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  • EdTechs 2026 debate Enec, inteligência artificial e conectividade no ensino

    EdTechs 2026 debate Enec, inteligência artificial e conectividade no ensino

    EdTechs 2026 debate Enec, inteligência artificial e conectividade no ensino

    A quarta edição do EdTechs, promovido pelo Tele.Síntese, reunirá em Brasília, no dia 24 de março de 2026, representantes do governo, operadoras, edtechs, instituições de ensino e especialistas para debater os rumos da educação digital no Brasil. O evento, que acontece no ASA Auditorium da Telebras, terá como foco principal a convergência entre conectividade, plataformas digitais, inovação pedagógica e políticas públicas voltadas ao ensino.

    O encontro visa aprofundar a discussão sobre como a tecnologia pode transformar o processo de aprendizagem, abordando desde a infraestrutura necessária para o acesso à internet em escolas até o uso efetivo de ferramentas digitais e inteligência artificial no cotidiano de alunos e professores. A programação busca apresentar um panorama das iniciativas em andamento e traçar os próximos passos para a evolução da educação digital no país.

    Escolas conectadas e política pública

    Um dos eixos centrais do EdTechs 2026 será a Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (Enec). O tema será debatido no primeiro painel do dia, com a participação de autoridades como Hermano Barros Tercius, secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, e representantes de entidades como a EACE – Aprender Conectado e a Conexis Brasil Digital. O objetivo é fazer um balanço da política pública atual e discutir os caminhos para a transformação digital da educação pública, incluindo a sustentabilidade da infraestrutura e a coordenação entre os diversos atores envolvidos.

    Marcelo Stella, gerente de Novos Negócios da Telebras, apresentará as soluções da estatal para o setor educacional, reforçando a importância da infraestrutura tecnológica no evento. A palestra está marcada para as 10h30.

    Uso da tecnologia no ambiente escolar

    A partir das 11h20, o foco se desloca da conectividade para o uso prático das ferramentas digitais. Sob o tema “Escola Pós-Conectada: o uso da tecnologia pelos alunos”, o segundo painel reunirá especialistas como Cristieni Castilhos (MegaEdu), Graziela Castello (Cetic.br/NIC.br) e Maria Rehder (Unesco-Brasil). A discussão abordará a inteligência artificial generativa, novas práticas pedagógicas e o papel do professor em um cenário educacional cada vez mais digitalizado, expandindo o debate para além do acesso à internet e explorando como a tecnologia é integrada ao ensino.

    Jason Strickland, gerente de contas de educação para Arduino na Qualcomm, ministra a terceira keynote do evento às 12h20, com foco em inovação no setor.

    Edtechs e inovação

    O Painel 3, às 14h, explorará o papel das edtechs e da inovação no ensino. Participantes como Danilo Yoneshige (Layers Education) e Leo Gmeiner (School Guardian) discutirão como startups e empresas de tecnologia desenvolvem soluções para a jornada educacional, incluindo gestão, personalização do aprendizado e uso de dados.

    A visão regulatória sobre incentivos a políticas públicas para ampliação da conectividade no ensino superior público será apresentada por Octavio Penna Pieranti, conselheiro da Anatel, em uma keynote às 15h.

    IA, ética e realidade das escolas

    O último painel do dia, às 15h40, abordará as perspectivas futuras da educação e os impactos da inteligência artificial nas escolas. Com a participação de Bruno Miranda (Ibmec Brasília), Israel Matos Batista (Conselho Nacional de Educação) e Maria Rehder (Unesco-Brasil), o debate se concentrará na personalização do ensino, ética e formação docente na era da IA, conectando o avanço tecnológico à realidade das instituições de ensino.

  • Google Investe €5 Bilhões em IA e Cloud na Bélgica em 2025

    Google Investe €5 Bilhões em IA e Cloud na Bélgica em 2025

    O Google anunciou um investimento expressivo de €5 bilhões na Bélgica, a ser aplicado ao longo dos próximos dois anos (2025 e 2026). O montante visa fortalecer a infraestrutura de inteligência artificial (IA) e computação em nuvem no país, consolidando a Bélgica como um polo estratégico para a inovação digital na Europa. Este compromisso financeiro representa um dos maiores da empresa no continente europeu e tem como objetivo impulsionar a economia digital local, além de expandir a capacidade de seus data centers.

    A iniciativa faz parte de uma estratégia mais ampla do Google para posicionar a Bélgica como um centro de excelência em IA e tecnologia sustentável. O investimento se concentrará na expansão de data centers, desenvolvimento de novas tecnologias, implementação de energia renovável e programas de capacitação em inteligência artificial para a força de trabalho belga.

    Expansão da infraestrutura em Saint-Ghislain

    O foco principal deste investimento maciço está na expansão significativa dos campus de data centers em Saint-Ghislain. Esta região já é um local estratégico para as operações do Google na Bélgica e receberá um upgrade substancial em sua capacidade de processamento e armazenamento de dados. Os novos data centers serão equipados com tecnologia de ponta, projetados para suportar as intensas cargas de trabalho exigidas por aplicações de IA e computação em nuvem.

