Tag: Reestruturação

  • Meta reestrutura funções do Reality Labs com foco em inteligência artificial

    Meta reestrutura funções do Reality Labs com foco em inteligência artificial

    Meta reestrutura funções do Reality Labs com foco em inteligência artificial

    A Meta, gigante da tecnologia, confirmou uma reorganização interna em suas divisões do Reality Labs, com o objetivo de direcionar seus esforços para o avanço da inteligência artificial (IA). Esta mudança estratégica visa aprimorar o desenvolvimento de tecnologias futuras, alinhando as operações da empresa com as prioridades emergentes no setor.

    A decisão de reestruturar o Reality Labs, divisão responsável por projetos de realidade virtual e aumentada, sinaliza um reconhecimento da importância crescente da IA. A Meta busca consolidar suas equipes e recursos para acelerar a inovação em áreas que moldarão a próxima geração de interações digitais e metaversos.

    Novas diretrizes para o Reality Labs

    A reorganização impacta diretamente as funções dentro do Reality Labs. Embora detalhes específicos sobre as mudanças de pessoal ou de projetos não tenham sido divulgados, o comunicado oficial da Meta enfatiza a necessidade de um alinhamento mais forte entre as ambições de realidade virtual e aumentada e o potencial transformador da inteligência artificial.

    O foco em IA dentro do Reality Labs sugere que a empresa pretende integrar capacidades mais avançadas de aprendizado de máquina em suas plataformas. Isso pode se traduzir em experiências mais imersivas, interações mais naturais e novas funcionalidades para seus dispositivos de realidade virtual e aumentada.

    A importância da inteligência artificial para a Meta

    A inteligência artificial tem sido um pilar fundamental nas estratégias de longo prazo da Meta. Investimentos contínuos em pesquisa e desenvolvimento de IA visam não apenas aprimorar os produtos existentes, mas também abrir caminhos para novas fronteiras tecnológicas. A reestruturação do Reality Labs reforça essa visão.

    Ao concentrar recursos em IA, a Meta se posiciona para competir em um cenário tecnológico cada vez mais impulsionado por algoritmos inteligentes e aprendizado de máquina. A expectativa é que essa nova configuração acelere a entrega de inovações que podem definir o futuro do metaverso e das interações digitais.

    A fonte para esta notícia é o Investing.com, que detalha a reorganização das funções do Reality Labs com um claro direcionamento para a inteligência artificial.

  • Meta demite para sustentar aposta bilionária em inteligência artificial

    Meta demite para sustentar aposta bilionária em inteligência artificial

    Meta demite funcionários para priorizar investimento em inteligência artificial

    A Meta Platforms, gigante por trás das redes sociais Facebook e Instagram, anunciou demissões em massa. A medida, que já era antecipada pelo mercado, visa equilibrar as contas da empresa diante de uma aposta bilionária na área de inteligência artificial (IA). A companhia projeta investir entre US$ 162 bilhões e US$ 169 bilhões em IA ainda em 2026, consolidando a IA como o centro da disputa global por inovação.

    O corte de pessoal não se trata apenas de uma redução de custos. Segundo a empresa, a ação faz parte de um processo mais amplo de reestruturação estratégica. O objetivo é priorizar as áreas de maior desempenho e otimizar a operação. Fontes internas revelaram anteriormente à Reuters que a Meta estudava um plano de demissões que poderia afetar até 20% de sua força de trabalho, o que equivaleria a cerca de 15 mil a 16 mil pessoas. Detalhes sobre o número exato de demitidos nesta quarta-feira, 25, ainda não foram divulgados oficialmente.

    Tendência no setor de tecnologia

    O movimento da Meta não é um caso isolado no cenário tecnológico atual. Diversas outras empresas de grande porte, como Amazon, Pinterest e Autodesk, também anunciaram cortes de funcionários recentemente. Essa consolidação no setor de tecnologia reflete uma tendência clara: a redução de estruturas, o controle de custos e o redirecionamento massivo de investimentos para o desenvolvimento e implementação de inteligência artificial.

    Os cortes em outras companhias também são significativos. Apenas entre 2025 e 2026, a Amazon demitiu 30 mil funcionários. Essa reestruturação, ao que tudo indica, sinaliza uma mudança estrutural nas operações. Funções que antes eram desempenhadas por equipes humanas tendem a ser gradualmente absorvidas ou otimizadas por sistemas de inteligência artificial.

