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  • Secretaria da Fazenda compartilha experiências no uso de Inteligência Artificial

    Secretaria da Fazenda compartilha experiências no uso de Inteligência Artificial

    Secretaria da Fazenda compartilha experiências no uso de Inteligência Artificial

    A Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo recebeu, em 18 de março de 2026, uma delegação da Prefeitura de Jundiaí. O objetivo da visita técnica foi conhecer os sistemas de Inteligência Artificial (IA) desenvolvidos e implementados pelo Fisco Paulistano. Este encontro representa mais um avanço no fortalecimento da cooperação entre municípios na modernização da gestão tributária por meio da tecnologia.

    O interesse de Jundiaí surgiu após uma palestra sobre a aplicação de IA na administração tributária paulistana. A delegação, composta por membros do Departamento de Eficiência e Modernização Fiscal do município do interior, buscou compreender de perto as soluções adotadas pela Fazenda de São Paulo, seu funcionamento no dia a dia e a viabilidade de futuras parcerias, como convênios ou acordos de cooperação técnica.

    Fortalecendo a cooperação intermunicipal

    A iniciativa visa identificar oportunidades para a modernização da área fiscal de Jundiaí. Os representantes do município conheceram as soluções implementadas pela Secretaria da Fazenda de São Paulo, buscando replicar ou adaptar essas inovações em sua própria gestão.

    Rodrigo Kreis de Paula, do Gabinete da Subsecretaria da Receita Municipal, destacou a importância dessas trocas. “Iniciativas como essa refletem o compromisso da Fazenda paulistana não apenas com a inovação interna, mas também com a construção de uma rede de conhecimento entre municípios e órgãos públicos”, afirmou.

    Compartilhar nossas experiências com outras prefeituras é uma forma de multiplicar o impacto das soluções que desenvolvemos, contribuindo para uma gestão pública mais eficiente em todo o Estado.

    A troca de conhecimentos entre a Secretaria da Fazenda de São Paulo e a Prefeitura de Jundiaí demonstra um movimento crescente em direção à adoção de tecnologias avançadas para otimizar os serviços públicos e a eficiência na administração tributária.

  • Notícias: Futura Amy Webb destaca importância da comunidade brasileira na era da IA no SXSW

    Notícias: Futura Amy Webb destaca importância da comunidade brasileira na era da IA no SXSW

    São Paulo presente no SXSW: futurista Amy Webb destaca senso de comunidade como força brasileira na era da inteligência artificial

    Em 15 de março de 2026, durante o South by Southwest (SXSW), a maior feira de inovação do mundo, a SP House – hub de negócios e tecnologia do Governo de São Paulo – sediou um dos debates mais aguardados do evento. A renomada futurista Amy Webb, CEO do Future Today Strategy Group e autora de um dos relatórios mais influentes sobre tendências tecnológicas, compartilhou suas visões sobre como líderes e instituições podem navegar pelas aceleradas transformações impulsionadas pela inteligência artificial.

    Webb, conhecida por sua análise prospectiva de tendências, participou de um bate-papo que visava oferecer insights sobre as estratégias necessárias para enfrentar o futuro moldado pela IA. A discussão ocorreu no coração do evento de inovação, posicionando São Paulo como protagonista na vanguarda tecnológica global.

    Discussão na SP House aborda o futuro com inteligência artificial

    A conversa, mediada pelo advogado e pesquisador de tecnologia Ronaldo Lemos, contou também com a participação de Thiago Camargo, vice-presidente executivo da InvestSP. O foco principal girou em torno das dinâmicas sociais e institucionais que emergem com o avanço da inteligência artificial e como o Brasil pode se posicionar de forma estratégica nesse cenário.

    Amy Webb ressaltou um ponto crucial: o senso de comunidade. Segundo a futurista, essa característica intrínseca do Brasil tem o potencial de ser um diferencial significativo na era da inteligência artificial, fortalecendo a nação diante das rápidas mudanças globais. A discussão na SP House, conforme noticiado pela Agência SP, apontou para a relevância de tais atributos em um mundo cada vez mais tecnológico.

    A presença do Governo de São Paulo na SXSW, através da SP House, reforça o compromisso do estado com a inovação e o desenvolvimento de negócios. O evento serviu como plataforma para discussões de alto nível sobre o futuro, com destaque para a inteligência artificial e o papel do Brasil nesse contexto, segundo informações veiculadas pela Agência SP.

