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  • Sundar Pichai: IA aumenta produtividade de engenheiros do Google em 10%, diz CEO

    Sundar Pichai: IA aumenta produtividade de engenheiros do Google em 10%, diz CEO

    O CEO do Google, Sundar Pichai, revelou que a inteligência artificial (IA) está impulsionando a produtividade dos engenheiros da empresa em cerca de 10%. A afirmação foi feita durante uma participação no Lex Fridman Podcast, onde Pichai detalhou como o Google mede esse aumento significativo na capacidade de seus profissionais.

    A principal métrica utilizada pela companhia para quantificar o impacto da IA é o acréscimo na velocidade de engenharia. Segundo o CEO, isso se traduz em mais horas semanais disponíveis para os engenheiros se dedicarem a tarefas mais criativas e estratégicas, em vez de se prenderem a atividades repetitivas e operacionais.

    Como o Google mede o ganho de produtividade da IA

    De acordo com um porta-voz do Google, o aumento de 10% na produtividade é calculado através do incremento nas horas semanais que os engenheiros conseguem economizar graças às ferramentas de IA. Essencialmente, a empresa quantifica o tempo extra que os profissionais ganham para dedicar a projetos e trabalhos que exigem maior criatividade e inovação.

    Pichai ressaltou que essa evolução é contínua e que o desenvolvimento de capacidades autônomas, onde a IA pode agir e tomar decisões de forma independente, representa a próxima grande onda de avanço tecnológico. O Google tem investido pesadamente em soluções internas para otimizar o processo de codificação.

    Ferramentas de IA que impulsionam o desenvolvimento no Google

    Um exemplo concreto dessa aposta é o “Goose”, um copiloto de programação lançado no ano passado. Treinado com base em 25 anos de histórico técnico da empresa, o Goose auxilia os engenheiros em suas tarefas diárias. A companhia também monitora ativamente a participação da IA na geração de código: atualmente, mais de 30% dos trechos de código novo são produzidos por essas ferramentas, um aumento notável em relação aos 25% registrados em outubro.

    A inteligência artificial está transformando a forma como trabalhamos. No Google, já vemos um impacto tangível na velocidade e na qualidade do desenvolvimento de software.

    Outras gigantes da tecnologia também relatam benefícios semelhantes. O CEO da Microsoft no Reino Unido mencionou que o GitHub Copilot, assistente de codificação da empresa, já é responsável por 40% do código utilizado, acelerando significativamente o lançamento de novos produtos. Em abril, o CEO do Meta previu que a IA poderia assumir até metade do trabalho dos desenvolvedores na empresa em um ano.

    Esses números demonstram um cenário promissor para a colaboração entre humanos e máquinas no desenvolvimento de tecnologia, com a IA atuando como uma poderosa aliada para aumentar a eficiência e liberar o potencial criativo dos profissionais.

  • Google Investe €5 Bilhões em IA e Cloud na Bélgica em 2025

    Google Investe €5 Bilhões em IA e Cloud na Bélgica em 2025

    Google anuncia investimento bilionário na Bélgica para impulsionar IA e cloud

    O Google confirmou um investimento de €5 bilhões na Bélgica, a ser aplicado ao longo dos próximos dois anos. O montante visa expandir a infraestrutura de nuvem e inteligência artificial (IA) do país, reforçando o compromisso da empresa com a economia digital europeia. Esta iniciativa é considerada um dos maiores aportes financeiros da companhia no continente europeu, posicionando a Bélgica como um centro crucial para inovação tecnológica e sustentabilidade.

    Este aporte financeiro robusto detalha planos para a expansão de data centers, desenvolvimento de novas tecnologias e implementação de soluções de energia renovável. Adicionalmente, o Google promoverá programas de capacitação em IA para a força de trabalho local, demonstrando uma visão de longo prazo para o crescimento e desenvolvimento tecnológico na região.

    Expansão de data centers em Saint-Ghislain

    O núcleo do investimento está direcionado para a significativa expansão dos campus de data centers localizados em Saint-Ghislain. Esta ampliação representa um aprimoramento substancial na capacidade de processamento e armazenamento de dados do Google na Europa. Os novos data centers serão equipados com tecnologia de ponta, projetados para suportar as demandas intensivas de IA e computação em nuvem.

    As melhorias incluem a modernização de sistemas de refrigeração e energia, a implementação de servidores especializados para IA e a otimização da conectividade de rede. Saint-Ghislain foi escolhida estrategicamente por sua localização e acesso a fontes de energia renovável, consolidando a região como um importante hub de dados para o Google na Europa.

    Criação de empregos e capacitação em IA

    O investimento do Google na Bélgica deve gerar aproximadamente 300 novos empregos em tempo integral. As oportunidades abrangerão diversas áreas, desde engenharia de dados até operações de data center e desenvolvimento de IA, representando um impulso para o setor tecnológico qualificado no país. Além da geração de empregos diretos, a empresa lançará programas gratuitos de treinamento em inteligência artificial.

    Estes programas de capacitação, desenhados para incluir trabalhadores com diferentes níveis de qualificação, abordam desde conceitos básicos de IA e machine learning até certificações em ferramentas do Google Cloud. Através de parcerias com organizações locais sem fins lucrativos, o Google busca democratizar o acesso ao conhecimento em IA, preparando a força de trabalho belga para as demandas do futuro digital.