    As melhorias planejadas incluem a modernização dos sistemas de refrigeração e energia, a implementação de servidores especializados para IA, a ampliação da capacidade de armazenamento de dados e a otimização da conectividade de rede. A escolha de Saint-Ghislain não foi aleatória, beneficiando-se de sua localização geográfica e acesso a fontes de energia renovável, o que consolidará a área como um dos principais centros de dados do Google na Europa.

    Criação de empregos e capacitação em IA

    O investimento do Google na Bélgica prevê a criação de aproximadamente 300 novos empregos em tempo integral. Essas oportunidades abrangerão diversas áreas, desde engenharia de dados e operações de data center até o desenvolvimento de inteligência artificial, representando postos de trabalho de alta qualificação no setor tecnológico.

    Além da geração direta de empregos, a empresa lançará programas gratuitos de treinamento em inteligência artificial para trabalhadores belgas. Esses programas serão acessíveis a diferentes níveis de qualificação, incluindo aqueles com menos experiência. As iniciativas de capacitação incluirão:

    • Treinamento básico em conceitos de IA e machine learning.
    • Certificações em ferramentas do Google Cloud.
    • Workshops práticos sobre aplicações de IA.
    • Parcerias com organizações locais sem fins lucrativos para democratizar o conhecimento.

    O objetivo é preparar a força de trabalho local para as demandas do futuro digital, em parceria com organizações não-governamentais para garantir ampla acessibilidade.

    Sustentabilidade e energia renovável

    Um componente essencial do investimento é o compromisso com a sustentabilidade, através de novos acordos com fornecedores de energia renovável na Bélgica. O Google firmou parcerias estratégicas com empresas como Eneco, Luminus e Renner para desenvolver parques eólicos terrestres adicionais.

    Estas parcerias visam fornecer energia limpa para alimentar as operações expandidas em Saint-Ghislain e apoiar a transição energética da Bélgica para fontes renováveis. Os benefícios ambientais incluem a redução significativa da pegada de carbono dos data centers e a contribuição para as metas climáticas do país, servindo como um modelo de sustentabilidade para outras empresas de tecnologia.

    Impacto na economia digital europeia

    Com este investimento de €5 bilhões, a Bélgica se posiciona como um hub estratégico para inovação em IA na Europa. O movimento fortalece o ecossistema digital europeu e a competitividade tecnológica do continente, com potencial para atrair outras empresas e startups para a região.

    A expansão dos data centers acelerará a adoção de tecnologias de IA em diversos setores da economia europeia, como serviços financeiros, manufatura e saúde. Os impactos econômicos esperados incluem a atração de investimentos complementares, o desenvolvimento de um cluster de inovação em IA e a melhoria da conectividade digital regional. Esta iniciativa reforça a Europa como um player global em tecnologia, oferecendo uma alternativa europeia para serviços de nuvem e IA e demonstrando a confiança do Google no mercado europeu para investimentos de longo prazo.

  • OpenAI planeja ‘super app’ de desktop para aprimorar experiência do usuário

    OpenAI planeja ‘super app’ de desktop para aprimorar experiência do usuário

    OpenAI planeja ‘super app’ de desktop para aprimorar experiência do usuário

    A OpenAI está se preparando para lançar um aplicativo de desktop inovador, visando unificar suas ferramentas de inteligência artificial e simplificar a experiência do usuário. Segundo informações divulgadas pela Jin10, a iniciativa busca integrar funcionalidades como o ChatGPT, Codex e um navegador em uma única plataforma coesa.

    O objetivo principal desta nova aplicação é aprimorar o engajamento do usuário e a acessibilidade às tecnologias de IA da OpenAI. Ao consolidar essas diversas ferramentas em um único ponto de acesso, a empresa busca oferecer uma interface mais eficiente e intuitiva, potencialmente expandindo o alcance e a usabilidade de suas soluções de inteligência artificial.

    Integração de ferramentas de IA

    O futuro aplicativo de desktop da OpenAI promete ser um hub central para interagir com as tecnologias da empresa. A integração planejada inclui o ChatGPT, conhecido por suas capacidades de conversação e geração de texto, e o Codex, especializado em traduzir linguagem natural para código de programação.

    A inclusão de um navegador dentro desta plataforma sugere uma abordagem ainda mais integrada, permitindo aos usuários realizar diversas tarefas sem a necessidade de alternar entre múltiplos aplicativos. Essa consolidação visa otimizar o fluxo de trabalho e a produtividade, tornando a interação com a IA mais fluida.

    Aprimorando a acessibilidade e funcionalidade

    A estratégia da OpenAI com o ‘super app’ de desktop reflete um esforço contínuo para tornar suas ferramentas de IA mais acessíveis e funcionais. Em vez de depender de interfaces web separadas ou aplicações distintas, os usuários poderão acessar um ecossistema unificado diretamente em seus computadores.

