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  • Alibaba lança ‘força-tarefa de inteligência artificial’ para impulsionar PMEs

    Alibaba lança ‘força-tarefa de inteligência artificial’ para impulsionar PMEs

    Alibaba lança ‘força-tarefa de inteligência artificial’

    A gigante do comércio eletrônico Alibaba anunciou o lançamento do Accio Work, uma nova iniciativa que funciona como uma ‘força-tarefa de inteligência artificial’. A ferramenta tem como objetivo executar de forma autônoma operações comerciais complexas, especialmente voltadas para pequenas e médias empresas (PMEs).

    A novidade surge em um momento de aquecimento do mercado de IA agêntica na China, impulsionado por tendências como o “lobster raising”, que tem mobilizado diversos perfis de consumidores. O Accio Work se diferencia ao focar no segmento B2B, oferecendo equipes de IA que não exigem codificação ou configuração complexa.

    O que é o Accio Work?

    Diferente de plataformas generalistas, o Accio Work é apresentado como uma ferramenta B2B especializada. Segundo o vice-presidente internacional do Alibaba, Kuo Zhang, a solução se distingue por “traçar uma linha muito clara em operações de alto risco”.

    “Qualquer ação que envolva transações financeiras, execução de pagamentos ou acesso a arquivos privados exige permissão explícita e granular do usuário.”

    Essa abordagem visa garantir a segurança e o controle, mesmo com o alto grau de automação oferecido.

    Alibaba intensifica investimentos em IA

    O lançamento do Accio Work ocorre poucos dias após outra divisão do Alibaba apresentar o Wukong, uma plataforma de IA agêntica voltada para empresas. O Wukong permite a coordenação de múltiplos agentes de IA para a realização de tarefas complexas, como edição de documentos, atualizações de planilhas, transcrição de reuniões e pesquisa, tudo em uma única interface.

    Além disso, o Alibaba comunicou a separação de seus negócios de IA de seu braço de computação em nuvem. O recém-formado grupo Alibaba Token Hub, liderado pelo presidente-executivo Eddie Wu, sinaliza um foco crescente em assistentes digitais que utilizam uma quantidade significativamente maior de tokens – unidades de dados – em comparação com chatbots tradicionais.

    Segurança e modelos especializados em foco

    Kuo Zhang destacou os riscos inerentes ao avanço da IA agêntica, enfatizando que estes podem ser mitigados através do uso de modelos controlados e especializados. Estes modelos buscam um equilíbrio entre automação e segurança.

    O executivo reiterou que o maior risco reside no emprego de modelos horizontais e generalistas para tarefas comerciais verticais. Ao concentrar-se em agentes B2B especializados e implementar a IA com camadas de aprovação humana, o Alibaba almeja entregar os benefícios de uma força de trabalho autônoma, evitando os riscos associados à IA irrestrita.

  • China publica guia de segurança para uso do OpenClaw, agente de inteligência artificial

    China publica guia de segurança para uso do OpenClaw, agente de inteligência artificial

    China publica guia de segurança para uso do OpenClaw, agente de inteligência artificial

    O Centro Nacional de Resposta a Emergências de Redes da China (CNCERT) e a Associação Chinesa de Segurança no Ciberespaço lançaram um guia de segurança abrangente no último domingo (22) para o uso do OpenClaw. Este agente de inteligência artificial de código aberto se tornou um fenômeno tecnológico global e um ponto de atenção para especialistas em segurança digital.

    O documento visa orientar quatro perfis distintos de usuários, detalhando recomendações cruciais para mitigar os riscos associados a essa ferramenta inovadora. O OpenClaw se destaca por sua capacidade de executar tarefas diretamente em sistemas informatizados, gerenciar arquivos, redigir e-mails e navegar na internet mediante comandos de texto simples, diferenciando-se de assistentes de IA como ChatGPT ou Claude, que se limitam à geração de texto e respostas.

    O que torna o OpenClaw diferente?