    Parcerias para energia renovável e sustentabilidade

    Um componente essencial do aporte financeiro envolve novos acordos com fornecedores de energia renovável na Bélgica, incluindo parcerias com Eneco, Luminus e Renner. O objetivo é desenvolver parques eólicos terrestres adicionais para alimentar as operações expandidas com energia limpa, reforçando o compromisso do Google com a sustentabilidade. Essas parcerias visam não apenas reduzir a pegada de carbono dos data centers, mas também apoiar a transição energética da Bélgica.

    Esta abordagem sustentável está alinhada com as metas globais do Google de operar com energia 100% renovável. As operações belgas se tornam um modelo de crescimento tecnológico ambientalmente responsável, contribuindo simultaneamente para a economia local e para os objetivos climáticos europeus.

    Impacto na economia digital europeia

    O investimento de €5 bilhões posiciona a Bélgica como um hub estratégico para a inovação em IA na Europa. Espera-se que essa iniciativa atraia outras empresas tecnológicas e startups para a região, fortalecendo o ecossistema digital europeu e a competitividade do continente. A expansão dos data centers fornecerá a infraestrutura necessária para acelerar a adoção de tecnologias de IA em setores como serviços financeiros, manufatura e saúde.

    Esta movimentação estratégica do Google não apenas demonstra confiança no mercado europeu e disposição para investimentos de longo prazo, mas também contribui para a soberania digital da Europa, oferecendo uma alternativa robusta para serviços de nuvem e IA desenvolvidos no continente.

  • Google remove recurso ‘O que as pessoas sugerem’ e amplia ferramentas de IA para saúde em 2026

    Google remove recurso ‘O que as pessoas sugerem’ e amplia ferramentas de IA para saúde em 2026

    Google anuncia fim do ‘o que as pessoas sugerem’ e novas ferramentas de IA para saúde

    O Google confirmou a remoção do recurso ‘o que as pessoas sugerem’, uma ferramenta que utilizava inteligência artificial para organizar perspectivas de saúde a partir de discussões online. A decisão foi comunicada durante o evento anual Check Up, onde a empresa também apresentou novas funcionalidades de IA voltadas para a saúde no YouTube. Segundo um porta-voz da Google, a descontinuação faz parte de uma ‘simplificação mais ampla’ da página de resultados de busca e não está relacionada à qualidade ou segurança do recurso.

    A remoção ocorre após um período de testes do ‘o que as pessoas sugerem’, que foi lançado no ano passado para dispositivos móveis nos Estados Unidos. Na época, a empresa destacava a importância de ouvir experiências de pessoas que passaram por condições de saúde semelhantes. A mudança sinaliza uma reconfiguração nas estratégias do Google para apresentar informações de saúde, priorizando novas abordagens de IA.

    Expansão das ferramentas de IA para saúde em 2026

    No evento Check Up de 2026, o Google detalhou investimentos significativos em IA para saúde, abrangendo plataformas como YouTube, Fitbit e a educação de clínicos. A empresa destacou que vídeos relacionados à saúde no YouTube já ultrapassaram a marca de 1 trilhão de visualizações globalmente.

    Uma das novidades é a adição de um botão de ‘perguntar’, alimentado por IA, em vídeos de saúde elegíveis no YouTube. Essa funcionalidade permitirá aos espectadores interagir diretamente com o conteúdo, buscando esclarecimentos e aprofundamentos. Esta iniciativa pode reforçar o papel do YouTube como fonte de informação em saúde, um cenário já evidenciado por estudos que apontam a plataforma como um dos domínios mais citados em resumos de IA sobre saúde.

    Novas abordagens para informações médicas e educação profissional

    Paralelamente, o Google está experimentando o uso de IA para organizar informações científicas revisadas por pares. O objetivo é auxiliar na apresentação de tópicos complexos para um público mais amplo, buscando conectar as pessoas às informações de saúde corretas no momento adequado. Essa iniciativa é apoiada por um compromisso de US$ 10 milhões do Google.org para financiar organizações que visam reimaginar a educação clínica com o auxílio da IA.

    Os primeiros parceiros anunciados para este programa incluem o Council of Medical Specialty Societies e a American Academy of Nursing. Essas parcerias visam modernizar a formação de profissionais de saúde, integrando as capacidades da inteligência artificial.

    Contexto e reflexões sobre IA em saúde

    A trajetória recente das ferramentas de IA do Google para consultas de saúde tem sido marcada por ajustes. No início de 2026, uma investigação jornalística apontou que algumas respostas geradas por IA para questões médicas eram consideradas enganosas por especialistas. Embora o Google tenha contestado partes do relatório, a empresa removeu resumos de IA para buscas específicas sobre saúde, como as relacionadas a testes de função hepática.

    O lançamento do ‘o que as pessoas sugerem’ ocorreu em um período em que o Google expandia os resumos de IA para milhares de tópicos de saúde. Dados de novembro indicaram que consultas médicas consideradas YMYL (Your Money or Your Life) ativavam resumos de IA em 44,1% das vezes, a maior taxa entre as categorias YMYL. A remoção desse recurso, combinada com a visibilidade contínua do YouTube nos resumos de IA, sugere um movimento em direção a cautela e refinamento nas experiências de IA em saúde.