    Redesenho da força de trabalho

    A crescente automação e otimização de tarefas por meio de sistemas de IA prometem redesenhar o perfil da força de trabalho. A tendência aponta para uma adaptação necessária dos profissionais e para a evolução da própria estrutura organizacional das empresas. A inteligência artificial se consolida, assim, não apenas como uma área de investimento, mas como um pilar fundamental para o futuro das operações e da inovação no setor.

  • Meta demite funcionários em meio a gasto recorde com Inteligência Artificial

    Meta demite funcionários em meio a gasto recorde com Inteligência Artificial

    Meta demite funcionários em meio a gasto recorde com Inteligência Artificial

    A gigante da tecnologia Meta está promovendo uma onda de demissões que afeta centenas de funcionários em diversas equipes, incluindo a divisão de hardware Reality Labs. As dispensas ocorrem em um momento de investimentos massivos da empresa em projetos de Inteligência Artificial (IA).

    A reestruturação global visa otimizar a alocação de recursos, com parte dos empregados impactados podendo ser realocados para outras funções ou localidades. A notícia surge em meio a projeções de gastos recordes com infraestrutura de IA, evidenciando o foco estratégico da Meta na tecnologia.

    Foco estratégico na Inteligência Artificial

    A Meta planeja investir até US$ 600 bilhões em infraestrutura de IA nos Estados Unidos até 2028. Essa decisão sublinha a ambição da empresa em liderar o desenvolvimento e a aplicação da Inteligência Artificial.

    Segundo o CEO Mark Zuckerberg, a IA tem o potencial de transformar os fluxos de trabalho da companhia. Engenheiros já utilizam ferramentas de IA para auxiliar em tarefas como programação, o que demonstra a integração da tecnologia nas operações diárias.

    A empresa já vinha sinalizando uma mudança de prioridades. Em janeiro, a Reality Labs, responsável por hardwares como óculos de IA e headsets de realidade virtual, já havia dispensado mais de 1 mil pessoas. Essa ação indicava um redirecionamento de recursos para dispositivos vestíveis com IA, afastando-se de alguns produtos focados no metaverso.

    Reestruturação e realocação de pessoal

    As demissões afetaram equipes de vendas, recrutamento e a já mencionada divisão de hardware. A Meta informou que, sempre que possível, busca oportunidades internas para os funcionários cujas posições são impactadas pelos cortes.

    Um porta-voz da empresa declarou que as reestruturações e mudanças são rotineiras para garantir que as equipes estejam na melhor posição para atingir seus objetivos. A Meta possuía aproximadamente 79 mil empregados em todo o mundo no início de 2026.

    De acordo com fontes, os cortes afetaram menos de mil funcionários no total. Alguns membros da Reality Labs foram instruídos a trabalhar remotamente em preparação para os anúncios de demissão, conforme relatado por duas pessoas com conhecimento do processo.

    Esta estratégia de investimento em IA, combinada com uma reestruturação de pessoal, reflete a busca da Meta por uma posição de destaque no cenário tecnológico em constante evolução, com um olhar voltado para o futuro impulsionado pela Inteligência Artificial.

  • Força de trabalho da Alibaba encolhe 34% enquanto gigante chinesa aposta em inteligência artificial

    Força de trabalho da Alibaba encolhe 34% enquanto gigante chinesa aposta em inteligência artificial

    Alibaba encolhe quadro de funcionários em 34% e direciona investimentos para inteligência artificial

    A gigante chinesa de e-commerce e tecnologia, Alibaba, finalizou o ano de 2025 com uma força de trabalho significativamente reduzida, apresentando um encolhimento de aproximadamente 34%. O número de colaboradores caiu de 194.320 para 128.197 funcionários. Essa diminuição expressiva acompanha a estratégia da empresa de se desvazer de parte de seus negócios de varejo offline e, paralelamente, intensificar seus investimentos no promissor campo da inteligência artificial (IA).

    A divulgação desses dados ocorreu em um relatório de resultados divulgado em dezembro, que também apontou uma queda de 67% no lucro da empresa e uma receita abaixo das expectativas para os últimos três meses do ano anterior. Em consequência, as ações da companhia em Hong Kong registraram uma queda de 6% na sexta-feira seguinte à divulgação.