    A principal distinção do OpenClaw reside em sua capacidade de agir diretamente em um sistema, diferentemente de chatbots que apenas processam e geram informações. Essa funcionalidade permite que o agente manipule arquivos, execute comandos e interaja diretamente com o dispositivo do usuário, abrindo portas para novas possibilidades, mas também exigindo cautela.

    Recomendações de segurança para usuários comuns

    Entre as orientações centrais do guia, destaca-se a recomendação para que usuários comuns instalem o OpenClaw em um ambiente isolado. As sugestões incluem o uso de um computador dedicado exclusivamente a esta função, uma partição separada no sistema operacional ou um servidor remoto. A utilização no computador principal de trabalho ou uso pessoal é fortemente desencorajada.

    Esse nível de isolamento é vital, pois o agente necessita de acesso profundo ao sistema para operar. Ele tem permissão para ler e escrever arquivos, executar scripts e rodar comandos de sistema. Uma configuração inadequada ou um ataque bem-sucedido poderia conceder a um invasor controle total sobre o dispositivo.

    Adicionalmente, o guia aconselha a não executar o programa com privilégios de administrador e a evitar o armazenamento de dados sensíveis no ambiente onde o agente opera. Existe também a vulnerabilidade a ataques de injeção de prompt, onde instruções maliciosas embutidas em documentos podem induzir o agente a executá-las como comandos legítimos.

    Riscos e a natureza do OpenClaw

    É importante ressaltar que o risco primordial associado ao OpenClaw não é o envio de dados para empresas estrangeiras. Por ser um software de código aberto executado localmente, os dados não são transmitidos a terceiros. O perigo real reside na exposição do próprio dispositivo a ataques externos devido ao amplo acesso que o agente possui.

    Medidas de segurança para empresas e provedores

    Para o ambiente corporativo, o documento estabelece diretrizes para regimes de gestão de segurança, incluindo monitoramento contínuo, manutenção de registros detalhados de atividades e proteção robusta de credenciais. Provedores de nuvem são instruídos a realizar avaliações de segurança, implementar proteção ativa e reforçar as defesas na cadeia de fornecimento de software.

    OpenClaw: mais que um chatbot, um agente ativo

    Desenvolvido pelo programador austríaco Peter Steinberger, o OpenClaw é um agente de inteligência artificial autônomo, gratuito e de código aberto. Sua capacidade de interagir e executar tarefas diretamente em um computador o diferencia dos chatbots tradicionais. Integrado a plataformas populares como WhatsApp, Telegram e WeChat, ele pode abrir páginas web, preencher formulários e extrair dados sob comandos de texto simples.

    Desde sua publicação como código aberto em novembro de 2025, o projeto alcançou uma marca impressionante de mais de 250.000 estrelas no GitHub, consolidando-se como um dos projetos mais bem avaliados da história da plataforma. Essa popularidade impulsionou sua adoção por gigantes da tecnologia.

    Integração com gigantes da tecnologia chinesa

    A Tencent, por exemplo, anunciou a integração de agentes baseados em OpenClaw ao WeChat, ampliando suas funcionalidades para resumir conversas, processar documentos e automatizar tarefas. A empresa declarou ter implementado medidas de segurança específicas, como isolamento do agente, autenticação obrigatória e restrição a complementos não aprovados.

    Outras grandes empresas chinesas, como a Baidu e a Alibaba, também anunciaram integrações. A Baidu incorporou o agente em seu aplicativo de busca e ofereceu ferramentas para desenvolvedores, além de lançar o DuMate para empresas. A Alibaba, por sua vez, integrou o OpenClaw em seus serviços de computação em nuvem. Governos locais em centros tecnológicos e industriais chineses também têm promovido a construção de um ecossistema em torno do OpenClaw, alinhado ao plano nacional de integração da IA na economia.

    O guia de segurança publicado pelo CNCERT representa, portanto, um passo fundamental para ordenar e garantir a segurança de uma tecnologia que já se estabeleceu como uma realidade em diversos setores na China e ao redor do mundo.