    O futuro das decisões do Google sobre recursos de IA para saúde permanece incerto, mas o padrão observado no último ano aponta para a implementação de medidas de controle mais rigorosas. A evolução dessas funcionalidades continuará sendo um ponto de atenção para usuários e profissionais da área.

  • Google Investe €5 Bilhões em IA e Cloud na Bélgica em 2025

    Google Investe €5 Bilhões em IA e Cloud na Bélgica em 2025

    Google anuncia investimento bilionário na Bélgica para IA e cloud

    O Google confirmou um investimento de €5 bilhões na Bélgica, a ser aplicado ao longo dos próximos dois anos, com foco na expansão de sua infraestrutura de inteligência artificial (IA) e computação em nuvem (cloud). Este montante representa um dos maiores compromissos financeiros da empresa na Europa e visa posicionar o país como um centro de inovação tecnológica sustentável.

    A iniciativa, que se estenderá até 2025, detalha planos para expandir os campus de data centers existentes, desenvolver novas infraestruturas tecnológicas, implementar soluções de energia renovável e promover programas de capacitação em IA. A estratégia sublinha a confiança do Google no potencial belga para liderar avanços digitais.

    Expansão dos data centers e infraestrutura de ponta

    O núcleo deste investimento concentra-se na expansão significativa dos campus de data centers em Saint-Ghislain. Essa ampliação visa aprimorar a capacidade de processamento e armazenamento de dados na Europa, equipando as novas instalações com tecnologia de ponta para suportar as crescentes demandas de IA e cloud computing.

    As melhorias planejadas incluem a modernização dos sistemas de refrigeração e energia, a implementação de servidores especializados para IA, o aumento da capacidade de armazenamento e a otimização da conectividade de rede. Saint-Ghislain foi escolhida estrategicamente por sua localização e acesso a energia renovável, consolidando-a como um hub de dados vital para o Google na Europa.

    Criação de empregos e capacitação em IA

    O projeto do Google na Bélgica prevê a criação de aproximadamente 300 novos empregos em tempo integral, abrangendo áreas como engenharia de dados, operações de data center e desenvolvimento de IA. Além da geração de empregos qualificados, a empresa lançará programas gratuitos de treinamento em inteligência artificial.

    Estes programas de capacitação, desenhados para atender a diversos níveis de qualificação, incluem treinamento básico em conceitos de IA, certificações em ferramentas do Google Cloud e workshops práticos. A iniciativa será implementada em parceria com organizações não-governamentais locais, buscando democratizar o acesso ao conhecimento em IA para a força de trabalho belga.

    Compromisso com energia renovável e sustentabilidade

    Um componente essencial do investimento é o reforço do compromisso do Google com a sustentabilidade. A empresa firmou novas parcerias com fornecedores de energia renovável na Bélgica, como Eneco, Luminus e Renner, para desenvolver parques eólicos terrestres adicionais.

    Essas parcerias visam fornecer energia limpa para as operações expandidas em Saint-Ghislain, reduzindo a pegada de carbono dos data centers e contribuindo para as metas climáticas da Bélgica. Essa abordagem alinha-se aos objetivos globais do Google de operar com 100% de energia renovável.

    Impacto na economia digital europeia

    O investimento de €5 bilhões posiciona a Bélgica como um centro estratégico para a inovação em IA na Europa, com potencial para atrair mais empresas tecnológicas e startups. A expansão do Google fortalece o ecossistema digital europeu, impulsionando a adoção de tecnologias de IA em setores como finanças, manufatura e saúde.

    A infraestrutura expandida suportará aplicações de IA em larga escala, promovendo a competitividade tecnológica do continente e criando oportunidades para fornecedores locais. O movimento sinaliza a confiança do Google no mercado europeu e seu papel na soberania digital da região.

  • Com Inteligência Artificial em alta, Interpol articula plano global de combate às fraudes digitais

    Com Inteligência Artificial em alta, Interpol articula plano global de combate às fraudes digitais

    Diante da ascensão vertiginosa da inteligência artificial (IA) e seu uso por criminosos, a INTERPOL, em conjunto com o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), lançou recentemente uma iniciativa global para intensificar o combate às fraudes financeiras. A ação, que conta com o apoio de gigantes do setor tecnológico como GSMA, Meta Platforms e Google, visa criar uma frente unificada contra a crescente “industrialização da fraude”.

    A iniciativa foi apresentada na Cúpula Global da ONU sobre Fraudes, em Viena, reunindo ainda o endosso de outras empresas de peso como Amazon, TikTok e VMO2. A cooperação entre o setor público e privado é considerada crucial para conter a escalada de golpes cada vez mais sofisticados, impulsionados pelas capacidades da IA.

    O alerta da interpol e a “industrialização da fraude”

    O secretário-geral da INTERPOL, Valdecy Urquiza, expressou preocupação com a situação atual, denunciando que, “impulsionados pela inteligência artificial… estamos testemunhando a industrialização da fraude”. Esta forte afirmação sublinha a urgência e a gravidade do cenário, onde a tecnologia, antes vista como aliada, se torna uma ferramenta potente nas mãos de redes criminosas globais.