    Esta medida é vista como um passo importante para democratizar o acesso a ferramentas de IA avançadas. Ao simplificar a interface e a navegação, a OpenAI espera atrair um público mais amplo e incentivar a adoção de suas tecnologias em diversas áreas, desde a criação de conteúdo até o desenvolvimento de software.

    A consolidação dessas funcionalidades em um único aplicativo de desktop visa proporcionar aos usuários uma interface mais eficiente e amigável, potencialmente ampliando o apelo e a usabilidade de suas tecnologias de IA.

    O lançamento deste ‘super app’ representa uma evolução natural na forma como os usuários interagem com a inteligência artificial. A OpenAI demonstra, com esta iniciativa, seu compromisso em não apenas desenvolver tecnologias de ponta, mas também em torná-las práticas e acessíveis para o dia a dia.

  • I Encontro Internacional sobre Inovações em Saúde Mental discute tecnologia e IA

    I Encontro Internacional sobre Inovações em Saúde Mental discute tecnologia e IA

    I Encontro Internacional sobre Inovações em Saúde Mental discute tecnologia e IA

    O I Encontro Internacional sobre Inovações em Saúde Mental teve sua abertura oficial nesta quinta-feira (19), reunindo especialistas e a comunidade acadêmica para debater o futuro da saúde mental diante das rápidas transformações tecnológicas e do avanço da inteligência artificial. O evento, que segue até 21 de março no Auditório Prof. Luís Francisco do Rêgo Monteiro, no Centro de Tecnologia da Universidade Federal do Piauí (CT-UFPI), visa fortalecer as políticas públicas da área no estado e em todo o país.

    A iniciativa é coordenada pela professora Márcia Astrês Fernandes e promovida pelo Grupo de Estudos e Pesquisas em Saúde Mental e Trabalho (GEPSAMT/UFPI/CNPq), com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI). O encontro destaca o papel crescente da inteligência artificial e outras tecnologias assistenciais no cuidado e no tratamento em saúde mental.

    A importância do acolhimento universitário

    Representando a reitora Nadir Nogueira, o pró-reitor de Ensino de Pós-Graduação, Carlos Sait, ressaltou a relevância de discutir saúde mental no ambiente universitário e o compromisso da gestão com o bem-estar dos estudantes. Ele enfatizou que a universidade deve ser um espaço de acolhimento para todos os seus membros.

    Carlos Sait também mencionou o trabalho das Pró-Reitorias de Assuntos Estudantis e Comunitários (PRAEC) e de Ensino de Graduação (PREG) na promoção da escuta qualificada e no cuidado com a saúde mental dos discentes. Conforme o pró-reitor, “A Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis e Comunitários tem realizado um trabalho importante nesse sentido, pensando no cuidado e no acolhimento dos estudantes da graduação.” Ele complementou que, juntamente com a PREG, “têm feito um esforço necessário para garantir essa acolhida a todos e a todas.”

    Tecnologia e saúde mental em debate

    A idealizadora do evento, professora Márcia Astrês Fernandes, explicou que o objetivo do encontro é explorar como as transformações tecnológicas, especialmente a inteligência artificial, impactam a saúde mental. “Vivemos em uma era tecnológica, e a saúde mental não pode ficar de fora desse debate. Hoje já existem tecnologias assistenciais e tecnologias de cuidado que auxiliam nesse processo”, afirmou.

    Fernandes destacou a participação ativa dos estudantes, que apresentarão trabalhos científicos em diferentes níveis, desde a iniciação científica até o doutorado. Essa diversidade de pesquisas, segundo a professora, “mostra o interesse da comunidade acadêmica pelo tema e o envolvimento de muitos estudantes com essa discussão”.

    Programação diversificada

    O evento conta com a presença de diversas personalidades e representantes de instituições importantes na mesa de honra, incluindo a vice-diretora do Centro de Ciências da Saúde (CCS), representantes do Conselho Regional de Enfermagem do Piauí (COREN-PI), da FAPEPI e da coordenação do curso de Enfermagem de Teresina.

    A programação do I Encontro Internacional sobre Inovações em Saúde Mental inclui minicursos, mesas-redondas, conferências, apresentação de trabalhos científicos e o lançamento de livros e materiais educativos. A agenda completa está disponível no folder oficial do evento e nas redes sociais.

  • Sam Altman Revela o Futuro da IA no Dev Day 2025

    Sam Altman Revela o Futuro da IA no Dev Day 2025

    Sam Altman Revela o Futuro da IA no Dev Day 2025

    O CEO da OpenAI, Sam Altman, apresentou visões audaciosas sobre o futuro da inteligência artificial durante o Dev Day 2025 em uma entrevista exclusiva, detalhando avanços em descobertas científicas, a autonomia de agentes de IA e uma redefinição radical do conceito de trabalho. As declarações do executivo apontam para um 2025 onde a IA não é apenas uma ferramenta, mas um parceiro ativo na inovação e na criação de valor.