  • Força de trabalho da Alibaba encolhe 34% enquanto gigante chinesa aposta em inteligência artificial

    Força de trabalho da Alibaba encolhe 34% enquanto gigante chinesa aposta em inteligência artificial

    Alibaba encolhe quadro de funcionários em 34% e direciona investimentos para inteligência artificial

    A gigante chinesa de e-commerce e tecnologia, Alibaba, finalizou o ano de 2025 com uma força de trabalho significativamente reduzida, apresentando um encolhimento de aproximadamente 34%. O número de colaboradores caiu de 194.320 para 128.197 funcionários. Essa diminuição expressiva acompanha a estratégia da empresa de se desvazer de parte de seus negócios de varejo offline e, paralelamente, intensificar seus investimentos no promissor campo da inteligência artificial (IA).

    A divulgação desses dados ocorreu em um relatório de resultados divulgado em dezembro, que também apontou uma queda de 67% no lucro da empresa e uma receita abaixo das expectativas para os últimos três meses do ano anterior. Em consequência, as ações da companhia em Hong Kong registraram uma queda de 6% na sexta-feira seguinte à divulgação.

    Reorganização estratégica e desinvestimento em varejo

    A maior parte da redução de pessoal da Alibaba ocorreu no trimestre de março de 2025, impulsionada pela venda do grupo de varejo Sun Art no final de 2024. Na mesma época, a empresa também alienou sua participação na rede de lojas de departamentos Intime. Essa movimentação se alinha a uma tendência observada em grandes empresas de tecnologia, tanto no Vale do Silício quanto na China, que têm optado por enxugar seus quadros de funcionários.

    Historicamente, a vasta força de trabalho da Alibaba sustentava uma complexa rede de unidades de negócios, englobando e-commerce, serviços de nuvem, logística e outras áreas correlatas. No entanto, a empresa tem promovido cortes graduais nos últimos anos, sendo que as reduções mais recentes superaram a diminuição de 11% registrada em dezembro de 2024 em relação ao ano anterior.

    Foco em inteligência artificial como pilar futuro

    Essa reestruturação visa concentrar esforços em ativos menos intensivos em mão de obra e otimizar os negócios centrais, com uma aposta clara e significativa em inteligência artificial. O objetivo declarado da Alibaba é se consolidar como uma empresa de IA completa, cobrindo desde a fabricação de semicondutores até o desenvolvimento de modelos e infraestrutura de computação para IA.

    Um passo recente nessa direção foi o lançamento do Wukong, um serviço de IA agente voltado para o mercado corporativo. Paralelamente, a empresa ajustou os preços de seus serviços de nuvem e armazenamento em até 34%, refletindo o aumento da demanda e os custos da cadeia de suprimentos, conforme informado pela CNBC Internacional e reportado pelo Times Brasil.

    Eddie Wu, CEO da Alibaba, destacou durante a teleconferência de resultados que a empresa projeta elevar a receita proveniente de nuvem e IA para mais de US$ 100 bilhões anuais nos próximos cinco anos.

    A mudança de estratégia da Alibaba sinaliza uma adaptação robusta a um cenário tecnológico em rápida evolução, priorizando áreas de alto crescimento e inovação.

  • O Alibaba quer transformar cada avanço em Inteligência Artificial em receita

    O Alibaba quer transformar cada avanço em Inteligência Artificial em receita

    O Alibaba quer transformar cada avanço em Inteligência Artificial em receita

    O gigante chinês Alibaba anunciou uma movimentação estratégica interna focada em capitalizar seus avanços em Inteligência Artificial (IA). A empresa estabeleceu uma nova unidade de negócios, denominada Alibaba Token Hub (ATH), unificando seus ativos mais estratégicos na área de IA. Essa iniciativa, liderada diretamente pelo CEO Eddie Wu, sinaliza que a inteligência artificial não é mais um projeto secundário, mas sim o centro da estratégia corporativa.

