Tag: Políticas Públicas

  • EdTechs 2026 debate Enec, inteligência artificial e conectividade no ensino

    EdTechs 2026 debate Enec, inteligência artificial e conectividade no ensino

    EdTechs 2026 debate Enec, inteligência artificial e conectividade no ensino

    A quarta edição do EdTechs, promovido pelo Tele.Síntese, reunirá em Brasília, no dia 24 de março de 2026, representantes do governo, operadoras, edtechs, instituições de ensino e especialistas para debater os rumos da educação digital no Brasil. O evento, que acontece no ASA Auditorium da Telebras, terá como foco principal a convergência entre conectividade, plataformas digitais, inovação pedagógica e políticas públicas voltadas ao ensino.

    O encontro visa aprofundar a discussão sobre como a tecnologia pode transformar o processo de aprendizagem, abordando desde a infraestrutura necessária para o acesso à internet em escolas até o uso efetivo de ferramentas digitais e inteligência artificial no cotidiano de alunos e professores. A programação busca apresentar um panorama das iniciativas em andamento e traçar os próximos passos para a evolução da educação digital no país.

    Escolas conectadas e política pública

    Um dos eixos centrais do EdTechs 2026 será a Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (Enec). O tema será debatido no primeiro painel do dia, com a participação de autoridades como Hermano Barros Tercius, secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, e representantes de entidades como a EACE – Aprender Conectado e a Conexis Brasil Digital. O objetivo é fazer um balanço da política pública atual e discutir os caminhos para a transformação digital da educação pública, incluindo a sustentabilidade da infraestrutura e a coordenação entre os diversos atores envolvidos.

    Marcelo Stella, gerente de Novos Negócios da Telebras, apresentará as soluções da estatal para o setor educacional, reforçando a importância da infraestrutura tecnológica no evento. A palestra está marcada para as 10h30.

    Uso da tecnologia no ambiente escolar

    A partir das 11h20, o foco se desloca da conectividade para o uso prático das ferramentas digitais. Sob o tema “Escola Pós-Conectada: o uso da tecnologia pelos alunos”, o segundo painel reunirá especialistas como Cristieni Castilhos (MegaEdu), Graziela Castello (Cetic.br/NIC.br) e Maria Rehder (Unesco-Brasil). A discussão abordará a inteligência artificial generativa, novas práticas pedagógicas e o papel do professor em um cenário educacional cada vez mais digitalizado, expandindo o debate para além do acesso à internet e explorando como a tecnologia é integrada ao ensino.

    Jason Strickland, gerente de contas de educação para Arduino na Qualcomm, ministra a terceira keynote do evento às 12h20, com foco em inovação no setor.

    Edtechs e inovação

    O Painel 3, às 14h, explorará o papel das edtechs e da inovação no ensino. Participantes como Danilo Yoneshige (Layers Education) e Leo Gmeiner (School Guardian) discutirão como startups e empresas de tecnologia desenvolvem soluções para a jornada educacional, incluindo gestão, personalização do aprendizado e uso de dados.

    A visão regulatória sobre incentivos a políticas públicas para ampliação da conectividade no ensino superior público será apresentada por Octavio Penna Pieranti, conselheiro da Anatel, em uma keynote às 15h.

    IA, ética e realidade das escolas

    O último painel do dia, às 15h40, abordará as perspectivas futuras da educação e os impactos da inteligência artificial nas escolas. Com a participação de Bruno Miranda (Ibmec Brasília), Israel Matos Batista (Conselho Nacional de Educação) e Maria Rehder (Unesco-Brasil), o debate se concentrará na personalização do ensino, ética e formação docente na era da IA, conectando o avanço tecnológico à realidade das instituições de ensino.

