Tag: FGV

  • Inteligência artificial na medicina é tema de reunião entre CREMERJ e FGV

    Inteligência artificial na medicina é tema de reunião entre CREMERJ e FGV

    Inteligência artificial na medicina é tema de reunião entre CREMERJ e FGV

    O uso da inteligência artificial (IA) na medicina foi o foco de um importante encontro institucional realizado entre o Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (CREMERJ) e a Fundação Getulio Vargas (FGV). A reunião buscou o intercâmbio de informações e o aprofundamento sobre os avanços e aplicações dessa tecnologia no campo da saúde.

    O presidente do CREMERJ, Antônio Braga, e o secretário-geral, Gustavo Khaled, receberam Tania Regina da Silva Furtado, coordenadora de cursos de MBA da FGV. O encontro, ocorrido na sede do Conselho, em Botafogo, Rio de Janeiro, reforçou a relevância do tema para o futuro da prática médica e da assistência ao paciente no estado.

    Inovação e produção de conhecimento em foco

    Durante a reunião, foram debatidos temas cruciais como a inovação na área da saúde e a produção de conhecimento científico e profissional. Um dos pontos centrais da discussão foram os desafios contemporâneos enfrentados pela medicina, com ênfase especial em estudos acadêmicos voltados à aplicação prática da inteligência artificial.

    Avanços e cuidados necessários na assistência médica

    A agenda serviu para destacar a importância estratégica da IA para a medicina no Rio de Janeiro. Foram discutidas medidas que visam garantir os cuidados essenciais com a assistência aos pacientes, aprimorar a prática médica e fomentar a obtenção de conhecimento acadêmico e científico na área. A colaboração entre instituições como o CREMERJ e a FGV é fundamental para navegar neste cenário de rápida evolução tecnológica.

  • Inteligência artificial, políticas públicas e novas competências profissionais pautam Fórum de Educação Executiva em Brasília

    Inteligência artificial, políticas públicas e novas competências profissionais pautam Fórum de Educação Executiva em Brasília

    Inteligência artificial, políticas públicas e novas competências profissionais pautam Fórum de Educação Executiva em Brasília

    A FGV Educação Executiva em Brasília sedia, entre 19 de março e 9 de abril de 2026, o 14º Fórum de Educação Executiva. O evento reunirá especialistas para debater temas cruciais da atualidade, como inovação, transformação digital, políticas públicas e o desenvolvimento profissional. Os encontros, realizados presencialmente na sede da instituição, a partir das 9h, abordarão desafios e tendências com foco na aplicação prática de novas tecnologias e nas mudanças do mercado de trabalho.

    O fórum se propõe a ser um palco para a discussão aprofundada sobre como a inteligência artificial está remodelando o cenário profissional e as estratégias governamentais. A programação foi estruturada em quatro painéis, cada um dedicado a explorar aspectos específicos dessa convergência, visando orientar tanto o setor público quanto o privado em suas jornadas de adaptação e crescimento.

    Inteligência artificial: do conceito à aplicação prática

    A abertura do fórum, em 19 de março, contará com a palestra “Inteligência Artificial do zero à prática”. Bruno Pimenta, executivo de tecnologia com vasta experiência em design, marketing digital, business intelligence e analytics, conduzirá a sessão. O objetivo é oferecer orientações estratégicas para a integração de ferramentas de IA no cotidiano profissional, abordando temas como engenharia de prompt e aplicações de tecnologias emergentes. A mediação ficará a cargo de Betovem Coura, doutor em Administração de Empresas e coordenador acadêmico da FGV.

    O futuro dos profissionais de TI com a evolução da IA

    No dia 26 de março, o painel “O futuro dos profissionais de TI com a evolução da IA” analisará o impacto da inteligência artificial generativa no setor de tecnologia da informação. Marcelo Magalhães, consultor e professor em estratégia e transformação digital, ministrará a palestra. O debate centrar-se-á na transição do perfil técnico executor para o de orquestrador de soluções, além de discutir as competências que se mostram essenciais em um ambiente cada vez mais automatizado. André Barcaui, doutor e pós-doutor em Administração, com experiência em gestão e tecnologia em empresas como HP e IBM, será o moderador.