    Reorganização estratégica e desinvestimento em varejo

    A maior parte da redução de pessoal da Alibaba ocorreu no trimestre de março de 2025, impulsionada pela venda do grupo de varejo Sun Art no final de 2024. Na mesma época, a empresa também alienou sua participação na rede de lojas de departamentos Intime. Essa movimentação se alinha a uma tendência observada em grandes empresas de tecnologia, tanto no Vale do Silício quanto na China, que têm optado por enxugar seus quadros de funcionários.

    Historicamente, a vasta força de trabalho da Alibaba sustentava uma complexa rede de unidades de negócios, englobando e-commerce, serviços de nuvem, logística e outras áreas correlatas. No entanto, a empresa tem promovido cortes graduais nos últimos anos, sendo que as reduções mais recentes superaram a diminuição de 11% registrada em dezembro de 2024 em relação ao ano anterior.

    Foco em inteligência artificial como pilar futuro

    Essa reestruturação visa concentrar esforços em ativos menos intensivos em mão de obra e otimizar os negócios centrais, com uma aposta clara e significativa em inteligência artificial. O objetivo declarado da Alibaba é se consolidar como uma empresa de IA completa, cobrindo desde a fabricação de semicondutores até o desenvolvimento de modelos e infraestrutura de computação para IA.

    Um passo recente nessa direção foi o lançamento do Wukong, um serviço de IA agente voltado para o mercado corporativo. Paralelamente, a empresa ajustou os preços de seus serviços de nuvem e armazenamento em até 34%, refletindo o aumento da demanda e os custos da cadeia de suprimentos, conforme informado pela CNBC Internacional e reportado pelo Times Brasil.

    Eddie Wu, CEO da Alibaba, destacou durante a teleconferência de resultados que a empresa projeta elevar a receita proveniente de nuvem e IA para mais de US$ 100 bilhões anuais nos próximos cinco anos.

    A mudança de estratégia da Alibaba sinaliza uma adaptação robusta a um cenário tecnológico em rápida evolução, priorizando áreas de alto crescimento e inovação.

  • Block: CFO explica saltos em IA em 18 meses que levaram à decisão de cortar quase metade da força de trabalho

    Block: CFO explica saltos em IA em 18 meses que levaram à decisão de cortar quase metade da força de trabalho

    Block demite quase metade da força de trabalho impulsionada por avanços em IA

    A Block, empresa-mãe da Square e Cash App, chocou o mundo dos negócios ao anunciar a demissão de 4.000 funcionários, o que representa quase metade de sua força de trabalho. Apesar de reportar um lucro bruto de US$ 2,9 bilhões no quarto trimestre de 2025 e ver suas ações subirem quase 20% após o anúncio, a questão que paira é: por que cortar empregos em um momento de lucratividade e crescimento?

    A resposta, segundo a CFO e COO da Block, Amrita Ahuja, em entrevista à Fortune, reside em uma estratégia de transformação de longo prazo, e não em uma reação a pressões de mercado. “Acreditamos que é realmente de uma posição de força que temos a capacidade de tomar uma ação como essa com confiança”, afirmou Ahuja. A decisão é resultado de uma jornada de dois anos para integrar profundamente a inteligência artificial (IA) em toda a empresa.

    Avanços em IA e o impacto na produtividade

    A implementação da IA internamente já demonstrou aumentar a produtividade da força de trabalho e embasar a decisão da Block de elevar suas projeções para 2026, mesmo com a redução de pessoal. Um pilar central dessa estratégia é o codinome goose, um agente de IA desenvolvido internamente pela Block. O goose opera sobre grandes modelos de linguagem, executando ações, redigindo e-mails e automatizando fluxos de trabalho.

    Em produção interna há aproximadamente 18 meses e já disponibilizado como código aberto, o goose tem sido fundamental. Desde setembro de 2025, a produtividade dos desenvolvedores na Block aumentou 40% no uso de ferramentas de IA para implementar código e funcionalidades mais rapidamente. Um exemplo notável é um modelo de avaliação de risco que antes levava um trimestre inteiro para ser construído, agora é finalizado em uma fração do tempo. Isso confere aos líderes a confiança de que equipes menores podem gerenciar “um volume de trabalho realmente significativo”.