  • I Encontro Internacional sobre Inovações em Saúde Mental discute tecnologia e IA

    I Encontro Internacional sobre Inovações em Saúde Mental discute tecnologia e IA

    I Encontro Internacional sobre Inovações em Saúde Mental discute tecnologia e IA

    O I Encontro Internacional sobre Inovações em Saúde Mental teve sua abertura oficial nesta quinta-feira (19), reunindo especialistas e a comunidade acadêmica para debater o futuro da saúde mental diante das rápidas transformações tecnológicas e do avanço da inteligência artificial. O evento, que segue até 21 de março no Auditório Prof. Luís Francisco do Rêgo Monteiro, no Centro de Tecnologia da Universidade Federal do Piauí (CT-UFPI), visa fortalecer as políticas públicas da área no estado e em todo o país.

    A iniciativa é coordenada pela professora Márcia Astrês Fernandes e promovida pelo Grupo de Estudos e Pesquisas em Saúde Mental e Trabalho (GEPSAMT/UFPI/CNPq), com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI). O encontro destaca o papel crescente da inteligência artificial e outras tecnologias assistenciais no cuidado e no tratamento em saúde mental.

    A importância do acolhimento universitário

    Representando a reitora Nadir Nogueira, o pró-reitor de Ensino de Pós-Graduação, Carlos Sait, ressaltou a relevância de discutir saúde mental no ambiente universitário e o compromisso da gestão com o bem-estar dos estudantes. Ele enfatizou que a universidade deve ser um espaço de acolhimento para todos os seus membros.

    Carlos Sait também mencionou o trabalho das Pró-Reitorias de Assuntos Estudantis e Comunitários (PRAEC) e de Ensino de Graduação (PREG) na promoção da escuta qualificada e no cuidado com a saúde mental dos discentes. Conforme o pró-reitor, “A Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis e Comunitários tem realizado um trabalho importante nesse sentido, pensando no cuidado e no acolhimento dos estudantes da graduação.” Ele complementou que, juntamente com a PREG, “têm feito um esforço necessário para garantir essa acolhida a todos e a todas.”

    Tecnologia e saúde mental em debate

    A idealizadora do evento, professora Márcia Astrês Fernandes, explicou que o objetivo do encontro é explorar como as transformações tecnológicas, especialmente a inteligência artificial, impactam a saúde mental. “Vivemos em uma era tecnológica, e a saúde mental não pode ficar de fora desse debate. Hoje já existem tecnologias assistenciais e tecnologias de cuidado que auxiliam nesse processo”, afirmou.

    Fernandes destacou a participação ativa dos estudantes, que apresentarão trabalhos científicos em diferentes níveis, desde a iniciação científica até o doutorado. Essa diversidade de pesquisas, segundo a professora, “mostra o interesse da comunidade acadêmica pelo tema e o envolvimento de muitos estudantes com essa discussão”.

    Programação diversificada

    O evento conta com a presença de diversas personalidades e representantes de instituições importantes na mesa de honra, incluindo a vice-diretora do Centro de Ciências da Saúde (CCS), representantes do Conselho Regional de Enfermagem do Piauí (COREN-PI), da FAPEPI e da coordenação do curso de Enfermagem de Teresina.

    A programação do I Encontro Internacional sobre Inovações em Saúde Mental inclui minicursos, mesas-redondas, conferências, apresentação de trabalhos científicos e o lançamento de livros e materiais educativos. A agenda completa está disponível no folder oficial do evento e nas redes sociais.

  • Fapeg é exemplo em Referencial Nacional pelo fomento responsável à inteligência artificial

    Fapeg é exemplo em Referencial Nacional pelo fomento responsável à inteligência artificial

    A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (Fapeg) foi destacada como exemplo na primeira edição do Referencial para Desenvolvimento e Uso Responsáveis de Inteligência Artificial na Educação. Lançado pelo Ministério da Educação (MEC) em 2026, o guia reconhece a Fapeg por sua liderança na criação de políticas públicas, formação de especialistas e desenvolvimento de soluções em IA com impacto social e foco na inovação responsável.

    A iniciativa da Fapeg é um modelo concreto de como o fomento público pode impulsionar o desenvolvimento estratégico da inteligência artificial no Brasil. A fundação não apenas fortalece a infraestrutura de pesquisa, mas também promove a formação de recursos humanos altamente qualificados e a criação de soluções tecnológicas para a gestão pública.