    Altman destacou que a capacidade da IA para “descobertas inovadoras” já é uma realidade. Cientistas de diversas áreas estão utilizando essas ferramentas para alcançar avanços significativos, marcando um ponto de inflexão onde a IA se torna um colaborador essencial na geração de conhecimento. O executivo também sinalizou a proximidade de marcos tecnológicos impressionantes, como a capacidade do Codex de realizar autonomamente uma semana inteira de trabalho, um avanço que ele descreve como “desorientante”.

    AGI e o avanço das descobertas científicas

    A Inteligência Artificial Geral (AGI) está mais perto do que se imagina, especialmente no campo científico. Sam Altman revelou que a IA já demonstra capacidades de “descoberta inovadora”. Cientistas em diversas disciplinas estão usando essas ferramentas para avanços revolucionários.

    Um exemplo notável é o TuNa-AI, desenvolvido na Duke University. Esta plataforma combina robótica com aprendizado de máquina para projetar nanopartículas para entrega de medicamentos. O sistema testou 1.275 formulações com robôs automatizados, aumentando em 43% a criação bem-sucedida de nanopartículas em comparação com métodos tradicionais.

    Essa capacidade de descoberta autônoma representa uma mudança fundamental no paradigma científico. A IA gera insights genuinamente novos. No caso do TuNa-AI, a equipe conseguiu reduzir em 75% um ingrediente potencialmente tóxico de um tratamento contra o câncer, mantendo a mesma eficácia em testes com camundongos. Isso sugere uma era onde a AGI amplificará exponencialmente a capacidade humana de descoberta, acelerando o progresso científico.

    O futuro do trabalho transformado pela IA

    Sam Altman apresentou uma visão radical sobre a transformação do trabalho, sugerindo que o futuro “pode parecer menos com trabalho” e alterará o “contrato social” em torno do trabalho tradicional. Essa transição será acelerada.

    O progresso em tarefas agenticas baseadas em tempo tem sido “desorientante”. O Codex está “não muito longe” de executar autonomamente uma semana inteira de trabalho, um salto qualitativo na automação que vai além de tarefas repetitivas.

    Altman prevê startups bilionárias com zero funcionários, empresas criadas e operadas inteiramente por agentes de IA através de um simples prompt. Isso sugere um futuro onde a criação de valor econômico pode ser desacoplada do trabalho humano tradicional.

    A humanidade prosperará ao lado dessas transformações tecnológicas. Altman mantém confiança na capacidade humana de adaptação.

    Agentes de IA autônomos e novas fronteiras empresariais

    A era dos agentes de IA autônomos está se aproximando, prometendo revolucionar não apenas o trabalho, mas a criação e operação de negócios. Sam Altman destacou a possibilidade de startups bilionárias operadas sem funcionários humanos, criadas e gerenciadas via prompts para agentes de IA.

    O progresso em tarefas agenticas tem sido acelerado, descrito como “desorientante”. O Codex está perto de trabalhar autonomamente por uma semana inteira. Ferramentas como o Gemini 2.5 Computer Use do Google já demonstram essa evolução, controlando navegadores web, preenchendo formulários e navegando em interfaces de forma autônoma.

    Essa evolução sugere um futuro onde a barreira de entrada para o empreendedorismo será drasticamente reduzida. Qualquer pessoa com uma boa ideia poderá criar e escalar um negócio sem equipes tradicionais.

    Google Gemini 2.5 Computer Use: um novo padrão em agentes de IA

    A competição por agentes de IA autônomos intensificou-se com o lançamento do Google Gemini 2.5 Computer Use. O modelo superou rivais da OpenAI em múltiplos benchmarks em tarefas web e mobile.

    O diferencial técnico do Gemini 2.5 reside em sua abordagem inovadora: o modelo captura screenshots de websites e os analisa para executar autonomamente comandos de clique, digitação e navegação. Isso permite interações mais naturais e precisas com interfaces de usuário, sem a necessidade de APIs específicas.

    Além da precisão, o Google alcançou qualidade superior com a menor latência entre os competidores. Essa combinação é crucial para aplicações práticas. O modelo já alimenta ferramentas como o Project Mariner e AI Mode, demonstrando sua aplicabilidade comercial.

    Esta competição direta marca um momento decisivo na corrida por agentes de IA, com o Google estabelecendo uma vantagem técnica mensurável sobre a OpenAI em tarefas de automação web.

  • OpenAI e Anthropic alertam sobre o Deepseek da China em avisos ao governo dos EUA

    OpenAI e Anthropic alertam sobre o Deepseek da China em avisos ao governo dos EUA

    OpenAI e Anthropic, gigantes do setor de inteligência artificial, emitiram alertas ao governo dos Estados Unidos sobre as potenciais ameaças representadas pelo modelo Deepseek R1, desenvolvido na China. Os avisos foram apresentados em resposta a uma solicitação governamental sobre um “Plano de Ação para IA”, sinalizando preocupações crescentes com a expansão tecnológica asiática.