    A INTERPOL já havia alertado para uma escalada acentuada na escala e gravidade da fraude financeira, classificando-a como “um dos crimes transnacionais mais graves e de rápida evolução do mundo”. O órgão destaca que estas fraudes estão cada vez mais ligadas ao cibercrime, ao tráfico de pessoas e a complexas redes organizadas, evidenciando a natureza multifacetada e perigosa do problema.

    Tendências alarmantes e as estratégias de combate

    Entre as principais tendências identificadas pelas autoridades, sobressai o rápido crescimento de golpes facilitados por inteligência artificial, que permitem a criação de fraudes mais convincentes e em maior volume. Além disso, observa-se um aumento preocupante nas operações de centros de golpes globais e a integração da extorsão sexual em esquemas de fraude mais amplos, explorando vulnerabilidades de forma cruel.

    Para enfrentar este cenário, a estrutura da iniciativa busca fortalecer a cooperação entre os diversos setores, focando em pilares essenciais: “responsabilidade compartilhada, prevenção proativa, compartilhamento de informações, apoio às vítimas, educação e inovação”, conforme detalhado pela GSMA. Esta abordagem integrada representa um passo significativo rumo a uma resposta mais eficaz e unificada, como foi divulgado pelo ConvergenciaDigital.

    A união do setor privado contra os golpes

    Paralelamente à iniciativa liderada pela INTERPOL e UNODC, o Google também anunciou um importante Acordo do Setor contra Golpes e Fraudes Online. Este acordo reúne gigantes da tecnologia como Microsoft, Meta, Adobe e OpenAI, formando uma coalizão poderosa para enfrentar os desafios digitais.

    A gigante da tecnologia afirmou que esta nova iniciativa “unificará nossas capacidades coletivas, compartilhará informações sobre ameaças e coordenará as defesas”. A colaboração entre estas empresas é crucial, visto que os golpes, como mencionado pelo Google, são agora impulsionados por “redes criminosas globais, sofisticadas e organizadas”, exigindo uma resposta igualmente articulada e robusta.

    “Impulsionados pela inteligência artificial… estamos testemunhando a industrialização da fraude.” — Valdecy Urquiza, secretário-geral da INTERPOL.

    Um futuro mais seguro através da colaboração

    A articulação global liderada pela INTERPOL e UNODC, juntamente com o engajamento do setor privado, sinaliza um reconhecimento da complexidade e do alcance das fraudes digitais impulsionadas pela IA. É um esforço conjunto que visa não apenas reagir aos crimes existentes, mas também inovar na prevenção e proteção dos cidadãos em um ambiente digital em constante mudança.

    A mensagem é clara: apenas com uma abordagem unificada, que envolva governos, organizações internacionais e empresas de tecnologia, será possível construir defesas robustas o suficiente para combater a “industrialização da fraude” e proteger a integridade do ecossistema digital global.

  • Google Investe €5 Bilhões em IA e Cloud na Bélgica em 2025

    Google Investe €5 Bilhões em IA e Cloud na Bélgica em 2025

    Google destina €5 bilhões para infraestrutura de IA e cloud na Bélgica

    O Google anunciou um investimento significativo de €5 bilhões na Bélgica, que será aplicado ao longo dos próximos dois anos (até 2025). Este montante representa um dos maiores compromissos financeiros da empresa na Europa e visa expandir sua infraestrutura de nuvem e inteligência artificial no país. A iniciativa busca fortalecer a economia digital europeia e posicionar a Bélgica como um centro de inovação em IA e tecnologia sustentável.

    O investimento, detalhado na quarta-feira, é considerado fundamental para o crescimento da companhia na região. Os recursos serão alocados na expansão de data centers, desenvolvimento de novas tecnologias, implementação de energia renovável e programas de capacitação em IA. Este movimento coloca a Bélgica em destaque nos planos globais de investimento tecnológico do Google, reforçando a confiança no potencial do país.

    Expansão e modernização dos data centers em Saint-Ghislain

    O foco principal do investimento está na expansão dos campus de data centers em Saint-Ghislain. Esta ampliação visa aumentar substancialmente a capacidade de processamento e armazenamento de dados na Europa, com os novos data centers equipados com tecnologia de ponta para suportar as demandas intensivas de IA e computação em nuvem. A infraestrutura aprimorada permitirá ao Google atender com mais eficiência a crescente procura por serviços de inteligência artificial e cloud computing em todo o continente.

    As melhorias na infraestrutura incluem:

    • Modernização de sistemas de refrigeração e energia.
    • Implementação de servidores especializados para IA.
    • Ampliação da capacidade de armazenamento de dados.
    • Otimização da conectividade de rede.

    Saint-Ghislain foi escolhida estrategicamente por sua localização e acesso a fontes de energia renovável, consolidando a região como um dos principais centros de dados do Google na Europa.

    Criação de empregos e programas de treinamento em IA

    Este investimento prevê a criação de aproximadamente 300 novos empregos em tempo integral na Bélgica. As oportunidades abrangem diversas áreas, como engenharia de dados, operações de data center e desenvolvimento de IA, representando empregos de alta qualificação no setor tecnológico.