    Referencial nacional destaca o papel da fapeg

    O documento federal, que serve como um norte para o país, ressalta que a Fapeg exerce um papel central na indução de ecossistemas de inovação. Esses ecossistemas são capazes de integrar universidades, governo e setor produtivo, fundamentais para o avanço tecnológico.

    Além disso, o Referencial do MEC aponta uma carência de diretrizes explícitas sobre o uso de inteligência artificial em projetos financiados com recursos públicos. Segundo o texto, essa ausência deixa pesquisadores e instituições sem referenciais para lidar com questões como soberania de dados, propriedade intelectual e validação de resultados em IA.

    É neste cenário que a Fapeg se sobressai, demonstrando como as agências de fomento podem ser indutoras decisivas do desenvolvimento tecnológico. Isso ocorre por meio de editais temáticos e investimentos direcionados à pesquisa, inovação e formação de capacidades nacionais em inteligência artificial, conforme explicitado no guia no portal Goiás.gov.br/fapeg.

    Ações concretas e o centro de excelência em ia

    Um dos projetos mais emblemáticos citados pelo Referencial é o Centro de Excelência em Inteligência Artificial (Ceia) em Goiás. Esta iniciativa envolve:

    • Aportes financeiros para estruturação da pesquisa.
    • Formação de recursos humanos qualificados, incluindo o primeiro curso de graduação em IA do País, em parceria com a Universidade Federal de Goiás (UFG).
    • Desenvolvimento de soluções tecnológicas aplicadas à gestão pública.

    O reconhecimento da Fapeg se estende aos próprios pesquisadores. O professor André Carlos Silva, da Universidade Federal de Catalão (UFCat), recentemente contemplado em edital, ressalta o apoio encontrado em Goiás. Ele vai coordenar um centro emergente, fruto da política da Fapeg de apoiar a estruturação de centros de excelência – atualmente são dez centros recebendo fomento do Estado – e de centros emergentes com potencial de referência nacional e internacional.

    “Os cientistas muitas vezes são pouco valorizados e reconhecidos, apesar de dedicarem suas vidas à produção de conhecimento, mas que em Goiás têm encontrado apoio nas universidades e na Fapeg”, afirma o professor Silva.

    Prêmio go.ia: inovação aberta e responsável

    Reforçando seu compromisso, a Fapeg lançou o Prêmio Anual Goiás Aberto para a Inteligência Artificial (GO.IA). O edital já teve seu resultado final divulgado, contemplando três propostas nas áreas de Saúde, Educação e Segurança Pública, todas baseadas em IA.

    A iniciativa busca premiar soluções inovadoras com impacto social, econômico e ambiental positivo no estado, incentivando abordagens alinhadas à “IA aberta”, que preza pela transparência, colaboração e possibilidade de auditoria dos modelos, dados e resultados. Embora o uso de tecnologias open source seja preferencial, o edital valoriza o compromisso com a responsabilidade pública, a reprodutibilidade e a abertura das soluções.

    O edital ainda exige que as propostas apresentem nível mínimo de maturidade tecnológica e impacto concreto no contexto goiano, com apoio financeiro para aprimoramento, validação e expansão das soluções. Isso inclui investimentos em infraestrutura computacional, aquisição de dados, testes e capacitação de equipes.

    Pioneirismo legislativo em goiás

    A solidez do fomento à IA em Goiás é complementada pela Lei Complementar nº 205, de 19 de maio de 2025, que instituiu a Política Estadual de Fomento à Inovação em Inteligência Artificial. Goiás foi o primeiro estado do Brasil a ter uma legislação específica para o fomento da IA.

    A lei estabelece diretrizes para o desenvolvimento e uso da IA no estado, reforçando princípios como ética, transparência, segurança, desenvolvimento sustentável e incentivo à pesquisa aplicada. Esse alinhamento entre instrumentos normativos e ações de fomento consolida um ambiente estruturado e favorável à inovação tecnológica.