    A criação da ATH visa transformar a pesquisa e o desenvolvimento em produtos concretos, impulsionar a adoção e, consequentemente, gerar receita. O próprio nome da unidade, “Token Hub”, faz referência à unidade de computação cobrada dos usuários ao empregar modelos de linguagem, evidenciando a intenção deliberada de monetização. “A ATH foi construída em torno de uma única missão: criar, entregar e aplicar tokens”, declarou Wu em um memorando interno, reforçando seu papel na coordenação e agilidade dos negócios de IA.

    Estrutura e foco da nova unidade

    A nova divisão Alibaba Token Hub engloba a equipe de pesquisa por trás dos modelos Qwen, a divisão de aplicativos voltados ao consumidor e os principais produtos de IA da companhia. Além disso, a ATH supervisionará o DingTalk, aplicativo corporativo similar ao Slack, e dispositivos da marca Quark, como óculos inteligentes. A proposta é integrar pesquisa, hardware e software em um ecossistema coeso, com forte orientação para resultados comerciais.

    O desafio da monetização de IA na China

    A reorganização ocorre em um contexto onde empresas chinesas enfrentam um desafio particular: menor disposição de consumidores e empresas locais em pagar por serviços de IA. A cultura de código aberto e o acesso gratuito predominam no mercado chinês, o que comprime margens e dificulta a construção de receita recorrente, modelo que empresas ocidentais como OpenAI e Anthropic têm explorado com sucesso.

    O Alibaba sentiu essa realidade na prática com seu aplicativo Qwen, que, apesar de investimentos promocionais significativos, não alcançou a mesma adoção do Doubao, da ByteDance, entre os consumidores. Diante disso, a empresa redireciona seu foco do mercado consumidor, onde a competição por subsídios é acirrada, para o segmento corporativo. Neste setor, a proposta de valor é mais clara e o potencial de receita, mais elevado.

    Wukong: a aposta em agentes de IA para empresas

    Em linha com a nova estratégia, o Alibaba lançou o Wukong, um serviço de IA agêntica voltado para empresas e desenvolvido sobre o modelo Qwen. Inspirado no Rei Macaco da mitologia chinesa, o Wukong funciona como um assistente autônomo capaz de executar tarefas complexas. A ferramenta pode ser acessada via web ou pelo DingTalk e tem integração planejada com outras plataformas como Slack, Microsoft Teams e WeChat.

    O objetivo é que o Wukong multiplique a capacidade de profissionais individuais, permitindo que operem com a eficiência de uma equipe. “A IA agêntica não substitui pessoas, mas multiplica a capacidade de uma única pessoa operar com a eficiência de uma equipe”, destacou Chen Hang, CEO do DingTalk, durante o evento de lançamento.

    Incertezas sobre o pipeline de pesquisa

    Um ponto de atenção na estratégia do Alibaba é a recente saída de Junyang Lin, arquiteto-chave dos modelos Qwen e uma figura central na transição da empresa para a IA. Sua partida gerou incertezas sobre a continuidade e a profundidade do pipeline de pesquisa da companhia. A empresa tem se esforçado para conter especulações sobre novas saídas de talentos técnicos, demonstrando ciente do risco reputacional em um momento de reorganização estratégica.

    Recepção do mercado e leitura estratégica

    No dia do anúncio, as ações do Alibaba registraram uma alta de 3,4% em Hong Kong, superando o desempenho geral do mercado. Esse movimento sugere que os investidores receberam positivamente a sinalização de que a empresa está focada em transformar suas inovações em IA em uma estrutura com clara accountability de receita.

    A criação da ATH, liderada pelo CEO, com um nome que remete à unidade básica de cobrança, é um sinal de maturidade estratégica. O Alibaba está abordando o desafio pós-corrida de modelos de linguagem: como transformar tecnologia em negócio em um mercado que demonstra resistência a pagar por software. A resposta da empresa envolve integração vertical, foco corporativo e velocidade de execução.

    Em essência, o Alibaba está tratando a IA não mais como um projeto de inovação isolado, mas sim como uma unidade de negócio fundamental. A pesquisa, quando desacompanhada de monetização, representa custo. Quando monetizada, transforma-se em vantagem competitiva. A estratégia agora é testada pelo mercado, que observará os resultados nos próximos trimestres.

