desempenho reflete a adoção acelerada de tecnologias de IA por empresas de todos os portes e setores.

    A demanda crescente por soluções de IA, desde o uso de APIs até a implementação de modelos personalizados, impulsiona esse crescimento. A OpenAI redefine as expectativas para empresas de tecnologia, demonstrando como tecnologias disruptivas podem encurtar drasticamente o caminho para o sucesso financeiro.

    Impacto da valorização no mercado de IA

    A avaliação de US$ 500 bilhões da OpenAI estabelece um novo benchmark para o setor de inteligência artificial. O mercado agora percebe a IA não apenas como uma tecnologia promissora, mas como o setor com maior potencial de retorno na próxima década. Esse efeito cascata já impulsiona as avaliações de outras empresas de IA e atrai maior interesse institucional, incluindo fundos de pensão e sovereign wealth funds.

    A tendência é de aceleração em IPOs e uma intensificação na guerra por talentos, com pacotes de compensação batendo novos recordes. A OpenAI, com sua avaliação estratosférica, consolida-se como o padrão-ouro, estimulando a inovação contínua e o desenvolvimento de novas tecnologias de IA em todo o mercado.

  • Uso de dados e inteligência artificial para tomada de decisões em grandes organizações é tema de painel no South Summit Brazil

    Uso de dados e inteligência artificial para tomada de decisões em grandes organizações é tema de painel no South Summit Brazil

    Uso de dados e inteligência artificial para tomada de decisões em grandes organizações é tema de painel no South Summit Brazil

    A aplicação estratégica de dados e inteligência artificial (IA) como motores de transformação organizacional foi o foco do painel “Dados que escalam negócios: como IA e arquitetura moderna estão transformando decisões em grandes organizações”. O debate ocorreu na manhã desta quarta-feira (25/3), no Cais Room, durante o South Summit Brazil, em Porto Alegre, um evento do qual o governo do Estado é correalizador.

    O encontro, que segue até 27 de março, contou com a participação de nomes como o secretário-adjunto de Planejamento, Governança e Gestão, Felipe Cruzeiro, e foi mediado pelo diretor de Negócios e Estratégias Digitais da Randoncorp, Mateus de Abreu. O debate aprofundou como a IA e arquiteturas modernas estão redefinindo a maneira como grandes organizações tomam decisões, um tema crucial na atualidade.

    Aplicações e Desafios no Setor Público

    Felipe Cruzeiro destacou que o setor público enfrenta desafios singulares na adoção de dados e IA, especialmente devido à escala e diversidade de usuários dos serviços. “O nosso cliente é todo cidadão. Isso exige uma visão diferente de governança e de prestação de serviços digitais”, afirmou. A criação da Subsecretaria de Governança e Estratégia de TIC e Digital (STI), vinculada à SPGG, foi apontada como um avanço fundamental para centralizar a governança digital no Estado.

    O secretário-adjunto ressaltou a iniciativa da GurIA, assistente virtual integrada ao portal rs.gov.br, que já concentra mais de 750 serviços digitais. “Nos últimos seis anos, o Rio Grande do Sul foi campeão quatro vezes em premiações nacionais sobre oferta de serviços digitais. A GurIA é um símbolo desse processo, sustentado pela orquestração dos dados do Estado”, pontuou Cruzeiro.

    Inovações e o Futuro com IA

    Cruzeiro também mencionou avanços como o uso da IA para antecipar demandas cidadãs. Um exemplo prático é a aplicação de modelos preditivos na educação, que visa prevenir a evasão escolar através do cruzamento de dados de diferentes áreas. “É a IA aplicada de forma preventiva, para agir antes que o problema aconteça”, explicou. A implementação dessa política de proteção à trajetória escolar demonstra o potencial da tecnologia na rede estadual.

    O futuro da inteligência artificial no setor público, segundo o secretário-adjunto da SPGG, passa pela integração entre áreas e pela integridade dos dados, sempre em atenção à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). “Como o nosso governador Eduardo Leite diz, o cidadão é um só, ele não é municipal, estadual ou federal, e a inteligência artificial nos permite entregar serviços cada vez mais digitais e com mais qualidade para a população”, concluiu.

    Sobre o South Summit Brazil

    O South Summit Brazil, criado na Espanha, consolidou-se como a maior feira de inovação do sul da Europa e chegou ao Rio Grande do Sul em 2022. A edição brasileira de 2025 reuniu 23 mil participantes de 62 países, incluindo 900 investidores e 140 fundos, com mais de US$ 215 bilhões sob gestão. O evento também contou com mais de 3 mil startups e 800 palestrantes, fortalecendo o ecossistema de inovação.

  • Wall Street em negociações voláteis aguardando resultados da Nvidia

    Wall Street em negociações voláteis aguardando resultados da Nvidia

    Wall Street operou em um cenário misto durante a sessão de segunda-feira, em um dia marcado pela volatilidade e pela antecipação dos resultados financeiros da gigante de chips Nvidia. Investidores buscam pistas sobre o futuro da demanda por tecnologia de inteligência artificial (IA), enquanto sinais de possíveis excessos no setor começam a surgir.

    A cautela se reflete na performance de grandes empresas de tecnologia, como Tesla, Meta e Microsoft, que registraram quedas entre 1% e 2%. Uma nota da TD Cowen, divulgada na sexta-feira, apontou que a Microsoft cancelou contratos de arrendamento de data centers nos EUA, o que pode indicar um suprimento em excesso de infraestrutura para IA. Essa movimentação ocorre após o lançamento, em janeiro, de modelos de IA de baixo custo pela chinesa DeepSeek, que já havia gerado questionamentos sobre a real demanda e os investimentos volumosos de empresas norte-americanas na área.

