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  • Qual o melhor jogo de tabuleiro da história? Inteligência artificial fez sua escolha, e optou por um clássico

    Qual o melhor jogo de tabuleiro da história? Inteligência artificial fez sua escolha, e optou por um clássico

    Qual o melhor jogo de tabuleiro da história? Inteligência artificial fez sua escolha, e optou por um clássico

    Em meio à vasta gama de questionamentos que usuários fazem à inteligência artificial (IA), uma dúvida peculiar surge em momentos de lazer: qual seria o melhor jogo de tabuleiro da história? Para resolver essa questão, a IA, alimentada por dados disponíveis na internet, avalia informações fornecidas por usuários e aponta um vencedor:

    Embora não exista um consenso absoluto, o xadrez é frequentemente apontado como o melhor jogo de tabuleiro de todos os tempos. A escolha se baseia em sua profunda estratégia, significativa relevância cultural e seu apelo duradouro ao longo dos séculos. A inteligência artificial considera diversos fatores para posicionar o xadrez em destaque.

    Critérios da IA para a escolha do xadrez

    Os elementos que a IA utiliza para avaliar os jogos incluem:

    • Antiguidade e legado: Jogos que resistiram ao teste do tempo, persistindo por séculos.
    • Influência cultural: O impacto do jogo na sociedade, manifestado em literatura, cinema e na área educacional.
    • Profundidade estratégica: A capacidade do jogo de oferecer múltiplos níveis de complexidade e jogabilidade.
    • Popularidade global: O número de praticantes e a sua presença em diversos países.
    • Inovação: Ter introduzido mudanças significativas na forma de jogar em sua época.

    Com origens que remontam à Idade Média, por volta do século VI, o xadrez é reconhecido por sua infinita profundidade estratégica. Tornou-se um ícone cultural e um renomado esporte mental, com milhões de praticantes em todo o mundo e torneios internacionais de prestígio.

    Outros jogos de tabuleiro notáveis na história

    Além do xadrez, a IA também destaca outros jogos que marcaram época e possuem qualidades distintas:

    • Go: Com mais de 2.500 anos de história, este jogo originário da Ásia possui regras aparentemente simples, mas uma complexidade estratégica imensa. É particularmente popular na China, Japão e Coreia.
    • Catan: Considerado um marco nos jogos de tabuleiro modernos, Catan introduziu mecânicas de troca e cooperação, tornando-se um dos títulos mais vendidos no Ocidente.
    • Monopoly: Um verdadeiro ícone cultural, Monopoly é fácil de aprender e, de certa forma, um reflexo do sistema capitalista. Sua popularidade gerou inúmeras edições temáticas.
    • Gloomhaven: Reconhecido pela crítica como um dos melhores jogos modernos, Gloomhaven se destaca por sua narrativa envolvente e experiência estratégica profunda.

    O que considerar ao escolher um jogo de tabuleiro

    Ao decidir qual jogo de tabuleiro adquirir, alguns aspectos são cruciais:

    • Disponibilidade: Verifique se títulos internacionais possuem custos de importação elevados, impactando o preço final.
    • Duração do jogo: Jogos como Gloomhaven podem demandar dezenas de horas, enquanto outros são mais rápidos de concluir.
    • Número de jogadores: Jogos familiares geralmente acomodam de 2 a 6 participantes, mas jogos com foco em narrativa podem requerer grupos maiores.
    • Idade recomendada: Títulos como Catan e Ticket to Ride são adequados para jogadores a partir de 10 anos, mas outros jogos podem ser direcionados a públicos mais jovens.
  • Inteligência artificial: só 10% das empresas dizem que a implementação deu certo

    Inteligência artificial: só 10% das empresas dizem que a implementação deu certo

    Inteligência artificial: só 10% das empresas dizem que a implementação deu certo

    A inteligência artificial (IA) deixou de ser apenas uma promessa para se tornar parte integrante da rotina de boa parte das empresas brasileiras. No entanto, transformar essa adoção em uma vantagem competitiva real ainda representa um desafio considerável. Um estudo recente revela que, apesar da ampla utilização da tecnologia, a maioria das organizações ainda navega em estágios intermediários de maturidade na sua implementação.