    Além da geração de empregos, o Google lançará programas gratuitos de treinamento em inteligência artificial para trabalhadores belgas. Esses programas, desenhados para diferentes níveis de qualificação, incluindo trabalhadores menos especializados, visam democratizar o conhecimento em IA através de parcerias com organizações não-governamentais locais. O objetivo é preparar a força de trabalho local para as demandas do futuro digital.

    Parcerias para energia renovável e sustentabilidade

    Um componente essencial do investimento é a firmação de novos acordos com fornecedores de energia renovável na Bélgica, como Eneco, Luminus e Renner. O Google firmou parcerias estratégicas para desenvolver parques eólicos terrestres adicionais, reforçando seu compromisso com a sustentabilidade. A meta é alimentar as operações expandidas em Saint-Ghislain com energia limpa, contribuindo para a transição energética da Bélgica.

    Os benefícios ambientais dessas parcerias incluem:

    • Redução significativa da pegada de carbono dos data centers.
    • Contribuição para as metas climáticas da Bélgica.
    • Desenvolvimento de infraestrutura de energia limpa.

    Esta abordagem sustentável alinha-se com o objetivo global do Google de operar com energia 100% renovável, posicionando suas operações belgas como um modelo de crescimento tecnológico ambientalmente responsável.

    Impacto na economia digital europeia e inovação em IA

    O investimento de €5 bilhões posiciona a Bélgica como um hub estratégico para a inovação em IA na Europa, com potencial para atrair outras empresas e startups tecnológicas para a região. Essa movimentação fortalece o ecossistema digital europeu e a competitividade tecnológica do continente, acelerando a adoção de tecnologias de inteligência artificial em setores como finanças, manufatura e saúde.

    Espera-se que a expansão dos data centers forneça a infraestrutura necessária para aplicações de IA em larga escala. Os impactos econômicos previstos incluem a atração de investimentos complementares, o desenvolvimento de um cluster de inovação em IA, melhoria da conectividade digital regional e criação de oportunidades para fornecedores locais. A iniciativa reforça a Europa como um player global em tecnologia e demonstra o compromisso do Google com o mercado europeu e a soberania digital do continente.

  • Google Investe €5 Bilhões em IA e Cloud na Bélgica em 2025

    Google Investe €5 Bilhões em IA e Cloud na Bélgica em 2025

    O Google anunciou um investimento substancial de €5 bilhões na Bélgica, a ser aplicado ao longo dos próximos dois anos, com foco na expansão de sua infraestrutura de inteligência artificial (IA) e cloud computing. Este movimento estratégico visa fortalecer a economia digital europeia e posicionar o país como um centro de inovação tecnológica.

    Este compromisso financeiro representa um dos maiores já feitos pela empresa no continente europeu. Os recursos serão direcionados para a ampliação de data centers existentes, desenvolvimento de novas tecnologias, implementação de soluções de energia renovável e programas de capacitação em IA, evidenciando a confiança do Google no potencial belga para excelência em tecnologia digital.

    Expansão dos data centers em Saint-Ghislain

    O cerne do investimento está concentrado na significativa expansão dos campus de data centers em Saint-Ghislain. Esta atualização visa aumentar substancialmente a capacidade de processamento e armazenamento de dados na Europa, equipando as novas instalações com tecnologia de ponta para suportar as exigências de IA e cloud computing.

    As melhorias planejadas incluem a modernização de sistemas de energia e refrigeração, a introdução de servidores especializados para IA, o aumento da capacidade de armazenamento de dados e a otimização da conectividade de rede. Saint-Ghislain foi escolhida estrategicamente por sua localização e acesso a fontes de energia renovável, consolidando-se como um polo de dados crucial para o Google na Europa.

    Criação de empregos e capacitação em IA

    O investimento do Google resultará na criação de aproximadamente 300 novos empregos em tempo integral na Bélgica, abrangendo áreas como engenharia de dados, operações de data center e desenvolvimento de IA. Além disso, a empresa lançará programas gratuitos de treinamento em inteligência artificial para trabalhadores belgas.

    Estes programas de capacitação foram desenhados para atender a diversos níveis de qualificação, incluindo trabalhadores menos especializados. Oferecerão desde treinamento básico em conceitos de IA e machine learning até certificações em ferramentas do Google Cloud e workshops práticos. A iniciativa visa democratizar o conhecimento em IA e preparar a força de trabalho local para as demandas do futuro digital, em parceria com organizações locais sem fins lucrativos.

    Compromisso com energia renovável e sustentabilidade

    Um componente vital do investimento envolve novas parcerias com fornecedores de energia renovável na Bélgica, como Eneco, Luminus e Renner. O objetivo é desenvolver parques eólicos terrestres adicionais para alimentar as operações expandidas em Saint-Ghislain com energia limpa.

    Esta abordagem sustentável reforça o compromisso do Google em operar com energia 100% renovável e contribui para as metas climáticas da Bélgica. As parcerias visam reduzir a pegada de carbono dos data centers e servir como modelo de crescimento ambientalmente responsável para outras empresas tecnológicas.

    Impacto na economia digital europeia

    Com este investimento, a Bélgica se posiciona como um hub estratégico para inovação em IA na Europa, com potencial para atrair mais empresas e startups para a região. O movimento fortalece o ecossistema digital europeu e a competitividade tecnológica do continente.