    O que dizem os analistas sobre o mercado de IA

    Joe Saluzzi, cofundador da Equity Trading na Themis Trading, comentou que o setor parece ter avançado em um ritmo acelerado. Mesmo com empresas declarando investimentos contínuos, a recente volatilidade levanta preocupações. Os resultados trimestrais da Nvidia, esperados para quarta-feira, tornam-se cruciais para reacender a confiança dos investidores. A atenção estará voltada para as projeções da empresa sobre despesas futuras.

    Em meio a essa incerteza, as ações da própria Nvidia mantiveram-se estáveis na sessão de segunda-feira. No entanto, o setor de semicondutores como um todo registrou perdas, com o índice mais amplo da Filadélfia fechando em baixa de 0,6%.

    Desempenho dos índices e movimentos setoriais

    Os principais índices de Wall Street apresentaram resultados divergentes. O Dow Jones Industrial Average fechou com alta de 0,32%, enquanto o S&P 500 avançou 0,08%. Já o Nasdaq Composite recuou 0,43%, refletindo a pressão sobre as ações de tecnologia.

    Um movimento de destaque foi a recuperação das ações da Apple, que reverteram as perdas do pré-mercado e fecharam em alta de 0,9%. A empresa anunciou planos de investir US$ 500 bilhões nos EUA nos próximos quatro anos, incluindo uma nova fábrica no Texas focada em servidores de IA.

    Cenário internacional e indicadores econômicos

    No âmbito internacional, líderes empresariais alemães pressionam o governo por ações para fortalecer a economia do país, que mostra sinais de fragilidade. Globalmente, os mercados observam com atenção os próximos indicadores econômicos. A divulgação do índice de Despesas de Consumo Pessoal (PCE), principal medidor de inflação para o Federal Reserve, está prevista para sexta-feira e pode oferecer pistas sobre o momento de uma eventual redução nas taxas de juros.

    Na semana anterior, dados econômicos fracos e uma previsão pessimista do Walmart já haviam gerado temores de estagnação na economia americana, impactando negativamente os índices de ações.

    Destaques corporativos e expectativas futuras

    Outros destaques corporativos incluíram a Berkshire Hathaway, cujas ações atingiram recorde após um lucro anual histórico. A Nike registrou alta de 4,7% após uma atualização positiva em sua recomendação de compra. Por outro lado, a Domino’s Pizza sofreu uma queda de 2,7% por não atender às expectativas de vendas.

    O mercado permanece em estado de alerta, com a expectativa de comentários do presidente Donald Trump sobre tarifas, que podem influenciar o ambiente de negociações globais.

  • SOUS capta €4 milhões para desenvolver ferramentas de IA para restaurantes

    SOUS capta €4 milhões para desenvolver ferramentas de IA para restaurantes

    SOUS capta €4 milhões para impulsionar o crescimento de restaurantes com IA

    A SOUS, plataforma baseada em inteligência artificial focada em negócios de alimentos e bebidas, anunciou o recebimento de €4 milhões em financiamento semente. O objetivo é aprimorar o desenvolvimento de ferramentas de IA projetadas para impulsionar o crescimento de restaurantes em um cenário cada vez mais digital. A rodada de investimento foi liderada pela Seed + Speed Ventures, com a participação de investidores existentes como a PeakBridge, além de āltitude, Gekko Capital e um grupo de investidores anjo experientes.

    Com a crescente migração da descoberta de restaurantes para canais digitais, muitos operadores enfrentam ecossistemas de tecnologia fragmentados e uma dependência cada vez maior de plataformas de terceiros. Essas plataformas frequentemente limitam a propriedade dos dados e impõem comissões elevadas. Em resposta a esses desafios, a SOUS está desenvolvendo agentes de IA que operam continuamente em segundo plano.

    Como a IA da SOUS revoluciona o setor de restaurantes

    Esses agentes de IA são projetados para apoiar o crescimento dos restaurantes de diversas maneiras. Eles visam melhorar a descoberta em plataformas digitais e com inteligência artificial, converter tráfego online em vendas diretas e engajamento, além de automatizar aspectos cruciais do marketing, presença da marca e comunicação com o cliente. Fundada por Devon Scoulelis e Thomas Scholte, com William Hurst como cofundador e CTO, a SOUS se posiciona como um motor de crescimento ponta a ponta, cobrindo toda a jornada do cliente, desde a descoberta até a transação e retenção.

    “Gerir um restaurante significa gerir um negócio digital. O empreendedor local não tem orçamento para um CMO, CFO e CTO. Estamos construindo um agente de IA que assume parte desse trabalho, para que a pizzaria local tenha o mesmo poder e ferramentas que grandes players como a Domino’s, com seus muitos funcionários e orçamento”, afirma Thomas Scholte, cofundador e CCO.

    Novas oportunidades de receita e expansão

    Através de sua plataforma, a SOUS permite que os restaurantes melhorem sua visibilidade digital, vendam diretamente aos clientes e desbloqueiem novas fontes de receita. Isso inclui opções como takeaway, produtos de varejo, experiências e assinaturas. A plataforma se integra a ferramentas de restaurante já existentes, como a Zenchef, atuando como uma camada de crescimento dentro do ecossistema tecnológico mais amplo do setor.

    Essa integração ajuda os restaurantes a aumentar a visibilidade em plataformas de busca e com IA, direcionar mais tráfego para canais de reserva e converter essa demanda em confirmações, gerando melhores resultados para restaurantes, clientes e provedores de plataforma. Com o novo aporte financeiro, a SOUS planeja expandir suas equipes de produto e engenharia, aprimorar ainda mais sua plataforma de IA e continuar sua expansão internacional pela Europa, com foco inicial na Alemanha.