    Compromisso da fapeg com o futuro

    Para Marcos Arriel, presidente da Fapeg, ser citado como exemplo em um documento federal tão relevante é fruto de um trabalho responsável de toda a equipe de servidores. “Nosso compromisso é fazer com que a inteligência artificial desenvolvida em Goiás seja não apenas tecnicamente avançada, mas também socialmente responsável, transparente e acessível”, destaca Arriel.

    Ao apoiar pesquisadores, empreendedores e instituições, a Fapeg busca construir um ecossistema onde o conhecimento gerado se converta em soluções concretas para a sociedade, fortalecendo a soberania tecnológica e ampliando oportunidades para o estado de Goiás. A experiência goiana, segundo Arriel, demonstra que o investimento coordenado, respaldado por marcos legais e orientado por demandas locais, contribui para a construção de capacidades nacionais em inteligência artificial, evidenciando a necessidade de maior reconhecimento público para todos os envolvidos.

  • Inteligência artificial, políticas públicas e novas competências profissionais pautam Fórum de Educação Executiva em Brasília

    Inteligência artificial, políticas públicas e novas competências profissionais pautam Fórum de Educação Executiva em Brasília

    Inteligência artificial, políticas públicas e novas competências profissionais pautam Fórum de Educação Executiva em Brasília

    A FGV Educação Executiva em Brasília sedia, entre 19 de março e 9 de abril de 2026, o 14º Fórum de Educação Executiva. O evento reunirá especialistas para debater temas cruciais da atualidade, como inovação, transformação digital, políticas públicas e o desenvolvimento profissional. Os encontros, realizados presencialmente na sede da instituição, a partir das 9h, abordarão desafios e tendências com foco na aplicação prática de novas tecnologias e nas mudanças do mercado de trabalho.

    O fórum se propõe a ser um palco para a discussão aprofundada sobre como a inteligência artificial está remodelando o cenário profissional e as estratégias governamentais. A programação foi estruturada em quatro painéis, cada um dedicado a explorar aspectos específicos dessa convergência, visando orientar tanto o setor público quanto o privado em suas jornadas de adaptação e crescimento.

    Inteligência artificial: do conceito à aplicação prática

    A abertura do fórum, em 19 de março, contará com a palestra “Inteligência Artificial do zero à prática”. Bruno Pimenta, executivo de tecnologia com vasta experiência em design, marketing digital, business intelligence e analytics, conduzirá a sessão. O objetivo é oferecer orientações estratégicas para a integração de ferramentas de IA no cotidiano profissional, abordando temas como engenharia de prompt e aplicações de tecnologias emergentes. A mediação ficará a cargo de Betovem Coura, doutor em Administração de Empresas e coordenador acadêmico da FGV.

    O futuro dos profissionais de TI com a evolução da IA

    No dia 26 de março, o painel “O futuro dos profissionais de TI com a evolução da IA” analisará o impacto da inteligência artificial generativa no setor de tecnologia da informação. Marcelo Magalhães, consultor e professor em estratégia e transformação digital, ministrará a palestra. O debate centrar-se-á na transição do perfil técnico executor para o de orquestrador de soluções, além de discutir as competências que se mostram essenciais em um ambiente cada vez mais automatizado. André Barcaui, doutor e pós-doutor em Administração, com experiência em gestão e tecnologia em empresas como HP e IBM, será o moderador.

    Novas habilidades para o profissional de relações governamentais

    A programação segue em 31 de março com o painel “Tech Skills: novas habilidades para o profissional de relações governamentais”. Camila Barbosa, cientista política e sócia da Prospectiva, abordará como o uso transversal da tecnologia pode expandir a atuação desses profissionais, integrando competências tecnológicas às já exigidas na área. A mediação será conduzida por Rodrigo Martins Navarro de Andrade, doutor em Administração e CEO da Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos.