    A expansão da infraestrutura do Google na Bélgica acelerará a adoção de tecnologias de IA em diversos setores econômicos, como serviços financeiros, manufatura e saúde. Além disso, reforça a posição da Europa como um player global em tecnologia e demonstra a disposição do Google em fazer investimentos de longo prazo na região, promovendo a soberania digital europeia.

    A expansão consolidará a posição da região como um dos principais centros de dados do Google na Europa, servindo milhões de usuários em todo o continente.

  • Inteligência Artificial em 12 de março de 2026: Código, disputas e assistentes de compra em destaque

    IA em código: metade do gerado passa em testes, mas falha com humanos

    Uma pesquisa recente da organização METR aponta uma discrepância alarmante na avaliação de código gerado por Inteligência Artificial. O benchmark SWE-bench Verified, amplamente utilizado para aferir a performance de agentes de IA em codificação, superestima a qualidade real do trabalho. Cerca de 50% dos códigos que obtiveram aprovação automática seriam, na prática, rejeitados por desenvolvedores humanos experientes.

    A avaliação humana, realizada em 296 contribuições de IA em projetos open-source, incluindo modelos como Claude 3.5, Claude 4.5 e GPT-5, mostrou um índice de aceitação humana, em média, 24 pontos percentuais inferior ao do teste automatizado. As rejeições ocorreram por motivos como qualidade ruim do código, potenciais danos a bases existentes e erros funcionais básicos, mesmo quando os testes automatizados passavam.

    O estudo detalha que o erro funcional básico — onde o código não solucionava o problema, mas passava nos testes — foi uma ocorrência frequente. Para alcançar uma taxa de sucesso de 50%, os modelos de IA poderiam necessitar de até sete vezes mais tempo do que o indicado pelo benchmark. Isso evidencia as limitações das métricas automatizadas e a indispensabilidade do feedback humano para validar a real utilidade e confiabilidade do código gerado por IA.

    Essa descoberta é crucial para o avanço da IA no desenvolvimento de software. A integração dessa tecnologia exige um ajuste contínuo e maturidade, assim como ocorreu no passado com compiladores e IDEs, necessitando da interação humana para evoluir e se consolidar. Avaliações realistas evitam falsas expectativas e promovem sistemas que efetivamente auxiliam os desenvolvedores, fortalecendo a confiança na IA.

    Batalha judicial: Microsoft e rivais apoiam Anthropic contra o Pentágono

    Em um movimento incomum, Microsoft, Google e ex-militares dos Estados Unidos formaram uma coalizão para apoiar a Anthropic em sua disputa judicial contra o Departamento de Defesa (Pentágono). A controvérsia gira em torno da classificação dos sistemas de IA da Anthropic como um risco de segurança. A Microsoft argumenta que essa decisão prejudica contratos militares e que tal classificação nunca foi aplicada anteriormente a empresas americanas.

    A coalizão destaca que a ação do Pentágono ameaça o respeito às leis militares e civis. Grupos de direitos civis apontam que a medida fere a liberdade de expressão, pois o governo estaria tentando forçar a Anthropic a alterar os princípios éticos de seu modelo Claude. Funcionários de OpenAI e Google também alertaram para os riscos técnicos já reconhecidos na IA atual, como opacidade e alucinações.

    Ex-militares envolvidos na coalizão afirmam que a decisão do Pentágono mina o estado de direito e estabelece um precedente perigoso. Por outro lado, grupos civis sustentam que a exigência configura censura e discurso forçado. Este caso exemplifica o delicado equilíbrio entre segurança nacional, inovação tecnológica e direitos civis no avanço da IA.

    A situação ressalta a necessidade de legislações e regulações que acompanhem o ritmo das tecnologias emergentes, garantindo que o potencial transformador da IA seja aproveitado com responsabilidade e ética. A união do setor privado, militar e sociedade civil em defesa da governança da IA é um marco importante.

    Amazon revoluciona compras online com expansão do Shop Direct e IA

    A Amazon ampliou seu programa Shop Direct, permitindo que clientes americanos adquiram produtos não disponíveis diretamente em seu catálogo. Através de resultados de busca e do assistente de compras AI, Rufus, os consumidores podem agora enviar produtos de sites de varejistas parceiros para serem despachados. O suporte a feeds de terceiros em tempo real foi expandido para mais parceiros, facilitando a exposição de marcas.

    A funcionalidade Buy for Me utiliza um bot de IA para automatizar a conclusão de compras externas, mantendo um rastreamento unificado. Clientes são informados quando deixam o ambiente Amazon, garantindo transparência no processo. A iniciativa reforça a posição da Amazon como ponto de partida para buscas e compras online.

    Essa evolução na experiência de compra online integra IA e diversos ecossistemas para maior conveniência do usuário. A Amazon utiliza dados comportamentais para refinar suas estratégias e parcerias, um movimento natural em ambientes digitais competitivos onde a inteligência artificial é fundamental para personalização e eficiência.

    Claude ganha context sharing e workflows reutilizáveis em Excel e PowerPoint

    A Anthropic atualizou os add-ins do Claude para Excel e PowerPoint, introduzindo recursos que permitem o compartilhamento de contexto entre os aplicativos em uma mesma sessão. Isso possibilita a leitura de valores, criação de fórmulas e edição de slides sem a necessidade de repetir informações, agilizando processos inter-aplicativos.