    Novas habilidades para o profissional de relações governamentais

    A programação segue em 31 de março com o painel “Tech Skills: novas habilidades para o profissional de relações governamentais”. Camila Barbosa, cientista política e sócia da Prospectiva, abordará como o uso transversal da tecnologia pode expandir a atuação desses profissionais, integrando competências tecnológicas às já exigidas na área. A mediação será conduzida por Rodrigo Martins Navarro de Andrade, doutor em Administração e CEO da Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos.

    Orçamento verde como instrumento de políticas públicas

    Encerrando o fórum, em 9 de abril, o painel “Green Budget: Painel Orçamentário de Gastos Climáticos como instrumento de coordenação de políticas públicas” discutirá como o orçamento verde pode fortalecer a coordenação de políticas voltadas ao enfrentamento das mudanças climáticas, preservação da biodiversidade e gestão de riscos. Virgínia de Angêlis, secretária Nacional de Planejamento do Ministério do Planejamento e Orçamento, e Dalmo Palmeira, assessor parlamentar, serão os palestrantes, com moderação de Mauro Santos, doutor em Economia e coordenador de políticas de infraestrutura e regulação no IPEA.

    O 14º Fórum de Educação Executiva visa ampliar o debate sobre temas estratégicos, promovendo a troca de conhecimento entre especialistas e profissionais para acompanhar as transformações tecnológicas, econômicas e institucionais que moldam o desenvolvimento do país. Os encontros ocorrem na FGV Brasília, localizada na Av. L2 Norte, Quadra 602, Módulos A, B e C – SGAN.

  • Especialistas discutem desinformação e riscos à democracia na era da inteligência artificial

    Especialistas discutem desinformação e riscos à democracia na era da inteligência artificial

    Especialistas discutem desinformação e riscos à democracia na era da inteligência artificial

    A crescente influência da inteligência artificial (IA) levanta sérias preocupações sobre a disseminação de desinformação e seus impactos na estabilidade democrática. Especialistas de diversas áreas se reuniram para debater esses desafios urgentes, buscando caminhos para proteger os processos democráticos em um cenário digital em constante evolução.

    A Fundação Getulio Vargas (FGV), através da FGV Comunicação, promoveu um encontro crucial para aprofundar a discussão sobre como a inteligência artificial afeta a circulação de informações e a integridade das democracias. O debate, realizado em parceria com a Delegação da União Europeia no Brasil, reuniu figuras importantes da América Latina e da Europa.

    Desafios da desinformação e interferência estrangeira

    Um dos focos centrais do debate foi o uso de tecnologias de IA na criação e disseminação de conteúdos falsos. A interferência estrangeira em processos democráticos, utilizando essas ferramentas, foi apontada como um risco significativo para a soberania e a integridade eleitoral.

    Marcela Ríos Tobar, diretora para América Latina e Caribe do International IDEA, e a jornalista Patricia Campos Mello, da Folha de S. Paulo, participaram de um painel que abordou especificamente esses desafios no Brasil e em toda a região latino-americana. A moderação deste painel ficou a cargo de Beatriz Farrugia, analista sênior do Debunk.org.

    Impactos da IA nos processos democráticos

    Outro ponto crucial discutido foi o impacto geral da inteligência artificial e de outras tecnologias emergentes sobre os mecanismos democráticos. A forma como essas ferramentas moldam o debate público e a participação cidadã foi analisada com atenção.

    Representando o governo, participaram Marcelo Almeida, assessor especial do Advogado-Geral da União, e João Brant, secretário de Políticas Digitais da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República. A discussão foi moderada por Amaro Grassi, vice-diretor da Escola de Comunicação, Mídia e Informação da FGV.

    O papel das instituições e plataformas na proteção democrática

    A conferência buscou não apenas expor os problemas, mas também fomentar um diálogo construtivo sobre as soluções. A discussão pública sobre os desafios contemporâneos da desinformação foi incentivada, com foco no papel essencial das instituições, da sociedade civil e das plataformas digitais na salvaguarda da democracia.

    O evento, que ocorreu na sede da FGV em Brasília em 17 de março, contou com tradução simultânea em inglês e português, visando ampliar o alcance do debate e promover a colaboração internacional.