    Tomada de decisão e princípios orientadores

    No papel de CFO e COO, Amrita Ahuja enfatiza a importância de debater ideias rigorosamente e focar na execução para todos os envolvidos. Ela esclareceu que não houve uma meta percentual de redução imposta de cima para baixo. Em vez disso, os líderes de diferentes áreas da empresa elaboraram planos com base em três princípios fundamentais:

    • Proteger a resiliência e a confiabilidade das plataformas da Block.
    • Manter as capacidades de conformidade e gestão de riscos em movimentação de dinheiro, poupança e comércio.
    • Preservar a habilidade de executar um roteiro de produtos focado em crescimento.

    Paralelamente à redução de pessoal, a Block elevou suas projeções para 2026, esperando um crescimento de 18% no lucro bruto ano a ano e um aumento de 54% nos lucros. Essa expectativa reflete a crença de que a eficiência impulsionada pela IA se traduzirá em expansão de margens.

    IA como motor de eficiência, não apenas corte de custos

    As demissões na Block ocorrem em meio a uma onda maior de cortes no setor de tecnologia. Enquanto algumas empresas evitam vincular diretamente as demissões à IA, o CEO da Block, Jack Dorsey, explicitamente conectou os cortes aos ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia. Ele reconheceu que a empresa “contratou em excesso durante a COVID” e que a estrutura organizacional foi corrigida em 2024. Contudo, atribuir as demissões apenas a isso “perde toda a complexidade”, apontando para a expansão em empréstimos, serviços bancários e “compre agora, pague depois”, além do foco em eficiência.

    Para aqueles que veem a abordagem da Block em relação à IA como um rótulo conveniente para ciclos de contratação e corte, Ahuja pede para “olhar os dados”. Em 2019, a Block gerava cerca de US$ 500.000 em lucro bruto por funcionário. Esse número permaneceu estável mesmo com a expansão de alguns milhares para cerca de 13.000 funcionários nos anos de hiper-crescimento. Nos últimos anos, essa métrica subiu para aproximadamente US$ 750.000 em 2024 e US$ 1 milhão em 2025. Com as metas atuais, o lucro bruto por funcionário em 2026 deve atingir cerca de US$ 2 milhões, o dobro do ano anterior.

    “Não acho que isso seja sobre excesso de pessoal”, disse Ahuja. “É sobre capacitar nossas equipes com as ferramentas mais poderosas e de classe mundial que temos para ajudá-las a fazer seu trabalho com mais eficiência.”

    Impacto nos funcionários e visão de futuro

    A decisão estratégica de realizar demissões em larga escala afeta diretamente os funcionários remanescentes. Dentro da Block, os líderes ponderaram entre uma reestruturação “ousada e decisiva” e uma série de cortes menores e reativos. A primeira opção foi escolhida, em parte, pelo impacto na moral. “É uma grande notícia para qualquer um superar”, admitiu Ahuja. “Lamentamos ver colegas partirem. Somos incrivelmente gratos a essas pessoas que nos ajudaram a construir a Block.”

    Ahuja reconheceu o peso emocional da perda de colegas e a realidade de que os funcionários restantes terão mais trabalho no curto prazo. No entanto, equipá-los com “as ferramentas mais poderosas do mundo”, investir em requalificação e apoiar isso com recompensas e reconhecimento os posiciona melhor para o futuro, seja na Block ou em outro lugar. Os funcionários desligados receberam um pacote de indenização que incluiu 20 semanas de salário base, com uma semana adicional por ano de serviço. Eles também tiveram a manutenção de seus direitos sobre ações até maio e seis meses de cobertura de saúde. Adicionalmente, receberam um auxílio de transição de US$ 5.000 e puderam ficar com seus dispositivos de trabalho.

    Olhando para frente, Ahuja indicou que a Block não impôs um teto rígido para o número de funcionários. A empresa espera continuar contratando em áreas específicas, especialmente em vendas e engenharia focada em IA, ligadas diretamente ao crescimento da receita e à inovação de produtos. Dorsey prevê que muitas outras empresas chegarão a conclusões semelhantes e adaptarão suas organizações em torno da IA. “É difícil prever o futuro”, concluiu Ahuja, “mas com base no ritmo de avanço que vi na tecnologia e o quão poderosa ela é, os momentos de ‘uau’ que são desbloqueados à medida que as pessoas realmente começam a usá-la, eu acho que é absolutamente para onde o mundo está indo.” O ritmo dessa transformação pode variar entre as empresas, dependendo de sua experimentação e adaptabilidade com a tecnologia.