    Foram lançadas também as Skills, fluxos de trabalho compartilháveis que facilitam a execução de tarefas comuns, como análises financeiras e revisões de apresentações. Os novos recursos oferecem suporte ampliado aos clouds Amazon Bedrock, Google Cloud Vertex AI e Microsoft Foundry, e estão disponíveis para usuários Pro em Windows e Mac, incrementando a produtividade colaborativa.

    Essa integração inteligente e o compartilhamento de estado entre aplicativos representam a maturação da IA rumo a assistentes virtuais corporativos capazes de antecipar necessidades em múltiplos contextos. A evolução facilita fluxos de trabalho antes manuais e fragmentados, melhorando a experiência do usuário e liberando profissionais para tarefas mais criativas.

    Google lança Gemini Embedding 2: IA multimodal unificada

    O Google apresentou o Gemini Embedding 2, um modelo que estende a arquitetura Gemini para unificar texto, imagens, vídeos, áudio e documentos PDF em um único espaço vetorial semântico. Essa integração simplifica pipelines de IA complexos e permite processamento nativo de áudio, eliminando a necessidade de transcrição intermediária.

    O modelo suporta até 8.192 tokens de texto e seis imagens por solicitação, além de vídeos de até 2 minutos. A funcionalidade interleaved input permite a combinação de múltiplas modalidades em uma única requisição, e a tecnologia Matryoshka Representation Learning possibilita escalabilidade nos vetores, balanceando qualidade e armazenamento.

    Benchmarks indicam liderança de desempenho frente a concorrentes como os da Amazon. O Gemini Embedding 2 está disponível via Gemini API e Vertex AI, integrado a frameworks populares como LangChain e LlamaIndex, com demos e notebooks interativos para facilitar a adoção por desenvolvedores. Essa unificação multimodal em um espaço vetorial único representa um marco na simplificação e eficiência do desenvolvimento de aplicações inteligentes, impulsionando análises e buscas cross-media com maior coesão e rapidez.

  • Google Investe €5 Bilhões em IA e Cloud na Bélgica em 2025

    Google Investe €5 Bilhões em IA e Cloud na Bélgica em 2025

    Google injeta €5 bilhões na Bélgica para impulsionar IA e cloud em 2025

    O Google anunciou um investimento estratégico de €5 bilhões na Bélgica, a ser aplicado ao longo dos próximos dois anos, com foco na expansão de sua infraestrutura de inteligência artificial (IA) e computação em nuvem. Este montante representa um dos maiores compromissos financeiros da empresa no continente europeu e visa posicionar o país como um centro de inovação digital.

    A iniciativa, divulgada na quarta-feira, faz parte de uma estratégia maior para fortalecer a economia digital europeia. Os recursos serão direcionados para a expansão de data centers, desenvolvimento de novas tecnologias, implementação de energia renovável e programas de capacitação em IA, solidificando a Bélgica como um hub central para o crescimento tecnológico na região.

    Expansão robusta em Saint-Ghislain

    O cerne do investimento está na ampliação significativa dos campus de data centers em Saint-Ghislain. Esta expansão visa um upgrade substancial na capacidade de processamento e armazenamento de dados na Europa, equipando os novos data centers com tecnologia de ponta para suportar cargas de trabalho intensivas de IA e cloud computing. As melhorias incluem modernização de sistemas de refrigeração e energia, implementação de servidores especializados para IA e otimização da conectividade de rede.

    Saint-Ghislain foi escolhida estrategicamente por sua localização e acesso a fontes de energia renovável, consolidando a região como um dos principais centros de dados do Google no continente e servindo milhões de usuários.

    Geração de empregos e capacitação em IA

    O investimento do Google impulsionará a criação de aproximadamente 300 novos empregos em tempo integral na Bélgica. As oportunidades abrangerão diversas áreas, desde engenharia de dados até operações de data center e desenvolvimento de IA, oferecendo postos de trabalho de alta qualificação.

    Além da geração de empregos diretos, a empresa lançará programas gratuitos de treinamento em inteligência artificial para trabalhadores belgas. Com foco em democratizar o conhecimento em IA, estes programas incluirão treinamento básico em conceitos de IA e machine learning, certificações em ferramentas do Google Cloud e workshops práticos, em parceria com organizações locais sem fins lucrativos.

    Compromisso com energia renovável e sustentabilidade

    Um componente vital do investimento é o reforço do compromisso com a sustentabilidade, através de novas parcerias com fornecedores de energia renovável na Bélgica. O Google firmou acordos estratégicos com as empresas Eneco, Luminus e Renner para desenvolver parques eólicos terrestres adicionais.

    O objetivo é duplo: fornecer energia limpa para as operações expandidas em Saint-Ghislain e apoiar a transição energética da Bélgica para fontes renováveis. Esta abordagem alinha-se com os objetivos globais do Google de operar com energia 100% renovável, posicionando suas operações belgas como um modelo de crescimento tecnológico ambientalmente responsável.