    A preocupação central reside na possibilidade de o Partido Comunista Chinês utilizar o Deepseek para fins de vigilância e ataque a infraestruturas críticas. Regulamentações locais exigem que empresas compartilhem dados de usuários com o governo, o que, segundo a OpenAI, pode acelerar o desenvolvimento de sistemas de IA alinhados a interesses estatais. A empresa descreve o Deepseek como uma ferramenta “simultaneamente subsidiada, controlada pelo Estado e disponibilizada gratuitamente”, caracterizando-o como um risco à privacidade e à propriedade intelectual.

    Preocupações com biosegurança e exportação de chips

    A Anthropic, por sua vez, direcionou seu alerta para questões de biosegurança. O modelo Deepseek R1, conforme apontado pela empresa, pode fornecer informações sobre armas biológicas, mesmo quando o usuário demonstra intenções maliciosas. Essa lacuna na segurança, segundo a Anthropic, evidencia a necessidade de uma supervisão governamental mais rigorosa para sistemas de IA.

    Um ponto adicional levantado pela Anthropic diz respeito a uma potencial falha nas restrições de exportação de chips de IA para a China. Apesar de os chips H20 da Nvidia cumprirem requisitos de desempenho reduzidos, eles se destacam na geração de texto, um componente crucial para o avanço de modelos de raciocínio como o Deepseek R1. A empresa defende ações regulatórias imediatas para mitigar essa brecha.

    Avanço tecnológico e a liderança dos EUA

    Ambas as empresas de IA reconhecem que a liderança tecnológica dos Estados Unidos no campo da inteligência artificial está se estreitando. “Embora os EUA mantenham a liderança em IA hoje, o Deepseek demonstra que nossa vantagem não é ampla e está diminuindo”, afirmou a OpenAI em seu documento.

    Em contraste, a resposta do Google, divulgada na mesma ocasião, focou em questões de direitos autorais e uso justo, além de preocupações com o impacto de novas regras de exportação de IA nos provedores de nuvem americanos. O Google não fez menção específica ao modelo Deepseek em sua declaração.

  • Entro lança ferramenta de governança para agentes de IA em empresas

    Entro lança ferramenta de governança para agentes de IA em empresas

    Entro lança ferramenta de governança para agentes de IA em empresas

    A Entro Security introduziu uma nova ferramenta de governança projetada para auxiliar empresas no rastreamento e controle de como os agentes de inteligência artificial se conectam aos seus sistemas corporativos. Este lançamento visa solucionar a crescente dificuldade das organizações em compreender quais ferramentas de IA estão em uso, os dados que elas acessam e as identidades por trás dessas operações.

    A nova solução, denominada Agentic Governance & Administration (AGA), foi desenvolvida especificamente para equipes de segurança e identidade que gerenciam o uso crescente de assistentes de IA, plataformas de agentes e agentes executados localmente em ambientes empresariais. O AGA aborda um problema crítico que surge com a rápida adoção de ferramentas de IA: o acesso a sistemas corporativos, que frequentemente se inicia com uma simples conexão estabelecida por desenvolvedores, funcionários ou equipes de negócios, mas cuja supervisão pode ficar defasada.

    Desafios na gestão de acesso de IA

    À medida que as organizações implementam ferramentas de IA em ritmo acelerado, as equipes de segurança enfrentam o desafio de determinar as aplicações e sistemas que um agente de IA pode alcançar, quais permissões ele possui e se essas permissões permanecem adequadas. A falta de visibilidade e controle sobre essas conexões abre brechas de segurança significativas.

    O AGA aplica os princípios estabelecidos de governança de identidade ao acesso relacionado à IA, incluindo inventário, propriedade, princípio do menor privilégio, auditabilidade e aplicação de políticas. A Entro argumenta que as ferramentas convencionais de governança de identidade não abordam totalmente os agentes de IA, pois a entidade ativa frequentemente não é um usuário humano, mas sim um serviço, um agente local ou um processo de software que utiliza tokens, contas de serviço, chaves de API ou segredos.

    Como o AGA funciona: as três camadas de dados

    O sistema constrói um perfil do agente de IA combinando três conjuntos de dados: as fontes onde os agentes são identificados, os alvos empresariais que eles acessam e as identidades utilizadas para acessá-los. Essas fontes incluem telemetria de endpoint, plataformas de desenvolvimento de agentes, ambientes de nuvem onde identidades não humanas são utilizadas e servidores MCP (Managed Cloud Platform).

    Os alvos referem-se às aplicações empresariais, ativos e sistemas com os quais um agente interage. As identidades englobam contas humanas e não humanas, bem como os segredos utilizados para autenticar o acesso. Ao unificar esses elementos, a Entro busca oferecer aos clientes uma visão única de como um agente de IA opera em toda a organização, em vez de tratar a atividade de endpoint, o comportamento na nuvem e o gerenciamento de identidade como questões separadas.