  • São Paulo no SXSW: futurista Amy Webb destaca senso de comunidade como força do Brasil na era da IA

    São Paulo no SXSW: futurista Amy Webb destaca senso de comunidade como força do Brasil na era da IA

    São Paulo no SXSW: futurista Amy Webb diz na SP House que senso de comunidade fortalece o Brasil na era da inteligência artificial

    A SP House, espaço dedicado a negócios e tecnologia do Governo de São Paulo no South by Southwest (SXSW), sediou um debate fundamental sobre o futuro diante das rápidas transformações impulsionadas pela inteligência artificial. A renomada futurista Amy Webb, CEO do Future Today Strategy Group e autora de influentes relatórios de tendências tecnológicas, participou do evento, oferecendo uma perspectiva otimista sobre o papel do Brasil.

    Durante um bate-papo mediado pelo advogado e pesquisador de tecnologia Ronaldo Lemos, com a presença de Thiago Camargo, vice-presidente executivo da InvestSP, Amy Webb compartilhou suas visões. A autora, conhecida por seu relatório anual de tendências tecnológicas que serve de referência global, destacou o senso de comunidade e o modo de vida brasileiro como diferenciais estratégicos em um cenário mundial cada vez mais impactado pela automação.

    O Brasil como diferencial estratégico

    “Eu acredito profundamente que o Brasil vai ser importante nesse cenário”, afirmou Webb. Ela explicou que sociedades excessivamente focadas em produtividade e trabalho podem enfrentar maiores desafios com o avanço da automação. Nos Estados Unidos, por exemplo, muitas pessoas se definem primariamente por seus empregos, o que as deixa vulneráveis quando o trabalho é alterado ou substituído.

    Em contraste, o Brasil possui um forte senso de comunidade e pertencimento, que pode atuar como uma camada de proteção contra os impactos da automação no mercado de trabalho. Essa característica cultural, segundo a futurista, é um ativo valioso.

    Decisões urgentes na era da inteligência artificial

    Amy Webb também lançou um alerta sobre a urgência das decisões relacionadas à inteligência artificial. Ela enfatizou que as escolhas feitas no presente terão efeitos cumulativos e, em alguns casos, irreversíveis. Por isso, governos e líderes precisam estar preparados para tomar decisões difíceis enquanto ainda há tempo hábil para ação.

    Stephanie Costa, secretária-executiva da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo, esteve presente e ressaltou dois pontos cruciais da fala de Webb para o governo paulista. “Quando perguntaram para ela quais instituições seriam mais vulneráveis a esse futuro, ela respondeu: governos. Isso é algo que a gente precisa estar atento”, comentou.

    Costa acrescentou a importância de aprender a lidar com a IA e explorar como a cultura brasileira pode contribuir para o desenvolvimento do estado. “O segundo ponto que me chamou muita atenção é a margem de ação. A gente precisa acompanhar o que está acontecendo. Não digo que a gente precisa copiar, mas precisa saber o que está sendo feito para poder agir”, declarou.

    Habilidades humanas valorizadas no futuro

    Webb abordou as habilidades que ganharão destaque no futuro. Ela mencionou sua filha de 15 anos, que, apesar de ter crescido imersa em tecnologia, não utiliza redes sociais e considera ferramentas como o ChatGPT “irritantes” por não pensarem como ela.

    “São os valores humanos intrínsecos, como paciência, resiliência e capacidade de adaptação, que estamos começando a entregar quando nos tornamos tão dependentes dessas tecnologias. O problema é a dependência excessiva.”

    A futurista destacou que os valores humanos essenciais, como paciência, resiliência e adaptabilidade, são justamente os que podem ser perdidos com a dependência excessiva de tecnologias. O desafio reside na busca por um equilíbrio.

    SP House no SXSW 2026

    Esta foi a terceira participação da SP House no SXSW, um evento que ocorreu em Austin, nos Estados Unidos, entre 13 e 16 de março de 2026. O espaço paulista no festival contou com 2.200 m², quase o dobro da edição anterior, com capacidade para receber até 600 pessoas simultaneamente. A programação incluiu cerca de 60 horas de conteúdo, distribuídas em dois palcos, além de encontros institucionais e discussões sobre negócios e parcerias internacionais.