    Impacto na economia digital europeia

    O investimento de €5 bilhões posiciona a Bélgica como um hub estratégico para inovação em IA na Europa, com potencial para atrair outras empresas tecnológicas e startups. Esta iniciativa fortalece o ecossistema digital europeu e a competitividade tecnológica do continente, acelerando a adoção de IA em setores como serviços financeiros, manufatura e saúde.

    A expansão dos data centers fornecerá a infraestrutura necessária para suportar aplicações de IA em larga escala, contribuindo para a soberania digital europeia e demonstrando a confiança do Google no mercado europeu para investimentos de longo prazo.

  • Redação Paraná: correção por inteligência artificial é ampliada para novos gêneros textuais

    Redação Paraná: correção por inteligência artificial é ampliada para novos gêneros textuais

    Redação Paraná: correção por inteligência artificial é ampliada para novos gêneros textuais

    A plataforma Redação Paraná, ferramenta fundamental para o desenvolvimento da escrita de estudantes da rede estadual, anunciou um importante avanço tecnológico. A partir de agora, a correção automática por inteligência artificial (IA) foi expandida para incluir os gêneros textuais conto, crônica e relato. Essa novidade, oficializada na última terça-feira (10), amplia significativamente as possibilidades de produção textual em sala de aula.

    Anteriormente, desde 2025, o sistema já oferecia correção automatizada para textos dissertativo-argumentativos. Com a atualização, o recurso passa a contemplar novos formatos de escrita, reforçando o trabalho pedagógico com a diversidade de gêneros e oferecendo mais oportunidades de prática aos alunos.

    Um passo rumo à modernização educacional

    Para o secretário estadual da Educação, Roni Miranda, a incorporação da IA em mais gêneros no Redação Paraná reflete o compromisso do Estado em modernizar o ensino e integrar novas tecnologias ao processo de aprendizagem. “Nosso objetivo é oferecer ferramentas que apoiem o trabalho dos professores e ajudem os estudantes a desenvolver cada vez mais suas habilidades de escrita. Esse é mais um passo para tornar a educação paranaense inovadora, eficiente e alinhada às demandas do mundo atual”, afirmou.

    A expansão faz parte de um processo contínuo de inovação do Redação Paraná, visando tornar o acompanhamento da aprendizagem mais ágil e qualificado. Para isso, foram desenvolvidas novas rubricas avaliativas. Elas permitem que a inteligência artificial reconheça as características específicas de cada gênero, garantindo análises mais precisas e fortalecendo a avaliação formativa.

    Como a IA avalia os textos?

    Nas correções realizadas pela inteligência artificial, diversos aspectos da produção textual são avaliados. Entre eles estão a adequação ao gênero proposto, a organização e progressão das ideias, o desenvolvimento do tema, o uso de recursos de linguagem e os aspectos linguísticos gerais do texto. Com base nesses critérios, o sistema gera um feedback detalhado, orientando o estudante na revisão e no aprimoramento de suas produções.

    A ferramenta, desenvolvida pela Secretaria da Educação do Paraná (Seed-PR) em parceria com o Google, consolida-se como um recurso estratégico para o ensino da escrita na rede estadual, unindo tecnologia, rigor avaliativo e intencionalidade pedagógica.

    Benefícios para alunos e professores

    “Para os alunos, a correção por IA permite receber devolutivas mais rápidas e consistentes sobre seus textos, o que estimula a reflexão sobre a própria escrita e o aprimoramento das habilidades de produção textual. Já para os professores, a ferramenta funciona como um importante apoio pedagógico, ao oferecer análises estruturadas que ajudam no acompanhamento dos estudantes e no planejamento de intervenções didáticas mais direcionadas.”

    Essa declaração é de Elaine Manoel Juliani, técnica pedagógica do Programa Redação Paraná, que destaca os principais beneficiados com essa ampliação. A IA oferece devolutivas consistentes aos alunos, incentivando a autocrítica e o aprimoramento. Para os educadores, a plataforma funciona como um suporte valioso, fornecendo análises estruturadas que auxiliam no acompanhamento individual e no planejamento de aulas mais eficazes.

    Histórico e Alcance do Redação Paraná

    Lançada em 2021 pela Seed-PR, a ferramenta Redação Paraná é fruto da integração entre equipes pedagógicas e tecnológicas. Seu objetivo é fortalecer o ensino da língua portuguesa e preparar os estudantes para avaliações escolares e nacionais. O sistema realiza análises automáticas de coesão, coerência, gramática e argumentação, fornecendo feedbacks personalizados em tempo real.

    Desde 2025, a ferramenta foi atualizada com base nos critérios do Enem, oferecendo um extenso banco de temas no formato exigido pelo exame. “O Redação Paraná tem se mostrado essencial na preparação dos estudantes, oferecendo atividades orientadas e devolutivas automáticas baseadas nos mesmos critérios avaliativos do exame”, explicou a coordenadora de Educação Digital da Seed-PR, Lorena Pantaleão.

    Atualmente, o Redação Paraná conta com mais de 833 mil usuários ativos. Em 2025, foram mais de 4,6 milhões de redações concluídas na plataforma, com aproximadamente 153 mil textos corrigidos com o apoio da inteligência artificial. A expansão da IA para novos gêneros representa um avanço significativo na democratização do acesso a ferramentas de escrita de alta qualidade.