    Combate ao ‘shadow AI’ e monitoramento contínuo

    Uma parte do produto é dedicada a descobrir o que a Entro chama de ‘shadow AI’. Isso inclui não apenas o uso não sancionado de produtos de software como serviço (SaaS) de IA e ferramentas de modelo de linguagem grande (LLM), mas também agentes executados localmente, clientes de IA baseados em estações de trabalho e agentes criados dentro de plataformas de nuvem e de construção de agentes.

    O AGA integra-se com ferramentas de detecção e resposta de endpoint para identificar clientes de IA e ambientes de execução locais em dispositivos de funcionários. Ele também se conecta a plataformas de desenvolvimento de agentes, como AWS Bedrock e Copilot Studio, além de provedores de serviços em nuvem, para encontrar agentes e as identidades não humanas das quais dependem, como aplicações OAuth, funções IAM (Identity and Access Management) e contas de serviço.

    A segunda vertente do AGA foca em monitoramento e aplicação de políticas. A Entro afirma que o produto oferece visibilidade da atividade do MCP, das ferramentas que os agentes invocam e dos serviços aos quais se conectam durante a execução. Ele também fornece controles de política para alvos de MCP aprovados e comportamento de clientes de IA, juntamente com trilhas de auditoria que exibem atividades permitidas e bloqueadas, além de controles destinados a reduzir a exposição de dados e segredos sensíveis.

    “A adoção de IA empresarial raramente começa com um plano estratégico. Ela começa com uma conexão”, disse Itzik Alvas, cofundador e CEO da Entro Security. “Um desenvolvedor conecta uma ferramenta a um LLM, uma equipe instala um aplicativo de IA em SaaS, ou alguém autentica um agente contra SharePoint, GitHub, Salesforce ou APIs internas. Funciona, se espalha rapidamente, e então as equipes de segurança recebem perguntas que não conseguem responder rápido o suficiente. Quem conectou o quê, a quais sistemas, com quais permissões e usando quais identidades? Nosso AGA ajuda as equipes a recuperar clareza e controle à medida que o acesso por IA se torna o padrão.”

    Adaptação à evolução da gestão de identidade

    O lançamento do AGA destaca como os fornecedores de gerenciamento de identidade estão se adaptando à disseminação de sistemas de IA autônomos e semi-autônomos dentro de grandes organizações. Produtos tradicionais de governança e administração de identidade foram projetados principalmente em torno de usuários humanos e padrões de acesso a aplicações estabelecidos.

    Agentes de IA, por outro lado, podem ser implantados rapidamente, executados continuamente e alterar seu comportamento ou alcance à medida que as equipes adicionam integrações e automatizam tarefas. Para as equipes de segurança, isso cria um desafio de governança que abrange segurança de endpoint, visibilidade na nuvem e gerenciamento de identidade. O novo produto da Entro visa unir essas vertentes, enquanto as organizações tentam estabelecer salvaguardas para o uso de IA sem bloquear a adoção.

    O AGA está agora disponível como parte da plataforma Entro. A empresa o posiciona como uma forma para as equipes de segurança e identidade mapearem conexões de IA, revisarem permissões e aplicarem políticas à medida que o uso de IA se espalha pelos sistemas empresariais.

  • Nvidia reforça aposta em IA e amplia visibilidade de demanda futura

    Nvidia reforça aposta em IA e amplia visibilidade de demanda futura

    Nvidia reforça aposta em IA e amplia visibilidade de demanda futura

    A gigante da tecnologia Nvidia confirmou sua forte aposta em inteligência artificial (IA) ao apresentar suas mais recentes inovações e projeções de demanda em sua conferência anual de GPUs (GTC), realizada em San Jose, Califórnia. O evento, que ocorreu entre 16 e 19 de março de 2026, reuniu milhares de especialistas e parceiros, destacando um futuro promissor para o setor impulsionado por IA.

    Um dos anúncios mais significativos foi a projeção de mais de US$ 1 trilhão em visibilidade de pedidos de compra para as plataformas de hardware Blackwell e Vera Rubin até o ano-calendário de 2027. Este número representa um salto expressivo em relação a projeções anteriores, sinalizando uma demanda crescente e robusta no mercado de data centers e computação de alta performance.

    Groq 3 LPU e a nova plataforma Vera Rubin

    A conferência GTC de 2026 marcou a apresentação de importantes novidades. Entre elas, o CEO Jensen Huang detalhou o Groq 3 LPX, um sistema dedicado de inferência de baixa latência. Este sistema é o primeiro fruto de um acordo de licenciamento de US$ 20 bilhões com a Groq e foi projetado para operar em conjunto com a Vera Rubin, a nova plataforma de GPUs de próxima geração da NVIDIA.