    A terceira edição do Panorama de Sentimento das Lideranças 2026, pesquisa da Newnew que consultou mais de 300 líderes de médias e grandes empresas no Brasil, aponta que 80% delas utilizam algum tipo de aplicação de IA. Contudo, apenas 11% dessas lideranças avaliam que a implementação “deu super certo”. A maior parte das companhias se encontra em um nível intermediário, indicando que os obstáculos para o sucesso não são primariamente técnicos, mas sim humanos e estratégicos.

    Entraves na gestão e estratégia

    Os gargalos identificados pela pesquisa estão majoritariamente ligados à cultura organizacional, à carência de habilidades críticas e à dificuldade de as lideranças definirem o direcionamento estratégico. Mariana Achutti, CEO da Newnew, explica que a discussão sobre IA mudou. “A discussão saiu do campo da adoção e entrou no campo da gestão. O que ainda não está claro é como estruturar direção, critérios e responsabilidade para que ela gere vantagem competitiva real”, afirma.

    Os fatores que mais pressionam os executivos brasileiros, de acordo com os entrevistados, incluem:

    • Saúde mental: 41%
    • Produtividade que não acompanha o aumento das demandas: 31%
    • Déficit de talentos qualificados: 28%
    • Dificuldade de implementar novas tecnologias: 22%

    Falta de governança limita resultados

    Outro ponto crucial destacado pelo estudo é a falta de governança. Mais da metade das empresas (53%) ainda se encontra em estágios inexistentes ou embrionários na criação de diretrizes, métricas e critérios para orientar o uso da IA. Isso significa que a implementação da tecnologia avançou mais rapidamente do que a construção de estruturas sólidas para orientar decisões e mitigar riscos operacionais e reputacionais.

    Comparado a cenários projetados pelo Fórum Econômico Mundial para 2030, o Brasil apresenta um cenário intermediário. Há um notável entusiasmo e uma adoção tecnológica acelerada, porém, ainda falta a estruturação necessária para converter essa inovação em ganhos competitivos sustentáveis.

    O salto é humano e estratégico

    Mariana Achutti ressalta que o próximo grande avanço não será puramente tecnológico, mas sim humano. Será necessário desenvolver mais pensamento crítico, aprimorar a capacidade de decisão e fomentar a responsabilidade coletiva dentro das organizações.

    O descompasso entre a velocidade de adoção e a capacidade real de implementação nas empresas, segundo Achutti, é um fenômeno comum a tecnologias disruptivas. A adoção inicial ocorre pela experimentação, mas a transformação estrutural demanda mais tempo. “Transformar essa adoção em vantagem competitiva exige algo mais profundo: governança, estratégia clara e integração com o modelo de negócio”, explica. Muitas empresas adotaram ferramentas de IA antes mesmo de definir processos, métricas ou prioridades estratégicas claras, resultando em tecnologia presente, mas não plenamente integrada à tomada de decisão.

    Preparação e adaptação contínua

    A questão do preparo de profissionais e organizações é uma combinação de fatores. Existe uma lacuna de competências, tanto nas pessoas quanto nas próprias empresas. O mercado de trabalho está em transição, com habilidades técnicas se tornando obsoletas rapidamente. Esperar profissionais totalmente prontos para tecnologias recentes como a IA é irrealista. As organizações mais bem-sucedidas são aquelas que colocam a aprendizagem contínua no centro de suas estratégias, estruturando programas de reskilling e criando espaços seguros para experimentação.

    O estudo também aponta que parte das empresas adota IA para sinalizar modernidade. O risco é que a adoção se materialize primeiramente no discurso. Embora a IA já esteja bastante presente no dia a dia, muitas implementações ainda focam em ganhos incrementais, como automação de tarefas. O salto estratégico ocorre quando a IA passa a influenciar decisões, modelos de negócio e o próprio desenho do trabalho.

    A fase atual exige maturidade. Organizações que estruturarem governança, métricas de impacto e focarem no desenvolvimento de habilidades estarão aptas a transformar a IA em vantagem competitiva. As demais provavelmente continuarão com um uso pontual, sem capturar todo o potencial da tecnologia.