    Orçamento verde como instrumento de políticas públicas

    Encerrando o fórum, em 9 de abril, o painel “Green Budget: Painel Orçamentário de Gastos Climáticos como instrumento de coordenação de políticas públicas” discutirá como o orçamento verde pode fortalecer a coordenação de políticas voltadas ao enfrentamento das mudanças climáticas, preservação da biodiversidade e gestão de riscos. Virgínia de Angêlis, secretária Nacional de Planejamento do Ministério do Planejamento e Orçamento, e Dalmo Palmeira, assessor parlamentar, serão os palestrantes, com moderação de Mauro Santos, doutor em Economia e coordenador de políticas de infraestrutura e regulação no IPEA.

    O 14º Fórum de Educação Executiva visa ampliar o debate sobre temas estratégicos, promovendo a troca de conhecimento entre especialistas e profissionais para acompanhar as transformações tecnológicas, econômicas e institucionais que moldam o desenvolvimento do país. Os encontros ocorrem na FGV Brasília, localizada na Av. L2 Norte, Quadra 602, Módulos A, B e C – SGAN.

  • Ilo Live: os impactos macroeconômicos da inteligência artificial em 2026

    Ilo Live: os impactos macroeconômicos da inteligência artificial em 2026

    Ilo Live: os impactos macroeconômicos da inteligência artificial em 2026

    A inteligência artificial (IA) avança em ritmo acelerado, impulsionando investimentos globais. No entanto, a compreensão completa de seus efeitos na economia ainda é um desafio. Enquanto estudos focados em empresas e tarefas se multiplicam, as projeções macroeconômicas variam de ganhos modestos de produtividade a transformações econômicas significativas. Essa incerteza dificulta a tomada de decisões estratégicas por parte dos formuladores de políticas públicas.

    Para suprir essa lacuna, o evento ILO Live apresentou um novo quadro de modelagem do Banco Mundial. A abordagem inovadora trata a IA não apenas como um impulsionador de produtividade, mas como um agente de transformação estrutural nos processos de produção. O objetivo é munir os formuladores de políticas com ferramentas mais precisas para navegar nesta nova era.

    Uma nova abordagem para modelar a IA

    A ferramenta desenvolvida pelo Banco Mundial integra o paradigma de produção de hardware e software em seu modelo de Equilíbrio Geral Computável (CGE) dinâmico, o MANAGE. Ao fazer isso, é possível simular como a adoção da IA remodela setores econômicos, ocupações e preços ao longo do tempo, sempre dentro de restrições orçamentárias.

    O framework incorpora dados detalhados de ocupações em nível de tarefa, baseados no Índice de Exposição à GenAI da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Essa integração permite que os padrões de substituição de mão de obra variem entre os setores. Além disso, a IA é modelada como um conjunto de capital duplo, combinando dados, software e capital intangível.

    Analisando cenários e promovendo desenvolvimento inclusivo

    Este novo modelo capacita os formuladores de políticas a avaliar diferentes cenários de adoção da IA e suas respectivas implicações para o crescimento econômico, mudanças estruturais e equidade social. Ao transcender abordagens de equilíbrio parcial, a ferramenta oferece uma lente macroeconômica mais coerente para o desenho de estratégias de IA.

    O intuito é garantir que essas estratégias promovam um desenvolvimento inclusivo e sustentável. A discussão em 2026 focará na aplicação inicial do framework em um estudo de caso na Polônia e na possibilidade de expansão para outros contextos, especialmente economias emergentes e de renda média, onde o desenho de políticas será crucial para moldar o impacto desenvolvimentista da IA.

    A incerteza em torno dos impactos macroeconômicos da IA torna a tomada de decisão eficaz um desafio para os formuladores de políticas.

    A discussão no ILO Live, parte da série AI for Good da União Internacional de Telecomunicações (ITU), destacou a necessidade de ferramentas analíticas robustas para antecipar e gerenciar as complexas interações entre a IA e a economia global.