    A integração dos chips de inferência de baixa latência (LPUs) da Groq à Vera Rubin visa enfrentar a concorrência dos ASICs desenvolvidos por hyperscalers. O rack LPX, que acomoda 256 LPUs, operará em paralelo com o rack Vera Rubin NVL72. Huang descreveu essa combinação como a união de “dois processadores de diferenças extremas — um para alto throughput e outro para baixa latência”, otimizando diferentes aspectos do processamento de IA.

    Vera Rubin: desempenho e expansão de receita

    A plataforma Vera Rubin entrou em produção plena, com os primeiros envios previstos para o segundo semestre de 2026 (2S26). A NVIDIA destaca que esta nova geração representa um aumento significativo na oportunidade de receita por unidade de capacidade de data center em comparação com a arquitetura anterior, Blackwell. Esse avanço tecnológico promete entregar maior eficiência e capacidade para as demandas computacionais futuras.

    Visibilidade de pedidos de compra ultrapassa US$ 1 trilhão

    A NVIDIA divulgou números impressionantes sobre sua carteira de pedidos. A empresa informou mais de US$ 1 trilhão em visibilidade de pedidos de compra e demanda firme para os próximos anos, abrangendo as plataformas Blackwell e Vera Rubin até 2027. Para contextualizar, em outubro de 2025, a companhia havia citado US$ 500 bilhões em visibilidade até 2025-2026 para as mesmas plataformas. Anteriormente, a demanda acumulada para a arquitetura Hopper registrada entre 2023-2025 foi de cerca de US$ 100 bilhões, demonstrando a aceleração exponencial do mercado de IA.

    Roadmap de arquitetura e modelos de IA

    O futuro da NVIDIA em IA já está em desenvolvimento com o anúncio do roadmap da arquitetura Feynman, planejada para suceder a Vera Rubin com início de produção previsto para 2028. A capacidade de manter um ritmo acelerado de lançamentos arquiteturais é atribuída ao alto grau de integração vertical da empresa.

    Além do hardware, a NVIDIA reforçou seu ecossistema de software com o lançamento da família de modelos de IA de pesos abertos Nemotron 3. Esses modelos demonstram desempenho competitivo em benchmarks agentic, comparáveis a modelos proprietários de ponta. Complementando, foi apresentado o NemoClaw, uma distribuição corporativa do OpenClaw pronta para uso empresarial, ampliando a oferta da NVIDIA para a camada de aplicações de IA.

    Aplicações de IA em diversos setores

    As inovações da NVIDIA não se limitam a data centers. Na área de games, a empresa anunciou o DLSS 5, a mais recente evolução de sua tecnologia de renderização baseada em IA. Para veículos autônomos, novos parceiros OEM foram adicionados ao ecossistema da companhia.

    Um ponto de destaque foi a discussão sobre robótica, com Jensen Huang apontando a IA física como um potencial próximo ponto de inflexão de demanda, considerando a magnitude das indústrias físicas globais, que representam uma oportunidade de mercado estimada entre US$ 50 a US$ 70 trilhões. No campo da IA industrial, a plataforma Omniverse foi novamente destacada como uma solução chave.

  • Sundar Pichai diz que IA aumenta produtividade dos engenheiros do Google em 10%

    Sundar Pichai diz que IA aumenta produtividade dos engenheiros do Google em 10%

    Sundar Pichai revela aumento de 10% na produtividade de engenheiros do Google com IA

    O CEO do Google, Sundar Pichai, anunciou que a inteligência artificial (IA) está impulsionando significativamente a produtividade dos engenheiros da empresa. Em uma recente aparição no Lex Fridman Podcast, Pichai detalhou como o Google mede essa melhoria, identificando um acréscimo de 10% na capacidade de desenvolvimento graças ao uso de ferramentas baseadas em IA.

    Essa métrica, conhecida como “velocidade de engenharia”, é calculada ao contabilizar as horas adicionais que os engenheiros conseguem gerir semanalmente com o auxílio dessas tecnologias. Essencialmente, o ganho de tempo permite que os profissionais se dediquem a tarefas mais estratégicas e criativas, otimizando o fluxo de trabalho.

    Como o Google mede o impacto da IA na produtividade

    A mensuração do aumento de produtividade dos engenheiros do Google com o uso de IA é direta. Segundo um porta-voz da empresa, a avaliação se baseia nas horas extras que os profissionais conseguem gerenciar em suas semanas de trabalho ao utilizarem ferramentas de IA. Isso se traduz em mais tempo livre para se concentrar em atividades de maior valor agregado.

    Pichai também destacou que o Google acompanha a proporção de código gerado por IA em seus projetos. Em uma recente chamada de resultados da Alphabet, o CEO informou que mais de 30% do novo código já é produzido por sistemas de IA, um aumento em relação aos 25% registrados em outubro do ano anterior.

    IA como catalisadora de inovação e contratações futuras

    A integração da IA nos processos de desenvolvimento do Google é uma estratégia clara. A empresa já disponibiliza ferramentas internas, como o copiloto de codificação Goose, treinado com o vasto histórico técnico do Google. Essa iniciativa reforça o compromisso da companhia em alavancar a IA.