    Sob o tema “We are borderless”, a edição de 2026 do SXSW buscou refletir sobre a circulação de ideias, talentos e oportunidades em um mundo cada vez mais interconectado. A SP House funcionou como um ponto de encontro para empreendedores, executivos, investidores, pesquisadores, gestores públicos e criadores, promovendo trocas e colaborações.

  • Uso de dados, biobancos e inteligência artificial foram outros temas debatidos no primeiro dia da reunião da WMA em São Paulo

    Uso de dados, biobancos e inteligência artificial foram outros temas debatidos no primeiro dia da reunião da WMA em São Paulo

    Reunião da WMA em São Paulo: debates sobre dados, biobancos e IA marcam o primeiro dia

    O primeiro dia da 2ª Reunião Regional Aberta de Especialistas da World Medical Association (WMA), realizada em São Paulo, concentrou-se em discutir os complexos desafios éticos relacionados ao uso de dados e materiais biológicos em saúde. O evento, que segue até esta sexta-feira (6), reuniu especialistas nacionais e internacionais para aprofundar o debate sobre a revisão da Declaração de Taipei, um documento crucial para estabelecer princípios éticos no manejo de bases de dados em saúde e biobancos.

    As discussões foram pautadas pelo avanço da inteligência artificial e da medicina baseada em dados, temas cada vez mais relevantes no cenário da saúde digital. A reunião busca aprimorar diretrizes internacionais para garantir que o uso dessas tecnologias e recursos respeite princípios éticos fundamentais.

    Desafios éticos no uso de amostras clínicas e dados

    Carlos Sacomani, do Conselho de Ética e Conduta da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS), apresentou o tema “Uso das Amostras Clínicas Remanescentes: o que é eticamente aceitável?”. Sua palestra abordou questões cruciais como o uso de amostras que sobram de procedimentos clínicos, as situações em que o consentimento pode ser dispensado e o princípio da proporcionalidade na aplicação desses materiais para fins científicos.

    Na sequência, Priscila Cruzatti, especialista da indústria de healthcare da Google Cloud Brasil, detalhou as boas práticas para a integração e governança de dados em ambientes digitais cada vez mais complexos na palestra “Vinculando dados em saúde de maneira correta”.

    Inteligência artificial comercial e responsabilidades éticas

    Um dos pontos de destaque foi o debate sobre “Dados em Saúde e IA Comercial: Responsabilidades e Linhas Vermelhas”, conduzido por representantes da Clalit Health Services, de Israel. A discussão focou nos limites éticos para o uso de dados no treinamento de modelos de inteligência artificial, o acesso por fornecedores de tecnologia, a necessidade de explicabilidade dos algoritmos e a responsabilização institucional.

    O papel dos comitês de ética e a análise de tecnologias avançadas

    A atuação dos comitês de ética também esteve em evidência. Roseli Nomura, coordenadora do Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e coordenadora adjunta da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP), apresentou “O que realmente fazem os comitês de ética?”. Ela enfatizou a importância da qualificação dos membros desses comitês para avaliar estudos que envolvem tecnologias avançadas e a necessidade de análises técnicas prévias à avaliação ética.

    Diálogos sobre direito, tecnologia e dados

    A complexa relação entre direito, tecnologia e dados foi aprofundada na palestra “Dilema Ético: Direito e Dados”, ministrada por Aviv Gaon, professor associado da Reichman University, em Israel, com moderação de Luiz Vicente Rizzo, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento do Hospital Israelita Albert Einstein.

    Perspectivas internacionais e o futuro da saúde digital

    O encontro contou ainda com uma sessão especial sobre perspectivas internacionais. Elodie Caboux, da International Agency for Research on Cancer (IARC), agência ligada à Organização Mundial da Saúde (OMS), apresentou “Perspectivas internacionais sobre o uso de dados e biospecímenes na era da saúde digital e da inteligência artificial”, encerrando as discussões do dia.

    A reunião da WMA em São Paulo sublinha a urgência e a importância de se estabelecerem marcos éticos claros para a utilização de dados e biobancos, especialmente diante do rápido avanço das tecnologias digitais e da inteligência artificial na medicina.