  • Associação de Empresários Católicos e OAB-RJ promovem simpósio sobre Inteligência Artificial

    Associação de Empresários Católicos e OAB-RJ promovem simpósio sobre Inteligência Artificial

    Associação de Empresários Católicos e OAB-RJ promovem simpósio sobre Inteligência Artificial

    A Associação de Empresários Católicos e a Ordem dos Advogados do Brasil, Seção Rio de Janeiro (OAB-RJ) estão promovendo um importante simpósio sobre o uso da Inteligência Artificial (IA) e suas implicações na sociedade contemporânea. O evento, com o tema “Políticas Públicas de Uso da Inteligência Artificial para a Promoção de Fins Sociais”, teve início no dia 9 de março e segue até quinta-feira, 12 de março, das 9h às 12h, na sede da OAB-RJ, localizada na Av. Marechal Câmara, 150, Centro, no Salão Nobre Antônio Modesto da Silveira.

    O objetivo central deste encontro é promover uma reflexão profunda sobre a influência e os diversos impactos do uso da Inteligência Artificial em nosso cotidiano. A discussão abrange desde a economia e a justiça até setores essenciais como saúde, política e educação, buscando entender como essa tecnologia molda o presente e o futuro.

    O papel das instituições no debate sobre IA

    O simpósio reúne membros de instituições comprometidas com o desenvolvimento de políticas públicas para o uso da IA no Brasil. A Associação de Empresários Católicos representa o empresariado cristão, pautado por uma visão de economia humanizada, onde a inovação e a ética são pilares fundamentais. Por outro lado, a OAB-RJ, como representante do ecossistema jurídico, enfatiza a necessidade de regulação e da defesa de direitos, buscando a construção de um marco legal equilibrado para a IA.

    A Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) também contribui ativamente, trazendo o olhar da academia. A instituição colabora com pesquisas, pensamento crítico e a formação de profissionais capacitados para enfrentar os dilemas éticos, sociais e técnicos inerentes à ferramenta de IA.

    Propostas em discussão para um futuro com IA

    Durante o evento, diversas propostas foram apresentadas e estão em debate. Algumas das iniciativas em destaque incluem:

    • Educação digital inclusiva, visando democratizar o acesso ao conhecimento tecnológico.
    • A aplicação da IA na saúde pública, com foco em diagnósticos precoces e gestão eficiente de recursos.
    • O desenvolvimento de justiça digital transparente, com o uso responsável de algoritmos para auxiliar processos.
    • A promoção da inclusão social e acessibilidade, utilizando a IA para reduzir desigualdades.
    • Garantir transparência e responsabilidade algorítmica, assegurando que as decisões automatizadas sejam explicáveis e auditáveis.

    IA a serviço da justiça social e dignidade humana

    O encontro também aborda temas relevantes como as Mudanças Climáticas e a Prevenção de Catástrofes. De forma consistente, o simpósio aponta para a Inteligência Artificial como uma poderosa ferramenta de eficiência, capaz de servir à justiça social e promover a dignidade humana.

    Painel de abertura e programação do simpósio

    O painel de abertura, com o tema “Políticas Públicas de Uso da Inteligência Artificial”, contou com a participação de personalidades como Elmair Neto (Presidente da Associação de Empresários Católicos), Graziela Bonfim (Presidente da Comissão de IA da OAB-RJ), William Rocha (Diretor de Inclusão Digital e Inovação da OAB-RJ), além de Alberto Gallo, Daniel Andrade, Gustavo Robichez, Flávio Maranhão, Léo Farias, Thales Vital Brasil, Felipe Machado e Marcus Mendonça.

    As atividades do simpósio continuam com debates relevantes nos dias subsequentes. Abaixo, a programação detalhada:

    Dia 11 de março

    • 9h às 12h: IA: PREVENÇÃO DE CATÁrofes E INDÚSTRIA DE ÓLEO E GÁS
    • 14h às 17h: IA: PROTEÇÃO DE DADOS E CIBERSEGURANÇA

    Dia 12 de março

    • 9h às 12h: IA: ECA DIGITAL
    • 14h às 17h: IA: ECONOMIA CRIATIVA E PUBLICIDADE

    Este simpósio representa um marco importante na discussão sobre o futuro da Inteligência Artificial no Brasil, promovendo um diálogo essencial entre diferentes setores da sociedade para garantir um desenvolvimento ético e benéfico para todos.