  • Alibaba eleva preços de serviços de IA em até 34% com alta na demanda

    Alibaba eleva preços de serviços de IA em até 34% com alta na demanda

    Alibaba eleva preços de serviços de IA em até 34% com alta na demanda

    O gigante da tecnologia Alibaba Group anunciou um aumento significativo nos preços de seus serviços de computação e armazenamento de inteligência artificial (IA), com elevações chegando a até 34%. A medida, que entra em vigor em meados de abril de 2026, reflete a explosão na demanda global por ferramentas de IA poderosas e infraestrutura de nuvem, além de um cenário de aumento nos custos operacionais.

    A decisão da Alibaba, um dos maiores provedores de nuvem da Ásia, sinaliza a crescente pressão sobre os custos de entrega de soluções de IA, desde chips de alta performance até sistemas de armazenamento. Empresas em todo o mundo têm intensificado o uso de IA para automação, análise de dados e desenvolvimento de aplicações de nova geração, impulsionando a necessidade de recursos computacionais robustos.

    Detalhes do reajuste e serviços afetados

    O aumento de preços abrange diversos serviços chave da plataforma Alibaba Cloud. As placas/chips de computação de IA, como a T-Head Zhenwu 810E, registraram elevações entre 5% e 34%. O serviço de Cloud Parallel File Storage (CPFS) também sofreu um acréscimo de aproximadamente 30%. Além disso, serviços de IA baseados em tokens, que medem o uso de modelos de IA, tiveram seus preços ajustados para refletir a alta demanda e o consumo intensivo de recursos computacionais.

    A justificativa oficial da Alibaba para o reajuste inclui a necessidade de garantir a qualidade contínua dos serviços, gerenciar os custos de infraestrutura e alocar recursos de forma estratégica diante da escassez de capacidade computacional. A empresa destaca que o uso crescente de modelos de linguagem grandes e aplicações interativas está exercendo uma pressão significativa sobre seus sistemas.

    Fatores que impulsionam o aumento de preços

    Vários fatores contribuem para esta nova política de preços. A demanda global crescente por IA é o principal motor, com empresas, pesquisadores e desenvolvedores buscando cada vez mais poder de processamento. Paralelamente, os custos de infraestrutura têm aumentado, especialmente devido ao preço elevado de GPUs e chips de IA customizados, além de questões na cadeia de suprimentos.

    A Alibaba também se alinha a uma tendência observada no mercado. Concorrentes como Google, Tencent e AWS já implementaram ou indicaram aumentos em seus próprios serviços de IA, indicando um movimento generalizado na indústria. Essa estratégia competitiva visa equilibrar a oferta e a demanda em um mercado em rápida expansão.

    Reações do mercado e implicações futuras

    A resposta inicial dos investidores foi positiva, com as ações da Alibaba em Hong Kong apresentando alta após o anúncio, o que foi interpretado como uma estratégia inteligente a longo prazo. No entanto, o impacto sobre os clientes pode variar. Start-ups e usuários com alto consumo de recursos de IA certamente enfrentarão contas mais elevadas.

    Para empresas com contratos de longo prazo, é possível que taxas negociadas permaneçam. Analistas apontam que, embora alguns clientes mais sensíveis ao custo possam considerar a mudança de provedores, a alta demanda geral por IA tende a manter muitos usuários fiéis às plataformas estabelecidas. A movimentação da Alibaba reforça a percepção de que os custos operacionais da IA estão se tornando um fator central na economia da nuvem.

    A estratégia da Alibaba é um reflexo da predominância da IA como principal impulsionador de crescimento para provedores de nuvem. Isso exige investimentos contínuos em infraestrutura especializada. Para as empresas, a necessidade de reavaliar plataformas e equilibrar custos, desempenho e escalabilidade se torna crucial. A agilidade e a atenção aos custos serão fundamentais para navegar neste cenário em constante evolução.

    Fonte: Meyka