    Pichai antecipou ainda que o Google planeja contratar mais engenheiros no próximo ano. A expectativa é que as capacidades agentivas da IA – onde sistemas autônomos tomam decisões e executam ações – liberem os profissionais de tarefas repetitivas. Isso permitiria que se concentrassem em aspectos mais desafiadores e inovadores da engenharia, potencialmente desencadeando a “próxima grande onda” de inovações.

    “As capacidades agentivas da IA devem liberar a próxima grande onda de inovações.” – Sundar Pichai

    Essa tendência não é exclusiva do Google. Na Microsoft UK, o GitHub Copilot já é responsável por escrever 40% do código interno da empresa, o que, segundo o CEO da Microsoft UK, Darren Hardman, permitiu o lançamento de mais produtos nos últimos 12 meses do que nos três anos anteriores. O CEO do Meta, Mark Zuckerberg, chegou a prever, em abril, que a IA poderia assumir metade do trabalho dos desenvolvedores da empresa em um ano.

  • CEO de Nvidia diz que é contra alarmar o público sobre a inteligência artificial

    CEO de Nvidia diz que é contra alarmar o público sobre a inteligência artificial

    Jensen Huang, CEO da Nvidia, posicionou-se firmemente contra o alarmismo sobre a inteligência artificial, defendendo que o medo excessivo pode ser mais prejudicial do que se imagina. Sua principal preocupação, revelada em março de 2026, em artigo do O Globo, é que a paranoia em torno da IA retarde a adoção tecnológica nos Estados Unidos, comprometendo a segurança nacional em relação a outros países rivais.

    Essa visão de Huang emerge em meio a debates complexos, como o conflito entre a Anthropic – uma das principais clientes da Nvidia – e o Pentágono, devido a restrições sobre o uso militar de suas ferramentas de IA. Para o líder da gigante dos chips, embora alertar seja válido, assustar o público sobre o potencial da tecnologia é um erro.

    A visão de jensen huang sobre o medo da ia

    Durante uma mesa-redonda na conferência tecnológica da Nvidia, Huang foi questionado sobre as negociações da Anthropic com o Pentágono. Ele afirmou que “o desejo de alertar as pessoas sobre a capacidade da tecnologia é realmente fantástico”, mas ressalvou: “Alertar está bem, assustar nem tanto, porque esta tecnologia é importante demais para nós.” A base dessa postura é a convicção de que o maior risco para a segurança nacional dos EUA não reside na IA em si, mas na possibilidade de os cidadãos ficarem tão apreensivos que o país adote a tecnologia de forma mais lenta do que seus concorrentes globais.

    O caso anthropic: um exemplo de cautela e conflito

    A Anthropic, conhecida por seu chatbot Claude e um dos pilares de clientes da Nvidia, tem enfrentado um impasse com a administração Trump. A empresa buscou impor cláusulas contratuais que proibissem o uso de seus produtos para vigilância interna de americanos e para o desenvolvimento de armas totalmente autônomas. Essa insistência levou ao rompimento da relação com o Pentágono no mês passado, resultando na declaração da Anthropic como um risco para a cadeia de suprimentos e sua exclusão de projetos governamentais. A empresa, no entanto, contesta essas medidas nos tribunais.

    Apesar da disputa, Huang mantém um notável otimismo em relação às perspectivas financeiras da Anthropic. No mesmo painel, que se transformou em um episódio do podcast All-In focado em tecnologia, ele projetou que a receita da Anthropic poderia ultrapassar US$ 1 trilhão até 2030, considerando as previsões do diretor executivo Dario Amodei como conservadoras.

    A verdadeira natureza da inteligência artificial, segundo huang

    Huang reforça que a indústria tecnológica deve evitar alimentar o medo desnecessário em relação às ferramentas de IA. Ele descreveu a inteligência artificial de forma pragmática, afirmando:

    Não é um ser biológico. Não é um extraterrestre. Não tem consciência. É um programa de computador.

    Para ele, “dizer coisas bastante extremas, bastante catastróficas, sem evidências de que vão acontecer, pode ser mais prejudicial do que as pessoas pensam.” Sua perspectiva busca desmistificar a IA, apresentando-a como uma ferramenta poderosa, mas fundamentalmente um software, e não uma entidade com intenções próprias.

    A postura de Jensen Huang frente ao debate sobre a inteligência artificial sublinha a necessidade de um discurso equilibrado. Enquanto a cautela e o alerta sobre os riscos são fundamentais, o CEO da Nvidia argumenta que o pânico generalizado pode sabotar o progresso e a competitividade tecnológica. Seu otimismo com empresas como a Anthropic, mesmo em meio a controvérsias, reforça a crença no potencial transformador da IA, desde que a sociedade abrace a inovação com informação e sem receios infundados.